O ex-prefeito de Tabira, Dinca Brandino (MDB), anunciou, nesta terça-feira (07/08), apoio à reeleição do governador Paulo Câmara. “Paulo é um governador muito responsável, que equilibrou as contas do Estado e ainda seguiu investindo muito. Pernambuco precisa da continuidade desse trabalho”, destacou Dinca.
O ex-prefeito lembrou o investimento da história em recursos hídricos. “Sou de uma região com muito problema de abastecimento de água, e o governador fez de um tudo para conseguir resolver o problema. Criou várias alternativas. Esse esforço tem que ser aplaudido”, afirmou Brandino.
“Quando alguém como Dinca nos dá o seu apoio, reforça o nosso compromisso com de buscar, cada vez mais, reforçar as ações do Governo em cada região. Estou muito determinado para continuar os avanços que iniciamos e realizar muito mais, sobretudo para os que mais precisam”, comemorou Paulo.
Também estavam presentes na ocasião o deputado estadual Clodoaldo Magalhães e as lideranças de Tabira Gleison Rodrigues e Joel Nunes.
O Governo Municipal de Itapetim entregou o pontilhão sobre o Rio Pajeú, no Sítio Cacimba Nova, beneficiando também diversas outras comunidades rurais. A obra, construída com recursos próprios do município, tornou realidade um grande sonho dos moradores, proporcionando mais qualidade de vida para a população da região contemplada, que enfrentava grandes transtornos para transitar pelo […]
O Governo Municipal de Itapetim entregou o pontilhão sobre o Rio Pajeú, no Sítio Cacimba Nova, beneficiando também diversas outras comunidades rurais.
A obra, construída com recursos próprios do município, tornou realidade um grande sonho dos moradores, proporcionando mais qualidade de vida para a população da região contemplada, que enfrentava grandes transtornos para transitar pelo local, principalmente na época das chuvas.
O evento contou com a presença do prefeito Adelmo Moura, do presidente da Associação de Cacimba Nova, Tadeu Bezerra, do secretário de Agricultura Júnio Moreira, vereadores, secretários e diretores municipais, além de moradores.
Por André Luis Após os últimos boletins epidemiológicos divulgados pelas secretarias de saúde dos municípios do Sertão do Pajeú, neste domingo (28), a região totaliza 21.140 casos confirmados de Covid-19. Portanto, os números de casos de cada município ficam assim: Serra Talhada, 7.527; Afogados da Ingazeira, 3.360; Tabira 1.936, São José do Egito, 1.586; Carnaíba, 1.117; […]
Após os últimos boletins epidemiológicos divulgados pelas secretarias de saúde dos municípios do Sertão do Pajeú, neste domingo (28), a região totaliza 21.140 casos confirmados de Covid-19.
Portanto, os números de casos de cada município ficam assim: Serra Talhada, 7.527; Afogados da Ingazeira, 3.360; Tabira 1.936, São José do Egito, 1.586; Carnaíba, 1.117; Flores, 769; Itapetim, 730; Santa Terezinha, 701; Triunfo, 684; Iguaracy, 518; Calumbi, 380; Brejinho, 372; Solidão, 345; Santa Cruz da Baixa Verde, 322; Quixaba, 317; Tuparetama, 305 e Ingazeira, 171 casos confirmados.
Óbitos – A região conta com 364 óbitos por Covid-19. Todas as dezessete cidades da região registraram mortes. São elas: Serra Talhada (113); Afogados da Ingazeira (42); São José do Egito (27); Flores (27); Carnaíba (22); Triunfo (22); Tabira (21); Santa Terezinha (20); Tuparetama (17); Iguaracy (15); Itapetim (12); Quixaba (10); Brejinho (5); Santa Cruz da Baixa Verde (5); Calumbi (3); Solidão (2) e Ingazeira (1).
Recuperados – A região tem agora no total 20.304 pacientes recuperados da Covid-19. O que corresponde a 96,04% dos casos confirmados.
Reportagem da Folha de São Paulo, assinada por João Valadares e João Pedro Pitongo, mostra que o número de pessoas na região do Pajeú que vieram para sua terra depois de perder tudo é bem maior que os municípios podem acompanhar. A crise provocada pela pandemia do novo coronavírus impulsionou o movimento de migração de […]
Reportagem da Folha de São Paulo, assinada por João Valadares e João Pedro Pitongo, mostra que o número de pessoas na região do Pajeú que vieram para sua terra depois de perder tudo é bem maior que os municípios podem acompanhar.
A crise provocada pela pandemia do novo coronavírus impulsionou o movimento de migração de retorno de moradores de grandes centros do Sudeste, especialmente de São Paulo, para cidades do interior do Nordeste.
O resultado desse movimento é um avanço dos casos da Covid-19 em pequenas cidades nordestinas.
Apenas na Bahia, pelo menos 20 cidades registraram o primeiro caso da doença após a chegada de pessoas do estado de São Paulo para a casa de suas famílias.
De acordo com dados da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), pelo menos 300 ônibus clandestinos foram autuados nos últimos meses em rotas entre estados do Sudeste e do Nordeste nas rodovias federais. A estimativa é que esses ônibus tenham transportado cerca de 4.000 pessoas.
Em casos assim, informa a ANTT, os passageiros são encaminhados para veículos regulares para completar as viagens, com as custas pagas pela empresa flagrada trabalhando irregularmente.
A reportagem ouviu um motorista que costuma fazer a rota entre São Paulo e cidades como Afogados da Ingazeira, São José do Egito e Tabira, em Pernambuco, e Taperoá, no interior da Paraíba.
O motorista, que preferiu não se identificar, conta que a procura pelo transporte clandestino aumentou bastante nos últimos meses. Ele estima ter transportado mais de 500 pessoas apenas nos últimos 45 dias, sempre percorrendo rotas alternativas para evitar passar pelas barreiras sanitárias ou por bloqueios da polícia.
O motorista Genival Galdino, 51, que faz transporte regular de passageiros de São Paulo para o interior do Nordeste desde 1991, diz ter feito sua última viagem no final de março.
“Levei 50 pessoas para o sertão de Pernambuco. Gente que precisou fugir daqui de São Paulo porque não tem mais conseguido arrumar o que comer. Estão no meio da rua porque não podem mais pagar aluguel. Peguei um casal que estava passando fome mesmo”, afirma.
Galdino diz considerar ineficazes as medidas de restrição ao transporte de passageiros. “Daqui de São Paulo mesmo, sai todo dia ônibus, van, carro particular. Quem controla quando essas pessoas chegam lá no interior? Ninguém. Elas não são nem vistas, saem e chegam de madrugada”, afirma.
É o caso de José Agripino Fernandes, 47, que morava em São Paulo havia 23 anos e voltou para Serra Talhada, no sertão de Pernambuco, há cerca de 20 dias. Em São Paulo, já trabalhou de pedreiro, eletricista e, nos últimos dois anos, era ajudante de mecânico numa oficina do bairro da Mooca, na zona leste.
“O dono da oficina disse que não tinha como me pagar. Fiquei sem nada e voltei com uma filha pequena e minha esposa para recomeçar a vida onde nasci.”
Agripino relata que, quando retornou de São Paulo, foi direto para um sítio de seus familiares na zona rural de Serra Talhada.
A prefeitura de Serra Talhada informou que o fluxo de pessoas provenientes de São Paulo, nos últimos dias, registrou aumento.
O poder público alega que tem tido dificuldade para fazer o mapeamento necessário ao enfrentamento da Covid-19 porque muitos desses passageiros chegam de maneira clandestina.
O eletricista Alexandre Alves de Góis, 46, que morava havia 20 anos no bairro do Itaim Paulista, na zona leste de São Paulo, agora está reformando uma pequena casa na zona rural do município pernambucano de Afogados da Ingazeira.
Góis trabalhava como prestador de serviços em várias obras de construção civil e tinha como principal cliente uma rede de escolas, que está fechada na quarentena. Sem renda, voltou para a terra da família junto com sua mulher. Lidiane Mendes da Silva, 33, está grávida.
O eletricista diz não ter planos de voltar para a capital paulista, pelo menos enquanto a pandemia não arrefecer. “Não dá para ficar em São Paulo pagando aluguel e sem dinheiro. Aqui, nós gastamos menos”, diz.
Serra Talhada, a cidade que mais registrou homicídios em 2014 no Pajeú com 36 mortos, fato que gerou até a criação de força tarefa para investigar parte dos crimes, registrou o primeiro homicídio em 2015. Segundo informações da Polícia Civil, Sidimarques Nunes, de 24 anos, foi assassinado com um disparo no rosto em plena manhã […]
Corpo de Sidimarques Nunes estirado no chão. Serra vive de novo drama que chocou população em 2014
Serra Talhada, a cidade que mais registrou homicídios em 2014 no Pajeú com 36 mortos, fato que gerou até a criação de força tarefa para investigar parte dos crimes, registrou o primeiro homicídio em 2015.
Segundo informações da Polícia Civil, Sidimarques Nunes, de 24 anos, foi assassinado com um disparo no rosto em plena manhã deste domingo. Ele foi morto nas imediações da Lagoa Maria Timóteo. O acusado está foragido.
No Pajeú, o primeiro homicídio aconteceu em São José do Egito com a morte de José Erenildo dos Santos da Silva, 28 anos. Ele foi atingido com um disparo de arma de fogo de grosso calibre. O acusado foi identificado mas está foragido.
Nota Nos últimos anos não faltou ao governador Paulo Câmara capacidade de dialogar com todas as forças políticas de Pernambuco. Nosso Estado se firma na Federação como um dos poucos que consegue atravessar a grave crise econômica causada pelos problemas vindos de Brasília, sem descuidar de importantes investimentos na segurança pública, na saúde e sobretudo […]
Nos últimos anos não faltou ao governador Paulo Câmara capacidade de dialogar com todas as forças políticas de Pernambuco. Nosso Estado se firma na Federação como um dos poucos que consegue atravessar a grave crise econômica causada pelos problemas vindos de Brasília, sem descuidar de importantes investimentos na segurança pública, na saúde e sobretudo na educação.
No processo eleitoral que se avizinha, o grupo familiar dos Ferreira enxerga apenas sua participação ocupando uma das vagas que disputará o Senado da República.
Diante disso, entendemos que o atual afastamento, depois de quarenta e dois meses de presença no Governo do Estado e na Prefeitura do Recife, se dá unicamente no fato de termos demonstrado que não haverá espaço na futura chapa majoritária da Frente Popular para o referido grupo familiar, uma vez que não faz parte da história do nosso conjunto aceitar esse tipo de imposição.
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