Câmara de São José do Egito segue TCE a aprova contas de Romério Guimarães
Por Nill Júnior
Em sessão extraordinária realizada na manhã desta sexta, 30, a Câmara de Vereadores de São José do Egito aprovou por unanimidade a prestação de contas do prefeito Romério Guimarães referentes ao exercício financeiro de 2013.
Os parlamentares egipcienses acompanharam o parecer do Tribunal de Contas do Estado e foram favoráveis ao relatório atestando à aprovação.
Dos 13 vereadores, apenas três não compareceram, segundo a Assessoria da Câmara. Após a leitura do documento, sem solicitações de uso da tribuna, legisladores de situação e de oposição, de forma nominal, concluíram o processo efetuando os seus votos.
Estiveram presentes os parlamentares Albérico Tiago, Bal Brito, Beto de Marreco, Damião Gomes, David Teixeira, Gerson Souza, José Aldo, José Ferreira, José Vicente e Rômulo Júnior.
O prefeito Luciano Duque recebeu ontem, em Recife, o prêmio Destaque Total, concedido pela Revista Total, “por ter sido considerado um dos melhores gestores municipais de Pernambuco”, segundo nota da Assessoria de Imprensa. O prêmio homenageia personalidades que se destacaram nas diversas áreas sociais, em reconhecimento pelos relevantes serviços prestados. De acordo com o Diretor […]
O prefeito Luciano Duque recebeu ontem, em Recife, o prêmio Destaque Total, concedido pela Revista Total, “por ter sido considerado um dos melhores gestores municipais de Pernambuco”, segundo nota da Assessoria de Imprensa.
O prêmio homenageia personalidades que se destacaram nas diversas áreas sociais, em reconhecimento pelos relevantes serviços prestados.
De acordo com o Diretor Presidente da Revista, Marcelo Mesquita, é realizada uma ampla consulta com diversos atores sociais para chegar aos merecedores do prêmio Destaque Total, como também considerada as ações desenvolvidas pelas personalidades homenageadas.
O prefeito Luciano Duque, contemplado com o Troféu Destaque Total Ouro, agradeceu a homenagem recebida, e a estendeu a todos os serratalhadenses. Para Luciano, “o prêmio é o reconhecimento dos avanços que Serra Talhada tem vivenciado, promovendo mais desenvolvimento e qualidade de vida para a população”.
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) recomendou à Secretaria de Educação de Arcoverde e aos diretores de instituições privadas do município que solicitem a apresentação da caderneta de vacinação, para fins de cadastro, matrícula ou renovação da matrícula dos alunos do ensino fundamental. Na recomendação conjunta, os promotores de Justiça de Arcoverde Bruno Miquelão Gottardi […]
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) recomendou à Secretaria de Educação de Arcoverde e aos diretores de instituições privadas do município que solicitem a apresentação da caderneta de vacinação, para fins de cadastro, matrícula ou renovação da matrícula dos alunos do ensino fundamental.
Na recomendação conjunta, os promotores de Justiça de Arcoverde Bruno Miquelão Gottardi e Milena de Oliveira Santos Carmo ressaltaram que a apresentação da caderneta de vacinação é obrigatória para o cadastro, matrícula ou renovação de crianças e adolescentes que cursam até a 9ª série do fundamental, conforme Lei Estadual nº 13.770/2009.
Caso os pais ou responsáveis se recusem a mostrar o documento, os estudantes poderão se matricularem normalmente nas instituições de ensino, porém será concedido um prazo de seis meses para regularização da carteira. Se o prazo for descumprido, caberá às instituições de ensino notificar os responsáveis para apresentação do documento. Caso persista a irregularidade ao longo de 30 dias, a escola deverá comunicar o fato ao Conselho Tutelar e/ou ao Ministério Público.
Essa é mais uma iniciativa consoante à ação integrada do MPPE para garantir a cobertura vacinal e a consequente imunização desses estudantes. Em dezembro de 2019, os Centros de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça da Educação e da Infância e Juventude (Caops Educação e Infância e Juventude) emitiram um informativo conjunto sobre a obrigatoriedade da caderneta de vacinação para matrículas no ensino fundamental. De lá pra cá, três municípios já emitiram recomendações sobre o tema: Bezerros, Buíque e Tupanatinga.
A recomendação conjunta de nº 001/2020 foi publicada na íntegra no Diário Oficial Eletrônico do MPPE desta quinta-feira (27).
Mais uma afogadense perdeu a batalha para a Covid-19. Morreu hoje no Hospital Regional Emília Câmara em virtude de complicações da doença Maria Lúcia Veras da Silva, de 54 anos. Ela prestava serviço ao Hospital Regional Emília Câmara e perdeu a luta para a doença depois de alguns dias internada. Lúcia, que residia no Bairro Cohab, […]
Mais uma afogadense perdeu a batalha para a Covid-19.
Morreu hoje no Hospital Regional Emília Câmara em virtude de complicações da doença Maria Lúcia Veras da Silva, de 54 anos.
Ela prestava serviço ao Hospital Regional Emília Câmara e perdeu a luta para a doença depois de alguns dias internada. Lúcia, que residia no Bairro Cohab, afogados da Ingazeira, tinha duas filhas.
É 26º óbito por Covid registrado em Afogados da Ingazeira. Segundo a Assessoria de Comunicação do município, o dado só deve entrar nos números oficiais amanhã.
Dos 2.435 casos confirmados, Afogados tem 120 casos ativos, 2.290 recuperados e 162 em investigação. Até agora, 10.477 pessoas foram testadas para covid-19, o que representa 28,11 % da população.
As abelhas são animais organizados, contribuem com a polinização, fazem colmeias lindas e nos fornecem o delicioso mel, mas quando provocadas podem causar desconfortos, dores e até a morte. O calor e a florada influenciam no surgimento de enxames itinerantes e aumento do número de insetos nas colmeias. A alta temperatura também deixa as abelhas, vespas […]
As abelhas são animais organizados, contribuem com a polinização, fazem colmeias lindas e nos fornecem o delicioso mel, mas quando provocadas podem causar desconfortos, dores e até a morte.
O calor e a florada influenciam no surgimento de enxames itinerantes e aumento do número de insetos nas colmeias. A alta temperatura também deixa as abelhas, vespas ou marimbondos mais agitados e agressivos.
Nessa época do ano é recorrente o aumento do número desse tipo de ocorrência na nossa central de emergências.
A Defesa Civil informa que é crime ambiental o extermínio desses animais, quando não ocorrem situações de perigo iminente para pessoas, como foram os casos recentes com óbitos verificados em nosso Município.
O QUE É PERIGO IMINENTE?
Risco à vida, idosos sem mobilidade, concentração permanente de crianças (salas de aula de escolas) e outros, pois em se tratando de abelhas o manejo correto não gera risco.
Mexer num enxame ou colmeia vai ativar o comportamento de defesa desses animais; grande parte dos casos de acionamento do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil tratam de enxames migratórios, característicos quando o enxame assenta para descansar formando uma “bola preta”, quando as abelhas cercam a rainha que parou ali para descansar. Normalmente elas ficam desta forma para passar a noite, indo embora nas primeiras horas do dia seguinte, ou seja, comportamento normal.
Só é alarmante para o proprietário do imóvel quando o enxame se “entoca”, entrando dentro de uma casinha de cachorro, dentro do forro, ou de um armário. Neste caso as abelhas podem estar fazendo uma colmeia e o aconselhamento da Defesa Civil e Corpo de Bombeiros é procurar um apicultor habilitado para a remoção. Nunca aplique veneno num enxame ou tente afastá-lo com ventiladores ou afins.
As abelhas são insetos de hábitos diurnos, não existe indicação para manejo delas durante o dia, ainda mais em ambiente urbano, onde um enxame provocado pode atingir uma área de duas a quatro quadras.
Durante a noite elas estarão mais “calmas” por causa de seus hábitos eminentemente diurnos. Vale ressaltar que abelhas são sazonais e estamos em época migratória.
Para evitar problemas, a Defesa Civil de Afogados da Ingazeira recomenda:
Evite movimentos bruscos e excessivos quando próximo a colmeias;
Não grite, pois as abelhas são atraídas por ruídos, principalmente os agudos;
Evite operar qualquer máquina barulhenta próximo a colmeias. Examine a área de trabalho antes de usar equipamentos motorizados;
Ensine as crianças a se precaver e não matar as abelhas, vespas ou marimbondos;
Se for atacado, proteja o pescoço e o rosto das picadas, com a ajuda de uma camisa ou outra vestimenta. Se a ferroada ocorrer na cabeça e/ou pescoço, procure imediatamente auxílio médico;
Pessoas alérgicas a picada de insetos devem evitar caminhadas em áreas de mata, pois para quem é sensível à peçonha, apenas uma picada pode ser suficiente para gerar um choque anafilático;
Caso seja alérgico a picadas, pergunte ao seu médico o que fazer;
Caso alguém seja picado, é importante que faça a remoção imediata dos ferrões, pois eles continuam liberando peçonha gradativamente. A sua retirada interrompe esse processo;
Afaste os animais domésticos do enxame porque qualquer barulho pode irritar o enxame e desencadear o ataque;
Após a picada, a abelha perde seu ferrão e a bolsa de peçonha e morre. Contudo, o mesmo não se aplica às vespas e marimbondos. Após picar eles estão prontos para atacar novamente.
Em casos de formação de colmeias em residências, o proprietário deve acionar um apicultor especializado para a remoção do foco. Nos casos mais críticos, acionar a Defesa Civil (99629.5758), e, em casos extremos, acionar o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193.
Medida importante para conter a disseminação do novo coronavírus, a testagem não tem sido aplicada nem mesmo em profissionais na linha de frente na pandemia. Apenas 35,2% dos profissionais de saúde dizem ter sido testados para Covid-19. Até junho, metade destes profissionais continua sem receber Equipamentos de Proteção Individual (EPI), essenciais para sua proteção durante […]
Medida importante para conter a disseminação do novo coronavírus, a testagem não tem sido aplicada nem mesmo em profissionais na linha de frente na pandemia. Apenas 35,2% dos profissionais de saúde dizem ter sido testados para Covid-19. Até junho, metade destes profissionais continua sem receber Equipamentos de Proteção Individual (EPI), essenciais para sua proteção durante o trabalho. Os dados são de pesquisa realizada pelo Núcleo de Estudos da Burocracia (NEB), da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Em sua segunda fase, a pesquisa “A pandemia de COVID-19 e os profissionais de saúde pública no Brasil” realizou um survey com 2.138 profissionais da saúde pública, de todos os níveis de atenção e regiões do país entre os dias 15 de junho e 1º de julho. Na amostra, 40% eram agentes comunitários e agentes de controle de endemia, 20,8% profissionais de enfermagem, 14,7% médicos e 23,8%, outros profissionais da saúde.
Os pesquisadores queriam avaliar o impacto do avanço da pandemia entre esses profissionais diante de um cenário de reabertura precipitada das atividades não essenciais em várias cidades.
A primeira fase, realizada em abril de 2020, conseguiu capturar o cenário de impacto inicial da pandemia coletando informações de 1.456 profissionais de saúde de todo o Brasil. Além de ampliar a amostra, nesta segunda etapa os pesquisadores adicionaram ao questionário perguntas relacionadas à saúde mental, assédio moral e testagem destes profissionais.
Em média, 30% dos profissionais de saúde alegaram sofrer práticas de assédio moral durante a pandemia. Para 78,2%, sua saúde mental foi afetada durante o período, sendo que apenas 20% afirmaram receber algum tipo de apoio do Estado para lidar com estes problemas. Segundo a Gabriela Lotta, coordenadora da pesquisa, as condições de saúde destes profissionais podem estar relacionadas à falta de suporte e recursos por parte do Estado. “
A falta de suporte cria uma situação muito tensa de trabalho, na qual prevalecem o medo e o sentimento de despreparo. Uma das consequências é o aumento dos problemas de saúde mental destes profissionais, além do adoecimento, afastamento do trabalho e morte”, comenta a pesquisadora.
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