Num trecho de 20 quilômetros, dividindo as cidades de Tabira e Afogados da Ingazeira, durante uma semana, o Programa Caminhos de Pernambuco, fechou alguns poucos buracos da rodovia.
Um detalhe, apenas os buracos menores foram corrigidos. Resta saber se para os buracos maiores o Governo Paulo Câmara mandará outra empresa para efetuar o trabalho, como a Secretária de Infraestrutura Fernanda Batista justificou a demora dos trabalhos na PE entre Sertânia e Cruzeiro do Nordeste.
Para consertar as estradas, o ritmo do Governo de Pernambuco é lento, mas para cobrar o IPVA para que o motorista use as rodovias, não atrasa. Ontem mesmo, divulgou o calendário de pagamento que começa dia 7 de fevereiro.
O Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) e a Controladoria Geral da União (CGU) deflagraram, nesta quarta-feira (9), mais uma fase da Operação Calvário, que apura desvio em recursos públicos durante a gestão do ex-governador da Paraíba Ricardo Coutinho (PSB). A Justiça autorizou o cumprimento de um mandado de prisão preventiva […]
O Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) e a Controladoria Geral da União (CGU) deflagraram, nesta quarta-feira (9), mais uma fase da Operação Calvário, que apura desvio em recursos públicos durante a gestão do ex-governador da Paraíba Ricardo Coutinho (PSB).
A Justiça autorizou o cumprimento de um mandado de prisão preventiva contra Coriolano Coutinho, irmão de Ricardo Coutinho, e dois de busca de apreensão em João Pessoa e Bananeiras.
Segundo o Blog do Wallinson Bezerra apurou, Coriolano tentou violar as medidas cautelares impostas pelo Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) e Superior Tribunal de Justiça (STJ). Coutinho já tinha sido preso no fim do ano passado na sétima fase da operação, denominada de Juízo Final.
O prefeito de Iguaracy, Zeinha Torres (PSDB) termina seu mandato com 91,4% de aprovação. É o que diz pesquisa do Instituto Múltipla realizada dia 23 de dezembro. Quando a população é entrevistada com a pergunta: você aprova ou desaprova a gestão Zeinha Torres? Um total de 91,4% aprovam, contra 6,8% que desaprovam e 1,8% que […]
O prefeito de Iguaracy, Zeinha Torres (PSDB) termina seu mandato com 91,4% de aprovação.
É o que diz pesquisa do Instituto Múltipla realizada dia 23 de dezembro.
Quando a população é entrevistada com a pergunta: você aprova ou desaprova a gestão Zeinha Torres? Um total de 91,4% aprovam, contra 6,8% que desaprovam e 1,8% que não opinaram.
Quando chamada a classificar a gestão, 36,4% disseram ser ótima, 49,1% afirmaram que é boa, 10,5% que é regular, 0,5% que é ruim e 2,7% que é péssima, contra 0,8% que não opinaram.
Foram ouvidas 220 pessoas, com intervalo de confiança de 95% e margem de erro para mais ou menos de 6,5%.
Zeinha conclui seu segundo mandato, após eleito em 2016, batendo o prefeito e então candidato a reeleição, Francisco Dessoles.
Sua primeira gestão foi marcada por investimentos em parceria com o governo Paulo Câmara e deputados de sua base.
Em 2020, teve uma reeleição considerada tranquila, batendo Rogério Lins com quase 58% dos votos válidos.
No curso de seu segundo governo, trocou o PSB pelo PSDB, passando a fazer parte da base de apoio da governadora Raquel Lyra. A parceria buscou frutos administrativos e políticos.
Conseguiu fazer o seu sucessor, o médico Pedro Alves, com 58,14% dos votos válidos, na chapa que teve como vice o ex-secretário de Governo, Marquinhos Melo.
A Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), do Ministério da Integração Nacional, reconheceu situação de emergência em municípios do Amazonas, Amapá, Mato Grosso, Pará, da Bahia, de Minas Gerais e Pernambuco. A medida, publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (12), permitirá às prefeituras solicitar apoio federal para ações de socorro e […]
A Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), do Ministério da Integração Nacional, reconheceu situação de emergência em municípios do Amazonas, Amapá, Mato Grosso, Pará, da Bahia, de Minas Gerais e Pernambuco. A medida, publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (12), permitirá às prefeituras solicitar apoio federal para ações de socorro e assistência, restabelecimento de serviços essenciais e recuperação de áreas danificadas por desastres naturais.
Em Minas Gerais, o reconhecimento federal é decorrente do extenso período de estiagem que afeta as cidades de Itacarambi, Riachinho e Taiobeiras. As regiões de Coribe, na Bahia, e Barra do Guabiraba, em Pernambuco também sofrem os efeitos da falta de chuva. Já os municípios Nova Monte Verde (MT), Carauari (AM), Porto Grande (AP) e Monte Alegre (PA) foram atingidos por tempestades, inundações e enxurradas.
Auxílio emergencial
Para obter apoio material e financeiro da Defesa Civil Nacional, os municípios devem apresentar um relatório com o diagnóstico dos danos causados e o Plano Detalhado de Resposta (PDR), por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2ID). A plataforma está disponível no endereço eletrônico www.mi.gov.br/defesa-civil/s2id. As demandas são analisadas por equipes técnicas da Sedec e, quando aprovadas, o Ministério define o recurso a ser disponibilizado.
UOL O governador da Paraíba, João Azevedo, anunciou ontem que deixa o PSB após um racha marcado por divergências no diretório local. Ele divulgou uma carta dizendo que a desfiliação ocorre “em busca da democracia perdida.” Já o diretório estadual do partido respondeu em uma nota dura chamando o governador de “traidor”, acusando-o de se […]
O governador da Paraíba, João Azevedo, anunciou ontem que deixa o PSB após um racha marcado por divergências no diretório local. Ele divulgou uma carta dizendo que a desfiliação ocorre “em busca da democracia perdida.” Já o diretório estadual do partido respondeu em uma nota dura chamando o governador de “traidor”, acusando-o de se alinhar com o presidente Jair Bolsonaro e pedindo “desculpas ao povo paraibano.”
Em sua carta, Azevedo disse que tinha “exercido os limites da paciência”, mas que esse limite “chegou com o PSB”. Desde a dissolução do Diretório Estadual, em agosto deste ano, sucedido por uma intervenção nacional ou simplesmente pelo golpe aplicado – segundo companheiros de partido e a imprensa local, que o incômodo com a situação só se agravava e exigia, mais cedo ou mais tarde, uma tomada de decisão. E ela chegou. Saio do PSB em busca da democracia perdida”, disse.
Ele afirmou que não tomou decisão antes “para que os ânimos pudessem ser serenados, o diálogo restabelecido e a ordem verdadeiramente democrática voltasse a predominar no PSB paraibano.”
“O que se viu, no entanto, foi a falta de qualquer gesto ou atitude de autocrítica pelo terrível erro cometido com a bonita história de nosso partido na Paraíba. Nos nivelamos a legendas autocráticas, de ocasião, sem zelo pelos mandatos eletivos em andamento. E pensar que o partido acaba de realizar evento nacional para promover uma Autorreforma. Sem democracia interna não existem sequer reformas, imaginem autorreforma”, afirmou.
Em resposta, o PSB afirmou que a decisão de Azevedo “não surpreendeu os paraibanos e apenas é a formalização de um ato de traição.” “Ele escondeu de nós, seus ex-companheiros de partido e do povo paraibano que o elegeu, a sua verdadeira natureza, revelando-a por inteiro apenas depois de receber o maior cargo público do Estado.”
O texto assegura que os paraibanos concederam “o voto para que a obra administrativa iniciada pelo PSB no governo de Ricardo Coutinho tivesse continuidade.”
Azevedo foi secretário durante quase todos os oito anos de gestão de Ricardo Coutinho, que rompe agora com seu afilhado e segue no comando do PSB.
“O PSB se sente na obrigação de pedir desculpas ao povo paraibano por tê-lo feito acreditar que o técnico, o secretário e ‘fiel escudeiro’ do ex-governador Ricardo Coutinho, daria continuidade à gestão que transformou nosso estado. É principalmente ao povo paraibano que João traiu, porque nosso povo queria que o governo do estado, antes fatiado em conveniências e interesses políticos, continuasse sendo um lugar onde os filhos e filhas do povo continuassem a ter direitos iguais, e um governador que não compactue com tudo que representa retrocesso social, como acontece agora com o governo Bolsonaro”, pontuou.
Para o PSB paraibano, apesar de seguir no cargo legalmente —já que a regra de fidelidade política não se encaixa para cargos do Executivo—, João Azevedo “jamais terá a legitimidade política, jamais poderá explicar a sua traição e perseguição aos que foram o alicerce para a que ele sentasse na cadeira de governador que hoje ocupa nem para desviar a finalidade do que foi construído com tanto esforço e compromisso coletivos.”
O reconhecimento do vínculo empregatício de motoristas de aplicativos de transporte, a exemplo do Uber, será tema de uma audiência pública requerida pelo deputado federal Augusto Coutinho (Solidariedade-PE) e aprovada aprovado nesta quarta-feira, 6, na Comissão de Desenvolvimento Econômico da Câmara Federal. Coutinho é relator do Projeto de Lei n. 5069/2019, de autoria do deputado […]
Audiência foi requerida pelo deputado federal Augusto Coutinho. Foto: Jeremias Alves
O reconhecimento do vínculo empregatício de motoristas de aplicativos de transporte, a exemplo do Uber, será tema de uma audiência pública requerida pelo deputado federal Augusto Coutinho (Solidariedade-PE) e aprovada aprovado nesta quarta-feira, 6, na Comissão de Desenvolvimento Econômico da Câmara Federal. Coutinho é relator do Projeto de Lei n. 5069/2019, de autoria do deputado Gervásio Maia (PSB-PB), que pretende regulamentar a relação de trabalho entre empresas e empregados que exercem atividades através dessas plataformas.
“Este é um assunto que envolve diversas variantes e traz impactos que precisam ser entendidos e dimensionados. Assim, o que buscamos com esta audiência é colher os subsídios necessários para fecharmos o nosso parecer garantindo as melhores condições àqueles que fazem da atividade de motorista de aplicativo uma forma de sustento ou um complemento de renda”, disse Augusto Coutinho.
A audiência ainda não tem data marcada, mas deve acontecer nas próximas semanas. Participam representantes do Ministério Público do Trabalho; da Associação Brasileira OnLine to Office (ABO2) que representa operadoras plataforma de serviços; da Uber e da Frente de Apoio Nacional aos Motoristas Autônomos (FANMA).
Atualmente a relação se configura como atividade privada, onde os prestadores de serviço (motoristas) concordam com os termos de adesão proposto pela empresa (plataforma provedora do serviço de intermediação das corridas). Da mesma forma, na outra ponta, o tomador de serviço (usuário) também deverá concordar com os termos de uso ao baixar o aplicativo em seu celular.
Em decisão recente, Superior Tribunal de Justiça (STF) reconheceu não haver vínculo empregatício, uma vez que não existiria relação hierárquica entre os motoristas e os aplicativos. A decisão também indicou que não haveria salário fixo, uma vez que os serviços são prestados de forma eventual e sem horários pré-estabelecidos pelas empresas de tecnologia. No entanto, na esfera da justiça trabalhista existem diversos outros entendimentos dissonantes, alguns deles no sentido de reconhecer o vínculo empregatício.
“Este é um tema que é atual e influencia a vida de diversos cidadãos, direta e indiretamente”, completou Coutinho. Em agosto deste ano os motoristas de aplicativos foram autorizados a aderir ao cadastro de Microempreendedor Individual (MEI) e até outubro, mais de 1,5 mil motoristas já haviam se cadastrado. De acordo com dados do Instituto Locomotiva, divulgados no primeiro semestre deste ano, as plataformas de mobilidade e de entrega de produtos possuem mais de 5,5 milhões de profissionais cadastrados.
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