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Campanha defende Sandrinho pra vice de Patriota nas redes sociais

Por Nill Júnior
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Nas redes sociais, houve defesa de Alessandro Palmeira

A crítica feita por nomes que disputam a indicação de vice com o ex-secretário Alessandro Palmeira (Rede), de que ele não vem de família tradicional e seria tirado “do bolso” do gestor teve mais uma reação do seu partido e defensores de sua indicação nas redes sociais e em carta do partido, assinada por Alexandre Morais.

Primeiro, um movimento no Facebook e Instagram defendeu que não há motivos objetivos que descredenciem o pré-candidato. Formadores de opinião e, principalmente jovem, lançaram-se às redes para fazer a defesa  de Palmeira.

O movimento gerou uma nota de agradecimento do partido, através de Alexandre Morais, agradecendo aos “milhares de posicionamentos, comentários, curtidas, compartilhamentos e gestos solidários expressados nas redes sociais e nas ruas ao longo de toda a segunda-feira, 01 de agosto, em defesa da pessoa e do caráter” de  Alessandro Palmeira.

“Diferente dos ataques gratuitos e discriminatórios, muita gente extravasou o desejo de ver-se representada por políticos que se exponham por seu caráter e não pelo poder ou pelo mal que possam representar”, diz a nota.

Sandrinho disputa a indicação com nomes como Totonho Valadares, Lúcia Moura, Augusto Martins, Eraldo Feijó e Igor Mariano. Se por um lado, a indicação dele é quase dada por certa por interlocutores ligados ao prefeito José Patriota, por outro, há movimentação de parte dos nomes que discordam da indicação.

Não se sabe como reagirão, caso seu nome seja conformado, no limite do prazo final das convenções dia 5 de agosto. Registre-se, Patriota está ouvindo isoladamente as lideranças e decidiu dar o direcionamento sem convocar o conjunto de partidos que já formou o Conselho Político d Frente Popular, conhecido historicamente por discutir muito e resolver, nem tanto.

Outras Notícias

Barragem de Ingazeira já é berço do cultivo ilegal com agrotóxicos. Mortes relacionadas aumentam na região

As imagens são de Tito Barbosa e mostram a situação da Barragem da Ingazeira hoje. Com apenas cerca de 5% de sua capacidade total, segundo dados do movimento, ela já acumula uma boa quantidade de água. Já é o suficiente para que práticas ilegais comecem a ganhar forma em seu leito. A denúncia é de […]

As imagens são de Tito Barbosa e mostram a situação da Barragem da Ingazeira hoje. Com apenas cerca de 5% de sua capacidade total, segundo dados do movimento, ela já acumula uma boa quantidade de água.

Já é o suficiente para que práticas ilegais comecem a ganhar forma em seu leito. A denúncia é de que treze hectares às margens da barragem já estão sendo usados para cultivo de pimentão e tomate com alta incidência de agrotóxicos, aparentemente sem controle ou assessoria técnica adequada.

E não faltam alertas. Segundo Elias Silva, Presidente do Conselho Municipal de Meio Ambiente e integrante das discussões da Câmara Consultiva Regional do Comitê de Bacias do São Francisco, alerta que está sendo articulado um grande seminário sobre agrotóxicos.

“Os números são alarmantes. Há aumento de mortes já consolidadas por agrotóxicos no Pajeú”, alerta.

Uma das ideias alimentadas por ele, que também integra a gestão municipal, é de um seminário sobre o uso inadequado de agrotóxicos aqui na região, com envolvimento de grupos como o Fé e Poítica, da Diocese.”É uma pauta que está correndo solta devido à fumaça gerada pela Reforma da Previdência”, diz.

CDL, NDL e Conselho de Meio Ambiente difundem coleta seletiva

Em Carnaíba aconteceu hoje a mobilização da coleta seletiva, uma medida em prol da sustentabilidade. A ação foi realizada em conjunto com o Conselho de Meio Ambiente do Município, CDL Afogados da Ingazeira, NDL Carnaíba, Diaconia e os alunos da ETE. É parte das atividades da ExpoCarnaíba, que vai até amanhã na Parte de Eventos […]

Em Carnaíba aconteceu hoje a mobilização da coleta seletiva, uma medida em prol da sustentabilidade. A ação foi realizada em conjunto com o Conselho de Meio Ambiente do Município, CDL Afogados da Ingazeira, NDL Carnaíba, Diaconia e os alunos da ETE.

É parte das atividades da ExpoCarnaíba, que vai até amanhã na Parte de Eventos Milton Pierre,cuja avaliação já é extremamente positiva.

A finalidade foi conscientizar os comerciantes locais e os cidadãos de Carnaíba para a importância da seleção de materiais recicláveis e seu devido descarte, já que é possível reduzir e melhorar o aproveitamento do lixo que produzimos com esse modelo de coleta.

Outra questão abordada e que o processo consegue renda para pessoas e economia para as empresas locais, além da grande vantagem para o meio ambiente, uma vez que diminui a poluição dos solos e rios.

Estrada é melhorada para facilitar transporte de cimento para barragem de Ingazeira

A revelação foi feita pelo Prefeito de Ingazeira Luciano Torres: a estrada entre Ingazeira e a comunidade do Romão está sendo beneficiada com trabalhos de terraplanagem. Tudo para facilitar a passagem dos caminhões que transportarão cimento para a obra da barragem de Cachoeirinha, também chamada de Barragem de Ingazeira. Por Anchieta Santos

barragem-ingazeiraA revelação foi feita pelo Prefeito de Ingazeira Luciano Torres: a estrada entre Ingazeira e a comunidade do Romão está sendo beneficiada com trabalhos de terraplanagem.

Tudo para facilitar a passagem dos caminhões que transportarão cimento para a obra da barragem de Cachoeirinha, também chamada de Barragem de Ingazeira.

Por Anchieta Santos

Por 6 votos a 5, STF veta prisão em 2ª instância; Lula pode ser solto

Bernardo Barbosa/UOL O STF (Supremo Tribunal Federal) derrubou hoje a prisão após a condenação em segunda instância, retornando ao entendimento de que um réu só pode cumprir pena depois que esgotar os recursos na Justiça. Com isso, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) poderá ser solto. A decisão foi tomada por 6 votos a 5. Este […]

Foto: Carlos Alves Moura/SCO/STF

Bernardo Barbosa/UOL

O STF (Supremo Tribunal Federal) derrubou hoje a prisão após a condenação em segunda instância, retornando ao entendimento de que um réu só pode cumprir pena depois que esgotar os recursos na Justiça. Com isso, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) poderá ser solto. A decisão foi tomada por 6 votos a 5.

Este julgamento do STF não afeta apenas Lula e outros condenados na Operação Lava Jato. Segundo o CNJ (Conselho Nacional de Justiça), no começo de outubro, havia quase 5.000 pessoas presas depois de terem sido condenadas em segunda instância.

A determinação do Supremo não significa que alguém não poderá ser preso em nenhuma circunstância antes do julgamento de todos os recursos, nem que todos os condenados em segunda instância deixarão a prisão automaticamente. Continuam válidas as prisões cautelares (preventiva, temporária e em flagrante).

A decisão do STF também é importante porque representa mais uma mudança de interpretação do Supremo sobre quando um réu passa a ser considerado culpado, e o entendimento da Corte será seguido por toda a Justiça brasileira.

Como votaram os ministros?

Votaram contra a prisão em segunda instância os seguintes ministros:

  • Dias Toffoli
  • Gilmar Mendes
  • Celso de Mello
  • Ricardo Lewandowski
  • Rosa Weber
  • Marco Aurélio de Mello

Votaram a favor da prisão em segunda instância os seguintes ministros:

  • Cármen Lúcia
  • Luiz Fux
  • Luís Roberto Barroso
  • Alexandre de Moraes
  • Edson Fachin

O que defende a tese vencedora

Para os ministros contrários à prisão após a condenação em segunda instância, a Constituição deixa claro que uma pessoa só pode começar a cumprir pena depois do trânsito em julgado —ou seja, depois de todos os recursos serem julgados.

A Constituição diz que “ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória”.

O que defende quem votou pela prisão em 2ª instância

Para os ministros que votaram por manter a prisão em segunda instância, alguém que é condenado por dois graus da Justiça não pode mais ser considerado totalmente inocente, mesmo que consiga comprovar sua inocência mais adiante. Eles afirmam também que a Constituição não impede essa interpretação.

Eles lembram também que a análise das provas de um processo só é feita nas duas primeiras instâncias. O STJ (Superior Tribunal de Justiça) e o STF só analisam recursos contra decisões que, em tese, violaram leis federais ou a Constituição. A demora da Justiça em julgar processos, sob risco de prescrição de crimes, também foi citada.

Lula já pode ser solto?

Isso ainda não está claro. Em tese, para que a decisão tenha efeito, o STF precisa primeiro publicar o acórdão do julgamento (documento que contém a determinação do tribunal), e isso pode levar até dois meses para acontecer. A Justiça Federal do Paraná, responsável por executar a pena de Lula, também precisa ser formalmente comunicada da decisão do Supremo —ou provocada a agir pela defesa do ex-presidente, por exemplo— para autorizar a soltura.

Ao votar hoje, o ministro Gilmar Mendes disse que a prisão de Lula “contaminou” o debate sobre a prisão em segunda instância no Supremo.

Quando um processo transita em julgado?

A decisão tomada hoje pelo STF não significa que todos os processos criminais terão que chegar ao tribunal, que é a última instância da Justiça brasileira, para transitarem em julgado — ou seja, serem encerrados. Isso já não acontece hoje.

Para um processo subir de instância, é necessário que uma das partes recorra da decisão (o que depende de tempo e dinheiro) e que a Justiça entenda que há fundamentos para o caso ser julgado pela instância superior. Hoje em dia, segundo dados do CNJ obtidos pela Folha, a maioria dos processos transita em julgado ainda na primeira instância.

Pedidos de vista suspendem 50 julgamentos neste ano no Supremo

G1 O Supremo Tribunal Federal (STF) terminou 2017 sem concluir 50 julgamentos iniciados no plenário, mas interrompidos pelos chamados “pedidos de vista”. Comuns na rotina de tribunais, os pedidos de vista são formulados durante uma sessão se um dos magistrados diz necessitar mais tempo para estudar o assunto e elaborar o voto que irá proferir […]

G1

O Supremo Tribunal Federal (STF) terminou 2017 sem concluir 50 julgamentos iniciados no plenário, mas interrompidos pelos chamados “pedidos de vista”.

Comuns na rotina de tribunais, os pedidos de vista são formulados durante uma sessão se um dos magistrados diz necessitar mais tempo para estudar o assunto e elaborar o voto que irá proferir e levar o caso a julgamento em data futura, em geral indefinida.

Na maioria dos 50 casos deste ano (38), o ministro que pediu vista escreveu o voto no gabinete e devolveu o processo, mas a retomada do julgamento não ocorreu por não sido marcada uma data ou porque não houve tempo para julgar – cabe à presidente da Corte, Cármen Lúcia, a elaboração da pauta e da agenda de julgamentos.

No total, há 216 casos à espera de julgamento no Supremo devido a pedidos de vista. Esses casos representam pouco mais que 0,4% do total de 45,5 mil processos em tramitação no tribunal. O caso mais antigo é de 2001.

As regras internas do tribunal permitem a qualquer ministro, durante um julgamento, pedir “vista” – o termo decorre do tempo em que não havia cópias digitalizadas do processo, e assim a consulta aos autos só era possível nos volumes oficiais em papel, que ficavam transitando fisicamente de gabinete em gabinete.

O regimento do STF, de 1980, diz que, após o pedido de vista, o ministro deve apresentar o voto até a segunda sessão seguinte. Uma resolução do tribunal de 2003 permitiu ao ministro elaborar o voto em até 20 dias. Não há, porém, qualquer consequência em caso de descumprimento de prazo nem no adiamento por tempo indefinido do julgamento.

Uma regra mais rigorosa – mas que não vale para o STF – foi aprovada em 2013 pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), órgão de controle do Judiciário. Assim, nos demais tribunais, os juízes também têm 20 dias para devolver o processo, mas se descumprirem o prazo sem justificativa, o caso é incluído na pauta da sessão seguinte.