Câmara de Sertânia faz justa homenagem a Dona Cora, primeira vereadora eleita da do município
Do Panorama PE
A Câmara Municipal de Sertânia aprovou o Projeto de Lei de autoria do presidente da Casa Legislativa, vereador Vando do Caroá, que denomina o prédio Anexo II da Câmara como Edifício Corina Lins de Siqueira, “Dona Cora”.
O espaço será cedido à Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) para fortalecer as atividades acadêmicas da instituição no município.
A homenagem reconhece a trajetória de Dona Cora, primeira mulher eleita vereadora de Sertânia e uma das personalidades mais marcantes da história política e social do município. Ao longo de três mandatos consecutivos, ela atuou na Câmara Municipal em defesa da população. Especialmente das comunidades mais humildes, consolidando um legado de compromisso com o serviço público.
Além da atuação política, Dona Cora dedicou grande parte da vida à educação, trabalhando como professora na zona rural. Além disso, exerceu intensa atividade religiosa e comunitária em Rio da Barra, onde viveu por mais de sete décadas. Conhecida pelo espírito solidário e pela dedicação ao próximo, tornou-se uma referência para diversas gerações de sertanienses.
Ao comentar a aprovação do projeto, Vando do Caroá destacou que a iniciativa representa uma justa homenagem à ex-vereadora e reforça a importância de preservar a memória de quem contribuiu para o desenvolvimento de Sertânia. O parlamentar também agradeceu aos demais vereadores pela aprovação da proposta e reafirmou o compromisso de valorizar a história do município.
A escolha do nome também carrega um simbolismo especial, já que o edifício será utilizado pela UFPE. Dessa forma, o legado de uma ex-professora e defensora da educação permanecerá ligado a um espaço voltado à formação acadêmica, unindo a história de Dona Cora ao futuro do ensino superior e da saúde em Sertânia.




Fotos: Jandyson Henrique
A conselheira Teresa Duere expediu, monocraticamente, uma Medida Cautelar para determinar que a Prefeitura de Floresta, se abstenha de utilizar recursos públicos com festividades juninas enquanto estiverem em aberto parcelas da folha de pessoal do município. A Cautelar, que foi publicada nesta quinta (20) no Diário Oficial do TCE, teve origem a partir de Representação Interna do Ministério Público de Contas, assinada pela Procuradora Geral Germana Laureano.












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