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Bolsonaro lançará uma frente ampla no Recife contra PSB e mira em Paulo Câmara

Por André Luis
Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem

Bolsonaristas de alto coturno contam que até o final do mês as primeiras cartas do baralho das eleições de 2020 devem ser postas na mesa, no Recife e além.

Os bolsonaristas trabalham para articular uma frente ampla no Recife, juntando não apenas a direita, mas principalmente o centro político, de forma a tentar isolar a esquerda, que se mostra ainda dividida.

No cenário avaliado pelos bolsonaristas, quatro forças podem se apresentar para o pleito.

Um deles seria Túlio Gadêlha, que teria uma imagem já consolidada na capital e só não sairia candidato se o Campo das Princesas tiver sucesso na tentativa de segurar o PDT no condomínio socialista.

Outra candidatura seria a de Marília Arraes, pelo PT, mas enfrentando um desgaste crescente a partir da mudança de patamar do ex-presidente Lula. A avaliação é que ele continua forte no interior, mas perdeu muito prestígio nas áreas mais urbanas.

O nome óbvio do PSB seria João Campos, já objeto de intenso bombardeio por parte da oposição.

Por fim, um nome apadrinhado pelo presidente Bolsonaro. O perfil seria alguém com ampla experiência e com um vice jovem.

Nestas avaliações, os bolsonaristas citam que Pernambuco está no radar do presidente. Eles apostam que Paulo Câmara, e não Flávio Dino, do Maranhão, será o candidato a vice na chapa das oposições, com a missão de unir os governadores do Nordeste contra Bolsonaro na região. As informações são do Blog de Jamildo.

Outras Notícias

Eles se protegem, enquanto o povo clama por justiça

A decisão da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados de adiar a análise sobre a manutenção da prisão preventiva do deputado Chiquinho Brazão (RJ) levanta sérias questões sobre a justiça no Brasil e o tratamento diferenciado conferido aos parlamentares em comparação com o cidadão comum, principalmente os mais […]

A decisão da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados de adiar a análise sobre a manutenção da prisão preventiva do deputado Chiquinho Brazão (RJ) levanta sérias questões sobre a justiça no Brasil e o tratamento diferenciado conferido aos parlamentares em comparação com o cidadão comum, principalmente os mais marginalizados.

Enquanto a população espera que a justiça seja rápida e eficiente, os políticos se protegem sob o manto da burocracia e dos procedimentos legais, adiando decisões e garantindo impunidade. Enquanto isso, para o cidadão comum, especialmente aqueles pertencentes a comunidades negras e de baixa renda, a justiça é frequentemente ágil e implacável, com penas severas aplicadas sem hesitação.

O caso de Chiquinho Brazão é emblemático. Acusado de ser um dos mandantes do brutal assassinato da vereadora Marielle Franco e de seu motorista Anderson Gomes, Chiquinho Brazão foi expulso do União Brasil e está preso desde o último domingo (24), por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). No entanto, a CCJ optou por adiar a decisão sobre sua prisão, empurrando a análise para uma data posterior.

A justificativa? A falta de acesso aos relatórios da Polícia Federal e à decisão de Alexandre de Moraes.

Enquanto Chiquinho Brazão se defende por videoconferência, a população negra e pobre frequentemente não tem acesso a defesa adequada, sendo privada de seus direitos fundamentais. Enquanto os parlamentares discutem tecnicidades legais, a dor e a injustiça enfrentadas pelas famílias das vítimas de violência e corrupção continuam sem solução.

É hora de questionar esse sistema que protege os privilegiados enquanto deixa os mais vulneráveis à mercê da injustiça. Os parlamentares não estão acima da lei e devem ser responsabilizados por seus atos, sem privilégios indevidos ou adiamentos injustificados. A justiça deve ser igual para todos, independentemente do status ou poder político.

Eles se protegem, enquanto o povo clama por justiça.

Vanin de Danda responde bem ao tratamento

Prefeito de Santa Terezinha abandou a máscara VNI e voltou a usar o cateter nasal. Por André Luis As últimas informações sobre o quadro de saúde do prefeito de Santa Terezinha, Vanin de Danda, são de melhoras em seu quadro de saúde. De acordo com informações, Vanin já abandou a máscara VNI, que geralmente é […]

Prefeito de Santa Terezinha abandou a máscara VNI e voltou a usar o cateter nasal.

Por André Luis

As últimas informações sobre o quadro de saúde do prefeito de Santa Terezinha, Vanin de Danda, são de melhoras em seu quadro de saúde.

De acordo com informações, Vanin já abandou a máscara VNI, que geralmente é o último estágio antes da intubação e voltou a usar o cateter nasal.

O prefeito também passou a fazer uso do soro para hidratar – Ele não estava fazendo o uso nem do soro, nem estava bebendo água para não forçar os rins.

Vanin deu entrada na manhã desta segunda-feira (02.11), na Unidade Mista de Saúde de Santa Terezinha, reclamando de falta de ar e dificuldades de respirar. Ele passou mal na noite do domingo (01.11). Também apresentou o diabetes muito alto.

Ele foi transferido para a Ala Covid, em São José do Egito, ainda no final da tarde da segunda, como precaução, visto que em São José tem maior suporte, caso fosse necessário. Vanin saiu caminhando. Na manhã da terça-feira (03.11), voltou a ter complicações em seu quadro de saúde, mas os médicos conseguiram estabilizar.

Nesta terça-feira, uma transferência para o Recife chegou a ser ventilada, mas segundo o Irmão de Vanin, Franklin Martins, a recomendação médica foi de que o paciente permanecesse em São José do Egito. 

Santa Terezinha, é uma das cidades da região do Sertão do Pajeú, que vem preocupando as autoridades sanitárias. Nas últimas duas semanas foram registradas 3 mortes no município e o número de casos está em curva ascendente. Nesta quarta-feira (4), o município divulgou o boletim epidemiológico que apresentou 53 novos casos positivos para a Covid-19.

Neonergia diz que distribuição de adutora em Triunfo depende de liberação ambiental

Blog do Magno A propósito da matéria publicada neste blog, na última sexta-feira, sobre a falta do abastecimento de energia por parte da Neoenergia para a Adutora do Pajeú, a empresa divulgou um segundo comunicado sobre a situação que acontece no município de Triunfo. Confira abaixo: A Neoenergia Pernambuco informa que, apesar de a solicitação para […]

Blog do Magno

A propósito da matéria publicada neste blog, na última sexta-feira, sobre a falta do abastecimento de energia por parte da Neoenergia para a Adutora do Pajeú, a empresa divulgou um segundo comunicado sobre a situação que acontece no município de Triunfo. Confira abaixo:

A Neoenergia Pernambuco informa que, apesar de a solicitação para a conexão do trecho da Adutora do Pajeú que atende ao município de Triunfo ter sido realizada em julho de 2022, a entrega da documentação referente a 75% da obra só foi concluída em setembro de 2023, com prazo para a finalização desta etapa até final de janeiro.

Em razão da importância do empreendimento, a distribuidora não está medindo esforços para concluir os trabalhos antecipadamente. No entanto, para que a conclusão dos 25% finais da obra seja antecipada para o mês fevereiro deste ano, é necessário que a liberação da licença ambiental seja emitida até o próximo dia 20.

A Adutora do Pajeú já chegou em Triunfo, mas água que é bom, nem sinal. As obras foram concluídas há seis meses. Com isso, a cidade, que é turística, está penalizada. Falta água até nos hotéis e pousadas. O prefeito Luciano Bonfim (Avante) disse que já levou o assunto ao conhecimento da governadora Raquel Lyra (PSDB), que nada fez. A adutora do Pajeú, no trecho até Triunfo, era um sonho de mais de 50 anos.

Trata-se do Ramal de Triunfo/Santa Cruz da Baixa Verde, que faz parte da implantação da fase II da segunda etapa do Sistema Adutor do Pajeú. Com a conclusão dos serviços, 20 mil pessoas estão à espera da água. Destas, cerca de 10, 7 mil no município de Triunfo e mais de 9 mil na cidade de Santa Cruz da Baixa Verde.

Carlos Veras celebra aprovação de PL que fortalece direitos previdenciários dos trabalhadores rurais

Nesta terça-feira (15), o deputado federal Carlos Veras (PT) comemorou em suas redes sociais a aprovação do Projeto de Lei 1122/2024, de sua autoria, na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural. O projeto tem como foco garantir os direitos previdenciários dos trabalhadores e trabalhadoras rurais, uma das principais bandeiras do mandato de Veras. […]

Nesta terça-feira (15), o deputado federal Carlos Veras (PT) comemorou em suas redes sociais a aprovação do Projeto de Lei 1122/2024, de sua autoria, na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural. O projeto tem como foco garantir os direitos previdenciários dos trabalhadores e trabalhadoras rurais, uma das principais bandeiras do mandato de Veras.

“Aprovamos o PL 1122/2024, que busca assegurar a previdência dos trabalhadores rurais. Agora, além de poderem usar o CNIS (Cadastro Nacional de Informações Sociais) para comprovar o tempo de serviço, eles terão a oportunidade de corrigir informações ou fazer autodeclarações, garantindo seus direitos de forma mais justa, sem prazos limitantes”, destacou o deputado.

Veras enfatizou que a proposta visa proporcionar mais igualdade e justiça para os trabalhadores do campo, reconhecendo a importância de seu papel para o desenvolvimento do Brasil. “Seguimos firmes por mais igualdade e justiça para quem tanto contribui com o Brasil!”, concluiu.

O PL 1122/2024 segue agora para outras comissões da Câmara dos Deputados antes de ser votado em plenário. Caso aprovado, representará um avanço significativo na garantia dos direitos previdenciários de uma parcela fundamental da população brasileira.

Governadores pedem apoio do Congresso à renegociação das dívidas dos Estados

Quinze governadores e quatro vice-governadores estiveram hoje (22.03) no Congresso Nacional para pedir apoio dos senadores e dos deputados federais ao projeto de lei do Governo Federal que renegocia as dívidas dos governos estaduais. O governador de Pernambuco, Paulo Câmara, foi um dos que se reuniram com o presidente do Senado Federal, senador Renan Calheiros, […]

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Quinze governadores e quatro vice-governadores estiveram hoje (22.03) no Congresso Nacional para pedir apoio dos senadores e dos deputados federais ao projeto de lei do Governo Federal que renegocia as dívidas dos governos estaduais. O governador de Pernambuco, Paulo Câmara, foi um dos que se reuniram com o presidente do Senado Federal, senador Renan Calheiros, e com o presidente da Câmara dos Deputados, deputado Eduardo Cunha.

“O projeto ainda está vindo, portanto não temos o conhecimento detalhado de todo o seu teor, mas se estiver de acordo com o que foi acertado com os governadores, a proposta realmente traz algum alívio, e pode ser importante para melhoria das contas públicas dos Estados”, argumentou Paulo Câmara.

O governador pernambucano informou que a renegociação no caso de Pernambuco trata de duas dívidas: uma originária da negociação realizada em 1997 e outra de empréstimos obtidos por meio do BNDES e organismos financeiros internacionais, como Banco Mundial (Bird) e Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

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Paulo também participou, pela manhã, da terceira reunião do Fórum Permanente dos Governadores, na residência oficial do Governo do Distrito Federal. O encontro era para aprofundar a análise do projeto que trata das dívidas, mas como o Governo Federal adiou o envio da proposta, os governadores não trataram do tema.

Além de Paulo Câmara, o encontro do Fórum de hoje contou com a presença dos governadores de Alagoas, Renan Filho; do Amazonas, José Melo de Oliveira; da Bahia, Rui Costa; do Ceará, Camilo Santana; de Goiás, Marconi Perillo; de Mato Grosso, Pedro Taques; da Paraíba, Ricardo Coutinho; do Pará, Simão Jatene; do Piauí, Wellington Dias; do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori; de Rondônia, Confúcio Moura; de São Paulo, Geraldo Alckmin; e do Tocantins, Marcelo Miranda.

Também compareceram os vices-governadores do Acre, Nazareth Araújo; do Amapá, Papaléo Paes; do Espírito Santo, César Colnago; e do Paraná, Cida Borghetti. Havia ainda representantes dos governos do Rio de Janeiro, de Roraima e de Mato Grosso do Sul.