Candidatura presidencial de Eduardo deve ser lançada em fevereiro
Por Nill Júnior
A oficialização da candidatura presidencial do governador Eduardo Campos (PSB) deverá ser feita até fevereiro de 2014. A informação foi repassada pelo ex-ministro Fernando Bezerra Coelho. O socialista disse que há uma possibilidade de o lançamento da postulação ser feita em outro Estado, ainda não definido.
Também está prevista a finalização do programa de governo, elaborado por membros do PSB e Rede. Em seguida, haverá a divulgação da escolha candidato em Pernambuco, o que deverá ser finalizado em março.
Segundo Bezerra Coelho, um dos trunfos do PSB na eleição presidencial será o uso da internet. O meio poderá suprir o tempo de TV a que o partido poderá ter direito. Até o momento, a legenda só tem o apoio do PPS, o que não garante tempo expressivo de propaganda.
O deputado estadual João Paulo Costa cumpriu agenda política neste domingo (01), voltada para o fortalecimento das demandas de Afogados da Ingazeira. Em reunião com lideranças locais, o parlamentar discutiu estratégias para enfrentar os desafios do município, reafirmando sua atuação em defesa do desenvolvimento regional no Sertão. O encontro contou com a presença do presidente […]
O deputado estadual João Paulo Costa cumpriu agenda política neste domingo (01), voltada para o fortalecimento das demandas de Afogados da Ingazeira. Em reunião com lideranças locais, o parlamentar discutiu estratégias para enfrentar os desafios do município, reafirmando sua atuação em defesa do desenvolvimento regional no Sertão.
O encontro contou com a presença do presidente da Câmara, Vicentinho Zuza, e dos vereadores Cancão e Douglas Eletricista. Segundo o deputado, a pauta focou em soluções práticas para a cidade. “Discutimos soluções que iremos levar para enfrentar os principais desafios desse município”, afirmou João Paulo Costa, destacando o tom de gratidão e carinho pela localidade em sua rede social.
A articulação política demonstra a movimentação do mandato na busca por investimentos e melhorias para a população afogadense, consolidando a parceria com o legislativo municipal.
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE), por meio da 4ª Promotoria de Justiça de Serra Talhada, instaurou um Procedimento Administrativo para investigar possíveis falhas estruturais no Hospital Regional Professor Agamenon Magalhães (HOSPAM). A investigação, oficializada nesta segunda-feira (02), surge após uma denúncia de negligência envolvendo uma paciente que esperou quatro horas por medicação e acabou […]
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE), por meio da 4ª Promotoria de Justiça de Serra Talhada, instaurou um Procedimento Administrativo para investigar possíveis falhas estruturais no Hospital Regional Professor Agamenon Magalhães (HOSPAM). A investigação, oficializada nesta segunda-feira (02), surge após uma denúncia de negligência envolvendo uma paciente que esperou quatro horas por medicação e acabou desistindo do atendimento.
O promotor de Justiça Carlênio Mário Lima Brandão apura se o hospital possui uma “falha sistêmica” no fluxo de atendimento, onde pacientes classificados como urgentes deixam de ser monitorados e tornam-se “invisíveis” para a equipe médica.
Quatro horas de espera e “horário de almoço”
De acordo com a nota do MPPE, a investigação teve origem no relato de uma paciente que buscou a emergência com quadro de hipertensão, dor de cabeça intensa e dormência. Mesmo sendo classificada com a cor amarela, que exige atendimento em até 30 minutos, ela teria aguardado das 11h às 15h sem receber a medicação prescrita ou passar por nova avaliação.
Segundo a portaria de instauração, funcionários teriam justificado a demora alegando que a equipe de enfermagem e o serviço social estavam em “horário de almoço”. O Ministério Público destaca que serviços de urgência são essenciais e ininterruptos, não admitindo suspensão ou redução de equipe que comprometa a assistência.
Prontuários perdidos e falta de informatização
Um dos pontos mais críticos apontados pelo Ministério Público é a ausência de um sistema informatizado eficaz. Durante a apuração preliminar, o prontuário da paciente não foi localizado nos setores subsequentes à triagem. Conforme o documento do MPPE, essa falha impede o rastreamento em tempo real do percurso do paciente, permitindo que ele permaneça aguardando além do tempo seguro sem que o sistema gere alertas.
Diante disso, o MPPE determinou as seguintes medidas:
Fomento à informatização: Implementação de prontuário 100% eletrônico para eliminar o trâmite físico de fichas.
Busca ativa de pacientes: Instituição de protocolos para localizar pacientes de risco (vermelho, laranja e amarelo) que não completaram o ciclo de atendimento.
Fim das lacunas em escalas: Extinguir práticas que permitam a descontinuidade do serviço durante horários de refeição ou trocas de turno.
Próximos passos da investigação
A direção do HOSPAM tem o prazo de 15 dias para apresentar o organograma de funcionamento e explicar como é feita a cobertura das escalas entre 11h e 14h. Além disso, o Promotor de Justiça agendou uma inspeção ministerial para verificar in loco a dinâmica do hospital e o fluxo de informações.
O MPPE ressaltou que a falta de controle institucional dificulta a identificação de gargalos e compromete gravemente a segurança de quem busca o serviço público de saúde em Serra Talhada.
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) manifestou-se oficialmente sobre a recente decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou o trancamento de investigações envolvendo três secretárias da gestão do prefeito João Campos (PSB). Em nota, o órgão afirmou que ainda não teve acesso formal ao conteúdo da sentença que beneficia Luciana […]
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) manifestou-se oficialmente sobre a recente decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou o trancamento de investigações envolvendo três secretárias da gestão do prefeito João Campos (PSB). Em nota, o órgão afirmou que ainda não teve acesso formal ao conteúdo da sentença que beneficia Luciana Caroline Albuquerque D’Angelo (Saúde), Maíra Fischer (Finanças) e Adynara Maria Queiroz Melo Gonçalves (Articulação).
As auxiliares do governo municipal alegam ser alvo de investigações conduzidas pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco). No entanto, o embate jurídico ganha contornos de espera, já que o MPPE ainda busca compreender os fundamentos da Corte Suprema.
Falta de acesso aos autos e segredo de justiça
De acordo com a nota do MPPE, o órgão solicitou formalmente vista dos autos da Petição nº 15.115-DF/STF na manhã da última sexta-feira (30/01). Contudo, segundo o comunicado, até o momento a instituição não obteve acesso ao procedimento relatado pelo Ministro Gilmar Mendes, nem foi intimada ou recebeu cópia de qualquer decisão judicial vinda de Brasília.
Outro ponto destacado pela instituição é a limitação legal para detalhar o caso. Conforme explica a nota, o Procedimento de Investigação Criminal dirigido pelo Gaeco, bem como as medidas cautelares decorrentes, estão sob segredo de justiça por força de uma decisão da Vara dos Crimes Contra a Administração Pública da Capital (processo nº 0048809-13.2025.8.17.2001). Tal condição, segundo o MPPE, impede o órgão de comentar especificamente as informações que têm circulado na imprensa.
Postura de cautela e legalidade
O Ministério Público reafirmou que aguarda a liberação do acesso aos autos processuais para ser devidamente cientificado. O objetivo, conforme a nota oficial, é entender o contexto, os fundamentos e as disposições exatas da decisão do STF.
Ao finalizar o esclarecimento, o órgão ressaltou que pauta sua conduta pela “observância da legalidade estrita”, indicando que só tomará medidas ou fará declarações mais profundas após a análise técnica do que foi decidido em instância superior.
Em um dos sermões mais contundentes proferidos no Santuário Nacional de Aparecida, o padre Ferdinando Marcílio denunciou a incoerência de lideranças políticas e fiéis que conciliam o discurso cristão com a apologia à violência. O sacerdote mirou em figuras que promovem marchas e mobilizações ideológicas sem compromisso real com a justiça social. “Não adianta querer […]
Em um dos sermões mais contundentes proferidos no Santuário Nacional de Aparecida, o padre Ferdinando Marcílio denunciou a incoerência de lideranças políticas e fiéis que conciliam o discurso cristão com a apologia à violência. O sacerdote mirou em figuras que promovem marchas e mobilizações ideológicas sem compromisso real com a justiça social. “Não adianta querer fazer uma marcha para Brasília, alguém que nunca teve nenhum projeto a favor do povo e dizer que está defendendo a vida. Mentira, quer o poder”, disparou.
O falso cristão e a cultura da morte
O religioso rejeitou a tentativa de setores da extrema-direita de distorcer o Evangelho para justificar o armamentismo. Ao relatar diálogos com romeiros, o padre foi enfático sobre a impossibilidade de seguir a Cristo e defender instrumentos de violência simultaneamente. “Padre, eu sou cristão… mas eu sou a favor das armas. Não tem jeito, é impossível. A arma só tem uma finalidade: ferir e matar”, pontuou Marcílio, expondo a contradição teológica.
‘De que lado nós estamos?’
Para o sacerdote, a defesa da vida não pode ser um slogan vazio usado por quem ignora a dor dos pobres. Ele questionou a finalidade das ações de políticos que, sob o manto da religiosidade, servem a projetos de morte. “Acho que você entende o que eu estou dizendo. Para onde que eu quero ir? A favor da vida ou a favor da morte? De que lado nós estamos?”, provocou, convocando os cristãos a uma prática fundamentada no amor e na paz, e não na busca desenfreada pelo controle estatal.
O secretário de Meio Ambiente de Pernambuco, Daniel Coelho, subiu o tom neste domingo (01.02) contra a decisão do ministro Gilmar Mendes, do STF, que suspendeu apurações de suposta corrupção na Prefeitura do Recife. Em vídeo, o aliado da governadora Raquel Lyra criticou o trancamento do processo conduzido pelo Ministério Público. Daniel Coelho destacou a […]
O secretário de Meio Ambiente de Pernambuco, Daniel Coelho, subiu o tom neste domingo (01.02) contra a decisão do ministro Gilmar Mendes, do STF, que suspendeu apurações de suposta corrupção na Prefeitura do Recife. Em vídeo, o aliado da governadora Raquel Lyra criticou o trancamento do processo conduzido pelo Ministério Público.
Daniel Coelho destacou a contradição que enxerga no despacho ministerial ao inverter o alvo das autoridades. “Na mesma decisão que ele proíbe a investigação do suposto caso de corrupção, ele abre uma investigação contra a polícia civil que investigava o mesmo caso”, questionou o secretário.
O vídeo marca mais um capítulo da tensão política entre o Palácio do Campo das Princesas e a gestão de João Campos (PSB). Para o secretário, a intervenção do Supremo valida a postura de seu grupo político diante das denúncias. “Sabe o que que isso quer dizer? Que a gente tá do lado certo da história”, disparou Coelho, reforçando o embate ético sobre o uso dos recursos públicos na capital.