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Carro da Saúde usado em Iguaracy por grupo criminoso é encontrado

Por Nill Júnior

Atualizado às 9h25

O carro usado na ação contra a família responsável pela Água Mineral Santa Rita, roubado por cerca de dez criminosos na PE 292, entre Sertânia e Iguaracy, foi localizado cerca de três horas depois da ação.

O veiculo, uma Doblô da Vigilância Sanitária,  da Secretaria de Saúde de Afogados da Ingazeira,   estava nas imediações da Fazenda Riacho do Mel, próxima a Irajaí, município de Iguaracy, na PE 292.

A probabilidade é de que lá, o grupo criminoso tenha trocado de veículo. O carro foi trazido de guincho,  já que a chave foi jogada fora. Motorista e usuários SUS foram rendidos. A Secretaria de Saúde buscou outro veículo para socorrer as vítimas.

Segundo a Secretaria de Saúde,  eram pacientes de TFD que tem que ir a Recife, não podendo esperar o fim da pandemia. São portadores de câncer e outras comorbidades. Eles prestaram depoimento na Delegacia de Sertânia com o motorista.

Já na ação em Iguaracy, os relatos seriam de que houve pressão psicológica e até ameaça de sequestro de membros da família. Não se sabe quanto foi levado. A polícia está em diligências na busca dos criminosos.

O boletim da PM informa que as vítimas informaram que seguiam no veículo Fiat Doblô, branco, ano 2016, placa PDF-2552, entre Iguaracy e Afogados da Ingazeira, quando foram abordados por quatro elementos armados, que estavam em um veículo Eco Sport branco.

Eles roubaram o veículo, os celulares das vítimas e R$ 1.800 pertencente a uma das vítimas. As guarnições realizaram diligências, porém, nenhum suspeito foi localizado.

Na sequencia, efetivo do 23º BPM foi informado por populares do roubo na fábrica de água Santa Rita. O policiamento chegou  ao local e a vítima, o proprietário, Francisco Antonio de Oliveira, “Seu Chico”, da Água Santa Rita relatou que quatro indivíduos armados, chegaram no carro da Secretaria de Saúde de Afogados da Ingazeira, fingindo ser da Vigilância Sanitária.

Logo em seguida anunciaram o roubo, renderam os funcionários da empresa e os trancaram em uma sala. Após isso, foram à residência do proprietário da fábrica e roubaram R$ 7 mil, dois computadores, um tablet, dois notebooks, dois televisores,  micro-ondas e celular. Eles tomaram destino ignorado. Segundo informações, houve pressão psicológica e até ameaça de sequestro de membros da família. O valor levado foi relativamente baixo.

Ao realizar buscas pelos criminosos, próximo a fazenda Riacho do mel, foi localizado o Fiat Doblô, branco, ano 2016, placa PDF-2552, abandonado. A ocorrência foi encaminhada à Delegacia de Polícia local, onde será instaurado um inquérito.

Outras Notícias

Operação combate homicídios em Itapetim

A Policia Civil do Estado de Pernambuco, em conjunto com a Policia Militar, deflagrou na manhã desta segunda-feira, 22 de março de 2021, a operação de intervenção tática denominada DÉJA VU, vinculada a DINTER II, AIS 20, Delegacia de Polícia da 170ª, circunscrição de Itapetim, com o objetivo no combate a homicídios e a posse […]

A Policia Civil do Estado de Pernambuco, em conjunto com a Policia Militar, deflagrou na manhã desta segunda-feira, 22 de março de 2021, a operação de intervenção tática denominada DÉJA VU, vinculada a DINTER II, AIS 20, Delegacia de Polícia da 170ª, circunscrição de Itapetim, com o objetivo no combate a homicídios e a posse e porte ilegal de armas de fogo.

Durante a operação, o foco foi o cumprimento de um mandado de prisão e cinco de busca e apreensão, os quais foram expedidos pelo Poder Judiciário de Itapetim.

Na ocasião, foi lavrado 1 auto de prisão em flagrante, bem como apreendidos cinco aparelhos telefônicos, uma espingarda calibre 28 e quinze cartuchos de espingarda calibre 28.

Na execução, foram empregados 30 policiais, dentre Civis e Militares. A operação foi coordenada pela 20ª Delegacia Seccional, vinculada a DINTER II. Os detalhes da referida operação serão apresentados em momento oportuno, por intermédio
da Assessoria de Comunicação da Policia Civil de Pernambuco.

Mandetta chuta o balde à VEJA. “Isso cansa”

Veja O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, comandou na tarde desta quarta-feira, 15, mais uma entrevista coletiva diária da série iniciada há cerca de três meses em razão da pandemia do novo coronavírus. O tom de despedida e o balanço feito por ele e seus dois principais auxiliares — o secretário-executivo João Gabbardo e o […]

Veja

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, comandou na tarde desta quarta-feira, 15, mais uma entrevista coletiva diária da série iniciada há cerca de três meses em razão da pandemia do novo coronavírus.

O tom de despedida e o balanço feito por ele e seus dois principais auxiliares — o secretário-executivo João Gabbardo e o secretário de Vigilância e Saúde, Wanderson de Oliveira — levam a crer que foi a última coletiva pilotada por Mandetta.

Em um clima praticamente de confraternização, que incluiu piadas e discursos de despedidas, Mandetta confirmou que Oliveira havia pedido para sair do ministério na manhã de hoje, mas que ele não aceitou a demissão.

“Entramos juntos e sairemos juntos”, referindo-se aos dois secretários. A entrevista, como sempre, ocorreu no Palácio do Planalto, um andar abaixo do gabinete do presidente Jair Bolsonaro, que ainda procura um substituto para assumir a pasta.

Horas depois da coletiva, Mandetta falou a VEJA por telefone em tom de desabafo sobre sua iminente demissão. A seguir, os principais trechos da conversa:

Ministro, a sua saída está certa, pelo que o senhor falou na coletiva de hoje. Até quando o senhor fica? Fico até encontrarem uma pessoa para assumir meu lugar.

Não tem mesmo mais jeito de permanecer no governo, ministro? De permanecer no governo? Não, não. São 60 dias nessa batalha. Isso cansa!

Sessenta dias do quê? Sessenta dias tendo de medir palavras. Você conversa hoje, a pessoa entende, diz que concorda, depois muda de ideia e fala tudo diferente. Você vai, conversa, parece que está tudo acertado e, em seguida, o camarada muda o discurso de novo. Já chega, né? Já ajudamos bastante.

O senhor acredita que a política de combate à pandemia vai mudar? Não sei, mas acho que o vírus se impõe. A população se impõe. O vírus não negocia com ninguém. Não negociou com o (Donald) Trump, não vai negociar com nenhum governo.

O que o senhor vai fazer quando sair do governo? Não sei. Vou trabalhar. Tenho de ganhar o pão. Meu caçula, o Paulo, está no último da faculdade de direito na USP, em São Paulo. O Pedro, que é médico, está na residência de cirurgia geral na Santa Casa de Campo Grande, e a Marina, que é advogada e mãe do meu netinho.

Mas o senhor vai para o governo de Goiás, com o governador Ronaldo Caiado? Não, não. Não tem nada disso. Eu posso ajudar lá informalmente, como posso ajudar qualquer outro governo ou prefeitura.

Mas o senhor tem plano de sair da vida pública? Eu nunca planejei nada. A vida foi me apresentando oportunidades. Algumas eu aproveitei, outras não.

O senhor pretende ser governador de Mato Grosso do Sul ou de Goiás, como tem sido especulado recentemente? Como ser governador? A eleição é só em 2022! Até lá tem muita coisa para acontecer. Agora tenho de trabalhar, ganhar o pão. Tenho meus filhos na faculdade ainda, tenho um netinho.

E a carreira parlamentar, o senhor pretende retomar? Não. Já passei oito anos lá e já não queria concorrer na segunda eleição. Já foi o suficiente.

O senhor se arrependeu de ter entrado no governo Bolsonaro? Não. De jeito nenhum. Não me arrependo de nada.

Estar à frente do ministério da Saúde nesse momento de pandemia foi o maior desafio que o senhor já enfrentou? Não, já passei por desafios piores. Ir para os Estados Unidos, deixando a mulher e dois filhos pequenos para estudar, foi mais desafiador.

O senhor sabe quem vai substituí-lo? Não, não sei. Mas nós vamos ajudar quem entrar, se quiser nossa ajuda. A gente tem compromisso com o país. Aqui é tudo marinheiro antigo, não tem principiante, ninguém vai torcer contra.

Serra: PMPE e Polícia Civil discutem segurança na área do 14º BPM

O comandante geral da PMPE, delegado-geral da PCPE, comandante do 14º BPM e delegado seccional da 21ª DESEC estiveram no encontro  Na manhã desta quarta-feira (18), a secretária-executiva de Defesa Social de Pernambuco, Dominique de Castro Oliveira, liderou a reunião de monitoramento operacional do programa Juntos pela Segurança, focada na Área Integrada de Segurança (AIS) […]

O comandante geral da PMPE, delegado-geral da PCPE, comandante do 14º BPM e delegado seccional da 21ª DESEC estiveram no encontro 

Na manhã desta quarta-feira (18), a secretária-executiva de Defesa Social de Pernambuco, Dominique de Castro Oliveira, liderou a reunião de monitoramento operacional do programa Juntos pela Segurança, focada na Área Integrada de Segurança (AIS) 21.

O encontro, realizado no Centro Integrado de Comando e Controle Estadual (CICCE) em Recife, teve como objetivo discutir os dados e estratégias para os municípios de Serra Talhada, Betânia, Calumbi, Flores, Santa Cruz da Baixa Verde, São José do Belmonte e Triunfo.

Representantes das operativas que atuam na AIS 21 participaram da reunião, onde foram apresentados e analisados os índices de criminalidade da região. Além disso, foram discutidas ações específicas que serão implementadas para o combate à criminalidade. Em suas palavras, a secretária executiva da SDS destacou a importância destas discussões.

“Essas reuniões visam aprimorar, ainda mais, a integração entre as Forças de Segurança, garantindo uma atuação mais eficaz para atender às demandas específicas de cada região”.

O tenente-coronel PM Aristóteles Oliveira, comandante do 14º Batalhão da PMPE, ressaltou a relevância do encontro. “Retornamos a Serra Talhada ainda mais unidos na busca por uma maior redução nos índices de violência do nosso Sertão pernambucano”, pontuou o comandante.

“Reuniões como essa permitem que seccionais, delegados e comandantes dos batalhões trabalhem de forma integrada, analisando dados e desenvolvendo novas estratégias. Assim, podemos avançar juntos no combate à violência e à criminalidade”, complementou o delegado seccional da 21ª DESEC, Jairo Marinho.

Em comentário, Júnior Alves dá a entender que Léo Brasil faz jogo duplo

Radialista comentou live em que Léo Brasil interpela Dinca, que acusa Alves de chorar “lágrimas de Cocodilio” O radialista Júnior Alves, da Cidade FM, deixou nas entrelinhas hoje qual papel tem cumprido o radialista Léo Brasil, da Assessoria de comunicação da prefeitura de Tabira. O blog juntou as pontas e chegou a essa conclusão. Júnior […]

Radialista comentou live em que Léo Brasil interpela Dinca, que acusa Alves de chorar “lágrimas de Cocodilio”

O radialista Júnior Alves, da Cidade FM, deixou nas entrelinhas hoje qual papel tem cumprido o radialista Léo Brasil, da Assessoria de comunicação da prefeitura de Tabira. O blog juntou as pontas e chegou a essa conclusão.

Júnior rebatia uma nova crítica de Dinca em uma live, modelo de comunicação que o ex-prefeito tem adotado para atacar adversários e defender sua gestão com Nicinha Melo. O ex-prefeito, provocado por Léo, disse que Júnior Alves estava chorando “lágrimas de cocodílio”.

O radialista se defendeu, dizendo que essa argumentação é de quem tem a mente pequena e que ele só tem do que se orgulhar. Sem citar o nome de Léo, disse que ele impulsionou a pergunta perguntando a quem Dinca daria a caixinha de lenço. Geralmente ele ou Gleison Rodrigues costumam se passar por esse papel.

Júnior pergunta: “quero perguntar a esse amigo: de que lado você está? Do lado do governo? Contra o governo? Porque um dia desse  mandou uma mensagem dizendo: desculpe incomodar, mas você quer uma informação para o blog? Mas em sigilo, pois preciso do meu emprego“.

Não há dúvidas de que o recado foi para Léo Brasil, que estaria passando informações privilegiadas para o Tabira Hoje ou blog da Cidade FM, pelo que Alves deixou nas entrelinhas. “O print tá aqui bem feito com a foto dele e tudo. Se eu disser quem mandou a mensagem, não sei se sou eu que vou precisar de lenço”.

Mais uma: Justiça bloqueia salário da prefeita de Surubim

Blog do Magno O juiz da 1ª vara da comarca de Surubim, Paulo César Amorim, concedeu uma liminar, ontem, bloqueando o salário da prefeita do município, Ana Célia (PSB), do vice, Guilherme Nóbrega (PSB), dos secretários municipais e dos 13 vereadores da cidade. A decisão do magistrado tem 80 páginas e atende a um pedido […]

Blog do Magno

O juiz da 1ª vara da comarca de Surubim, Paulo César Amorim, concedeu uma liminar, ontem, bloqueando o salário da prefeita do município, Ana Célia (PSB), do vice, Guilherme Nóbrega (PSB), dos secretários municipais e dos 13 vereadores da cidade. A decisão do magistrado tem 80 páginas e atende a um pedido formulado em uma ação civil pública que questiona o reajuste nos vencimentos que entraram em vigor no dia 1.º de janeiro deste ano.

A lei aprovada no ano passado pelos vereadores, reajustou o salário da prefeita de R$ 15 mil para R$ 24 mil e o do vice, de R$ 7.500 para R$ 12 mil, o que representa um aumento de 60%. Já o dos secretários municipais saíram de R$ 4 mil para R$ 6 mil (um incremento de 50%) e o dos parlamentares de R$ 7 mil para R$ 10 mil.

Na ação, o advogado Alex Fernando da Silva, pede a suspensão do aumento até o final do processo. Por ter caráter liminar, a decisão do magistrado é provisória. A Prefeitura e a Câmara de Vereadores têm 20 dias para apresentar a contestação.

No final de 2016, um grupo de moradores saiu em protesto pelas ruas do Centro da cidade, contra o aumento considerado abusivo. Também foi protocolado na Câmara de Vereadores um abaixo-assinado com quase duas mil assinaturas. Segundo os organizadores, o documento tem como objetivo “mostrar a indignação do povo pelo aumento cedido ao Executivo e Legislativo”.