Bolsonaro e Flávio Dino discutem nas redes sociais
Por Nill Júnior
G1
Em mensagem publicada em uma rede social, neste domingo (10), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) comparou o lockdown na Região Metropolitana de São Luís, à crise política e econômica da Venezuela.
Na publicação, o presidente anexou um vídeo de uma abordagem policial de fiscalização no estado para criticar a gestão do governador Flávio Dino (PCdoB).
As imagens mostram um policial uniformizado dentro de um ônibus, em que checa quais passageiros estão se deslocando para “atividades essenciais”.
Desde o dia 5 de maio, por determinação da Justiça, só estão sendo permitidos o funcionamento de serviços essenciais e a circulação de pessoas que trabalham para esses serviços, nas quatro cidades da Grande São Luís.
Para comprovar o exercício da função nesses serviços, os funcionários precisam apresentar à fiscalização uma declaração da empresa ou do órgão em que trabalham. Em legenda ao vídeo anexado na publicação, Bolsonaro disse:
‘Documento e declaração de que vai trabalhar’… Se não tem desce. Assim o povo está sendo tratado e governado pelo PCdoB/MA e situações semelhantes em mais estados. O chefe de família deve ficar em casa passando fome com sua família. Milhões já sentem como é viver na Venezuela”, publicou o presidente sobre o lockdown no Maranhão.
Em resposta, o governador Flávio Dino disse que o presidente estaria “tentando sabotar medidas sanitárias” de combate à pandemia e estaria fingindo “estar preocupado com o desemprego”.
“Bolsonaro inicia o domingo me agredindo e tentando sabotar medidas sanitárias determinadas pelo Judiciário e executadas pelo Governo. E finge estar preocupado com o desemprego. Deveria então fazer algo de útil e não ficar passeando de jet ski para comemorar 10.000 mortos”, publicou o governador Flávio Dino, em resposta ao presidente.
O blog foi o primeiro a afirmar que “era a ponta do iceberg” a primeira denúncia contra o padre Airton Freire. Não por achismo ou mera vontade de criminalizar. Mas pela apuração própria do jornalismo. Em 4 de junho, a Coluna do Domingão destacou que a denúncia seria a ponta do iceberg. “Mas o que […]
O blog foi o primeiro a afirmar que “era a ponta do iceberg” a primeira denúncia contra o padre Airton Freire. Não por achismo ou mera vontade de criminalizar.
Mas pela apuração própria do jornalismo. Em 4 de junho, a Coluna do Domingão destacou que a denúncia seria a ponta do iceberg. “Mas o que já pode ser afirmado pela apuração do blog é que os holofotes sobre a questão podem expor graves crimes. Muitos já eram conhecidos, mas abafados”, dizia o blog.
Pouco tempo depois, o blog deu detalhes dos cinco inquéritos, inclusive revelando que dentre eles, havia um homem vítima. Ainda que parte da imprensa demorou a relatar ou omitiu essa informação. A narrativa de alguns veículos ainda lembrava de um único caso, o envolvendo a personal stylist Sílvia Tavares. “Mas já são cinco, relativamente recentes, com no máximo três anos de registro”, destacou o blog.
Assim, quem acompanha o blog e viu ontem a reportagem do Fantástico, não teve surpresas. A reportagem da competente Beatriz Castro deu mais luz ao que ainda pode ser o início de um dos maiores escândalos envolvendo um líder religioso na história de Pernambuco. Veja abaixo a reportagem do Fantástico na íntegra, pela NJTV, a TV do blog, em parceria com o Arcoverde On Line:
A Sala de Seminários do Departamento de Educação da UFRPE – Universidade Federal Rural de Pernambuco foi palco de um importante debate sobre o papel da Rádio Pajeú no Sertão do Pajeú, a partir da Defesa da Dissertação “Rádio e convergência midiática no Sertão do Pajeú”, do jornalista Elano Lorenzato. Todo o trabalho teve como […]
Elano Lorenzato, Andreia Trigueiro, este comunicador, Salete Tauk e Irenilda de Souza Lima, na UFRPE
A Sala de Seminários do Departamento de Educação da UFRPE – Universidade Federal Rural de Pernambuco foi palco de um importante debate sobre o papel da Rádio Pajeú no Sertão do Pajeú, a partir da Defesa da Dissertação “Rádio e convergência midiática no Sertão do Pajeú”, do jornalista Elano Lorenzato.
Todo o trabalho teve como base a Rádio Pajeú, seu papel histórico e sua interação com as novas mídias. Elano ficou por dias em Afogados da Ingazeira para produzir esse rico material. A ideia para produção do estudo nasceu em 2016, quando a doutora em Comunicação Salete Tauk esteve com alunos de Pós Graduação em Extensão Rural e Desenvolvimento local da UFRPE visitando a emissora. A finalidade foi a realização de estudo com elaboração de documento sobre a convergência midiática.
A doutora e os pós graduandos Jayne Neto, Elano Lorenzato e Ítalo Romany estiveram nos estúdios da emissora, conversando sobre as mudanças influenciadas pela convergência digital ao longo dos anos na primeira emissora do Sertão Pernambucano.
Na região, o grupo ainda trabalhou temas como a reconversão cultura, visitando comunidades em toda a região. Eles estudaram a influência sócio-cultural da convergência tecnológica e midiática na sociedade sertaneja, de onde saiu um importante artigo. A partir daí, veio a ideia de Elano de mergulhar mais na história para o trabalho de dissertação.
A banca examinadora teve um trio de muita qualidade e respeitabilidade: além da Profª. Drª. Maria Salete Tauk Santos (UFRPE), participaram a Profª. Drª. Irenilda de Souza Lima (UFRPE) e a Profª. Drª. Andrea Trigueiro, com experiência no rádio do Estado, com passagens por emissoras como Clube, Jornal e CBN Recife. A professora Irenilda Lima, por exemplo, destacou o fato de que a emissora nasceu de uma igreja de linha progressista, com a Diocese de Afogados da Ingazeira como uma das mais importantes do movimento no Nordeste.
Em nome da Pajeú, este radialista e blogueiro registrou a alegria de ter nossa experiência de comunicação servindo de base e estudo para elaboração de um documento tão importante. Mais felizes ficamos ao receber a notícia da aprovação do trabalho. O rádio precisa cada vez mais de memória e documentação de sua história.
O vereador de Santa Terezinha, Dr. Júnior, tornou público seu rompimento político com o prefeito Delson Lustosa por meio de nota enviada ao blog. Dr. Júnior alegou que, apesar de seu apoio fundamental para a eleição do prefeito, ele foi continuamente marginalizado e não recebeu o devido reconhecimento. O vereador mencionou a falta de confiança […]
O vereador de Santa Terezinha, Dr. Júnior, tornou público seu rompimento político com o prefeito Delson Lustosa por meio de nota enviada ao blog.
Dr. Júnior alegou que, apesar de seu apoio fundamental para a eleição do prefeito, ele foi continuamente marginalizado e não recebeu o devido reconhecimento. O vereador mencionou a falta de confiança do prefeito em sua pessoa e descreveu tensões políticas dentro do grupo.
Ele afirmou que o prefeito não tentou mediar as tensões e se alinhou com vereadores que pediram seu afastamento da Câmara. Dr. Júnior negou as acusações contra ele e ressaltou sua disposição em permanecer na política local de forma independente. Leia abaixo a íntegra da nota.
Venho a público, através da imprensa regional, comunicar rompimento político com o prefeito de Santa Terezinha Delson Lustosa.
A comunidade terezinhense sempre reconheceu o meu intuito em colaborar com a gestão municipal, e sabe, inclusive, da nossa atuação que garantiu ao atual prefeito que hoje pudesse estar na condução do município.
O que a grande maioria não sabe é que o gestor esquece completamente quem com ele foi aliado de primeira ordem e praticamente durante estes quase três anos de mandato vem seguidamente induzindo – através de atos nada cordiais a um aliado – ao meu afastamento do seu grupo político.
Delson, de curta memória, esqueceu que encontrava-se inelegível por ter suas contas rejeitadas na Câmara de Santa Terezinha e que este vereador, em 2020, na condição de presidente da Casa, foi provocado sobre falha no processo legislativo e pautou uma nova votação, onde a situação foi inicialmente revertida. Como presidente, eu poderia apenas arquivar a matéria e ela não seria analisada. Ele não teria sido candidato, a não ser que ingressasse na Justiça e conseguisse reverter o quadro, situação que poderia demorar e fazê-lo perder os prazos eleitorais.
Durante este seu mandato, dentro dos acordos que são politicamente republicanos, houve retaliação à minha atuação dentro da sua gestão. Tanto é que a Secretária de Administração Carol Ramos, por ser minha esposa, nunca foi autorizada a acessar os sistemas da pasta; apenas a secretária adjunta Gizelle Santos é quem detém as senhas. Hoje fica claro que ele retirou toda a autonomia da secretária pensando em ofuscar um trabalho competente que pudesse ser confundido com minha pessoa.
Este vereador que se dirige à população tentou de todas as formas ser colaborativo e de grupo durante este período, porém jamais foi valorizado. A população não tem ideia dos muitos momentos politicamente difíceis ao lado do gestor que tive que superar, as vezes me sentindo excluído. Mesmo assim, honrando nossa aliança de quase sete anos, permaneci no palanque do gestor.
Há poucos dias dois suplentes ingressaram com requerimentos solicitando cassação de meu mandato e do companheiro Manoel Grampão. Em nenhum momento o prefeito Delson Lustosa, líder político de ambos, os chamou para discutir a situação e se chamou não me comunicou. Pelo contrário, ele se alinhou ainda mais com o vereador autor das denúncias junto à polícia judiciária, o qual é a única testemunha de acusação arrolada pelo Ministério Público.
Mesmo eu tendo contribuído imensamente para que ele chegasse ao seu terceiro mandato, o prefeito Delson não se mostrou aliado em nenhum momento. Estes foram apenas alguns dos muitos motivos que nos obrigaram a tomar esta tardia decisão.
Definitivamente, o prefeito Delson Lustosa nunca confiou em minha pessoa como aliado. Tornou-se necessário expor alguns acontecimentos para relatar a situação. Temos que ressaltar também que, além da falta de confiança para comigo, não há clima político para estar no mesmo palanque onde permanecem dois vereadores suplentes que, por interesses próprios, pediram meu afastamento definitivo da Câmara, além do vereador que me imputa falsamente a prática de crimes, os quais provarei na Justiça e ao povo de Santa Terezinha minha inocência. O prefeito, além de não tentar equilibrar as tensões, fez foi se unir cada vez mais com o parlamentar que denunciou minhas gestões e as de Manoel Grampão enquanto presidentes do Poder Legislativo.
O prefeito dissemina factoide sobre a criação e manutenção de uma conta do Instagram (tribunaonline_st) atribuindo à minha pessoa as denúncias publicadas sobre a sua gestão. É percebido por todos que ele vem usando dessa desculpa na tentativa de fazer a opinião pública achar que eu o estava traindo, pelo contrário, o prefeito sim, traiu minha confiança e mostrou sua outra face.
Não sou homem de fugir de minhas responsabilidades e, até nesta situação, agi às claras, porque, quando sou aliado, sou aliado de verdade. Nesta terça-feira (31) procurei o prefeito e comuniquei minha decisão. Não mandei recado; não emiti nota prévia.
Mais uma vez fui surpreendido. Dessa vez pelo filho do prefeito, Hemerson Lustosa, que adentrou na conversa entre o prefeito e este vereador e, de forma grosseira e em tom ameaçador, disse: “Espero que você não fique processando o meu pai, para que todo mundo durma em paz”. Se ele pensa que irá intimidar quem colocou sua trajetória de vida à disposição do povo, está enganado. Não é do meu perfil baixar a cabeça por submissão para poderosos ou aqueles que se julgam poderosos, mesmo sem ao menos terem credenciais para tanto. Eu milito na boa política e, por isso, repudio esse tipo de atitude que se mostra de quem está desesperado ou sem preparo social.
Comunico que sigo minha jornada como homem público de forma independente. Permaneço atento ao que é melhor para minha querida Santa Terezinha e, noutro momento oportuno, discutiremos sobre a política local.
Sob forte comoção, foi sepultado hoje pela manhã em Afogados da Ingazeira José Mariano de Brito, 87 anos, pai do ex-deputado Antônio Mariano. José Mariano faleceu na madrugada de quinta-feira (07), no Hospital São Salvador na cidade de Olinda-PE. Familiares e amigos se juntaram num cortejo que seguiu até o Cemitério São Judas Tadeu, onde […]
Sob forte comoção, foi sepultado hoje pela manhã em Afogados da Ingazeira José Mariano de Brito, 87 anos, pai do ex-deputado Antônio Mariano. José Mariano faleceu na madrugada de quinta-feira (07), no Hospital São Salvador na cidade de Olinda-PE.
Familiares e amigos se juntaram num cortejo que seguiu até o Cemitério São Judas Tadeu, onde foi sepultado.
Foto: Romero Morais
José Mariano era considerado por muitos “um visionário, movido a sonhos” como escreveu seu neto o vereador Igor Sá Mariano no texto abaixo que fez para homenagear seu avô José:
Vovô José Mariano, um construtor de sonhos!
Meu Avô se foi na madrugada desta quinta-feira (7.1.16) depois de passar 87 anos construindo sonhos. Lembro-me que numa longa conversa na varanda da sua residência, no sítio Campins, em Afogados da Ingazeira – PE, certa vez ele me falava da sua vida, desde a adolescência até o casamento com minha avó, Laura Ramos de Brito (in memorian).
Me contava sorridente que casou com ela sem ter muitas condições financeiras, vindo de uma família humilde e ainda moço, decidiu ir morar na casa dela junto dos seus pais. Analfabeto, vovô tinha um dom impressionante com os números, fazia matemática como ninguém. Como uma águia, com visão muito a frente do seu tempo, decidiu ingressar no ramo do comércio, negociando estivas.
Lembro-me que com muito orgulho, ele me contava o quanto amava o Sítio São João, mas sempre fazia um alerta: “Quando me casei e comecei a negociar no sítio, vi que devia levar meus filhos para a “rua” para que eles pudessem ter estudos, coisa que eu não tive”, contava-me vovô.
Do casamento com minha avó Laura, vieram os filhos: Antônio Mariano, Lourdes Mariano, Heleno Mariano, Geneva Mariano, Niza Mariano, Elias Mariano, Irenilda Mariano, Iracilda Mariano, Iracy Mariano, Júnior Mariano e Denílson Mariano. Onze filhos, onze missões, onze sonhos: formar todos eles.
Vovô conduziu seu rebanho para morar na “rua”, morar em Afogados da Ingazeira, com o sonho de ver todos os seus filhos formados. Guardava ainda outro grande sonho, me confessava naquela tarde de domingo: “Queria ver um filho meu sendo Prefeito de Afogados da Ingazeira”. Dois grande sonhos, para um homem analfabeto, que “só” sabia assinar o nome e fazer as contas que sustentavam seu comércio.
Como toda família grande, teve que conviver com a dificuldade de criar onze “cabeças”, onze pessoas que pensavam e agiam de maneiras diferentes, mas para vovô isso era “fichinha”, como se diz no interior. Criou os filhos de forma correta, orientando todos (as) a serem cidadãos, homens e mulheres de bem, ele tirou de letra.
Vovô era um homem visionário, movido a sonhos, que almejou durante sua vida inteira conquistar objetivos e como afirmou Roberto Shinyashiki: “Tudo que um sonho precisa para ser realizado é alguém que acredite que ele pode ser realizado”, isso ele tinha, ele sempre acreditou.
Ao passar do tempo, foi conquistando com muito suor e trabalho muitas posses e patrimônios, foi um dos comerciantes mais bem sucedidos da nossa terra, proprietário de inúmeros imóveis, boa parte dos prédios que hoje existem na Avenida Manoel Borba foram dele, sem nunca perder a humildade e o desejo de ajudar o próximo. O matuto do São João começava a construir o alicerce dos seus sonhos.
Elegeu, com ajuda dos muitos amigos, o meu tio, seu primogênito, Antônio Mariano, ele foi Vereador, Prefeito e Quatro vezes Deputado Estadual, vovô foi além. Formou seus onze filhos do casamento com a minha avó.
Anos após a morte prematura de minha avó, decidiu casar de novo, com Cícera, teve dois filhos, Aline e Henrique, que também se formaram como ele tanto sonhou, e se juntaram com muito amor a nossa família. Ao todo, juntando os dois casamentos, foram treze filhos, treze formados, um ex-vereador, ex-prefeito e ex-deputado por quatro mandatos. Vovô conquistou tudo que sonhou!
Hoje, o Senhor lhe tirou o sopro de vida, o cansaço do tempo o venceu, como vencerá a todos nós. Mas tenho certeza que ao lado do Pai, onde ele hoje se encontra, vovô está muito feliz. Um exemplo de homem, de fé, de coragem, de vontade de vencer, de sonhar, um realizador de sonhos. Assim foi meu avô. Esse é o seu legado!
Teremos sempre muito orgulho do senhor Vovô, nosso baluarte, nosso patriarca, o céu está em festa com sua chegada e nós ficaremos sempre com seus ensinamentos. Descanse em paz! Como citou o aposto Paulo a Timóteo, “Combati o bom combate, completei a corrida, guardei a fé”. Te amaremos para sempre!
O transporte dos alimentos para a merenda escolar em Carnaíba, passou a ser feito pelo caminhão frigorífico, adquirido pela Prefeitura Municipal, com recursos próprios. “Com o armazenamento adequado, garantimos que os alimentos cheguem nas condições ideais para consumo, economizando tempo e melhorando a logística das entregas”, explicou a secretária de Educação, Cecília Patriota. A secretária […]
O transporte dos alimentos para a merenda escolar em Carnaíba, passou a ser feito pelo caminhão frigorífico, adquirido pela Prefeitura Municipal, com recursos próprios.
“Com o armazenamento adequado, garantimos que os alimentos cheguem nas condições ideais para consumo, economizando tempo e melhorando a logística das entregas”, explicou a secretária de Educação, Cecília Patriota.
A secretária de Saúde, Alessandra Noé destacou a importância da ação. “A qualidade dos alimentos é fundamental para saúde do público escolar. Apenas uma gestão com sensibilidade para questão sanitária vai se preocupar com o transporte dos itens alimentícios da merenda. A gestão sempre investiu na formação das cozinheiras, em um cardápio nutritivo, na adequação/estrutura das cozinhas das escolas e agora no transporte dos alimentos”, afirmou Alessandra.
“Nossa preocupação sempre será com a qualidade dos investimentos que fazemos, investimos naquilo que traz melhorias efetivas para a nossa população, para os nossos meninos e meninas no ambiente escolar”, reiterou o prefeito Anchieta Patriota.
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