Carlos Veras e Waldemar Oliveira criticam protestos de parlamentares bolsonaristas que paralisaram Câmara
Os deputados federais Carlos Veras (PT) e Waldemar Oliveira (Avante) comentaram, no programa Rádio Vivo da Rádio Pajeú, os protestos realizados por parlamentares da extrema-direita nesta semana, que resultaram na paralisação das sessões da Câmara e das comissões.
As manifestações tiveram como principal objetivo pressionar pela votação de uma proposta de anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro.
Carlos Veras afirmou que a ação foi uma “tentativa de sequestro da mesa diretora” e comparou o episódio a ataques às instituições democráticas.
“Isso é uma continuidade da tentativa de golpe de 8 de janeiro. Em todo golpe, a primeira ação é paralisar ou fechar o Parlamento. Agora, a invasão foi feita por parlamentares, alguns investigados por participação e financiamento daqueles atos”, disse.
Segundo o petista, a obstrução também tinha o objetivo de impedir a votação de projetos que beneficiam trabalhadores, como a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil — com ampliação progressiva até R$ 7,3 mil — e a isenção na conta de energia para famílias inscritas no CadÚnico que consomem até 80 kW.
“A mesa diretora não vai se render a chantagens. A pauta é decidida pelo colégio de líderes e será respeitada”, reforçou Veras.
Waldemar Oliveira também classificou a atitude dos parlamentares bolsonaristas como um excesso que fere o funcionamento democrático da Casa.
“Eles querem impor a pauta da anistia, mesmo sem apoio da maioria. Sentaram na mesa do plenário e das comissões para impedir as sessões. Isso pode gerar punições no Conselho de Ética, como advertência, suspensão ou até cassação de mandato”, afirmou.
Waldemar também informou que na semana anterior, durante a reunião de líderes da Câmara, o projeto de anistia não chegou a ser pautado.



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Por Anchieta Santos
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