Bombeamento completo do trecho 1 no Eixo Norte do Projeto São Francisco é retomado
Por André Luis
Paralisada desde maio para manutenção programada, estação EBI-1 retoma operação com dois conjuntos de motobombas
O Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), retomou, no final da tarde da quinta-feira (12), a operação da segunda linha de conjuntos motobomba da estação de bombeamento (EBI-1) do Eixo Norte do Projeto de Integração do São Francisco.
Uma parada programada, iniciada em maio deste ano, foi necessária para a manutenção nos motores da estação.
Aproveitando a pausa operacional, as equipes de manutenção fizeram a substituição das válvulas borboletas das EBIs 2 e 3.
Até o final de agosto, estarão em operação simultânea todos os conjuntos das três estações de bombeamento. O intervalo de tempo é necessário para que os níveis nos reservatórios atinjam o nível suficiente para possibilitar o bombeamento.
As estações de bombeamento do Eixo Norte possuem capacidade para receber até oito conjuntos de motobombas cada. Atualmente, cada estação conta com dois conjuntos instalados.
Eixo Norte
O Eixo Norte do Projeto de Integração do Rio São Francisco tem 260 quilômetros de extensão, três estações de bombeamento, quinze reservatórios, oito aquedutos e três túneis.
Todas as estruturas responsáveis pela passagem de água até o Reservatório Caiçara, na Paraíba, estão concluídas, restando apenas oito quilômetros de canais até o reservatório Engenheiro Avidos, também na Paraíba, e serviços complementares que não comprometem a pré-operação.
Após a conclusão, a expectativa é que o Eixo Norte garanta segurança hídrica a 6,5 milhões de pessoas em 220 cidades da Paraíba, Pernambuco, Ceará e Rio Grande do Norte.
Exclusivo Em Afogados, nasceu a bebê prefeita, a pequena Maria Eduarda. A informação foi confirmada pela Assessoria de Comunicação. Aliás, pelo que o blog foi informado com exclusividade, foi o último ato dessa assessoria e de toda equipe. Rodrigo Lima e sua trupe estão exonerados. Maria Eduarda acaba de anunciar uma significativa mudança no Secretariado. […]
Em Afogados, nasceu a bebê prefeita, a pequena Maria Eduarda. A informação foi confirmada pela Assessoria de Comunicação.
Aliás, pelo que o blog foi informado com exclusividade, foi o último ato dessa assessoria e de toda equipe. Rodrigo Lima e sua trupe estão exonerados.
Maria Eduarda acaba de anunciar uma significativa mudança no Secretariado. Sai todo mundo. É cem por cento! Não sobrou nem Luciano Pires, acostumado a criar um universo infantil pra crianças como Eduarda.
Socorro Martins? Apareceu na foto como integrante da equipe pela última. Augusto sai junto.
Bombinha, Flaviana, Ney, Wiviane, Valberto, não ficou ninguém. Maria Eduarda deu o rapa no time. Daniel tentou reverter, em vão…
A nova equipe será anunciada amanhã em coletiva na maternidade do Hospital Regional. As únicas vagas confirmadas são de Fernanda Mikaelly da Conceição e Eduardo Nogueira, pais da prefeita. Ela disse que, “ao menos enquanto não puder andar sem carrinho ou se alimentar sem ajuda, tá valendo nepotismo”.
O blog apurou que Sandrinho está voltando de Recife numa velocidade alucinante, acusando Eduarda de golpe. Se arrependeu de entregar a chave dentro da Semana do Bebê.
A atividade é alusiva ao selo Unicef conquistado pela Prefeitura de Afogados. Eduarda foi nomeada bebê prefeita por ser a primeira bebê a nascer de parto normal, no município, nessa semana. “A nomeação simboliza o compromisso da gestão municipal com a atenção e os cuidados integrais para com a primeira infância”, diz a nota. Mas a bagaceira tá feita.
Maria Eduarda fez o que todo mundo duvidava. Também, forte, pesando 3,320 Kg, com 52 centímetros, amamentada e ainda com a caneta na mão, botou pegado.
Um aliado flagrou um descuido de Sandrinho no viva voz enquanto tentava contornar a situação, desesperado. Ouviu uns o aconselhando a convocar uma coletiva e acionar o Supremo! Em outra ligação, vazou o conselho ao quase destituído gestor: “homem, aproveite a deixa e complete o serviço…”
A Seguradora Líder, responsável pela gestão do DPVAT, terá que explicar pagamentos por prestação se serviços para pessoas próximas a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), políticos e integrantes do governo federal. Isto porque uma auditoria, feita pela KPMG, nas contas da seguradora questionou diversos procedimentos na gestão da empresa, o que inclui estes pagamentos que, em […]
Fachada do Supremo Tribunal Federal. Foto: Dorivan Marinho/SCO/STF
A Seguradora Líder, responsável pela gestão do DPVAT, terá que explicar pagamentos por prestação se serviços para pessoas próximas a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), políticos e integrantes do governo federal.
Isto porque uma auditoria, feita pela KPMG, nas contas da seguradora questionou diversos procedimentos na gestão da empresa, o que inclui estes pagamentos que, em muitos casos, não foram registrados com os devidos detalhamentos e controles. As informações são da Folha de S. Paulo.
A análise foi pedida pela gestão atual da seguradora, e abarca o período de 2008 até 2017. O documento obtido pela Folha conta com mais de mil páginas.
Dentre as relações tido como suspeitas, está a do escritório que o ministro do STF, Luís Roberto Barroso, era sócio até virar membro da Suprema Corte. A Barroso Fontelles, Barcellos, Mendonça e Associados, recebeu entre 2009 a 2016, 21 pagamentos da Líder, que totalizam R$ 3,67 milhões. O escritório tinha o nome de Luís Roberto Barroso & Associados, até o ministro assumir o cargo. Seu sobrinho, Rafael Barroso Fontelles, segue na empresa.
Os sócios da empresa entraram com duas Ações Diretas de Inconstitucionalidades (ADIs) no STF à favor da Líder, e venceram. Barroso não participou dos julgamentos por se considerar impedido.
O procurador de carreira do INSS, Mauro Hauschild, também aparece como sendo “pessoa politicamente exposta”, no relatório obtido pela Folha. Ele atuou como assessor do hoje presidente do STF, Dias Toffoli.
A auditoria revelada pelo jornal mostra que a Líder transferiu R$ 3 milhões a Hauschild de 2o12 a 2016. Cabe ressaltar que neste período o advogado não atuava mais com Toffoli, pois já havia ocupado cargos no INSS.
Os pagamentos foram feitos através do escritório Stelo Advogados, que foi alvo de operação da Polícia Federal por suspeita de envolvimento em esquema de pagamento de propina no Rio Grande do Sul.
Em resposta à Folha, a seguradora Líder disse que em 2016 “contratou uma consultoria internacional de renome para a realização, de maneira absolutamente isenta e independente, de um amplo e minucioso trabalho de auditoria de suas operações”.
Assim que recebeu o relatório da KPMG, a seguradora afirma que “foram adotadas todas a medidas administrativas e de compliance cabíveis, alinhadas com os valores de retidão e transparência que norteiam a Administração da Seguradora Líder”.
Também para a Folha, a assessoria de Dias Toffoli afirmou que durante o período citado na reportagem o ex-assessor Mauro Hauschild já não atuava no gabinete do ministro. “Entendo que, por isso, não há o que comentar. E a decisão de classificar o presidente como PPE [pessoa politicamente exposta] deve ser dirigida à seguradora”, disse.
Já a assessoria do ministro Barroso, respondeu ao jornal afirmando que ele “se desligou inteiramente do seu antigo escritório ao tomar posse no STF, em junho de 2013, com ele não mais mantendo qualquer relação. Após a sua saída, o escritório, inclusive, mudou de nome. O ministro não atuou em nenhum dos casos do DPVAT, tendo se dado por impedido”.
Outro nome citado na reportagem, Mauro Hauschild, afirmou que desconhece a auditoria da KPMG, mas explicou sua relação com a seguradora Líder. “Fui consultor/advogado da empresa [Líder], tendo prestado regulamente meus serviços durante três anos, analisando e contribuindo na elaboração das teses jurídicas de defesa perante o Poder Judiciário”, disse Hauschild para a Folha de S. Paulo.
“A Folha procurou o ministro Luiz Fux e o Stelo Advogados, mas não conseguiu contato até a conclusão desta reportagem”, finaliza a reportagem.
A presidente Dilma Rousseff tem até esta quarta-feira (22) para explicar supostas irregularidades nas contas do governo de 2014. No mês passado, o Tribunal de Contas da União (TCU) deu 30 dias para o governo preparar sua defesa, entre outros pontos, sobre as “pedaladas fiscais” – como ficaram conhecidos os atrasos nos repasses do Tesouro Nacional a […]
A presidente Dilma Rousseff tem até esta quarta-feira (22) para explicar supostas irregularidades nas contas do governo de 2014. No mês passado, o Tribunal de Contas da União (TCU) deu 30 dias para o governo preparar sua defesa, entre outros pontos, sobre as “pedaladas fiscais” – como ficaram conhecidos os atrasos nos repasses do Tesouro Nacional a bancos públicos para pagar benefícios sociais e previdenciários.
Agora, os ministros do TCU querem saber se o governo usou as “pedaladas” como manobra para aliviar, momentaneamente, as contas públicas, que em 2014 tiveram o pior resultado da história. O TCU entendeu que esses atrasos são, na verdade, operações de crédito entre o governo e os bancos públicos, o que é proibido por lei.
Segundo o colunista do G1 Gerson Camarotti, Dilma teria escalado uma “tropa de choque”para fazer a defesa das pedaladas, que inclui os ministros Luís Inácio Adams (AGU), Nelson Barbosa (Planejamento), Alexandre Tombini (Banco Central), além dos presidentes da Caixa, Miriam Belchior, do BNDES, Luciano Coutinho, e do Banco do Brasil, Alexandre Abreu.
O tribunal julga as contas públicas todos os anos, como manda a Constituição. Em um parecer, os ministros dizem se recomendam ou não ao Congresso a aprovação do balanço do ano anterior. O TCU nunca votou pela rejeição das contas. Mas em 2014, os ministros questionaram pelo menos 13 pontos – entre eles, as “pedaladas fiscais” – e pediram explicações do governo.
Há dois processos em andamento no TCU. Um deles é para saber se houve irregularidades na gestão dos recursos públicos, com base na Lei de Responsabilidade Fiscal. Outro corre paralelamente só para questionar a existência das “pedaladas fiscais”. Os processos são independentes e serão analisados de forma separada.
Foi o nome dado a práticas do governo para supostamente cumprir suas metas fiscais. OTesouro Nacional atrasou repasses para bancos públicos e privados, entre eles benefícios sociais e previdenciários como o Bolsa Família, o abono salarial e seguro-desemprego. Os beneficiários receberam tudo em dia, porque os bancos fizeram o pagamento com recursos próprios.
Na prática, é como se estes bancos tivessem financiado os gastos do governo, segundo o processo no TCU. Com isso, o governo registrou, por algum tempo, um alívio no seu orçamento. Mas a sua dívida com os bancos cresceu. De acordo com o TCU, cerca de R$ 40 bilhões estiveram envolvidos nessas manobras entre 2012 e 2014.
O TCU diz que as “pedaladas” serviram para aumentar o superávit primário (a economia feita para pagar parte dos juros da dívida pública) ou impedir um déficit primário maior – quando as despesas do governo são maiores que as receitas, sem contar os juros.
Em 2014, as contas públicas tiveram resultado ruim devido ao aumento de gastos do governo, o socorro ao setor energético e à queda real da arrecadação – resultado da economia mais fraca e das desonerações de tributos feitas nos últimos anos. Mesmo com as manobras, o governo não conseguiu cumprir as metas fiscais do ano passado.
Na última quarta dia 11 de fevereiro, foi realizada a primeira reunião de 2015 da comissão de administração pública da Assembleia, com o objetivo de promover a instalação e a eleição para a Presidência e Vice-Presidência desta comissão. Os Deputados titulares Augusto César (PTB); Eduíno Brito (PHS); Bispo Osséssio Silva (PRB); Rogério Leão (PR); e […]
Na última quarta dia 11 de fevereiro, foi realizada a primeira reunião de 2015 da comissão de administração pública da Assembleia, com o objetivo de promover a instalação e a eleição para a Presidência e Vice-Presidência desta comissão.
Os Deputados titulares Augusto César (PTB); Eduíno Brito (PHS); Bispo Osséssio Silva (PRB); Rogério Leão (PR); e os Deputados Suplentes Professor Lupércio (SD); e Joel da Harpa (PROS) elegeram por unanimidade o Deputado Ângelo Ferreira, do PSB, para presidência e Adalto Santos, também do PSB, para ocupar a vice-presidência.
Na mesma oportunidade sete projetos de lei foram aprovados. Entre as matérias, está a que propõe alterações na Lei Orçamentária Anual, de autoria do Poder Executivo. A proposta autoriza o Governo a abrir ao Orçamento Fiscal crédito especial de aproximadamente 200 milhões de reais, em favor da vice-governadoria, Secretarias de Desenvolvimento Social, de Justiça, de Micro e Pequena Empresa e de Habitação.
O colegiado também aprovou projetos relativos à segurança pública, já apreciados anteriormente pela Comissão de Justiça. As matérias, também de autoria do Poder Executivo, abordam questões como o Prêmio de Defesa Social e a instituição de bônus pecuniário para policiais civis e militares.
Blog do Magno Com larga experiência em gestão pública, o superintendente regional do Trabalho em Pernambuco, Geovane Freitas, está fazendo do limão uma limonada nesse momento tão delicado e complicado para os trabalhadores, enxotados das suas empresas em consequência do rastro destruidor da pandemia do coronavírus. Ele montou e pilota um gabinete de crise online, […]
Com larga experiência em gestão pública, o superintendente regional do Trabalho em Pernambuco, Geovane Freitas, está fazendo do limão uma limonada nesse momento tão delicado e complicado para os trabalhadores, enxotados das suas empresas em consequência do rastro destruidor da pandemia do coronavírus.
Ele montou e pilota um gabinete de crise online, com todos os serviços à disposição do trabalhador de Pernambuco, sem que para isso precise sair de casa. Na prática, deslocou vários funcionários de setores distintos para o atendimento remoto, montou um verdadeiro exército com foco no seguro desemprego.
Por meio de diversos canais de atendimento, como telefones, emails e WhatsApp, a Superintendência tem sido capaz de atender de forma exemplar e rápida toda demanda do Estado, chegando, inclusive, a recebe demandas de outros Estados. Além disso, Geovane, pós-graduado em Gerenciamento de Cidades, tem feito uma verdadeira peregrinação nas rádios e TVs, ajudando a população no entendimento da medida provisória 936, que trata da manutenção do emprego e da renda.
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