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Por Nill Júnior

Outras Notícias

Grito dos Excluídos tem atos por moradia, direitos sociais e contra a violência em mais de 50 cidades

32ª edição da mobilização ocorreu nesta segunda-feira (7) e também levou às ruas pautas como fim da escala 6×1, defesa do SUS e combate ao feminicídio. Movimentos sociais realizaram, nesta segunda-feira (7), a 32ª edição do Grito dos Excluídos, com marchas e manifestações em mais de 50 cidades de todas as regiões do país, segundo […]

32ª edição da mobilização ocorreu nesta segunda-feira (7) e também levou às ruas pautas como fim da escala 6×1, defesa do SUS e combate ao feminicídio.

Movimentos sociais realizaram, nesta segunda-feira (7), a 32ª edição do Grito dos Excluídos, com marchas e manifestações em mais de 50 cidades de todas as regiões do país, segundo os organizadores.

Neste ano, a mobilização teve como lema “Na defesa da Terra, da Paz e da Moradia, erguemos a voz: Mulheres Vivas e Soberania!”.

Entre as reivindicações apresentadas pelos participantes estiveram moradia digna, reforma agrária, educação pública, fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS), enfrentamento ao feminicídio e às diferentes formas de violência contra as mulheres, combate ao racismo e à LGBTfobia e o fim da escala de trabalho 6×1.

Em São Paulo, a manifestação percorreu ruas da região central e terminou com uma missa na Catedral da Sé dedicada à população em situação de rua. Antes da caminhada, foi realizado um café da manhã comunitário.

“A gente faz uso desse dia para dizer: olha, não temos liberdade ainda, temos que avançar muito para ser um país, uma sociedade em liberdade”, afirmou Miriam Hermogenes, da Central dos Movimentos Populares.

No Rio de Janeiro, os manifestantes percorreram a Avenida Presidente Vargas. O ato reuniu grupos que defenderam pautas relacionadas à soberania nacional, à democracia, à moradia e ao meio ambiente.

Uma das iniciativas levou apresentações teatrais para a manifestação, com encenações sobre participação política e democracia. Outra ala reuniu fotografias de vítimas da ditadura militar e defendeu a preservação das instituições democráticas.

O fim da escala 6×1 também esteve entre as pautas levadas às ruas. A proposta que altera a jornada de trabalho ainda depende de análise no Senado.

Em Brasília, participantes chamaram atenção para questões ambientais e para os efeitos sociais da crise climática. Integrantes do Núcleo de Ecologia Integral apresentaram uma carta com propostas sobre políticas agrícolas, fundiárias, urbanas, resíduos, justiça climática e proteção ambiental.

O Grito dos Excluídos é realizado tradicionalmente no 7 de Setembro e reúne movimentos e organizações sociais em torno de reivindicações relacionadas a direitos sociais, desigualdade e participação popular.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Paulo Pinto

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Flávio Bolsonaro chama 8 de Janeiro de “farsa” e volta a atacar Moraes em ato na Paulista

Candidato à Presidência reuniu apoiadores nesta segunda-feira (7), em São Paulo; levantamento estimou público de 28,5 mil pessoas no pico da manifestação. O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) participou, nesta segunda-feira (7), de um ato político na Avenida Paulista, em São Paulo, marcado por críticas ao governo Lula e ao ministro Alexandre de Moraes, […]

Candidato à Presidência reuniu apoiadores nesta segunda-feira (7), em São Paulo; levantamento estimou público de 28,5 mil pessoas no pico da manifestação.

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) participou, nesta segunda-feira (7), de um ato político na Avenida Paulista, em São Paulo, marcado por críticas ao governo Lula e ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Durante o discurso, Flávio classificou os atos de 8 de Janeiro como uma “farsa” e relacionou a condenação de Jair Bolsonaro às decisões tomadas pelo Supremo.

“Deram uma segunda facada em Bolsonaro. Essa farsa que foi 8 de janeiro. Essa farsa que condenaram um homem correto, um homem honesto, um homem que tem Deus no coração, por crimes que ele não cometeu”, afirmou.

A declaração representa a versão política apresentada pelo candidato. O STF já condenou réus por participação na organização e execução dos atos que culminaram na invasão e depredação das sedes dos Três Poderes em Brasília e em investigações relacionadas à tentativa de ruptura institucional.

Flávio também voltou a direcionar críticas a Alexandre de Moraes em meio à crise recente no Supremo envolvendo os desdobramentos do caso Master.

“Nós temos que proteger o STF de Alexandre de Moraes, aquela laranja podre. O Supremo não é Alexandre de Moraes. A magistratura não é Alexandre de Moraes”, declarou.

Propostas apresentadas no ato

O candidato aproveitou o discurso para defender propostas nas áreas de segurança pública e saúde. Entre elas, citou o enquadramento de organizações como PCC e Comando Vermelho como terroristas, redução da maioridade penal, aumento de penas para determinados crimes e castração química para autores de violência sexual.

Flávio também afirmou que pretende ampliar o padrão de atendimento do Sistema Único de Saúde.

“A saúde pública vai ser padrão Einstein. O nosso SUS vai ser padrão Einstein”, disse.

Aliados participam da manifestação

O governador de São Paulo e candidato à reeleição, Tarcísio de Freitas (Republicanos), participou do ato. Também estiveram presentes o prefeito Ricardo Nunes (MDB), Guilherme Derrite (PP), André do Prado (PL), Sergio Moro (PL), Valdemar Costa Neto e o deputado federal Nikolas Ferreira (PL).

Tarcísio defendeu durante o discurso que nenhuma autoridade esteja acima da Constituição.

“Ninguém está acima da lei”, afirmou, ao citar presidentes da República, governadores, senadores, magistrados e ministros.

Nikolas Ferreira também criticou Moraes e declarou apoio à candidatura de Flávio à Presidência.

Público estimado em 28,5 mil

O Monitor do Debate Político da USP/Cebrap e a organização More in Common estimaram que o ato atingiu um pico de 28,5 mil participantes às 16h32.

Considerando a margem de erro de 12% do levantamento, a estimativa varia entre 25,1 mil e 32 mil pessoas. A contagem utiliza fotografias aéreas analisadas com auxílio de software de inteligência artificial.

Segundo o levantamento, o público ficou abaixo do registrado no ato de 7 de Setembro de 2025 na Paulista, estimado em 42,2 mil pessoas.

Confusão entre grupos

Durante a manifestação, a Polícia Militar utilizou gás lacrimogêneo para dispersar um grupo de manifestantes de esquerda nas proximidades da Avenida Paulista.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, um grupo tentou acessar a área destinada aos apoiadores de Flávio Bolsonaro, e policiais militares e guardas civis intervieram para impedir um confronto.

A SSP informou que não houve registro de incidentes graves.

Fonte: G1
Foto: Reprodução

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“Estamos reformando todos os hospitais de Pernambuco”, diz Raquel Lyra em sabatina

Governadora e candidata à reeleição citou obras em unidades da rede estadual, novos hospitais e investimentos em saúde durante entrevista à TV Tribuna. A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) participou, nesta segunda-feira (7), de sabatina promovida pela TV Tribuna e apresentou ações de sua gestão na área da saúde. Entre os pontos […]

Governadora e candidata à reeleição citou obras em unidades da rede estadual, novos hospitais e investimentos em saúde durante entrevista à TV Tribuna.

A governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) participou, nesta segunda-feira (7), de sabatina promovida pela TV Tribuna e apresentou ações de sua gestão na área da saúde.

Entre os pontos mencionados, Raquel citou a construção de quatro Hospitais da Mulher, a entrega do Hospital da Mulher do Agreste, em Caruaru, as obras do Hospital Mestre Dominguinhos, em Garanhuns, e o funcionamento do Hospital Nossa Senhora Aparecida como unidade de retaguarda do Hospital da Restauração.

“Pegamos a saúde de Pernambuco sucateada. E isso é resultado de um descaso de muito tempo. Os hospitais sequer contrato de manutenção tinham. Só no Hospital da Restauração para requalificação e reforma, estamos investindo R$ 160 milhões, e estamos reformando todos os hospitais de Pernambuco. O investimento que começou vai seguir de maneira muito firme”, afirmou.

A declaração sobre as condições encontradas pela atual gestão representa a avaliação da própria candidata sobre a situação da rede estadual quando assumiu o governo.

Raquel também destacou a construção de novos Hospitais da Mulher em Garanhuns, Ouricuri, Igarassu e Serra Talhada. Segundo a campanha, as unidades deverão ampliar a oferta de atendimentos especializados no Estado.

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Em Caruaru, a governadora citou o Hospital da Mulher do Agreste. De acordo com os números apresentados pela campanha, a unidade recebeu investimento de R$ 84,8 milhões e tem capacidade para realizar mais de 700 partos por mês.

Outro empreendimento mencionado foi o Hospital Mestre Dominguinhos, em Garanhuns. Segundo o material divulgado, são R$ 125,8 milhões destinados à construção e outros R$ 39,6 milhões para equipamentos.

“O Hospital Mestre Dominguinhos não tinha nem terreno, nem projeto. Ele foi prometido há uns 20 ou 30 anos. Quando assumimos o governo, fizemos o projeto do hospital em casa, com engenheiros e arquitetos que trabalham para fazer projeto para Pernambuco”, disse Raquel.

A candidata também falou sobre o Hospital Nossa Senhora Aparecida, que passou a funcionar como retaguarda do Hospital da Restauração. Conforme os dados apresentados pela campanha, a unidade possui 213 leitos e recebeu mais de R$ 170 milhões em investimentos.

Foto: Divulgação

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“Eu quero brigar contra a falta d’água, contra a violência e contra o desemprego”, diz João Campos em Camaragibe

Candidato ao Governo de Pernambuco participou de carreata nesta segunda-feira (7) e voltou a defender maior articulação entre o Estado e os municípios. O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) participou, nesta segunda-feira (7), de uma carreata em Camaragibe, na Região Metropolitana do Recife. Segundo a campanha, o percurso teve cerca de 30 […]

Candidato ao Governo de Pernambuco participou de carreata nesta segunda-feira (7) e voltou a defender maior articulação entre o Estado e os municípios.

O candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) participou, nesta segunda-feira (7), de uma carreata em Camaragibe, na Região Metropolitana do Recife. Segundo a campanha, o percurso teve cerca de 30 quilômetros e passou por diferentes áreas do município.

João esteve acompanhado do candidato a vice-governador, Carlos Costa, e da candidata ao Senado Marília Arraes, além de ex-prefeitos, vereadores, candidatos proporcionais e lideranças políticas da região.

Durante o ato, João voltou a defender uma relação de cooperação entre o Governo do Estado e as prefeituras e afirmou que divergências políticas não devem impedir a execução de políticas públicas.

“Eu não quero governar brigando com prefeito, com vereador ou com quem pensa diferente de mim. Eu quero brigar contra a falta d’água, contra a violência, contra a demora na saúde, contra o desemprego. É essa briga que vale a pena”, afirmou.

O candidato também utilizou sua passagem pela Prefeitura do Recife para sustentar que pretende adotar, caso eleito, uma gestão voltada à execução de obras e serviços.

“Eu fui prefeito do Recife e aprendi que governante não pode passar quatro anos explicando por que não fez. Tem que pegar o problema, botar no peito e resolver”, declarou.

7 de Setembro também foi tema do guia eleitoral

No programa eleitoral exibido nesta segunda-feira, João relacionou o 7 de Setembro à trajetória política de Pernambuco e voltou a defender a ampliação de oportunidades em todas as regiões do Estado.

“Meu sonho é que qualquer pessoa possa nascer em qualquer lugar do estado e ter o mesmo direito de sonhar, ter as mesmas oportunidades”, afirmou.

No vídeo, o candidato também disse que pretende percorrer diferentes regiões de Pernambuco durante uma eventual gestão.

“Vocês me viram andando o Recife inteiro e vão ver um governador que vai andar Pernambuco inteiro, ouvindo as pessoas”, declarou.

O material eleitoral também fez referências às gestões de Eduardo Campos no Governo de Pernambuco e ao apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à candidatura de João.

Foto: Edson Holanda

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Desfile de 7 de Setembro em Brasília reúne Lula, Fachin, Alcolumbre e Hugo Motta

Cerimônia na Esplanada dos Ministérios teve presença de autoridades dos Três Poderes e manifestações de apoiadores pelo fim da escala 6×1. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participou, nesta segunda-feira (7), do tradicional desfile cívico-militar de 7 de Setembro, em Brasília. A cerimônia reuniu autoridades do Executivo, Legislativo e Judiciário na Esplanada dos […]

Cerimônia na Esplanada dos Ministérios teve presença de autoridades dos Três Poderes e manifestações de apoiadores pelo fim da escala 6×1.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participou, nesta segunda-feira (7), do tradicional desfile cívico-militar de 7 de Setembro, em Brasília. A cerimônia reuniu autoridades do Executivo, Legislativo e Judiciário na Esplanada dos Ministérios.

Entre os presentes estavam o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin; o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP); e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB).

Antes da chegada de Lula, apoiadores presentes nas arquibancadas entoaram gritos de “fim da 6×1”, em referência à proposta que discute mudanças na jornada de trabalho e tramita no Senado.

Alcolumbre, que já havia indicado que a matéria não seria votada antes das eleições, acompanhou a cerimônia.

Fachin participou do evento em meio aos recentes desdobramentos da crise interna no STF envolvendo André Mendonça e Alexandre de Moraes e as investigações relacionadas ao caso Master.

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, também esteve presente. Seu nome passou a integrar pedidos de esclarecimento feitos no âmbito das apurações sobre a atuação da PF no caso Master, sem que isso represente, por si só, conclusão de irregularidade.

Ao lado de Lula estava o vice-presidente Geraldo Alckmin. O presidente também foi acompanhado por ministros e integrantes do primeiro escalão do governo, entre eles José Múcio, da Defesa; Luciana Santos, da Ciência, Tecnologia e Inovação; Wellington Dias, do Desenvolvimento Social; Alexandre Padilha, da Saúde; Luiz Marinho, do Trabalho e Emprego; e Jorge Messias, da Advocacia-Geral da União.

Segundo o Estadão Conteúdo, parte do público também reagiu às participações do personagem Zé Gotinha, de servidores da saúde e a referências à Copa do Mundo Feminina, que será sediada pelo Brasil no próximo ano.

Fonte: Estadão Conteúdo
Foto: Reprodução

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