Notícias

Câmara de Arcoverde entrega títulos de cidadão e retoma Sexta-feira Cultural

Por André Luis

A Câmara de Vereadores de Arcoverde realizou, na noite de ontem (25), uma sessão solene para a entrega de títulos de cidadão arcoverdense a personalidades que contribuíram para o desenvolvimento do município.

Foram homenageados Ana Paula Nobre de Medeiros Santos, Flavio Vilela Monteiro, Tibério César dos Santos, Venício José da Silva e Waldete Rodrigues Magalhães, reconhecidos pelos serviços prestados à cidade.

Durante a cerimônia, o presidente da Câmara, Luciano Pacheco, ressaltou a importância da homenagem. “Conceder o título de cidadão arcoverdense é uma forma de expressarmos nossa gratidão a pessoas que fazem a diferença em nossa cidade. Cada um dos homenageados contribuiu, à sua maneira, para o fortalecimento de Arcoverde”, afirmou.

Sexta Cultural – Além da solenidade, Pacheco anunciou a retomada do projeto Sexta-feira Cultural, iniciativa criada em sua primeira gestão à frente do Legislativo.

O evento, que ocorrerá mensalmente, visa valorizar as manifestações artísticas da cidade e será realizado no Centro de Gastronomia e Artes (CGA), no dia 4 de abril, às 19h. A edição marcará uma homenagem à classe musical de Arcoverde, reunindo artistas, representantes da cultura e a comunidade.

“A Sexta-feira Cultural é um espaço de valorização dos nossos talentos e de incentivo às expressões artísticas que fazem parte da nossa história. Estamos muito felizes em retomar esse projeto e homenagear aqueles que enriquecem nossa cidade com sua música”, destacou o presidente da Câmara.

O evento conta com a parceria do COCAR (Coletivo Cultural de Arcoverde), MAMA (Movimento Arcoverdense de Música Autoral) e COMUNICARTE, entidades que atuam na preservação e no incentivo à cultura local.

Outras Notícias

Câmara de Vereadores vai cobrar de João Lyra melhor tratamento na saúde do Pajeú, após episódio no HR Emília Câmara

Foi realizada na noite de ontem (1) mais uma sessão ordinária da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira. O tema principal da sessão foi à falta de médicos nos horários de plantão no Hospital Regional Emília Câmara, denunciados nos blogs e na Rádio Pajeú, a  partir do caso da agricultora Rosângela Ferreira Feitosa, 29 […]

sessao-extraordinaria
Foi realizada na noite de ontem (1) mais uma sessão ordinária da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira. O tema principal da sessão foi à falta de médicos nos horários de plantão no Hospital Regional Emília Câmara, denunciados nos blogs e na Rádio Pajeú, a  partir do caso da agricultora Rosângela Ferreira Feitosa, 29 anos.
Rosângela viveu via crucis para ter acesso a serviço de saúde de qualidade. Em vão. Segundo relato de familiares, após dar entrada no Regional, foi levada a Carnaíba. De lá, foi informada que não havia vaga em Serra Talhada. Foi enviada para o Hospital Regional Ruy de Barros, em Arcoverde. De lá, encaminhada para Recife, mas não chegou ao trajeto final. Em Vitória de Santo Antão, deu a luz.

Todos os parlamentares foram unânimes em concordar que existe uma falta de compromisso dos médicos que são plantonistas da unidade de saúde: “Não se pode acreditar que um simples parto não tem como ser realizado no hospital, é um absurdo não ter médico de plantão”, destacou o vereador Augusto Martins. O vereador Pedro Raimundo e a vereadora Antonieta Guimarães foram outros que questionaram os médicos ausentes.
Igor Sá Mariano defende uma UTI no município
Igor Sá Mariano defende uma UTI no município

Durante todo o debate o vereador Igor Sá Mariano concordou com a explanação dos seus colegas e ainda apresentou requerimento cobrando da Secretária Estadual de Saúde a implantação de uma UTI no município. “Afogados é uma cidade que conta com um hospital regional, é preciso que a estrutura de saúde possa contar com uma UTI para atender vários municípios, nossos pacientes precisam se deslocar para cidades distantes e muitas vezes no caminho acontece o óbito, precisamos urgente de uma UTI”, cravou o vereador.

Ao final da sessão foi acordado que a Câmara enviará ofício endereçado ao Governador do Estado, João Lyra, dando ciência dos fatos ocorridos no Regional. Todos os vereadores devem assinar o documento.

Mudanças no governo Pedro Alves alimentam certeza do racha

O prefeito de Iguaracy, Dr. Pedro Alves, exonerou nesta quinta-feira (30) Lígia Torres, do cargo de Secretária Distrital de Jabitacá. Lígia é irmã do ex-prefeito Zeinha Torres e mãe da vereadora Bruna Torres. A decisão da gestão Pedro é mais um ingrediente que prova o afastamento entre ele e Zeinha. Pedro já não seguiria o […]

O prefeito de Iguaracy, Dr. Pedro Alves, exonerou nesta quinta-feira (30) Lígia Torres, do cargo de Secretária Distrital de Jabitacá.

Lígia é irmã do ex-prefeito Zeinha Torres e mãe da vereadora Bruna Torres.

A decisão da gestão Pedro é mais um ingrediente que prova o afastamento entre ele e Zeinha. Pedro já não seguiria o Estadual do ex-prefeito,  Kaio Maniçoba,  optando por Luciano Duque. A exoneração de Lígia confirma o afastamento.

O blogueiro Júnior Finfa foi informado por uma fonte governista, que quem deve substituir Lígia será o ex-vereador e ex-presidente da Câmara de Vereadores, Chico de Sales.

Em Tabira, Marília critica Câmara: “foi eleito não para governar, mas para ser governado”

Petista falou em tom de candidata e disse que PSB tenta ameaçar projeto que tem chance de ganhar eleição A pré-candidata do PT ao Governo do Estado, Marília Arraes, voltou a dizer que acredita fortemente no projeto de candidatura própria do partido. Perguntada por comunicadores como Júnior Alves, da Tabira FM e Marcelo Patriota, ela respondeu […]

Marília responde repórteres ao lado de Carlos Veras e Aristóteles Monteiro. Foto: MARCELO PATRIOTA

Petista falou em tom de candidata e disse que PSB tenta ameaçar projeto que tem chance de ganhar eleição

A pré-candidata do PT ao Governo do Estado, Marília Arraes, voltou a dizer que acredita fortemente no projeto de candidatura própria do partido.

Perguntada por comunicadores como Júnior Alves, da Tabira FM e Marcelo Patriota, ela respondeu várias questões. Questionada pode ser “fritada” internamente em detrimento da aliança com o PSB, Marília voltou a descartar essa possibilidade e atacar o PSB. Júnior perguntou se ela não poderia se o “novo João da Costa”, que foi queimado na disputa interna do partido quando teve direito á reeleição mas não disputou.

“Não temo que isso aconteça . Em 2012 havia uma discussão interna do PT. Ninguém propôs aliança. Hoje está claro que quem quer aliança é o PSB, que está espalhando esses rumores, que tem um governo extremamente desgastado, que quer se pegar na popularidade do Presidente Lula e retirar nossa candidatura que é altamente competitiva, que tem chances reais de ganhar as eleições e acabar com o projeto do partido que é de poder”.

Em outro momento da coletiva, ela chegou a dizer que Paulo Câmara “foi eleito não para governar, mas para ser governado”, principalmente depois da morte de Eduardo.

Marília foi enfática e falou como candidata da legenda. “Estou tranquila que teremos candidatura própria, principalmente porque o PSB não tem feito gestos de apoio, de que é solidário à luta de Lula e da esquerda brasileira”.

Marília ainda disse que não há um processo de queimação da ala que defende sua candidatura em relação a João Paulo, que chegou a defender a aliança com os socialistas e hoje está licenciado da legenda. “O prefeito João Paulo é alguém a quem eu respeito, a quem dei meu primeiro voto. Minha primeira eleição disputei com ele. Esse tipo de boato vem de nossos adversários que querem nos dividir. Não vejo consonância com o que vemos dentro do partido. Ele está terminando o mestrado, dando aulas, para contribuir conosco também com sua experiência de vida e politica. Tenho certeza que estará conosco”.

Marília participou de almoço com petistas da região em um restaurante e depois esteve na comunidade onde de Carlos Veras, da CUT-PE. Foto: MARCELO PATRIOTA

Ela ainda criticou as Organizações Sociais, OS, na Saúde. Disse ser um sistema a ser melhor estudado.

“Não dá para abolir as OS do sistema de saúde hoje.  Durante os anos do governo de Eduardo o percentual aplicado na saúde foi de 12 a 23%. Isso muito se deve a interferência das OS. É algo que precisa ser estudado. Mas também a gente não pode usar como meta porque precariza o serviço público quando você não fortalece os servidores efetivos da área de saúde”.

Ela defendeu uma revisão da máquina pública para que esse orçamento chegue às atividades fim e utilize o mínimo para atividades meio,  inclusive na saúde. “Temos um plano a longo prazo para substituir as OS por atividade com servidores públicos efetivos”. Ela deu exemplo na segurança pública. “Se gasta com a burocracia 30% do orçamento. Isso acontece de forma semelhante na saúde. A gente precisa fazer uma reforma administrativa para corrigir isso”.

Janot pede ao STF 28 inquéritos para investigar políticos citados na Lava Jato

Do G1 O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, protocolou às 20h11 desta terça-feira (3) no Supremo Tribunal Federal (STF) pedidos de abertura de inquérito para investigar políticos suspeitos de envolvimento no esquema de corrupção na Petrobras. São 28 pedidos de abertura de inquérito referentes a 54 pessoas. Há ainda sete pedidos de arquivamento. Os nomes não […]

Do G1

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, protocolou às 20h11 desta terça-feira (3) no Supremo Tribunal Federal (STF) pedidos de abertura de inquérito para investigar políticos suspeitos de envolvimento no esquema de corrupção na Petrobras.

São 28 pedidos de abertura de inquérito referentes a 54 pessoas. Há ainda sete pedidos de arquivamento. Os nomes não foram divulgados.

Dentre os 54 que são alvo dos pedidos de inquérito, há autoridades e também pessoas sem prerrogativa de foro, cujos casos o procurador enviou ao Supremo porque os supostos crimes que cometeram têm conexão com os dos políticos – presidente, ministros, deputados e senadores só podem ser investigados no STF.

renan-and-cunha
Cunha e Renan foram avisados de que estão na lista de políticos de Janot

Em cada peça, Janot requer a derrubada do segredo de justiça. Caberá ao ministro Teori Zavascki, relator das apurações da Operação Lava Jato no STF, decidir se torna ou não as informações públicas. A tendência é de que derrube o sigilo de todos os inquéritos, conforme o pedido de Janot. Somente após essa decisão é que os nomes dos políticos investigados serão divulgados.

Senadores, deputados e ministros de Estado têm foro privilegiado no STF. Por isso, o procurador-geral precisa pedir à Corte autorização para a abertura de inquérito. Governadores são julgados pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).A participação de autoridades no escândalo na Petrobras foi revelada nas delações premiadas do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa e do doleiro Alberto Youssef.

Junto com os pedidos de abertura de inquérito, Rodrigo Janot já solicitou uma série de diligências, como quebra de sigilos bancário e fiscal dos políticos. Para resguardar a eficácia das investigações, esses procedimentos serão mantidos em segredo.

Renan e Cunha na lista: Os presidentes da Câmara, deputado Eduardo Cunha, e do Senado, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), ambos do PMDB foram informados que estarão na lista que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, vai enviar ao Supremo Tribunal Federal (STF). A informação foi confirmada por assessores do Planalto.

Renan não quis confirmar se foi avisado que será citado pelo Ministério Público. Em entrevista, ao ser perguntado, Renan respondeu: “Não tenho nenhuma informação”. Procurado, o presidente da Câmara informou por mensagem que não recebeu aviso. “Não fui avisado por ninguém. Isso é mentira”, escreveu Cunha.

Desde a semana passada o presidente do Senado começou a dar sinais de irritação com o governo. Na segunda-feira, por exemplo, Renan não participou do jantar oferecido pela presidente Dilma Rousseff à cúpula do PMDB. Na semana passada, o senador chamou a coalização do governo Dilma de “capenga” e depois afirmou que houve um “escorregadão” na política econômica e fiscal.

Já? Em Solidão, oposição e governo já tem chapa para 2016

Dos dezessete municípios do Pajeú, Solidão é o único com duas chapas já definidas para a eleição de 2016. Se pelo lado governista, a Prefeita Cida Oliveira (PSB) antecipou o processo anunciando os vereadores Djalma Alves (PR) para Prefeito e José Nogueira (PTB) para vice, a oposição não perdeu tempo e já tem definidos Genivaldo […]

genivaldo-soares
Genivaldo disputou contra Cida em 2012. Já se lançou candidato de novo, contra o candidato da gestora

Dos dezessete municípios do Pajeú, Solidão é o único com duas chapas já definidas para a eleição de 2016. Se pelo lado governista, a Prefeita Cida Oliveira (PSB) antecipou o processo anunciando os vereadores Djalma Alves (PR) para Prefeito e José Nogueira (PTB) para vice, a oposição não perdeu tempo e já tem definidos Genivaldo Soares (PSD) para prefeito e Rogério Barros (PTB) para vice.

Ontem os integrantes da oposição durante entrevista a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM tentaram justificar a antecipação do processo eleitoral. Genivaldo disse que diante da insatisfação da população com o desgaste do governo Cida e a convocação das lideranças municipais, não podia seguir outro caminho.

Falou do seu tempo de prefeito quando construiu calçamentos, 16 grupos escolares, mais de 40 açudes na zona rural, perfuração de poços e até uma quadra esportiva. Detalhe: a quadra foi destruída pela hoje aliada Jacinete Melo. Solidão não tem uma quadra sequer. Perguntado, Genivaldo disse não saber quem destruiu.

Ainda sobre quadra esportiva, Genivaldo disse que a cidade tem três iniciadas e nenhuma concluída. Quando perguntado, Genivaldo não soube responder se os ex-prefeitos Diomésio Oliveira e Neta Melo lhe apoiam porque tem pendências na justiça e estão impedidos de disputar.

Ao mesmo tempo admitiu que a experiência dos ex-gestores será importante para lhe ajudar a governar. Enquanto isso, o vereador Rogério Barros que rompeu recentemente com a Prefeita Cida Oliveira, declarou que a candidatura de Djalma Alves foi imposta e que ele ameaçou que se não fosse o escolhido, romperia.

O vereador disse que nem Cida e muito menos Djalma promoveram reunião para tratar de sucessão. Rogério deixou claro que queria ser o vice de Djalma, uma vez que não conseguiu, deixou o grupo e se aliou a Genivaldo Soares.

Enquanto, isso o vereador Genivaldo Barros, primo de Rogério, disse que deixou o grupo de Cida e que outros vereadores insatisfeitos poderão seguir o mesmo caminho.