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Ouça : Carlos Evandro ameaça retaliação política a Duque, caso não tenha apoio para aprovação de contas

Por Nill Júnior
Relação entre ex-prefeito e atual gestor só piora a cada declaração de um ou de outro.
Relação entre ex-prefeito e atual gestor só piora a cada declaração de um ou de outro.

O ex-prefeito de Serra Talhada, Carlos Evandro (PSB), manteve ontem em entrevista ao comunicador Francys Maya na Rádio  Voz do Sertão – a que o blog teve acesso – o seu velho estilo sem meias palavras, franco e direto.

Não economizou para deixar claro que o julgamento de suas contas de 2008 rejeitadas pelo TCE em Serra Talhada será político, e não técnico. Mandou recado direto ao prefeito Luciano Duque : se Sinézio Rodrigues e Manoel Enfermeiro seguirem orientação diferente da que reverterá a decisão técnica do TCE, vai trata-lo da mesma forma e garantiu que aí, de fato estará dado o rompimento com o prefeito petista.

Leia-se voltar a sua bancada contra a gestão petista. Nisto Carlos Evandro também não titubeou: no seu característico estilo, disse em mais de uma oportunidade que os vereadores estão sob o seu comando.  Também não economizou ao reafirmar sua condição de liderança política. “Fui prefeito duas vezes, elegi Luciano”, disse para reafirmar o título. Luciano Duque ainda não se manifestou.

Ouça o trecho da entrevista a Maya, na Rádio A Voz do Sertão :

Outras Notícias

Túlio Gadelha tem encontro com Sebastião Oliveira e recebe apoio do Avante

Sebastião Oliveira, presidente estadual do Avante, e o deputado federal Waldemar Oliveira reafirmaram a confiança no crescimento expressivo do partido no estado e anunciaram total apoio ao projeto do deputado federal Túlio Gadelha. De acordo com Sebastião, o planejamento projeta que o Avante eleja entre três e quatro deputados estaduais. Já para a Câmara Federal, […]

Sebastião Oliveira, presidente estadual do Avante, e o deputado federal Waldemar Oliveira reafirmaram a confiança no crescimento expressivo do partido no estado e anunciaram total apoio ao projeto do deputado federal Túlio Gadelha.

De acordo com Sebastião, o planejamento projeta que o Avante eleja entre três e quatro deputados estaduais. Já para a Câmara Federal, o trabalho está voltado para a eleição de dois a três deputados federais, entre eles, Waldemar Oliveira, que busca a reeleição.

“Para quem duvidou, o Avante segue firme e forte rumo às eleições de outubro. Nosso trabalho é realizado com seriedade e comprometimento com Pernambuco e com os pernambucanos. Tenho a certeza de que nosso time sairá fortalecido das urnas”, disse.

Segundo Sebastião,  o Avante dará apoio irrestrito a Túlio Gadelha. “Já possui um legado de importantes serviços prestados a Pernambuco”,  concluiu Sebastião Oliveira.

Fernando Dueire se filia ao PSD

O senador e pré-candidato à reeleição Fernando Dueire trocou o MDB pelo PSD da governadora Raquel Lyra. O anúncio foi feito neste sábado. “Chego ao partido com entusiasmo e disposição para somar a um projeto que olha para o futuro de Pernambuco, com trabalho, equilíbrio e compromisso com as pessoas. Ao lado da governadora Raquel […]

O senador e pré-candidato à reeleição Fernando Dueire trocou o MDB pelo PSD da governadora Raquel Lyra. O anúncio foi feito neste sábado.

“Chego ao partido com entusiasmo e disposição para somar a um projeto que olha para o futuro de Pernambuco, com trabalho, equilíbrio e compromisso com as pessoas. Ao lado da governadora Raquel Lyra, sigo alinhado com esse esforço de reconstrução do estado, contribuindo para que Pernambuco avance, com mais desenvolvimento e mais oportunidades para todos, do litoral ao sertão”, afirmou em nota.

Dueire tem tido o desafio de emplacar seu projeto à reeleição. Caso ele de fato não se viabilize,  há a possibilidade de que dispute um mandato federal. Dueire disputa a indicação para o Senado com Miguel Coelho e Eduardo da Fonte. A primeira vaga de candidato já foi garantida a Túlio Gadelha.

De olhos nas eleições, secretários deixam governo Raquel

A governadora Raquel Lyra (PSD) teve que exonerar seis secretários no prazo limite de desincompatibilização. Eles vão disputar vagas na Alepe ou na Câmara dos Deputados. Kaio Maniçoba (PP), que comandava a pasta de Turismo, era o único com mandato e deixou o cargo para voltar à Assembleia Legislativa e disputar a reeleição. Daniel Coelho […]

A governadora Raquel Lyra (PSD) teve que exonerar seis secretários no prazo limite de desincompatibilização.

Eles vão disputar vagas na Alepe ou na Câmara dos Deputados.

Kaio Maniçoba (PP), que comandava a pasta de Turismo, era o único com mandato e deixou o cargo para voltar à Assembleia Legislativa e disputar a reeleição.

Daniel Coelho (PSD), era secretário de Meio Ambiente será candidato a deputado federal.

André Teixeira (PSD) estava na pasta de Infraestrutura e Mobilidade, e é cotado para disputar cargo de deputado federal.

Emmanuel Fernandes, o Manuca (Avante), era titular de Desenvolvimento Profissional. O ex-prefeito de Custódia é pré-candidato a deputado federal.

Carlos Braga (PSD) deixou a pasta de Assistência Social e pode ser candidato a deputado estadual. Mesma situação de Juliana Gouveia, que era titular da Secretaria da Mulher e é opção para deputada estadual.

Também saíram as secretárias executivas de Direitos Humanos, Fernanda Rafaela, e de Justiça e Direitos Humanos, Camila Freitas.

Miguel Duque (Podemos) foi exonerado da presidência do IPA para ser candidato a deputado federal. Também pré-candidata a um mandato de federal, Michelle Collins (PP) deixou a presidência da Arena Pernambuco.

Da Secretaria da Casa Civil saíram os ex-prefeitos Raimundo Pimentel (PSD), Célia Sales (PSD), Judite Botafogo (PSD) e o vereador Ronaldo Lopes (PSD), entre outros assessores.

Na média das pesquisas, Lula lidera, mas vantagem para Flávio Bolsonaro diminui

Do Poder360 A 6 meses do 1º turno da eleição, marcado para 4 de outubro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enfrenta um cenário acirrado em um eventual embate contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Levantamento do Poder360 com as pesquisas feitas desde o início do ano mostra que encurtou a distância média […]

Do Poder360

A 6 meses do 1º turno da eleição, marcado para 4 de outubro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enfrenta um cenário acirrado em um eventual embate contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Levantamento do Poder360 com as pesquisas feitas desde o início do ano mostra que encurtou a distância média entre os dois em eventual 2º turno. O petista registrava uma média de 5,2 pontos percentuais de vantagem em fevereiro. Agora, apesar de se manter à frente, essa diferença caiu para 1,3 p.p.

Em simulações de 2º turno, o indicador registra que o petista tem média de 42,8% das intenções de voto ante 41,5% de Flávio. Em fevereiro, Lula tinha 46,0%, ante 40,8% de Flávio.

A piora na média de intenções de voto de Lula ocorre em paralelo à alta na reprovação de seu desempenho como presidente registrada no final de março pelo PoderData. No estudo, 61% dos eleitores declararam desaprovar o comando do país pelo petista.

O desgaste se dá apesar do reforço na agenda econômica e social adotada pelo governo nos últimos meses. Como o Poder360 mostrou, de olho na reeleição, o presidente resgatou programas sociais e preparou medidas voltadas a diferentes segmentos, com gastos que já somam ao menos R$ 403,2 bilhões.

Lula também apostou na ampliação da isenção do IR para quem ganha até R$ 5.000 e em descontos para salários de até R$ 7.350. Tratada como um trunfo da campanha, a medida não produziu o efeito eleitoral esperado. Pouco ampliou o apoio em segmentos onde o presidente tem menor aprovação, que vê a distância para Flávio Bolsonaro diminuir.

Caiado & Zema

Nas simulações de embates contra outros pré-candidatos em 2º turno, Lula está em situação mais favorável.

Lula X Caiado – o presidente registra 45,0% na média das intenções de voto ante 37,0% do ex-governador de Goiás e pré-candidato pelo PSD;

Lula X Zema – o petista tem 44,7% de média ante 36,9% do ex-governador mineiro.

Na largada da pré-campanha, João Campos acompanha Paixão de Cristo em Nova Jerusalém

Em sua primeira agenda pública após renunciar o cargo de prefeito do Recife, João Campos (PSB) assistiu à encenação da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém, nesta sexta-feira (3), em Brejo da Madre de Deus, no Agreste de Pernambuco. O pré-candidato a governador, que esteve acompanhado de familiares, lideranças políticas e apoiadores, destacou o valor […]

Em sua primeira agenda pública após renunciar o cargo de prefeito do Recife, João Campos (PSB) assistiu à encenação da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém, nesta sexta-feira (3), em Brejo da Madre de Deus, no Agreste de Pernambuco.

O pré-candidato a governador, que esteve acompanhado de familiares, lideranças políticas e apoiadores, destacou o valor religioso, cultural e turístico do espetáculo, que, nesta edição, homenageia os 100 anos de Plínio Pacheco, idealizador da cidade-teatro.

“É uma alegria estar aqui mais uma vez nesse grande espetáculo, que é uma tradição do povo de Pernambuco. E estar aqui quando a gente também celebra os 100 anos de Plínio Pacheco, grande fundador, um verdadeiro visionário. A gente faz isso num momento importante, em que se celebra a Paixão de Cristo, o amor, a vida e a penitência de Jesus Cristo, que se fez carne para salvar a todos nós. Desejo a todas as famílias que a gente possa ter muita paz, muito amor, uma vida repleta de harmonia e com Jesus Cristo à frente de tudo”, declarou.

João Campos também falou da nova etapa de sua trajetória política, período em que vai percorrer os quatro cantos do estado.

“Tive a oportunidade de governar a nossa capital por cinco anos e três meses. Estive todos os dias na rua, fazendo um governo ouvindo as pessoas, e chegou a hora de poder levar isso para Pernambuco. Poder começar a caminhada na Semana Santa traz um símbolo especial, com a certeza de que a gente vai fazer muito por Pernambuco. Chegou a hora de andar os quatro cantos e que bom que a gente está começando aqui pelo Agreste”, disse.

João esteve ao lado do pré-candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos), da pré-candidata a senadora Marília Arraes (PDT) e de deputados, prefeitos, vereadores e outras lideranças da região.