Notícias

Carnaval: enredo sobre Lula movimenta pré-campanha e inflama oposição

Por André Luis

Desfile da Acadêmicos de Niterói em homenagem a Lula virou assunto nas redes petistas e bolsonaristas

Por Raphael Veleda / Metrópoles

A disputa política que será travada até outubro deste ano tomou o Carnaval com o desfile da Acadêmicos de Niterói na Marquês de Sapucaí nesse domingo (15/2). Com uma homenagem ao presidente Lula (PT) e provocações ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), retratado como palhaço na prisão, a escola inflamou apoiadores do petista e, principalmente, seus opositores, que viram na avenida uma afronta à legislação eleitoral.

Os dias que antecederam o desfile já foram de disputa nas redes e na Justiça. A oposição, sem sucesso, tentou proibir o desfile. E mesmo parte dos aliados de Lula viu no desfile da Acadêmicos de Niterói e no envolvimento direto do presidente e da primeira-dama Janja uma casca de banana.

Venceu, porém, a visão de que participar diretamente do desfile da escola que levou o enredo “Do alto do Mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil” para a Sapucaí era um risco político que valia a pena. Elogioso ao petista, o samba-enredo passou longe de qualquer tema polêmico de sua trajetória, como as investigações sobre corrupção.

Janja, porém, desistiu de desfilar na última hora, enquanto Lula desceu do camarote de onde acompanhava a escola de samba para ver parte do desfile da pista. Foi cercado por apoiadores, seguranças e jornalistas.

A decisão de Janja de não desfilar ocorreu em meio a questionamentos a respeito de delitos eleitorais na apresentação. Ministros do governo foram aconselhados a não desfilar nesse domingo, a fim de evitar questionamentos jurídicos da apresentação.

Outras Notícias

Grito dos Excluídos em Recife e no Pajeú

Sob o mote “Desigualdade Gera Violência: Basta de Privilégio”, a 24° edição do grito dos excluídos foi realizada nesta sexta-feira (7), no centro do Recife. Compareceram ao evento diversos movimentos sociais de esquerda, sindicatos, entidades religiosas e candidatos do pleito eleitoral. Iniciado ás 9h, os manifestantes saíram em carreata da Praça do Derby até a […]

Representantes de movimentos na Rádio Pajeú

Sob o mote “Desigualdade Gera Violência: Basta de Privilégio”, a 24° edição do grito dos excluídos foi realizada nesta sexta-feira (7), no centro do Recife.

Compareceram ao evento diversos movimentos sociais de esquerda, sindicatos, entidades religiosas e candidatos do pleito eleitoral. Iniciado ás 9h, os manifestantes saíram em carreata da Praça do Derby até a ponte Duarte Coelho, no bairro da Conde da Boa Vista.

Com faixas, cartazes, bandeiras e carro de som, os manifestantes protestaram contra os privilégios da classe política e e pela libertação do ex-presidente Lula (PT), que atualmente se encontra preso na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba, pelos crimes de lavagem de dinheiro e Corrupção.

Em Afogados da Ingazeira o ato teve uma mobilização no Sindicato dos Trabalhadores Rurais e em seguida, mobilização na Rádio Pajeú, com a participação de vários movimentos como o Grupo Fé e Política Dom Francisco, CEBs, MP, Diaconia, MSTR, STR Afogados e Pastorais como a da pessoa idosa.

Os representantes alertaram para a necessidade de que a população não perca a esperança nem abra mão do direito de escolha das eleições desse ano, considerando que, quando abre mão de escolher, corre o risco de ser  governada pelos que tiram direitos.

Houve críticas a políticas como o congelamento dos gastos públicos em áreas essenciais pelos próximos vinte anos. No Pajeú, um capítulo especial para o alerta de que a população grite contra problemas como o desmatamento da nossa caatinga.

O Grito

O Grito dos Excluídos é uma manifestação que reúne integrantes de entidades e movimentos sociais, populares e religiosos tradicionalmente na semana da Pátria, culminando na marcha no dia 7 de setembro, em cidades de todos os estados do Brasil e no Distrito Federal.

Em contraponto ao desfile cívico-militar da Independência, a intenção é dar visibilidade aos grupos excluídos da sociedade e divulgar as demandas da sociedade brasileira. O primeiro Grito surgiu em 1995 por iniciativa das pastorais sociais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

É crueldade vetar recursos para crianças com deficiência, diz Humberto

Alegando “contrariedade ao interesse público”, o governo de Michel Temer (PMDB) vetou artigo da MP 729 que garantia mais recursos às prefeituras que acolhem crianças com deficiências em creches municipais. A proposta assegurava um incentivo para que as gestões municipais pudessem ampliar e garantir a convivência e o acompanhamento dos meninos e meninas que necessitam […]

humberto-costaAlegando “contrariedade ao interesse público”, o governo de Michel Temer (PMDB) vetou artigo da MP 729 que garantia mais recursos às prefeituras que acolhem crianças com deficiências em creches municipais. A proposta assegurava um incentivo para que as gestões municipais pudessem ampliar e garantir a convivência e o acompanhamento dos meninos e meninas que necessitam de cuidados especiais.

O artigo vetado tratava especificamente de crianças deficientes de famílias carentes de 0 a 4 anos que recebem o BPC (Benefício de Pensão Continuada), que tem renda familiar per capita de R$ 220 mensais. “É uma crueldade o que Temer fez. Um dia ele vai para a televisão com a primeira dama do lado falando de um projeto chamado ‘criança feliz’. No outro, ele corta recursos que garantiam a estas mesmas crianças apoio adicional e mais que necessário. Ele está negando apoio a meninos e meninas deficientes e carentes. Quem faz isso?”, questionou Humberto.

O governo peemedebista também alegou que “as mudanças representariam um impacto financeiro significativo para a União”. O projeto teria um custo de R$ 9 bilhões para assegurar recursos para gestões municipais de todo país. Segundo Humberto, o argumento é “falacioso”. “Temer diz que não tem recursos para crianças pobres e com deficiência, mas aumenta os gastos com publicidade, aumenta os cargos comissionados. Esse ano ele ampliou o déficit público em mais de 50%. Aí vem falar de corte, que precisa ajustar as contas. O corte acontece, mas é só na carne do trabalhador, do mais pobre, como com a PEC 241. Mas vamos seguir lutando e denunciando essas arbitrariedades”, afirmou Humberto.

Pernambuco bate recorde de transplantes em 2017

Foram realizados 1.790 procedimentos. Recorde anterior foi em 2012, com 1.690 O Governo de Pernambuco, por meio da Central de Transplantes (CT-PE), tem se empenhado para conscientizar a população sobre a importância do ato de doar órgãos e tecidos, além de focar na capacitação dos profissionais de saúde para sensibilização nos serviços e para o […]

Foram realizados 1.790 procedimentos. Recorde anterior foi em 2012, com 1.690

O Governo de Pernambuco, por meio da Central de Transplantes (CT-PE), tem se empenhado para conscientizar a população sobre a importância do ato de doar órgãos e tecidos, além de focar na capacitação dos profissionais de saúde para sensibilização nos serviços e para o diagnóstico correto da morte encefálica. O esforço tem refletido na diminuição da fila de espera e consequentemente no aumento do número de transplantes no Estado. Em 2017, foram realizados 1.790 procedimentos, um recorde desde a criação da CT-PE, em 1995. Antes, o ano com mais transplantes realizados era o de 2012, com 1.690.

“A Central de Transplantes, juntamente com os serviços de saúde e os profissionais envolvidos nesse processo, tem trabalhado permanentemente para diminuir o tempo de espera de um paciente em fila de espera, seja por meio de capacitações das equipes hospitalares ou pela conscientização do público. Em 2017, conseguimos retomar o status de córnea zero, quando o paciente, depois de realizar os exames necessários para ser inscrito na fila de espera, faz o transplante em até 30 dias. Além do recorde no número total de transplantes, também batemos o recorde de transplantes de coração e de rim. Isso significa mais esperança para a população e vida para quem consegue um órgão ou tecido”, afirma a coordenadora da CT-PE, Noemy Gomes.

Em 2017, Pernambuco realizou 404 transplantes de rim. Anteriormente, o ano com mais procedimentos tinha sido em 2015, com 344. No caso de coração, foram 54 em 2017, contra 45 em 2015. “A população precisa saber como exercer seu direito de ser um doador. Para isso, é preciso externar essa vontade ainda em vida para os seus familiares. Nós sabemos da dor no momento do falecimento de um ente querido, mas é importante termos a consciência que um único doador pode dar mais qualidade de vida a até sete pessoas em fila de espera”, reforça Noemy.

Dados – Durante todo o ano de 2017, Pernambuco concretizou 1.790 transplantes. O quantitativo é 22,27% maior do que o mesmo período de 2016, com 1.464 procedimentos.  O maior crescimento foi nos transplantes de coração, com 54 em 2017 e 38 em 2016 (aumento de 42%). Em seguida, vem rim: 404 em 2017 e 286 em 2016 (aumento de 41%).

Ainda foram realizados 225 procedimentos de medula óssea (187 em 2016 – crescimento de 20%), 968 de córnea (827 em 2016 – ampliação de 17%), 129 de fígado (112 em 2016 – aumento de 15%). Também foram feitos 6 transplantes de rim/pâncreas, 2 de fígado/rim e 2 de válvula cardíaca.

Pernambuco ainda teve um aumento de doadores por milhão de população (pmp). Em 2016, o número era de 15 doadores por milhão de população. Em 2017, o quantitativo ficou em 20 pmp, também o maior da história do Estado. O recorde anterior era de 2015, com 18 pmp.

Autorização – Em 2017, as Organizações de Procura de Órgãos (OPO) realizaram 341 entrevistas com familiares de pacientes com morte encefálica. Desse total, 188 autorizaram a doação e 150 negaram. Isso significa que 43,9% das potenciais doações não puderam ser efetivadas.

A morte encefálica acontece quando o cérebro perde a capacidade de comandar as funções do corpo, como consequência de uma lesão conhecida e comprovada. No caso da morte encefálica, o paciente é um potencial doador de órgãos sólidos (coração, rins, pâncreas e fígado) e tecido (córnea). No caso da morte do coração, o paciente pode doar apenas as córneas.

“Entre os motivos da negativa familiar, está o desconhecimento da população sobre a morte encefálica e sobre a integridade do corpo após a doação. Precisamos informar que o diagnóstico de morte encefálica segue um rígido protocolo na sua confirmação e que a família receberá o corpo do ente querido íntegro para realizar todas as cerimônias de despedida. Como a doação só ocorre com a autorização de um familiar de até segundo grau, de acordo com a legislação brasileira, precisamos difundir esse tema; tirar dúvidas, mitos e preconceitos; e saber que esse ato pode salvar muitas vidas”, pontua a coordenadora da CT-PE.

Fila de espera – Atualmente, há 931 pacientes esperando um órgão ou tecido. A maior fila é por um rim, com 766 pacientes, seguida de fígado (78), córnea (62), medula óssea (14), coração (9) e rim/pâncreas (2).

Coluna do Domingão: uma nova Raquel

Uma nova Raquel  Uma das impressões da visita da governadora Raquel Lyra ao Pajeú nesses dois dias é a da mudança de astral da gestora estadual. Claro,  isso também se deve à forma como foi recebida e celebrada em São José do Egito,  Itapetim, Tabira,  Solidão e Afogados da Ingazeira. E isso não tem relação […]

Uma nova Raquel 

Uma das impressões da visita da governadora Raquel Lyra ao Pajeú nesses dois dias é a da mudança de astral da gestora estadual.

Claro,  isso também se deve à forma como foi recebida e celebrada em São José do Egito,  Itapetim, Tabira,  Solidão e Afogados da Ingazeira. E isso não tem relação apenas com os aliados Fredson e Flávio Marques,  prefeitos de duas das cinco cidades visitadas por Raquel. A gestora teve tapete vermelho institucional estendido por prefeitos socialistas,  que deixaram as divergências de lado e compareceram à agenda. Claro, Aline Karina,  Mayco da Farmácia e Sandrinho Palmeira o fizeram também por estratégia, para abafar a possibilidade de que Anderson Lopes, Adriana Godê e Danilo Simões absorvesssem sozinhos o impacto positivo da agenda.

Esse movimento ajudou o discurso de Raquel,  que tem dito, Pernambuco não pode olhar para a pequena política em detrimento do que é melhor para o Estado. É isso que a faz questionar a condução de Álvaro Porto na ALEPE. “Não prejudica a mim, prejudica a Pernambuco”, reclamou na Rádio Pajeú sobre a demora na votação da Lei Orçamentária Anual.

No mais, a governadora mostrou uma versão diferente da apresentada nas edições anteriores. A impressão é de que,  em um ano estratégico,  entende que há uma mudança de astral na percepção de seu governo,  com mais entregas que cobranças, ambiente necessário para buscar caminhos de uma virada eleitoral sobre um adversário fortíssimo no nome e no que envolve seu projeto,  o prefeito João Campos.

Os rumos dessa eleição,  quem ganha, quem perde, se João,  se Raquel,  ninguém consegue prever. Mas o fato é que a governadora quis transmitir uma mensagem nesse mergulho ao Pajeú: ganhe ou perca, vai viver ou morrer atirando…

Garantias

Dentre as garantias de Raquel na entrevista à Rádio Pajeú,  a de que vai olhar para o Sertão na redistribuição dos novos “laranjinhas”, como são classificados os PMs recém formados. Sobre a PE-320, prometeu melhorar sua trafegabilidade e disse já ter feito alguns reparos. E brincou: “o problema é que ela é longa demais”.

A recepção

Ninguém recebeu Raquel como o prefeito de Tabira,  Flávio Marques,  do PT. A carreata com Raquel gerou ciúme até entre aliados da governadora,  além de levantar questionamentos sobre possível campanha antecipada. Sabendo que fazer Raquel majoritária também diz muito sobre 2028, Marques “botou furando”.

Esperando

O neo-petista Breno Araújo não cravou apoio a João Campos ou a Raquel Lyra. Disse a Francys Maya,  na Vilabela FM, que aguarda uma definição do Diretório Estadual do partido. Só está comprometido com Humberto Costa. Nos bastidores, apesar dos aliados de Raquel na legenda e dos que fazem jogo duplo,  dando à legenda o apelido de “total flex”, a tendência é o apoio a João Campos.

Crechômetro

Álvaro Porto disse em Lajedo que o governo Raquel há anos cuida de anúncios e promessas, mas não consegue fazer entregas. A observação foi feita em referência ao fato de a governadora Raquel Lyra, faltando dez meses para encerrar a gestão, ter inaugurado apenas duas das 250 creches prometidas em campanha.

Simbólica

Um dos momentos simbólicos de Raquel no Pajeú foi registrado em Curralinho, São José do Egito,  onde ao lado do prefeito Fredson Britto, inaugurou o dessalinizador da comunidade, além da requalificação da estrada que liga Curralinho ao distrito de São Pedro. Além de ser promessa de Fredson fortalecer a qualidade de vida nas comunidades, emocionou Raquel o depoimento de Luciana, líder comunitária que fez um depoimento que foi parar nas redes sociais da governadora.

Nem aí

A falta de compromisso ideológico dos partidos, o jogo do poder e de busca por espaços explica porque, à exceção de Humberto Costa,  todos conversam com todos sobre as duas vagas ao Senado. Isso explica Sílvio Costa Filho, Marília Arraes,  Miguel Coelho e Dudu da Fonte negociando com os palanques de Raquel Lyra e João Campos,  com zero pudor.

Sangue novo

O prefeito de Aliança, Pedro Freitas, que assumirá a presidência da AMUPE terça-feira, promete entregar muito mais que o antecessor Marcelo Gouveia,  mais preocupado com seu projeto político do que com a pauta municipalista. Pedro tem currículo: foi superintendente do BNB em Pernambuco,  vice-presidente nacional da Caixa, tem juventude e articulação. A AMUPE, que respirava por aparelhos,  ganha vida nova.

Voltando da porta?

O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, disse que as conversas sobre a candidatura de Marília Arraes ao Senado com João Campos foram retomadas,  mesmo admitindo que Raquel a quer na chapa. Já João Campos defendeu o alinhamento político. “Marília tem uma condição muito próxima da gente, e eu tenho certeza que, na nossa construção, esse processo vai se afunilar da forma certa”, argumentou o prefeito.

Ausências

As ausências mais sentidas na agenda de Raquel na região foram as de Pedro Alves (Iguaracy) e Marconi Santana (Flores). Publicamente,  nenhum justificou a ausência. A princípio,  Pedro Alves estaria incomodado com o protagonismo de Zeinha Torres no governo. E Marconi alegou questões de agenda,  revogadas as disposições em contrário.

Nem tudo é civilidade 

Em Solidão,  foi engraçado ver Adriana Godê se engalfinhando pra sair na foto com Raquel Lyra, incomodada com a presença de Mayco da Farmácia na posição de destaque no palanque oficial.  A vereadora não teve êxito na busca por protagonismo ao lado de Raquel, mas teria vetado a ida da governadora à uma recepção organizada pelo prefeito. Ficou no 1×1.

Leitora

Ao concluir a entrevista na Rádio Pajeú,  a governadora Raquel Lyra disse acompanhar o blog regularmente. “É uma das minhas fontes de informação no Estado”, afirmou,  para depois parabenizar a independência editorial do veículo.

Frase da semana:

“Agora é todo mundo conversando com todo mundo”.

De Raquel Lyra,  sobre as negociações para o Senado e a conversa que teve com Carlos Lupi e Marília Arraes.

Sávio Torres vai recorrer ao TSE. “Após eleições, decisão será revogada”

Caro Nill Júnior, Esclareço a toda a população de minha querida Tuparetama que recebemos com parcimônia a decisão do TRE-PE sobre o registro de nossa candidatura.  Ora, como toda decisão judicial, a mesma é passível de recurso junto a outra instância e pode ser perfeitamente reversível pelo Tribunal Superior Eleitoral, cujo recurso desde agora já […]

Caro Nill Júnior,

Esclareço a toda a população de minha querida Tuparetama que recebemos com parcimônia a decisão do TRE-PE sobre o registro de nossa candidatura. 

Ora, como toda decisão judicial, a mesma é passível de recurso junto a outra instância e pode ser perfeitamente reversível pelo Tribunal Superior Eleitoral, cujo recurso desde agora já está sendo providenciados pelos meus advogados.

A decisão deixou de observar vários argumentos que foram postos em minha defesa, e que inclusive foram fundamentais para a sentença da juíza eleitoral de São José do Egito, especialmente, porque a mudança de entendimento pelo TRE-PE partiu de equivocada interpretação dos fatos contidos no processo.

Quero tranquilizar a todos, pois permaneço candidato no pleito eleitoral da mesma forma em que sempre estive. Nada muda em nossa campanha, já que essa decisão não é definitiva e deve ser revista pelo Tribunal Superior Eleitoral.

Digo a todos os meus correligionários que domingo, dia 15, iremos comemorar mais um resultado com êxito e após as eleições, essa decisão será revogada e assumirei mais uma vez o cargo de prefeito de Tuparetama.

Conto com todos vocês para garantirmos mais uma grande vitória da vontade popular de nossa amada cidade!

Sávio Torres