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Brasil bate novo recorde e registra, nas últimas 24h, 4.195 óbitos pela Covid-19

Por André Luis

Número de óbitos por Covid-19 no País já chega a 336.947. 

O Brasil bateu, mais uma vez, o triste recorde de registros de mortes por Covid-19 em 24 horas. De ontem para hoje, foram notificados 4.195 óbitos pela doença, de acordo com boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde (MS), nesta terça-feira (6).

Esse é o maior número de notificações de vítimas fatais do novo coronavírus no Brasil, no período de um dia, desde o início da pandemia. O número de óbitos por Covid-19 no País já chega a 336.947.

A atualização do MS ainda dá conta do número de novas infecções pelo vírus. Foram registrados 86.979 novos casos nas últimas 24 horas, somando-se ao total de 13.100.580 pessoas que já foram infectadas. O número de recuperados da doença é de 11.558.784.

Outras Notícias

Em vídeos, Armando fala sobre Polícia, Bombeiros e a crise do SASSEPE

O candidato ao governo do Estado Armando Monteiro (PTB),  divulgou nesta terça-feira (30) dois vídeos que abordam temas como, a valorização de policiais e bombeiros e a grave crise que enfrenta o Sassepe. No primeiro dos dois vídeos, Armando se dirige especialmente a policiais civis e militares e bombeiros, categorias que foram abandonadas pelo governo […]

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O candidato ao governo do Estado Armando Monteiro (PTB),  divulgou nesta terça-feira (30) dois vídeos que abordam temas como, a valorização de policiais e bombeiros e a grave crise que enfrenta o Sassepe.

No primeiro dos dois vídeos, Armando se dirige especialmente a policiais civis e militares e bombeiros, categorias que foram abandonadas pelo governo do Estado. Em sua fala, o petebista garante que vai dar uma atenção especial aos agentes de segurança: “Vamos implantar o plano de cargos e carreira. Vamos requalificar o hospital da PM. Vamos investir na interiorização, modernização e ampliação do serviço de saúde dos militares e, finalmente, vamos regularizar o aumento no vale-alimentação”. Finalizando, Armando coloca uma questão importante: “Para dar mais segurança à nossa população, os policiais e bombeiros precisam ser valorizados pelo governo do Estado”.

Outro grave problema, que afeta mais de 220 mil servidores ativos e inativos e seus dependentes, são as péssimas condições de atendimento no Sistema de Assistência à Saúde dos Servidores do Estado de Pernambuco (Sassepe). Apesar do aumento na contribuição no contracheque, o serviço está longe de ser considerado de excelência.

“O Sassepe está numa situação muito ruim e nem o aumento da sua contribuição resolveu o péssimo atendimento que é dado atualmente à saúde dos servidores. Até a administração do serviço foi entregue a uma empresa de fora, contratada sem licitação e que, para isso, recebe quase a metade de tudo o que os servidores descontam no seu contracheque para o Sassepe”, diz Armando no vídeo.

O candidato não fica apenas na crítica e apresenta as soluções: “Comigo, isso vai mudar: vamos ampliar o financiamento dos serviços, atualizar o pagamento de convênios hoje suspensos e realizar concursos para o Hospital dos Servidores do Estado, fortalecendo essa unidade. O meu compromisso é oferecer um melhor serviço de saúde aos servidores”.

Equipe que atua na Transposição identifica nova espécie e mudança de hábitos de espécies no NE

O Ministério da Integração Nacional já investiu mais de R$ 117,1 milhões nas ações do Programa de Conservação da Fauna e Flora do Projeto de Integração do Rio São Francisco, desde o início do empreendimento. Desse total, R$ 8,9 milhões foram aplicados na implantação do Centro de Conservação e Manejo de Fauna da Caatinga (Cemafauna) […]

Foto exclusiva da Ascom Ministério da Integração ao blog
Foto exclusiva da Ascom Ministério da Integração ao blog

O Ministério da Integração Nacional já investiu mais de R$ 117,1 milhões nas ações do Programa de Conservação da Fauna e Flora do Projeto de Integração do Rio São Francisco, desde o início do empreendimento. Desse total, R$ 8,9 milhões foram aplicados na implantação do Centro de Conservação e Manejo de Fauna da Caatinga (Cemafauna) na Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), parceiro do programa, em Petrolina (PE).

As atividades têm proporcionado um profundo conhecimento da fauna brasileira e permitiram até a descoberta de nova espécie de borboleta (Pheles caatingensis) no sertão nordestino, além de resgatar durante a execução da obra mais de 136,7 mil animais, dos quais 85% (116,5 mil) já foram devolvidos à natureza.

A nova borboleta foi encontrada em Brejo Santo (CE) e em Cabrobó (PE), em 2014, durante o monitoramento das obras pelas equipes técnicas da Univasf, rotina constante realizada desde 2008. Segundo os pesquisadores da instituição, a ocorrência deste animal neste local é um indicativo da qualidade do habitat da caatinga. Ainda há outras duas espécies em estudo que poderão revelar novas descobertas.

Atualmente, algumas espécies vulneráveis e em perigo de extinção estão sendo reabilitadas no Centro, como a cutia, gato-do-mato e gato-mourisco. Já foram reintegrados à natureza veados, tatus, tamanduás, macacos, papagaios, cachorros-do-mato, gatos-do-mato, guaxinins, papagaios, maracanãs, jiboias, entre outros.

As espécies que não são devolvidas à vida selvagem, devido ao comprometimento da sua habilidade de sobrevivência, vão para zoológicos ou criadores científicos credenciados aos órgãos ambientais. As instituições de fiscalização também recebem apoio do Cemafauna, com o tratamento das vítimas do tráfico de animais e de acidentes rodoviários.

As atividades também constataram que cobras dormideiras (Thamnodynastes almae e Thamnodynastes sertanejo), que são espécies inofensivas, ampliaram as suas localizações geográficas para os estados do Ceará (CE), Pernambuco (PE) e Paraíba (PB). Antes do projeto, não havia registros científicos nesses estados.

Coluna do Domingão

É hora de um freio na farra Jornalista tem que ter opinião, mesmo que não necessariamente popular, com concordância da maioria da sociedade. Esse talvez seja um dos exemplos. Porque é hora de opinar mais forte, e há um movimento crescente no Brasil, contra a farra do pão e circo. Passamos dois anos em pandemia, […]

É hora de um freio na farra

Jornalista tem que ter opinião, mesmo que não necessariamente popular, com concordância da maioria da sociedade. Esse talvez seja um dos exemplos. Porque é hora de opinar mais forte, e há um movimento crescente no Brasil, contra a farra do pão e circo.

Passamos dois anos em pandemia, sem o bater de uma lata com dinheiro público. E à exceção dos que a pandemia e a política negacionista no  país infelizmente levaram, ninguém morreu com o diagnóstico de “ausência de evento”. Nenhum laudo identificou a ausência de festas bancadas com dinheiro público como a causa de um óbito sequer. Se a depressão e ansiedade se acentuaram, foi pelo medo  da pandemia, não por gastos excessivos nos shows em praça pública.

Na minha adolescência, mesmo rapaz quase liso, não lembro de ter ficado sem o direito a shows, àquela época com música de muito mais qualidade, nas casas de eventos que existiam no meu lugar. Mas a partir do início dos anos 2000, em uma curva ascendente de gastos, o poder público passou a assumir integralmente a responsabilidade e organização de tudo que é festa. Carnaval, São João São Pedro, João Pedro, Virada de Ano, Emancipação, Festa de Padroeiro, tudo, praticamente tudo tem que ter evento com recursos públicos.

Preste atenção: quem escreve não é contra a realização desses eventos. Mas é a favor de um teto dentro do mínimo do que se chama princípio da razoabilidade. Isso porque os prefeitos no Brasil perderam a mão, perderam o freio. E a imprensa tem ajudado a repercutir esse descalabro com dinheiro público. Só esses dias: em Conceição do Mato Dentro,  Minas Gerais, cidade de 17 mil habitantes, a prefeitura contratou Gusttavo Lima por R$ 1,2 milhão. A atração,  a 32ª Cavalgada do Jubileu do Senhor Bom Jesus Do Matozinhos. O evento vai contar também com Bruno e Marrone, contratados por R$ 520 mil, e Israel e Rodolffo, por R$ 310 mil. No total, os contratos disponíveis no portal da prefeitura ultrapassam a cifra de R$ 2,3 milhões. Segundo O Antagonista, a gestão  Zé Fernando, do MDB, desviou a verba que deveria ser destinada apenas para saúde, educação, ambiente e infraestrutura para pagar o cachê.

A pacata São Luiz, Roraima, vai pagar R$ 800 mil ao mesmo Gusttavo Lima. O MP está no pé, pois a cidade de pouco mais de 8 mil pessoas tem importantes problemas estruturais. A entrada da cidade é um abandono só, cheia de lama e falta de acessibilidade. Gusttavo Lima critica artistas que recebem recursos da Lei Rouanet, mas não tem cerimônia em receber dinheiro público de municípios. Em nota, diz que é um problema dos órgãos de controle.

Em Bom Conselho, a Prefeitura terá no período junino João Gomes, César Menotti e Fabiano, Priscila Senna, Vitor Fernandes, Marcinho Sensação e Luka Bass. Só João Gomes levará R$ 350 mil. Na mesma cidade, viralizaram imagens de escolas caindo aos pedaços, sem manutenção.

Dito isso, e, reforçando que a crítica não é contra os eventos, mas contra os valores cada vez mais estratosféricos gastos, a leitura é de que o Congresso e órgãos de controle, tal qual na Lei de Responsabilidade Social, no piso de gastos da educação e saúde, deveriam ter uma regra clara para estabelecer um teto para investimentos municipais em eventos culturais e do calendário anual. As prefeituras manteriam festas com boa qualidade , aquecendo a economia e deixando os super megas pop stars para a iniciativa provada, ou com condições diferenciadas para o setor público, acabando essa farra, essa sangria de dinheiro público.

É justo uma cidade com Índice de Desenvolvimento Humano baixo, sem saneamento, educação, atenção básica e média complexidade para 100% da população, onde faltam ruas calçadas, acessibilidade, assistência social para os vulneráveis, se permite gastar R$ 2 milhões, R$ 3 milhões, ou até mais com dinheiro público? Claro, há de se considerar que muitas prefeituras alegam que “o dinheiro vem carimbado”. Então que se discuta trocar o carimbo na execução orçamentária. Se tem essa dinheirama de governo estadual e federal para pagar tanto com eventos, porque falta para UTI neonatal, como vimos em Pernambuco essa semana? Ou para frear a alta de preços, subsidiar políticas para o SUS ter mais qualidade, as universidades aos pedaços terem mais condições de formar o batalhão de jovens querendo melhor futuro para o país.

No mais, é essa inversão que ainda por cima descaracteriza e contamina nossos valores culturais. De olho na exposição midiática dos grandes nomes do business musical, prefeitos preferem valorizá-los deixando nossos artistas com parte das migalhas. No São João, trazemos Anita, Alok, Gusttavo Lima, os sertanejos. Aí pra “compor a grade”, tratam os nossos principais nomes como subcelebridades: Maciel Melo, Flávio José, Assisão, Alcimar Monteiro, As Severinas, Petrúcio Amorim, Jorge de Altinho, Santanna, nem sempre tem espaço no palco principal das nossas festas. É injusto e um estupro cultural, que atinge a nossa alma, a nossa identidade. Isso não está certo.

Melhor e pior

Em Serra Talhada, a melhor atração anunciada para o São João foi a que gerou mais polêmica nas redes sociais. A maioria aprovou a grade, mas houve críticas ao nome de Cláudia Leitte, pela falta de identificação com o período junino. Quem questionou perguntou se era São João ou Carnaval. Mas muitos defenderam, alegando que o pop no São João é uma tendência no Nordeste.

Intolerância

Daqui pra outubro, quem faz jornalismo decente não tem paz. Semana passada, um fogo de pavio quis questionar a Rádio Pajeú por espaço a críticos de Danilo Cabral. Já esta semana bolsonaristas criticaram espaço dado para as duras críticas de Saulo Gomes a Bolsonaro no Debate das Dez. Querem vetar a liberdade de expressão no lugar de discutir estratégias de defesa. E tá só começando…

Coração dividido

Em Afogados da Ingazeira, Marília Arraes teria que dividir o coração entre Evângela Vieira (SD), com quem estaria em ato na AABB e Aline Mariano, com quem jantaria na casa da mãe do nome do Progressistas, Aldenice Mariano. As duas querem arregimentar o voto da oposição na cidade, diante do fato de os governistas terem tendência de votar em José Patriota.

Descruza

Evandro Valadares disse que se os 143 prefeitos que apoiam Danilo Cabral descruzarem os braços ele ganha a eleição no primeiro turno. “Muita gente ainda não conhece Danilo.  Acredito que pode ser governador”, disse numa confiança absurda. Nas novas pesquisas acha que Danilo vai decolar.

“Tá não”

E sobre Marília, Evandro disse que só teve dela fechar de porta. “Teve 700 votos em São José do Egito. Fomos três vezes atrás dela e não atendeu hora nenhuma. Um dia tava no dentista, outra vez tava pra lá, pra cá, outra disseram que tava e no fim não tava”.

Vicinal

O acidente com Carlos Veras aconteceu em uma estrada vicinal de Exu. Em uma poça de lama, o carro derrapou, rodou e bateu numa murada de terra, virando. Todos que estavam no carro entre ele, motorista e assessores passam bem.

Água no chopp

O cancelamento da agenda de Marília Arraes no Sertão melou a programação de alguns pré-candidatos. Luciano Duque já contava com ela em São José do Belmonte, na Cavalgada da Pedra do Reino. O vice de Arcoverde, Israel Rubis, já havia gravado saudação ao Pajeú e viria com a pré-candidata a Afogados. Pior foi vereador Djaci Marques, de Triunfo, que uma hora depois da notícia correr trecho, ainda estava chamando para agenda em Jericó com entrega de equipamentos rurais, como um trator. Alguém esqueceu de avisá-lo.

Frase da semana:

“Porque eles estão fazendo isso comigo se eu não fiz nada pra vocês?”

Frase de Genivaldo dos Santos,  covardemente torturado e morto por Policiais Rodoviários Federais quarta-feira em Umbaúba, Sergipe.

Buíque Frio chega ao final

Canções românticas com a Banda Rossi e Adilson Ramos superlotaram o Pátio de Eventos São Sebastião na noite de encerramento do 5° Buíque Frio, que foi antecipada pelo cantor buiquense Françoar. A noite de encerramento do 5° Buíque Frio foi aberta pelo cantor Françoar. Logo em seguida, a Banda Rossi, grupo que acompanhava os shows […]

Canções românticas com a Banda Rossi e Adilson Ramos superlotaram o Pátio de Eventos São Sebastião na noite de encerramento do 5° Buíque Frio, que foi antecipada pelo cantor buiquense Françoar.

A noite de encerramento do 5° Buíque Frio foi aberta pelo cantor Françoar. Logo em seguida, a Banda Rossi, grupo que acompanhava os shows de Reginaldo Rossi, relembraram os grandes sucessos do Rei. O festival foi encerrando ao som das músicas de Adilson Ramos.

Para o prefeito Arquimedes Valença, além da valorização da cultura, dos produtores de queijos, do artesanato de Buíque, o festival foi um grande momento de geração de renda e emprego, com ambulantes, barraqueiros, pequenos vendedores que puderam fazer uma renda extra neste período.

Ainda na parte econômica, o Secretário de Cultura e Turismo, Esildo Barros, cita a oportunidade para os artesãos mostrarem sua arte e fazerem negócios. No segmento dos queijeiros, o secretário de Agricultura, Aldy Régis, destacou a participação de 24 queijarias de Buíque e de outras regiões do estado que geraram negócio, renda e abriram novas perspectivas para os produtores de queijos do município.

Foram investidos mais de R$ 250 mil para a realização do evento. O Prefeito Arquimedes Valença comemorou o resultado do evento.

Durantes os três dias o Buíque Frio – Festival de Queijos, Vinhos e Sabores trouxe para o público nomes como Adilson Ramos, Caique Ramon, Walkyria Santos, Antony Cesar, Lázaro Bruno, Forró Pegado, Françoar, Caninana, Banda Rossi, além de várias atrações culturais, como o Boi Diamante e o Samba de Coco Trupé de Arcoverde. Foram 24 queijarias presentes, artesãos, além de instituições como Banco do Nordeste, IPA, SESC, Sebrae, Senar, Sindicato Rural de Buíque, entre outros. A realização foi da Prefeitura e da Associação Comercial de Buíque, com apoio do Sebrae, SESC e do comércio local.

CNN, Record e SBT desistem de debates no 1º turno; Globo impõe condições

Maurício Stycer – UOL As eleições municipais de 2020 serão marcadas pela quase ausência de debates no primeiro turno entre os candidatos à Prefeitura. Nesta terça-feira (6), duas emissoras, Record e CNN Brasil, confirmaram que desistiram de exibir debates. O SBT já havia feito anúncio semelhante no final de setembro. E a Globo impôs uma […]

Maurício Stycer – UOL

As eleições municipais de 2020 serão marcadas pela quase ausência de debates no primeiro turno entre os candidatos à Prefeitura.

Nesta terça-feira (6), duas emissoras, Record e CNN Brasil, confirmaram que desistiram de exibir debates.

O SBT já havia feito anúncio semelhante no final de setembro. E a Globo impôs uma condição que possivelmente inviabilizará o seu: só fará debate onde haja acordo entre os partidos para que apenas os quatro mais bem colocados candidatos na pesquisa eleitoral mais recente (Ibope ou Datafolha) participem dos encontros.

Após o debate com 11 candidatos realizado pela Band, na última quinta-feira (01), só resta como confirmado o encontro que a RedeTV! promoverá em 23 de outubro. A eleição ocorrerá no dia 15 de novembro.

Todos os canais seguem com a promessa de realizar debates no segundo turno, onde houver disputa. O segundo turno será no dia 29 de novembro.

A CNN desistiu de fazer o debate que anunciou, em São Paulo e no Rio, por não chegar a um acordo com os partidos sobre o número máximo de participantes. Por medida de segurança, o canal de notícias queria limitar a seis candidatos.

Em nota, a Record apresentou justificativa semelhante para cancelamento.