Café da manhã com Câmara pode desatar nós entre Sebastião Oliveira e Luciano Duque
Por Nill Júnior
O blog de Júnior Campos confirmou que haverá encontro neste sábado (19), no Palácio do Campo das Princesas, entre Sebastião Oliveira (PR), Waldemar de Oliveira (PR), Luciano Duque (PT), com o governador Paulo Câmara (PSB). Isso horas depois de Duque ter se reunido com Augusto César (PB) em encontro onde triam avançado as conversações entre as lideranças.
Segundo nos adiantou Waldemar de Oliveira, Paulo Câmara vai oferecer um café da manhã no salão nobre do Palácio, na tentativa última e única colocar no mesmo palanque, Sebastião e Duque.
“Fomos convidados, pra sábado de manhã, ir tomar um café da manhã lá no Palácio com o governador. Eu acho que o tema é Serra Talhada, e Luciano também foi convidado. E o tema, é uma possível união, entre o grupo da gente e o grupo de Luciano, pra gente caminhar juntos, na próxima eleição”, revelou Waldemar, que acrescentou: “Estou tentando conciliar os grupos”. Sebastião Oliveira já confirmou a Câmara que continuará Secretário.
Estadão O número de pessoas vacinadas com ao menos uma dose contra a covid-19 no Brasil atingiu a marca de 20,09% da população nesta segunda-feira, 24. Em números absolutos, são 42.539.769 brasileiros com a primeira dose aplicada até o momento. Os dados são compilados pelo consórcio de veículos de imprensa formado por Estadão, G1, O […]
O número de pessoas vacinadas com ao menos uma dose contra a covid-19 no Brasil atingiu a marca de 20,09% da população nesta segunda-feira, 24.
Em números absolutos, são 42.539.769 brasileiros com a primeira dose aplicada até o momento.
Os dados são compilados pelo consórcio de veículos de imprensa formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL em parceria com 27 secretarias estaduais de Saúde. Segundo o balanço, 578.197 pessoas receberam a primeira dose do imunizante nas últimas 24 horas.
Destas, 20.935.857 também receberam a segunda dose da vacina – número que representa 9,89% da população do País. Já nas últimas 24 horas, foram aplicadas 276.670 segundas doses.
Em termos proporcionais, o Rio Grande do Sul é o Estado que mais vacinou sua população até aqui: 25,82% dos habitantes receberam ao menos a primeira dose. A porcentagem mais baixa é encontrada em Rondônia, onde 12,26% receberam a vacina.
Já em números absolutos, a maior quantidade de vacinados com a primeira dose está em São Paulo (10,62 milhões), seguido por Minas Gerais (4,52 milhões) e Bahia (3,18 milhões).
O prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, do PSB, negou que seja candidato a Deputado Estadual. Falando ao LW Cast, ele descartou a possibilidade de disputar um mandato estadual em substituição a José Patriota. Confrontado com a informação de que o nome dele está cotado juntamente com Adelmo Moura, de Itapetim, Anchieta Patriota, de […]
O prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, do PSB, negou que seja candidato a Deputado Estadual.
Falando ao LW Cast, ele descartou a possibilidade de disputar um mandato estadual em substituição a José Patriota.
Confrontado com a informação de que o nome dele está cotado juntamente com Adelmo Moura, de Itapetim, Anchieta Patriota, de Carnaíba e Marconi Santana, de Flores, Sandrinho se retirou da discussão.
“Vou terminar o meu mandato. A gente tem dito isso e quer trabalhar com muito afinco pra esse nome”.
Disse que não elegeu um estadual para substituir José Patriota porque ninguém sinaliza apoiar sabendo que não será apoiado em 2026.
“A gente está discutindo, torcendo que seja do Pajeú o candidato, pra fortalecer essa região. A gente não acredita no desenvolvimento em separado. Tem que ser do nosso território. Um Deputado Estadual será muito importante e vamos trabalhar em cima desses nomes”.
Sandrinho destacou que seis prefeitos da região estão alinhados com a proposta, para resgatar o mandato da região.
Por Carlos Eduardo Queiroz Pessoa Motta, Doutor em Educação (UFRN) Na condição de ex-seminarista católico diocesano, minha formação propedêutica foi realizada em Patos PB. Era apenas um ano de discernimento vocacional em preparação ao ingresso no Seminário Maior, São João Maria Vianney, em Campina Grande PB. Em 2000, dois proeminentes sacerdotes paraibanos foram formadores de […]
Por Carlos Eduardo Queiroz Pessoa Motta, Doutor em Educação (UFRN)
Na condição de ex-seminarista católico diocesano, minha formação propedêutica foi realizada em Patos PB. Era apenas um ano de discernimento vocacional em preparação ao ingresso no Seminário Maior, São João Maria Vianney, em Campina Grande PB. Em 2000, dois proeminentes sacerdotes paraibanos foram formadores de minha turma: Padre Elias Ramalho e Padre Paulo Jackson da Nóbrega. Atual Arcebispo de Olinda e Recife PE. Ambos com mestrado e doutorado na Universidade Gregoriana de Roma, na Itália. Marcaram minha jornada acadêmica e cristã.
Foi um momento breve, mas profundo de descobertas teológicas, pastorais, litúrgicas, vivência comunitária, bastante estudo e amadurecimento espiritual. Ciência e fé deveriam ser incorporadas inexoravelmente à compreensão de Deus, da sociedade e da própria humanidade no mundo. Nunca perdi a amizade com os dois intelectuais e guias espirituais de uma Igreja marcadamente dedicada aos Pobres. Em Patos me dediquei à pastoral numa comunidade periférica violenta e muito carente. Em Campina Grande, inclui a equipe da pastoral carcerária, prestando serviços culturais e educacionais aos apenados nos presídios da cidade.
Dom Francisco era o Bispo da diocese afogadense, Dom Gerardo da igreja particular de Patos PB e Dom Luís Gonzaga da prelazia de Campina Grande PB. Criaram uma escola pastoral de sacerdotes e leigos dedicados a um cristianismo encarnado. Enquanto Bispos Conciliares, participaram do Pacto das Catacumbas, evento litúrgico realizado em Roma, durante o Concílio Ecumênico, entre 1962 a 1965, presidido por João XXIII, o Papa Bom. Optaram por assumir o cristianismo despojado e vida austera, baseada na mística da espiritualidade das primeiras comunidades pobres do cristianismo primitivo. Ser pobre com os pobres para Cristo em busca de estabelecer o Reino de Deus não era apenas um mantra devocional, mas projeto de vida sacerdotal e eclesial.
Surgia um cristianismo pernambucano comprometido em superar os dilemas sociais do povo nordestino, com ação pastoral e formação política de militância cristã, sob liderança Arquidiocesana de Dom Helder Pessoa Câmara. No Sertão do Pajeú, o Concílio Vaticano II foi introjetado no âmago da teologia pastoral, litúrgica e catequética. Era preciso ser igreja peregrina com os pobres. A ortodoxia seria aprimorada com a ortopraxia em contato permanente com o povo pobre. A Igreja Católica deveria aprender a ser cristã com a experiência mística de fé da religiosidade, preferencialmente, popular. Um catolicismo imanente comprometido com a transformação da sociedade tornava-se missão radical e evangelicamente bíblica e politicamente cívica.
O nacionalismo desenvolvimentista prefigurava um vigoroso escopo de projeto de nação internamente soberana e internacionalmente independente. Uma visão de país estrategicamente pensado, desde a década de 60, com a implantação nacional do Movimento de Educação de Base (MEB) no Brasil, criado pela Igreja Católica com ajuda da CNBB, revigorava os movimentos sociais e pastorais. Por meio da educação, através das Escolas Radiofônicas, o cristianismo católica buscaria atenuar e reduzir a chaga social do analfabetismo galopante, que afetava os pobres, impedidos de votar. A Rádio Pajeú se tornava um dos maiores sistemas de rádio educação com maior número de alunos.
A impertinente diocese contribuiria com a construção de uma nova cidadania política para os trabalhadores rurais, alfabetizados com mais consciência crítica, lendo não apenas o mundo da vida, mas assumindo a responsabilidade de promoverem uma revolução política, econômica e cultural. Através do sindicalismo rural surgiria uma nova classe política, com novo protagonismo histórico, contra o coronelismo espúrio, marcada pela autonomia de assumir um novo projeto de sociedade. Os pobres e trabalhadores do campo e da cidade começavam a pensar a histórica a partir de mais consciência de classe, considerando as contradições do processo de formação social.
Aprendi na prática a ser igreja com grandes Sacerdotes diocesanos com a contribuição de Pe. Luizinho, Pe. Edilberto, Pe. Otaviano, Pe. Josenildo, Pe. Aldo Guedes, Pe. Cláudio, Pe. Jorge, Pe. Claudivan e, mais recentemente, com meus contemporâneos Pe. Erinaldo e Pe. Mairton, entre tantos outros. Cada um e a seu modo enriqueceram o cristianismo militante de leigos conscientes político e socialmente. A religião pode e deve ser um sinal de transformação e libertação histórica de qualquer cidadão. Mas nunca de opressão e alienação! Na Diocese de Santa Maria Madalena, a teologia profética de ação religiosa reivindicatória sempre dilacerou padrões morais de dominação cultural nefastos instituídos. Qualquer tipo de opressão é denunciado publicamente de acordo com os ensinamentos doutrinário do magistério da igreja católica. Do púlpito da Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios, ressoava a catequese episcopal revolucionária, forjada pela reflexão exegética e voz profética inconfundível de Dom Francisco, diluída pelas ondas da Rádio Pajeú de Educação Popular no sertão pernambucano.
Desde Dom Motta, inclusive parente próximo de minha família Motta, os Bispos subsequentes, como Dom Pepeu e Dom Egídio, preservaram a fé cristã e protegeram a tradição católica, sem cair em armadilhas de persistentes crises societárias. A religião católica afogadense forma cristãos e cidadãos conscientes de seu protagonismo político e social sem fugir de sua missão de guardiã do humanismo cristão e fragilizados na circunscrição canônica do Pajeú. A defesa intransigente da dignidade humana por mais igualdade, oportunidade, paz e justiça referenda a Doutrina Social da Igreja do ser cristão como cidadão. O testemunho vivo da fé verdadeiramente cristã está plasmado à identidade católica. Ser e fazer integram-se ao poder de servir como missão do discipulado genuinamente cristão. Conquistar mais direitos e defender à vida contra a miséria da fome e a desgraça da morte deve unir qualquer cidadão.
Foi assim que a democracia conseguiu consolidar valores básicos que salvaguardaram uma ética minimamente civilizatória: liberdade, igualdade e fraternidade associados à justiça social e à paz emancipadora. Entre o mundo secular e o cristão, a cultura ocidental consagrou, com a participação da Igreja Católica e o laicato cristão, direitos fundamentais e constitucionais contra a barbárie. Tentativas de desconstruir conquistas inalienáveis pairam sobre a sociedade a partir de regimes populistas autoritários revestidos de pseudodemocráticos, perversamente gestados sob o domínio tecnoburocrático inescrupuloso das chamadas Big Techs (Google, Meta, Amazon, Apple e Microsoft), que desafiam fronteiras nacionais, regulamentações estatais e ameaçam os fundamentos das democracias ditas liberais.
As redes sociais são utilizadas para influenciar o voto popular, driblar o sistema político eleitoral e subverter a opinião pública, desestabilizando pactos sociais constituídos. Impera o caos da desinformação e Fake News no contexto da Pós-verdade. Neste cenário disruptivo o penoso processo de conquistas sociais encontra-se fragilizado. Entretanto, opção preferencial pelos mais pobres fundamentou a trajetória de evangelização apostólica da tradição católica afogadense. No centro do projeto missionário de caráter pastoral, a autoridade eclesial na diocese sempre se dedicou a caminhar com o povo, formar, organizar e mobilizar os leigos para criar novas condições sociais, tendo em vista superar os desafios da violência, do ódio, da intolerância e do autoritarismo; sobretudo, contra a opressão da dominação ideológica para eliminar a mentira e qualquer tipo de desinformação.
A diretriz teológica de formação cristã é procurar permanentemente transcender o assistencialismo pastoral por meio de estratégias de implantação de políticas públicas estruturantes no âmbito da representatividade institucional de governabilidade civil. Cabe aos leigos cristãos reforçarem a responsabilidade social como critério religioso para testemunhar a fé da vida pastoral no meio de sua própria dinâmica de atuação profissional. Inclusive, na Europa, a Igreja Católica contribuiu com a formulação de alternativa independente de regime político de caráter social-democrático, assegurando direitos e preservando garantias de bem-estar social atribuídas ao Estado com o desenvolvimento econômico na sociedade de mercado.
Por isso, o verdadeiro cristão evangelizador seria portador de uma fé convicta porque necessariamente esclarecida, independente de escolarização, mas por meio de conscientização. Além de incorporada à experiência do mundo secular como missão profética sem medo de denunciar e superar os desafios da contemporaneidade. Apesar de equívocos e até erros, avanços significativos foram alcançados com a ajuda decisiva diocesana do cristianismo católico afogadense e devemos lutar contra retrocessos civilizatórios. O medo da crise do presente não pode nos levar às incertezas e cairmos na tentação de reproduzir erros assustadores do passado!
Fé e esperança são virtudes morais distintivas do cidadão cristificado. Depois de quatro anos de marcante experiência de formação religiosa católica em seminários, tendo cursado Licenciatura em Filosofia à época, em 2004, resolvia deixar por vontade própria o projeto de vida sacerdotal para nunca mais abandonar a Igreja de Cristo. Atualmente, é preciso combater o cristofascismo, alimentado por denominações religiosas até mesmo cristãs, que fomentam “Guerras Santas”, ocasionando divisões ideológicas no seio do cristianismo. Templos religiosos não podem ser usados como partidos políticos clandestinos. Cristo não estará nunca a serviço da violência, do medo e do ódio, nem a Palavra de Deus servirá de anúncio de discórdias, baseadas em mentiras e narrativas de fatos sistematicamente distorcidos.
Enquanto leigo casado e pai, vejo na figura de Dom Limacêdo Antônio da Silva a necessária e inequívoca tradição de renovação de Aliança inquebrantável entre Cristo, a Igreja e os Pobres, consubstanciada através revelação dos Textos Sagrados em defesa de toda sociedade. Um novo profeta em seu tempo. Não se trata de escolha política de uma liderança do mundo civil com múnus apostólico, como muitos querem descaracterizar o episcopado combativo de Dom Limacêdo Antônio, na Diocese de Afogados da Ingazeira e seu qualificado Clero, mas por necessidade existencialmente cristã e teologicamente católica, investidos de autêntico cristianismo que brota da força vivificante e sempre atualizada dos Evangelhos de Cristo.
A Igreja Católica sempre figurou inescapavelmente como farol luminoso enquanto guia espiritual e depuradora da racionalidade sociocultural da humanidade, sem, contudo, jamais abandonar sua missão profética de autoridade religiosa comprometida ideológica e unicamente com a verdade, proveniente da integração entre fé e razão. Contra a ideia de força sempre a força das ideias.
O ex-prefeito de Itapetim e coordenador da pré-campanha de João Campos no Sertão, Adelmo Moura, operou o joelho nesta sexta-feira. Segundo Adelmo nas redes sociais, o procedimento foi bem sucedido. “A cirurgia do joelho foi um sucesso. Meu agradecimento ao Dr. Fábio Gondim, especialista em joelho, e a toda equipe médica pelo cuidado e dedicação”. […]
O ex-prefeito de Itapetim e coordenador da pré-campanha de João Campos no Sertão, Adelmo Moura, operou o joelho nesta sexta-feira.
Segundo Adelmo nas redes sociais, o procedimento foi bem sucedido. “A cirurgia do joelho foi um sucesso. Meu agradecimento ao Dr. Fábio Gondim, especialista em joelho, e a toda equipe médica pelo cuidado e dedicação”. Fábio é médico do Treze de Campina Grande e realizou o procedimento no Hospital da Unimed, no polo paraibano.
Ao blog,Adelmo.revelou que sofreu um acidente doméstico que acabou gerando o rompimento do ligamento do joelho.
Hoje ele já iniciou as primeiras sessões de fisioterapia. “Sou grato também ao fisioterapeuta itapetinense Dr. Deikison Rubens pela atenção, profissionalismo e parceria de sempre”.
Adelmo quer estar com o joelho em dia pra bater perna defendendo seus candidatos, a exemplo de João Campos e Romerinho Jatobá.
A Executiva Nacional do PT tem um novo calendário que adiou os prazos das definições de candidaturas para as eleições de outubro. A primeira data da agenda está reservada para a apresentação de proposta de apoio a outro partido nas eleições presidenciais. Cabe aos diretórios estabelecerem os calendários nos seus estados de acordo com os […]
Em Pernambuco costura nos bastidores busca aliança entre PT e PSB
A Executiva Nacional do PT tem um novo calendário que adiou os prazos das definições de candidaturas para as eleições de outubro.
A primeira data da agenda está reservada para a apresentação de proposta de apoio a outro partido nas eleições presidenciais. Cabe aos diretórios estabelecerem os calendários nos seus estados de acordo com os prazos do calendário nacional.
O Grupo de Trabalho Eleitoral do PT decidiu, com o aval da Executiva Nacional, ampliar o prazo “ao analisar processo de definição de candidaturas estaduais e a conjuntura política geral”, diz informativo sobre o Calendário Alternativo. Essa pode ser uma estratégia do PT diante da indefinição sobre a participação do ex-presidente Lula nas eleições, depois de ter sido condenado pelo Tribunal Regional Eleitoral da 4ª Região (TRF4) a 12 anos e 1 mês de prisão.
As datas para a apresentação de proposta de apoio a outro partido passaram a ser até 11 de maio deste ano. O Encontro de definição de tática eleitoral deverá ser realizado entre os dias 4 de março e 26 de maio. De 26 de março a 15 de junho é o prazo para a inscrição de pré-candidatos a governador e senador.
Entre 9 de abril a 30 de junho, haverá a definição do método de escolha dos candidatos majoritários, que pode ser por meio de prévias, onde todos os filiados podem votar, ou se aprovado por 2/3 dos votos de seus membros, através de votação em urna no Encontro Estadual de Definição de Candidaturas, onde votam os dirigentes da sigla.
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