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Cabos eleitorais podem embaralhar disputa

Por André Luis

O Múltipla fez uma simulação ancorando os candidatos em seus cabos eleitorais. A pesquisa considera cabos eleitorais oficiais.

Esse registro é necessário porque oficialmente o ex-presidente Lula anuncia apoio a Danilo Cabral.

É impossível dizer qual o impacto do uso da imagem do ex-presidente para a campanha de Marília Arraes, mesmo sem pedir votos para a candidata. Sabe-se que o ela herdará votos casados com o lulismo. Mas esse cenário e o teto desse voto casado só será possível de aferir com o início efetivo da campanha oficial, guia eleitoral e atos da corrida eleitoral. 

Mas, se fossem considerados apenas os apoios oficiais, Danilo Cabral poderia chegar a 32,5% apoiado pelo ex-presidente Lula. Apoiado por Bolsonaro, Anderson Ferreira também tem projeção de crescimento que chega a 16,9%. Fosse identificada apenas como nome apoiado por Paulinho da Força, Marília chegaria a 11,5%. Raquel Lyra colada a João Dória teria 8,3% e Miguel Coelho colado a Luciano Bivar teria apenas 3,3%. Isso explica porque Raquel e Miguel evitam nacionalizar a campanha, dizendo focar no debate estadual.   

Quando o Múltipla aferiu o impacto dos cabos eleitorais, 11,5% disseram votar branco e nulo, 9% se disseram indecisos e 7% não opinaram.

Um outro cenário uniu os apoios de Lula e Paulo Câmara a Danilo. Ele cai a 28,1%, Anderson apoiado por Bolsonaro tem 16,6%; Marília apoiada por Paulinho da Força, 12,4%; Raquel Lyra apoiada por João Dória, 9% e Miguel Coelho apoiado por Luciano Bivar, 3,8%. Dizem votar branco e nulo 12,6%; indecisos são 9,6% e não opinaram 7,9%.

Dados da pesquisa: A pesquisa foi registrada no TSE sob os números PE 00386/2022 e BR 05529/2022.  Os números foram coletados entre 09 a 13 de maio.

A amostra é composta por 800 entrevistas aplicadas na população que tenha título de eleitor, more e vote no estado de Pernambuco e distribuídas da seguinte forma: Região Metropolitana (42,0%), Zona da Mata (14,8%), Agreste (25,2%) e Sertão (18,0%). O intervalo de confiança estimado é de 95% para uma margem de erro para mais ou para menos de 3,5%.

Perfil da amostra: Masculino 46,1%, feminino 53,9%; 16 a 24 anos 14,0%, 25 a 34 anos 21,2%, 35 a 44 anos 21,3%, 45 a 59 anos 24,9%, 60 anos ou mais 18,6%; até ensino fundamental completo 42,4%, médio (completo ou incompleto) 43,7% superior (completo ou incompleto) 13,9%, Até 01 salário mínimo 37,1%, De 01 a 02 salários mínimos 30,9%, De 02 a 05 salários mínimos 22,4% e acima de 05 salários mínimos 9,6%. Eram previstas eventuais ponderações para as variáveis sexo e idade, caso a diferença entre o previsto na amostra e a coleta dos dados fosse superior a 3 pontos percentuais; para as variáveis escolaridade e renda domiciliar o fator previsto para ponderação é 1 (resultados obtidos em campo). A amostra é composta por 800 entrevistas aplicadas na população que tenha título de eleitor, more e vote no estado de Pernambuco e distribuídas da seguinte forma: Região Metropolitana (42,0%), Zona da mata (14,8%), Agreste (25,2%) e Sertão (18,0%). O intervalo de confiança estimado é de 95% para uma margem de erro para mais ou para menos de 3,5%.

Municípios pesquisados: Catende, Palmares, Água Preta, São José da Coroa Grande, Barreiros, Tamandaré, Rio Formoso, Gameleira, Sirinhaém, Ribeirão, Amaraji, Escada, Vitória de Santo Antão, Glória de Goitá, Lagoa de Itaenga, Paudalho, Carpina, Nazaré da Mata, Vicência, Macaparana, Timbaúba, Aliança, Itambé, Condado, Goiana, Pombos, Chã Grande, Quipapá, Buíque, Tupanatinga, Itaíba, Águas Belas, Bom Conselho, Garanhuns, São João, Lajedo, Canhotinho, Panelas, Cupira, Altinho, Cachoeirinha, Agrestina, São Joaquim do Monte, Bonito, Bezerros, Gravatá, Passira, Feira Nova, Limoeiro, João Alfredo, Bom Jardim, Orobó, Surubim, Vertentes, Taquaritinga do Norte, Santa Cruz do Capibaribe, Toritama, Brejo da Madre Deus, São Caitano, Belo Jardim, São Bento do Una, Sanharó, Pesqueira, Caruaru, Riacho das Almas, Pedra, Capoeiras, Caetés, Flores, Afogados da Ingazeira, Tabira, São José do Egito, Sertânia, Arcoverde, Ibimirim, Inajá, Manari, Tacaratu, Petrolândia, Floresta, Belém do São Francisco, Cabrobó, Santa Maria da Boa Vista, Lagoa Grande, Petrolina, Trindade, Araripina, Ipubi, Ouricuri, Bodocó, Exu, Salgueiro, São José do Belmonte, Serra Talhada, Custódia, Recife, Olinda, Jaboatão dos Guararapes, Cabo de Santo Agostinho, Abreu e Lima, Camaragibe, Igarassu, Ipojuca, Paulista, São Lourenço da Mata e Moreno.

Outras Notícias

José Patriota cobra mudanças no financiamento do transporte escolar

Por André Luis Na reunião da Comissão de Constituição, Legislação e Justiça da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) realizada nesta terça-feira (5), o deputado estadual José Patriota (PSB), fez uso da palavra para abordar as emendas que apresentou referentes ao Programa Estadual de Transporte Escolar. O objetivo das emendas é que sejam divulgados tanto na […]

Por André Luis

Na reunião da Comissão de Constituição, Legislação e Justiça da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) realizada nesta terça-feira (5), o deputado estadual José Patriota (PSB), fez uso da palavra para abordar as emendas que apresentou referentes ao Programa Estadual de Transporte Escolar. O objetivo das emendas é que sejam divulgados tanto na Assembleia quanto para a população os recursos enviados aos municípios.

Durante seu discurso, José Patriota ressaltou a importância de discutir o custo do transporte escolar, especialmente para os alunos das áreas rurais que são transportados pelos municípios. Ele destacou que essa política sempre foi subfinanciada pelo Estado brasileiro, deixando aos municípios a tarefa de complementar os recursos necessários.

O deputado defendeu a necessidade de modificar a forma de calcular o custo do aluno transportado, que atualmente é estabelecido por aluno per capita, enquanto os municípios em todo o mundo utilizam o critério de quilômetro rodado. Ele argumentou que o valor justo e adequado para o transporte escolar só pode ser encontrado se for realizado o cálculo com base na distância percorrida, pois nenhum carro ou pessoa é transportada com base no número de alunos, mas sim pela distância percorrida.

José Patriota enfatizou que, mesmo com os aportes financeiros realizados pela União e pelo Estado, ainda existe uma distorção crônica na forma de calcular o custo do transporte escolar.

“Há uma distorção que ela é crônica nesta forma de calcular o custo do transporte escolar. Oxalá a gente possa corrigir um dia essas distorções na Legislação Federal e consequentemente na Estadual”, destacou o parlamentar.

“Não apresentei a emenda no estado face o descompasso e a falta de sintonia com a Legislação Federal”, completou Patriota.

Reinfecção por Covid-19 pode vir acompanhada de sintomas mais fortes

Um artigo que será publicado em maio na revista Emerging Infectious Desease (EID), dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC/EUA), mostra que uma primeira exposição à Covid-19 em casos brandos ou assintomáticos pode não produzir resposta imunológica e que a pessoa pode se reinfectar, inclusive, com a mesma variante. A segunda infecção […]

Um artigo que será publicado em maio na revista Emerging Infectious Desease (EID), dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC/EUA), mostra que uma primeira exposição à Covid-19 em casos brandos ou assintomáticos pode não produzir resposta imunológica e que a pessoa pode se reinfectar, inclusive, com a mesma variante. A segunda infecção pode provocar sintomas mais fortes do que a primeira, indica o estudo.

O artigo Evidência genética e resposta imunológica do hospedeiro em pessoas reinfectadas com Sars-CoV-2 foi coordenado pelo pesquisador Thiago Moreno, do Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde (CDTS/Fiocruz). A pesquisa envolve ainda pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), do Instituto D’Or de Ensino e Pesquisa (Idor) e da empresa chinesa MGI Tech Co.

Os dados mostram que para a parcela da população que tem a doença na forma branda (em que não é necessária a hospitalização) isso não significa que fique imune ou que uma reinfecção evolua de forma benigna. O estudo indica ainda que a reinfecção pode ser mais frequente do que se supõe.

O caso de ser infectado pela mesma variante acontece porque o paciente não teria criado uma memória imunológica. No caso de uma outra cepa, ela “escaparia” da vigilância, não seria reconhecida pela memória gerada anteriormente por ser um pouco diferente.

Para chegar a essas conclusões, os pesquisadores acompanharam semanalmente um grupo de 30 pessoas de março de 2020, no início da pandemia, até o fim do ano. Destas, quatro contraíram o Sars-CoV-2, sendo que algumas foram infectadas pela mesma variante. Os pesquisadores, então, sequenciaram o genoma do vírus no caso da primeira infecção e depois na segunda para poder compará-los.

“O método de sequenciamento genético desenvolvido pela MGI permitiu detectar o vírus mesmo em amostras com baixa carga viral. Hoje, Bio-Manguinhos [Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos da Fiocruz] tem algumas dessas máquinas”, conta Moreno.

Nos quatro casos, a primeira infecção se deu com sintomas brandos. Na segunda, os sintomas foram mais frequentes e mais fortes, mas não necessitaram de hospitalização.
“Essas pessoas só tiveram de fato a imunidade detectável depois da segunda infecção. Isso leva a crer que para uma parte da população que teve a doença de forma branda não basta uma exposição ao vírus, e sim mais de uma, para ter um grau de imunidade”, conta Moreno. “Isso permite que uma parcela da população que já foi exposta sustente uma nova epidemia”.

E uma terceira infecção poderia ocorrer? Thiago Moreno não acha impossível. “A gente não sabe quanto tempo dura a imunidade pós-Covid. Uma pessoa poderia ficar vulnerável a uma nova reinfecção ou mesmo a contrair uma variante diferente”, explica.

O novo estudo pode dar margem a mais pesquisas, como por exemplo investigar se uma pessoa pode ter uma predisposição a contrair o Sars-CoV-2. “Mas, para isso, seria necessário um grande estudo, com uma grande parte da população, a fim de investigar uma base genética para essa predisposição entre as pessoas que não geraram uma resposta ao vírus”, conclui.

Com informações da Fiocruz

Mensagens de WhatsApp revelam o clima de guerra no PSL

A guerra entre os membros do PSL atingiu o seu pior nível nesta semana. A confusão parecia ter começado para valer quando a Polícia Federal bateu à porta do responsável pelo partido, Luciano Bivar, mas degringolou de vez com a briga pela liderança da segunda maior legenda da Câmara. A disputa pelo controle do PSL […]

A guerra entre os membros do PSL atingiu o seu pior nível nesta semana. A confusão parecia ter começado para valer quando a Polícia Federal bateu à porta do responsável pelo partido, Luciano Bivar, mas degringolou de vez com a briga pela liderança da segunda maior legenda da Câmara. A disputa pelo controle do PSL acabou virando uma espécie de lucha libre.

De um lado, os apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, que querem ficar longe das encrencas do PSL e próximo do poder do Palácio do Planalto. Do outro, os que mantém a fidelidade ao comandante do partido — que tem à sua disposição um caixa recheado de dinheiro para as próximas eleições. O climão entre os parlamentares vem se arrastando há alguns meses, com acusações de traição, xingamentos e ameaças, conforme revelam mensagens trocadas nos grupos do WhatsApp do partido e obtidas por VEJA.

Pivô do rebuliço, o presidente do partido, Luciano Bivar, escreveu recentemente para os seus colegas: “Para que vcs tomem conhecimento, no sábado passado no restaurante bar Mamulengo em Recife fui agredido moralmente por um enorme grupo no bar e hoje começo a refletir até onde teremos respaldo para caminharmos (sic)”.

Três minutos depois, o deputado gaúcho Bibo Nunes disse: “Para que vocês tomem conhecimento, por onde passo no RS, sou aplaudido pelos meus discursos e posicionamentos a favor do governo Bolsonaro e de uma política limpa (sic)”. Na sequência, o paraibano Julian Lemos rebateu: “Bibo, nunca vi tamanha presunção amigo para não dizer outra coisa, nunca vi tamanha fala infeliz, dado devido valor ao amigo e ao seu mandato, perceba exatamente seu tamanho nesse processo (…) vejo que lhe falta bom senso sobretudo no falar, resolva amigo, se o PSL não lhe serve resolva (sic)”.

O entrevero entre Bivar e Nunes começou em agosto passado, quando o presidente do PSL resolveu apoiar um adversário do deputado gaúcho para o comando do diretório do partido no Rio Grande do Sul. “Tive uma reunião com Bivar e ele me ofereceu 1,5 milhão de reais de sua própria emenda para me comprar”, conta Nunes. “A intenção do Bivar era me corromper para abrir mão do diretório. Isso não é correto. É uma vergonha”, afirma. Após rachar com o presidente do partido, o deputado gaúcho passou a criticar os rumos do PSL no grupo de WhatsApp. Indignado, Bivar mandou uma mensagem sucinta para Nunes: “Vai tomar no c…”. O parlamentar entrou com uma representação contra Bivar no conselho de ética do partido. “Onde já se viu um presidente do partido falar assim?”, questiona Nunes. Após tantas confusões, Nunes foi expulso do grupo de WhatsApp “Bancada PSL 2019” e retirado de algumas comissões.

Veja mais: https://www.msn.com/pt-br/noticias/politica/mensagens-de-whatsapp-revelam-o-clima-de-guerra-no-psl/ar-AAJ1T84?li=AAggXC1&ocid=mailsignout

Coluna do Domingão

Odair José: “70% da classe artística concorda com o que está aí” Em conversa com esse blogueiro, o cantor Odair José, que se apresentou em Afogados da Ingazeira nos 60 anos da Rádio Pajeú, disse que se sente a vontade para se posicionar politicamente diante do atual cenário. “Eu como ser humano e através do […]

Odair José: “70% da classe artística concorda com o que está aí”

Em conversa com esse blogueiro, o cantor Odair José, que se apresentou em Afogados da Ingazeira nos 60 anos da Rádio Pajeú, disse que se sente a vontade para se posicionar politicamente diante do atual cenário.

“Eu como ser humano e através do meu trabalho não me vejo fora disso. Como compositor, não posso ficar alheio ao que acontece no meu tempo. Não posso achar de minha vida um arco-íris quando o resto da população não está vendo isso. Sempre falo para as pessoas que conversava muito com Raul Seixas sobre de que forma a gente poderia fazer um trabalho da importância , do conceito social. A gente vai fazer só música? Vai fazer também, as você não pode ficar alheio ao seu tempo. Eu não saberia”.

Disse achar que a participação da classe artística tá pouca nesse debate. “Mas tá pouca porque infelizmente, 70% da classe artística concorda com o que está aí”.

Na conversa de cafezinho, com o gravador desligado, Odair disse que um dos problemas da política econômica do atual governo é achar que as reformas resolverão tudo, quando o problema está na desigualdade social. Também que os generais que apoiam Bolsonaro e criticam a possível soltura de Lula sabem que estão em uma encruzilhada. “Lula solto é um problema, preso é também. Acharam que a merda viraria pó. Não virou. Não é como antes”, fala, referindo-se ao período em que presos políticos eram mortos no regime.

Se dizendo um “cantor de rádio”, Odair falou muito sobre os episódios que marcaram sua vida no combate à censura. Odair se diz impressionado com o fato de que sente nos dias de hoje um ambiente parecido com o vivido entre os anos 60 e 70, quando foi bastante censurado pelos generais à época, por letras como “Eu vou tirar você desse lugar”, “pare de tomar a pílula” e outras. Por isso, seu disco “Hibernar na casa das Moças ouvindo Rádio”, diz ele, é um “convite à desobediência à essa hipocrisia estabelecida”. Diz que esse ciclo tem tomado o mundo.

“Eles achavam que eu era indecente, que eu falava das coisas que eles não queriam que eles fala”. Levado a um general, perguntando o que era possível para destravar uma letra, ouviu que “o que estava proibido era a ideia”.

Odair é um artista de posição, goste você delas ou não.

Quanto é?

O Desembargador Cláudio Jean Nogueira, empolgado com a pré-candidatura a prefeito de Afogados da Ingazeira, partiu para comprar a rádio local, antiga Transertaneja FM, hoje retransmissora da Rede Brasil, pertencente ao Grupo Inocêncio Oliveira, certamente para reproduzir suas ideias. Ainda perguntou quanto era. Ouviu um “não está a venda” do grupo.

Broxando

Representantes de motéis de Afogados da Ingazeira têm reclamado que o cenário econômico nacional, a espera de aquecimento bancado por Paulo Guedes e Bolsonaro, teve queda importante de movimento. Quem recebeu a notícia diz ao blog que é reflexo que tem afetado um setor importante. Em suma, diz que o Capitão tem feito cair o tesão… Já a turma de Bolsonaro garante que “sobe já”…

DNBanco

Anchieta Patriota, diz que recebeu a notícia de reabertura do BB da Superintendência do Banco na 5ª feira, dia 24, reconstruído onde existia a agência anterior, alvo de ação criminosa em 2018.  Já o Presidente da Câmara, Gleybson Martins, disse que a reunião com o Diretor de Governo do Banco do Brasil, Ênio Mathias, em setembro, foi determinante. O banco ainda não informou quando sai o resultado do exame de DNA, mas avisa que quem costuma parir e matar agências é ele mesmo…

Consanguíneos

Matemática da política: quando em determinada gestão o advogado do mandatário ou procurador aparecer mais que o próprio dito cujo, é sinal de que a gestão dele é desmantelada, desacertada, remendada. Nisso, dois desafetos tabirenses são muito iguais: Sebastião Dias e Dinca Brandino. Se são como almas opostas no discurso, nesse tema são praticamente irmãos de sangue.

Índio quer apito

O promotor Lúcio Luiz de Almeida Neto, que, dizem alguns, está menos midiático, apareceu em Serra Talhada ao lado de tribos indígenas, quilombolas e ciganos. O MPPE realizou, em Serra Talhada, a 2ª Oficina de capacitação e sensibilização do Projeto Raízes. O objetivo, conhecer as lideranças locais das comunidades tradicionais, conhecer suas demandas e necessidades mais urgentes.

Paralisia política

A foto que viralizou em Serra Talhada, da alegria do encontro de Victor Oliveira e Márcia Conrado, é Fake News, só provando como é fria por momento  a política na Capital do Xaxado. porque o que era notícia não era notícia. E ficamos como estamos. Márcia ao lado de Duque em tudo que é agenda, Marquinhos Godoy em stand by, a oposição sem saber se vai de Victor ou Carlão, a terceira via de Marquinhos de novo e a Direita esperando por João Daniel, sem João dizer ser candidato a nada.

Esse…

Bem ao seu estilo, Evandro Valadares defendeu a ida a quase vinte gabinetes de Deputados e Senadores nesse mês em Brasília. O prefeito argumentou que já vem tendo retorno de alguns deles justamente por conta da insistência. “O Deputado vê a gente batendo a porta e diz, esse porra já veio aqui de novo, é insistente. E ajuda…”

Poste ou aposte?

Depois de ser comparado a um poste pelo prefeito Totonho Valadares, o vice-prefeito Alessandro Palmeira estará nesta segunda no Debate das Dez da Rádio Pajeú. Criticado por aliados por não colocar seu bloco na rua ainda, deve vir com tom mais agressivo desde que teve seu nome alçado à condição de “candidatável” pelo prefeito José Patriota. Deve vir com chumbo grosso.

Frase da semana: “Eu virei para o presidente e falei assim: ‘Resolvi, presidente’. Ele falou assim: ‘Ótimo, graças a Deus’.”

De Marcos Valério, atribuindo trecho da conversa que teria tido com o ex-presidente Lula para queimar o prefeito de Santo André, Celso Daniel, executado em 2002.

Alckmin é indiciado pela PF sob suspeita de corrupção e lavagem de dinheiro

Investigação é tocada pela chamada ‘Lava Jato Eleitoral’, um desdobramento da operação em SP O ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) foi indiciado pela Polícia Federal nesta quinta-feira (16) sob suspeita da prática dos crimes de corrupção passiva, falsidade ideológica eleitoral e lavagem de dinheiro. Segundo a PF, o indiciamento faz parte da segunda […]

Investigação é tocada pela chamada ‘Lava Jato Eleitoral’, um desdobramento da operação em SP

O ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) foi indiciado pela Polícia Federal nesta quinta-feira (16) sob suspeita da prática dos crimes de corrupção passiva, falsidade ideológica eleitoral e lavagem de dinheiro.

Segundo a PF, o indiciamento faz parte da segunda fase da chamada “Lava Jato Eleitoral” de São Paulo. Também foi indiciado o ex-tesoureiro do PSDB Marcos Monteiro e o ex-assessor de Alckmin Sebastião Eduardo Alves de Castro.

O indiciamento teve como base a delação de ex-executivos da Odebrecht, além de análises periciais no sistema de informática da empreiteira, de extratos telefônicos, de conversas pelo aplicativo Skype, de documentos, de ligações telefônicas e também por meio de outras delações.

As penas, segundo a Polícia Federal, vão de 3 a 12 anos de prisão.

Agora, caberá aos promotores do Ministério Público de São Paulo responsáveis por ações eleitorais decidir se irão apresentar denúncia contra o ex-governador, pedir novas diligências ou pedir arquivamento do caso.

Alckmin disse à CNN Brasil que não foi ouvido, mas irá prestar contas e que suas campanhas foram dentro da lei.

Em li​ve do PSDB municipal de São Paulo na noite desta quinta, o tucano afirmou que tem a consciência tranquila.

“Fui surpreendido com o indiciamento da Polícia Federal por doação de campanha sendo que sequer fui ouvido. É inacreditável isso. […] Não tive nenhum acúmulo patrimonial, [tive] vida pessoa pessoal modesta”, disse. “Estou absolutamente indignado, mas também confiante.”

O atual governador de São Paulo, João Doria, disse ter convicção de que o correligionário “saberá esclarecer todos os pontos levantados sobre doações de campanha eleitoral”. “A trajetória de Alckmin é marcada pelo compromisso com valores éticos e dedicação à causa pública”, escreveu em suas redes sociais. Lei a íntegra da matéria de José Marques na Folha de São Paulo.