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Carreta da Mulher Pernambucana chega a Afogados da Ingazeira com atendimentos gratuitos

Por André Luis

A Carreta da Mulher Pernambucana estará em Afogados da Ingazeira entre os dias 16 e 21 de março, oferecendo atendimentos gratuitos voltados à saúde feminina. A unidade móvel será instalada na Praça Monsenhor Alfredo de Arruda Câmara e funcionará a partir das 8h.

Os atendimentos incluem mamografia, ultrassom de mama, colposcopia e biópsias de mama e colo do útero. As mulheres também terão acesso a consultas com ginecologista e mastologista, todos os procedimentos sem custo.

A iniciativa visa ampliar o acesso a serviços de saúde preventiva e diagnóstica para mulheres da região, contribuindo para a detecção precoce de possíveis problemas de saúde.

Outras Notícias

Humberto rebate ataques de Geraldo Julio

Coordenador da campanha à reeleição de Dilma Rousseff (PT) em Pernambuco, o senador Humberto Costa (PT) rebateu os ataques do prefeito do Recife, Geraldo Julio, ditos na última quarta-feira (22) durante ato pró-Aécio. O parlamentar relatou que a presidente não deu às costas para o Estado. “Alguém que trouxe para cá uma refinaria, dois estaleiros, […]

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Coordenador da campanha à reeleição de Dilma Rousseff (PT) em Pernambuco, o senador Humberto Costa (PT) rebateu os ataques do prefeito do Recife, Geraldo Julio, ditos na última quarta-feira (22) durante ato pró-Aécio. O parlamentar relatou que a presidente não deu às costas para o Estado.

“Alguém que trouxe para cá uma refinaria, dois estaleiros, a fábrica da Fiat, a Hemobrás, que concluiu a duplicação de três rodovias federais, está começando a botar pra funcionar a Transposição do São Francisco, que está fazendo a Transnordestina e milhares casas populares deu às costas a quem? Ao povo de Pernambuco é que não foi. Se o prefeito está fazendo este discurso é sintomático o desespero, mas o voto de Pernambuco não tem dono”, disse o petista.

De acordo com o senador, independente da disputa política, a presidente Dilma espera a continuidade das parcerias do Governo Federal e Estadual. “Eu acho que o povo de Pernambuco quer a reprodução do que aconteceu durante os governos de Eduardo, onde a parceria do Governo Federal com o Governo do Estado fez Pernambuco crescer e se desenvolver. Acredito que passada as eleições, se nós ganharmos, essas pessoas vão tentar esfriar a cabeça e olhar para o povo e não tentar reproduzir uma disputa”, afirmou.

Humberto também voltou a pedir que a Justiça Eleitoral garanta o transporte de eleitores das áreas rurais do Estado, no próximo domingo (26). O senador disse, inclusive, que o PT vem recebendo denúncias de que em alguns municípios haveria uma tentativa de dificultar a votação dos eleitores das áreas mais distantes.

“Sabemos que a população Zona Rural está maciçamente com Dilma. Já falamos com o Tribunal Regional Eleitoral e com o Tribunal Super Eleitoral e nós vamos acompanhar até domingo. Isto (possibilidade de não ter transporte), inclusive, caracteriza a tentativa de influenciar no resultado da eleição”, afirmou Humberto.

Prefeito de São José do Egito reforça relações e busca recursos em Brasília

Por André Luis O prefeito de São José do Egito, Evandro Valadares, e o suplente de deputado estadual, secretário de Saúde e Planejamento, Paulo Juca, realizaram uma agenda administrativa em Brasília ao longo desta semana. O objetivo da visita foi fortalecer laços políticos e buscar investimentos e recursos que beneficiem o município. Através de suas […]

Por André Luis

O prefeito de São José do Egito, Evandro Valadares, e o suplente de deputado estadual, secretário de Saúde e Planejamento, Paulo Juca, realizaram uma agenda administrativa em Brasília ao longo desta semana. O objetivo da visita foi fortalecer laços políticos e buscar investimentos e recursos que beneficiem o município.

Através de suas redes sociais, Paulo Juca compartilhou o propósito da viagem, destacando o compromisso de trazer recursos e oportunidades para São José do Egito. A equipe teve como foco principal a busca por parcerias que impulsionem o desenvolvimento e o progresso da cidade.

Durante a estadia na capital federal, o prefeito Evandro Valadares e o secretário Paulo Juca visitaram diversos gabinetes de parlamentares e autoridades. Entre eles, os gabinetes de Mendonça Filho, Lucas Ramos, Pedro Campos, Sílvio Costa Filho, além de terem a oportunidade de se encontrar com o ministro André de Paula e o secretário nacional de segurança pública, Tadeu Alencar. O encontro com a Senadora Teresa Leitão também fez parte da agenda.

Ao final da série de reuniões, o prefeito Evandro expressou sua satisfação pelo êxito da viagem e pela produtividade dos encontros. Ele ressaltou a importância de ter fortalecido os laços com autoridades federais e parlamentares, buscando recursos que contribuam para o avanço de São José do Egito. Evandro enfatizou: “Encerramos nossa passagem por Brasília com sucesso! Visitamos os gabinetes e pedimos para nossa cidade. Foi proveitoso, fortalecendo nossa missão de trazer investimentos e recursos para São José do Egito. Juntos, estamos construindo um futuro brilhante para nossa comunidade.”

Acuado por Dilma, Aécio foge de questões constrangedoras, avalia Humberto

O debate da Band entre os presidenciáveis, realizado na noite dessa terça-feira (14), levou a presidenta Dilma Rousseff (PT) a pôr o candidato Aécio Neves (PSDB) no canto da parede, deixando o tucano sem respostas para várias questões que o desconcertaram. Essa é a avaliação do líder do PT no Senado e coordenador estadual da […]

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O debate da Band entre os presidenciáveis, realizado na noite dessa terça-feira (14), levou a presidenta Dilma Rousseff (PT) a pôr o candidato Aécio Neves (PSDB) no canto da parede, deixando o tucano sem respostas para várias questões que o desconcertaram. Essa é a avaliação do líder do PT no Senado e coordenador estadual da campanha de reeleição de Dilma, Humberto Costa, para quem a presidenta venceu o 1º debate do 2º turno das eleições 2014.

Segundo Humberto, Aécio deixou clara a completa falta de intimidade do PSDB para lidar com políticas sociais, como programas criados pelos Governos Lula e Dilma, a exemplo do Bolsa Família, do Mais Médicos, do Pronatec e do Mais Especialidades, que a presidenta quer implantar no seu segundo mandato. Aécio também ficou pouco à vontade quando o tema foi combate à violência contra mulheres.

“Dilma respondeu a todas as questões que foram formuladas, enquanto Aécio foi incapaz de responder coisas elementares. Ele não teve nem coragem de externar as políticas que o partido dele defende. Se limitou a dizer que vai continuar todas aquelas que nós criamos”, avaliou Humberto.

Para o líder do PT, Aécio ficou visivelmente constrangido quando Dilma o questionou sobre atos que o tucano passou a vida tentando jogar para debaixo do tapete, como o emprego de parentes (irmã, tio e primos) no Governo de Minas Gerais no período em que ele foi governador e o aeroporto que construiu em terras da família, cujas chaves são guardadas com o próprio tio de Aécio, segundo denúncia da Folha de S. Paulo.

Além disso, Dilma listou uma série de casos de corrupção colecionados pelos governos do PSDB, entre eles o propinoduto do metrô de São Paulo e o mensalão mineiro, em que todos os acusados de desvio de bilhões de reais dos cofres públicos estão soltos.

“Esse tema da corrupção foi totalmente desmascarado por Dilma. Nos governos do PT, nós apuramos, investigamos e punimos. Nos do PSDB, até hoje ninguém sofreu qualquer tipo de punição. Ou seja, foi possível a Dilma mostrar que Aécio Neves não representa nada além do que o retorno a um passado que o povo brasileiro quer esquecer”, explicou o senador pernambucano.

Termina desmontagem do acampamento de bolsonaristas golpistas na BR-232

Do G1/PE A desmontagem do acampamento de bolsonaristas golpistas às margens da BR-232, no bairro do Curado, na Zona Oeste do Recife, foi finalizada hoje. Eles estavam acampados na frente do Comando Militar do Nordeste, há mais de 70 dias, desde o segundo turno das eleições presidenciais, quando Lula (PT) venceu nas urnas Jair Bolsonaro […]

Do G1/PE

A desmontagem do acampamento de bolsonaristas golpistas às margens da BR-232, no bairro do Curado, na Zona Oeste do Recife, foi finalizada hoje.

Eles estavam acampados na frente do Comando Militar do Nordeste, há mais de 70 dias, desde o segundo turno das eleições presidenciais, quando Lula (PT) venceu nas urnas Jair Bolsonaro (PL).

O acampamento localizado no quilômetro 7 da rodovia federal começou a ser desmontado na tarde da segunda-feira (9), em cumprimento a uma determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) (veja vídeo abaixo). A ordem do ministro Alexandre de Moraes foi dada no final da noite do domingo (8), após os atos terroristas ocorridos em Brasília.

Através da “Operação Reintegra”, a Polícia Rodoviária Federal(PRF) realizou o monitoramento da desmobilização, que não interferiu no tráfego de veículos no local. Havia, ao menos, 15 pessoas acampadas em apoio às pautas inconstitucionais defendidas pelo ex-presidente Bolsonaro, em uma estrutura que contava com barracas e cabines de banheiros químicos.

Por volta das 16h15 da segunda-feira (9), chegaram viaturas da Polícia Militar e da PRF. Depois, teve início uma movimentação. Pessoas passaram a colocar objetos na caçamba de um veículo branco.

“A retirada foi de forma espontânea e não houve a necessidade do emprego de força policial. Por volta das 19h30, as principais estruturas (barracas, toldos, caixa d’água) já haviam sido retiradas. A PRF segue acompanhando a movimentação no local e, na manhã desta terça (10), observou apenas algumas pessoas concluindo a retirada dos poucos materiais restantes”, disse a polícia, em nota.

Em Pernambuco, havia outro acampamento golpista, que teve a desmontagem finalizada na segunda-feira (9). Bolsonaristas estavam acampados no quilômetro 92 da BR-423, em frente ao 71° Batalhão de Infantaria Motorizada, no município de Garanhuns, no Agreste do estado.

Bolsonaro chega à disputa de 2022 com a maior carga eleitoral negativa desde a redemocratização

Índice dos que dizem não votar nele de jeito nenhum é de 59%, 15 pontos percentuais a mais do que em sua eleição, em 2018 Por Ranier Bragon A análise das pesquisas de intenção de voto realizadas pelo Datafolha nas oito eleições presidenciais ocorridas desde a redemocratização mostra que Jair Bolsonaro (sem partido) entra na […]

Índice dos que dizem não votar nele de jeito nenhum é de 59%, 15 pontos percentuais a mais do que em sua eleição, em 2018

Por Ranier Bragon

A análise das pesquisas de intenção de voto realizadas pelo Datafolha nas oito eleições presidenciais ocorridas desde a redemocratização mostra que Jair Bolsonaro (sem partido) entra na disputa de 2022 com a maior carga eleitoral negativa da história.

O total do eleitorado que declara hoje que não votaria de jeito nenhum a favor da sua reeleição é de 59%, 21 pontos percentuais a mais do que seu principal adversário até agora na disputa, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) —com 38%.

A atual rejeição a Bolsonaro é, disparada, a maior medida pelo Datafolha na comparação com a dos presidentes que foram eleitos nas oito disputas anteriores, incluindo ele próprio em 2018.

Nunca o eleito, de 1989 a 2014, teve mais do que cerca de um terço do eleitorado declarando não votar nele de jeito nenhum.

Bolsonaro já havia batido esse recorde em 2018. Ele chegou à reta final da campanha com 44% de rejeição, mas conseguiu a vitória no segundo turno. Seu principal oponente, o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT), também amargava um índice negativo similar, 41%.

No segundo turno, Bolsonaro obteve 55,13% dos votos válidos, contra 44,87% de Haddad.

Se matematicamente a reeleição de Bolsonaro não ocorreria se a eleição fosse hoje, como mostra o Datafolha, resta a tentativa de mudança desse cenário nos 12 meses que ainda faltam para a disputa.

Também aí o histórico é majoritariamente desanimador para as pretensões do mandatário, embora em 2018 Bolsonaro tenha sido eleito sem contar com vários dos mecanismos até então imprescindíveis para uma eleição —partido, palanques regionais, tempo de propaganda na TV e rádio, marqueteiro e cofre de campanha robustos.

De 1989 —quando Fernando Collor foi o primeiro presidente eleito pelo voto direto após o fim da ditadura militar (1964-1985)— a 2018, só dois candidatos conseguiram reduzir de forma significativa, em torno de 10 pontos percentuais, a rejeição alta que tinham no início.

Foram eles Ulysses Guimarães (MDB) e Paulo Maluf (PDS), em 1989, mas isso de nada adiantou. O chamado “Senhor Diretas”, apelido alusivo à sua fundamental participação na campanha Diretas Já, e o principal político vinculado à época à ditadura ficaram em sétimo e quinto lugares, respectivamente. Leia a íntegra da reportagem na Folha de S. Paulo.