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Câmara falta a debate e é questionado por Armando

Por Nill Júnior
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Só Armando e Zé Gomes estão no Debate

Promovido pela Rádio Cultura do Nordeste, o debate entre os candidatos a governador do Estado  terá a participação de apenas dois candidatos – Armando Monteiro (PTB) e José Gomes (PSOL). A Assessoria de Paulo Câmara já oficializou que ele não participa. Com isso, a campanha de Armando já soltou nota criticando o socialista:

O confronto começa às 10 horas, mas desde cedo a militância de Armando já se encontra em frente ao local do evento, próximo à Avenida Agamenon Magalhães, no centro de Caruaru, fazendo muito barulho. Este blogueiro, que chegou em Caruaru, há pouco, será um dos entrevistadores. Além da Rádio Cultura, mais nove emissoras irão transmitir o evento.

Um ato de desrespeito com o povo de Caruaru e com o eleitor pernambucano. É assim que tem repercutido a ausência do candidato Paulo Câmara (PSB) do debate promovido pela Rádio Cultura de Caruaru, com transmissão simultânea de várias rádios de Pernambuco, a exemplo da Rádio Folha, no Recife, Rádio Ponte (Petrolina), Rádio Vale (Santa Cruz do Capibaribe) e Rádio Cultural AM (Vitória de Santo Antão), dentre outras.

Diretor de jornalismo do Jornal Extra de Caruaru, que promove o debate em parceria com a Rádio Cultura, Carlos Tanouss lamentou a ausência de Paulo Câmara e a forma como o veículo foi comunicado. Tanouss lembra que o evento foi agendado desde o dia 15 de julho e a ausência do candidato foi comunicada apenas por e-mail, na última semana.

 “A ausência prejudica o debate democrático, pois a população deixa de conhecer as propostas. Lembro que rádios de todas as regiões de Pernambuco estão acompanhando este momento. É um erro estratégico do candidato”, afirmou Tanouss, lembrando que o formato do debate precisou ser refeito, em razão da ausência de Câmara.

Outras Notícias

Sandrinho discute municipalização do trânsito com Governo Federal

Cumprindo uma agenda administrativa em Brasília, o Prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, participou, nesta quarta (12), de uma reunião no Ministério do Transportes, para discutir recursos e parcerias com a Secretaria Nacional de Trânsito (SENATRAN) – órgão vinculado ao Ministério – para a municipalização do trânsito de Afogados da Ingazeira. A reunião contou […]

Cumprindo uma agenda administrativa em Brasília, o Prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, participou, nesta quarta (12), de uma reunião no Ministério do Transportes, para discutir recursos e parcerias com a Secretaria Nacional de Trânsito (SENATRAN) – órgão vinculado ao Ministério – para a municipalização do trânsito de Afogados da Ingazeira.

A reunião contou com as participações de Felippe Morais, chefe da assessoria especial de assuntos parlamentares e federativos, de Fábio Vargas, gerente de projetos da SENATRAN, e das secretárias municipais Flaviana Rosa (Transportes) e Thaynnara Queiroz (Planejamento e Gestão).

Na pauta, dentre outros temas, o credenciamento de agentes para utilização do aplicativo nacional de fiscalização do SENATRAN, a integração de Afogados ao sistema nacional de trânsito, além de ações para gestão da segurança no trânsito, segurança veicular e a normatização dos procedimentos de fiscalização.

“A municipalização do trânsito de Afogados da Ingazeira e a consequente entrada do município no sistema de trânsito, vai nos permitir captar recursos e firmar parcerias com o Governo Federal para disciplinar, organizar e coibir abusos no que diz respeito ao trânsito de Afogados da Ingazeira,” afirmou o Prefeito Sandrinho Palmeira.

A Secretária de Trânsito e transportes de Afogados, Flaviana Rosa, considerou importante e necessária essa articulação com o SENATRAN no que diz respeito à política nacional de trânsito, às ações para redução de acidentes, conformidades administrativas e quanto ao conhecimento de Estados e Municípios referências em ações no trânsito.

Iguaracy realiza ação de testagem e conscientização sobre hepatites virais nesta segunda-feira

A Prefeitura de Iguaracy promove nesta segunda-feira (21), a partir das 8h da manhã, uma ação de conscientização e testagem gratuita voltada ao combate às hepatites virais. A atividade acontece na Praça de Táxi e integra a programação do Julho Amarelo, mês dedicado à prevenção e ao diagnóstico precoce dessas doenças. Durante a ação, serão […]

A Prefeitura de Iguaracy promove nesta segunda-feira (21), a partir das 8h da manhã, uma ação de conscientização e testagem gratuita voltada ao combate às hepatites virais. A atividade acontece na Praça de Táxi e integra a programação do Julho Amarelo, mês dedicado à prevenção e ao diagnóstico precoce dessas doenças.

Durante a ação, serão oferecidos testes rápidos para hepatites, além de orientações sobre formas de prevenção e cuidados com a saúde. Também haverá testagem para a doença de Chagas e outras condições.

A iniciativa é uma realização da Secretaria Municipal de Saúde, sob a coordenação da secretária Joaudeni Cavalcante, com apoio da gestão do prefeito Dr. Pedro Alves. Segundo o gestor, o objetivo é ampliar o acesso da população aos serviços preventivos.

“Nosso compromisso é cuidar da saúde da nossa população, e ações como essa são essenciais para prevenir e detectar precocemente essas doenças”, declarou o prefeito.

A ação reforça a importância do diagnóstico precoce como estratégia de enfrentamento às hepatites virais e outras doenças silenciosas.

Média móvel de casos de Covid-19 sobe para 32 mil

G1 O Brasil registrou 23.504 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas, chegando ao total de 22.522.310 diagnósticos confirmados desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi a 33.146 – a maior registrada desde 23 de setembro do ano passado (quando estava em 34.366). Em comparação à média de 14 dias atrás, […]

G1

O Brasil registrou 23.504 novos casos de Covid-19 nas últimas 24 horas, chegando ao total de 22.522.310 diagnósticos confirmados desde o início da pandemia.

Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi a 33.146 – a maior registrada desde 23 de setembro do ano passado (quando estava em 34.366). Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +669%, indicando tendência de alta nos casos da doença.

O país também bateu a triste marca de 620 mil mortes pela doença neste domingo. Em seu pior momento, a curva da média móvel nacional chegou à marca de 77.295 novos casos diários, no dia 23 de junho de 2021.

Especialistas acreditam que o aumento de casos visto nos últimas dias é resultado de uma combinação: dos dados que ficaram represados por conta da instabilidade do sistema de notificações do Ministério da Saúde e da disseminação da variante ômicron.

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

O país também registrou 50 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 620.031 óbitos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias foi a 123. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +28%, indicando tendência de alta nos óbitos decorrentes da doença.

Vacinas Já: mobilização em favor da vida dos brasileiros

Por: Artur Marques da Silva Filho* É muito importante o início das ações referentes ao cronograma para 2023 do Programa Nacional de Vacinação, anunciado pelo Ministério da Saúde. Campanha será inaugurada em 27 de fevereiro com aplicação de doses de reforço bivalentes contra a Covid-19 na população com maior risco de desenvolver formas graves da […]

Por: Artur Marques da Silva Filho*

É muito importante o início das ações referentes ao cronograma para 2023 do Programa Nacional de Vacinação, anunciado pelo Ministério da Saúde. Campanha será inaugurada em 27 de fevereiro com aplicação de doses de reforço bivalentes contra a Covid-19 na população com maior risco de desenvolver formas graves da doença, como idosos acima de 60 anos e pessoas com deficiência.

Na sequência, serão contempladas outras faixas etárias. Fundamentais, também, serão a imunização contra a gripe, em abril, e a campanha massiva contra sarampo e poliomielite, em 5 de maio.

Independentemente dessas datas-chave do calendário, é necessário que a população tenha consciência da importância da imunização, não apenas contra o coronavírus, mas de todas as doenças evitáveis pela simples administração de vacinas. Assim, é preciso estar atento ao cronograma. Infelizmente, observou-se nos últimos anos uma significativa redução das taxas de cobertura vacinal no País, principalmente no que diz respeito à poliomielite, que estava extinta e volta a ser ameaça, e ao sarampo, que se manifesta de modo grave em numerosos casos.

O Governo Federal, bem como os estaduais e prefeituras, precisam fazer campanhas de conscientização e estímulo à vacinação, inclusive nas mídias de grande audiência, para que recuperemos os índices históricos de cobertura, sempre entre os mais elevados do mundo. Todos são responsáveis, pois o Sistema Único de Saúde (SUS) é gerido pelas três instâncias. Ademais, o cronograma de 2023 foi pactuado com representantes do Conselho Nacional de Secretários de Saúde e do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde.

Sem exagero, é muito provável que o Brasil seja o país com o mais avançado know how, a mais completa infraestrutura e a maior capacidade logística de vacinação em massa. Os profissionais da saúde da rede pública, como sempre demonstraram, são altamente capacitados para conduzir com sucesso o Programa Nacional de Vacinação em 2023.

Por isso, não se justifica, depois de décadas de campanhas anuais bem-sucedidas, o retrocesso nos índices de cobertura. Também é preocupante o número significativo de pessoas, cerca de 20% da população, segundo dados de janeiro último do consórcio de veículos de imprensa/secretarias estaduais de saúde, que não se imunizaram adequadamente contra a Covid-19.

É preciso recuperar o tempo perdido, para que voltemos a ser vencedores nessa jornada decisiva para a saúde pública. A vacina é a mais importante ação preventiva contra número expressivo de doenças. Vamos somar os esforços dos governos da União, estados e municípios, a capacidade e dedicação dos servidores públicos da Saúde e a consciência da sociedade, para que o Brasil volte já a ser vencedor nessa grande mobilização em favor da vida!

*Artur Marques da Silva Filho é desembargador aposentado do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, é presidente da Associação dos Funcionários Públicos do Estado de São Paulo (AFPESP).