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Boletim aponta 11% de atraso na segunda dose da vacina da Covid-19 no Brasil

Por André Luis

Na terça-feira (28), foi lançado o primeiro Boletim VigiVac da Fiocruz, projeto que visa acompanhar a efetividade das vacinas contra a Covid-19 utilizadas pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) no Brasil. A análise apontou uma taxa nacional de atraso na vacinação da segunda dose de 11%, até o dia 15 de setembro. 

As informações estão disponíveis no Painel de Atraso de Segunda Dose de Vacina, desenvolvido para acompanhar o cumprimento do esquema vacinal proposto e avaliar o plano de vacinação, podendo auxiliar os gestores no esforço para atingir a vacinação ideal. Os dados são atualizados semanalmente e podem ser visualizados de forma interativa, nos âmbitos municipal e estadual, por tipo de vacina. 

O objetivo do painel é apoiar os gestores a identificar municípios que precisam de suporte para acelerar a vacinação da segunda dose.

Para as análises foram considerados apenas os indivíduos que tomaram a primeira dose e que ainda não tomaram a segunda. Foram categorizadas como indivíduos em situação de atraso vacinal os que ainda não tomaram a segunda dose após 14 dias da data prevista. 

A taxa de atraso para a AstraZeneca é de 15%, da Coronavac é de 32%, e da Pfizer 1%. O boletim ressalta que a vacinação com Pfizer é mais recente e, comparada com as outras vacinas, existem ainda poucos casos possíveis de atraso de segunda dose.

Os pesquisadores destacam que o atraso da segunda dose pode comprometer seriamente a efetividade das vacinas no país, por isso é de extrema importância realizar este monitoramento para promover ações que atuem de forma assertiva na resolução do problema. 

A proteção contra Covid-19 só é adequada após a vacinação completa, com duas doses. Apenas a vacina da Janssen é aplicada em dose única.

Outras Notícias

Série A2: Flamengo de Arcoverde e Afogados FC empatam

Depois de ficar em desvantagem por duas vezes o Afogados FC conseguiu o empate com o Flamengo ontem na cidade de Arcoverde em uma “lapa de jogo ruim”, pelo estado da grama e futebol apresentado. Diante da vontade do Flamengo e apatia do Afogados, pode-se dizer que o empate foi um achado para a equipe […]

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Depois de ficar em desvantagem por duas vezes o Afogados FC conseguiu o empate com o Flamengo ontem na cidade de Arcoverde em uma “lapa de jogo ruim”, pelo estado da grama e futebol apresentado. Diante da vontade do Flamengo e apatia do Afogados, pode-se dizer que o empate foi um achado para a equipe do Pajeú.

Pedro Maikon duas vezes marcou para o Afogados de pênalti. Jean Carlos e Thiago anotaram para o time da casa. O grupo A apresentou como classificados à próxima fase Belo Jardim,  Afogados da Ingazeira,  Araripina e Petrolina.

Agora, as equipes jogam entre si para definição das duas que farão as semifinais com o outro grupo, definindo a partir daí as finalistas, com vaga garantida na elite do futebol pernambucano em 2016. Flamengo e Serrano deram adeus à competição.

Pela ordem, os jogos do Afogados FC, que se classificou em segundo no grupo na próxima fase são:

Quarta, 30/9, 15h – Afogados x Araripina

Domingo, 4/10, 15h30 – Belo Jardim x Afogados

Quarta, 7/10, 15h – Afogados x Petrolina

Domingo, 11/10, 16h – Petrolina x Afogados

Quarta, 14/10, 15h – Afogados x Belo Jardim

Domingo, 18/10, 16h – Araripina x Afogados

Adutora do Pajeú volta a operar normalmente

A Companhia Pernambucana de Saneamento, COMPESA, comunica à população em nota que às 19h do dia 10 de março, sexta-feira última, o sistema da Adutora do Pajeú retornou ao seu funcionamento. Como noticiamos, a Adutora havia parado devido a um estouramento por conta de fortes chuvas na região de Floresta. Isso porque moveram os blocos […]

A Companhia Pernambucana de Saneamento, COMPESA, comunica à população em nota que às 19h do dia 10 de março, sexta-feira última, o sistema da Adutora do Pajeú retornou ao seu funcionamento.

Como noticiamos, a Adutora havia parado devido a um estouramento por conta de fortes chuvas na região de Floresta. Isso porque moveram os blocos de ancoragem, causando o problema.

Com a retomada, cidades como Serra Talhada,  Afogados da Ingazeira, Carnaíba, Quixaba, Flores, Tabira, Solidão, Tuparetama e os Distritos de Jabitacá e Borborema, e redução da vazão de São José do Egito retomaram a distribuição normal.

O comunicado foi assinado por Eduardo José de Brito, Coordenador de Produção da Gerência de Negócios Regionais do Alto Pajeú.

Presidente do TCE esclarece sobre uso de verbas do Fundeb

O presidente do TCE, Dirceu Rodolfo de Melo Júnior, concedeu entrevista ao jornal Folha de Pernambuco nesta sexta-feira (19) para falar sobre o uso indevido das verbas do FUNDEB. A entrevista traz esclarecimentos sobre o posicionamento do TCE a respeito do assunto. Confira na íntegra: 1 – O Tribunal de Contas da União (TCU) publicou uma medida cautelar, assinada […]

O presidente do TCE, Dirceu Rodolfo de Melo Júnior, concedeu entrevista ao jornal Folha de Pernambuco nesta sexta-feira (19) para falar sobre o uso indevido das verbas do FUNDEB.
A entrevista traz esclarecimentos sobre o posicionamento do TCE a respeito do assunto. Confira na íntegra:

1 – O Tribunal de Contas da União (TCU) publicou uma medida cautelar, assinada pelo ministro Walton Alencar Rodrigues, determinando que o Governo de Pernambuco não utilize recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (FUNDEB) no pagamento de aposentadorias e pensões. O TCE autorizou o governo do Estado a usar os recursos do FUNDEB para pagar aposentados?

TCE – Primeiro, quero ressaltar que o TCE de Pernambuco respeita todas as instituições de controle, notadamente o TCU, que é um modelo de instituição republicana. Ademais, o processo ainda encontra-se em sede de medida cautelar. Quanto ao posicionamento do TCE em relação a essa questão, jamais o Tribunal de Contas autorizou ou autorizará qualquer administração municipal ou estadual a usar recursos do FUNDEB para pagar pensionistas e aposentados. É preciso que todos observem que a narrativa da aplicação de recursos do FUNDEB em pensionistas e aposentados da educação é fruto do que chamamos modernamente de pós-verdade, ou seja, uma inverdade construída e repetida à exaustão.

O Tribunal de Contas de Pernambuco, todos os anos, analisa as contas de governo do Estado de Pernambuco, e jamais detectou em suas auditorias aplicação de recursos do FUNDEB para pagamento de inativos. Até porque, se tivesse detectado, o TCE imputaria grave irregularidade ao gestor, inclusive com devolução de recursos.

2 – E por que isso não vale para a regra dos 25% de aplicação na educação? Qual a diferença entre esse percentual e os recursos do FUNDEB?
TCE – Foi lançada uma cortina de fumaça sobre a verdade, ou seja, as narrativas trouxeram à tona recursos do FUNDEB, quando em verdade o TCE editou uma resolução que trata dos 25% de aplicação na manutenção do desenvolvimento do ensino, que está prevista na Constituição Federal. Dizendo de outra forma, tratam-se de coisas completamente diversas.

O percentual de 25% é uma garantia de aplicação mínima a ser construída por cada Ente. Existe uma margem maior de escolha pelo gestor. Bem diferente do FUNDEB, que a verba é carimbada, ou seja, com destinação vinculada e exclusiva.

Enquanto o Fundeb é um fundo criado com recursos que são transferidos da União para os estados e de estados para municípios (transferência de fundo a fundo), com aplicação vinculada em políticas de educação, o percentual de 25%, previsto na Constituição, é o mínimo a ser alcançado pelo gestor através de investimentos na educação, a partir de impostos arrecadados e transferidos para o Ente.

3 – Então o TCE autorizou o uso dos 25% para pagamento de pensionistas da educação?

TCE – Ao contrário. Desde 2002, o TCE publicou uma resolução afirmando que não se pode computar para a complementação dos 25% de aplicação mínima para desenvolvimento e manutenção de educação gastos com pensão e aposentadoria. Fomos os primeiros a afirmar que isso não respeitava o mínimo constitucional.

Inclusive, na época, ou seja, há 20 anos, demos os prazos para que os municípios e o Estado se enquadrassem. Ocorre que, o Estado de Pernambuco, no ano de 2002, aprovou uma Lei Complementar que disse exatamente o contrário do que havíamos dito, ou seja, que o Estado iria computar os aposentados e pensionistas da educação para o alcance dos 25%. Esta lei nunca foi declarada inconstitucional, nem questionada por nenhum outro órgão de controle e vigorou durante cinco governos. O único órgão que todos os anos fez recomendações sobre esse aspecto foi o TCE, anotando o equívoco legislativo cometido pelo Estado.

Só a partir de 2020, com a Emenda Constitucional 108, se passou a dar um tratamento indiscutível à matéria. Depois dessa nova postura constitucional, o TCE editou uma resolução para que houvesse um regime de transição, de forma a garantir, além da segurança jurídica (a lei vigorava há 19 anos), gastos mais racionais, preservar o planejamento público e evitar desperdício de recursos, notadamente num ano em que há vedação de aumento de salário de servidores públicos, em razão da pandemia.

4 – Por que o TCE estabeleceu um prazo de até 3 anos para o Estado deixar de computar gasto com professores aposentados do limite constitucional de 25%?
TCE – Uma leitura mais detida e criteriosa da nossa resolução deixa claro que o TCE não deu um prazo de três anos para o cumprimento da norma constitucional. Na verdade, o Tribunal estabeleceu uma regra de transição para adequação do Estado à nova norma constitucional e fez isso para evitar um gasto sem planejamento, ou seja, desperdício de recursos públicos da educação. Tudo feito dentro da previsão de razoabilidade e proporcionalidade, que deve reger todas as decisões dos Tribunais de Contas.
5 – Como o TCE recebeu essa cautelar do Tribunal de Contas da União? A decisão do ministro Walton invade a competência do Tribunal de Contas de Pernambuco?  
TCE – Recebemos com naturalidade e com respeito à deliberação tomada por aquele prestigioso Tribunal, até porque não somos parte no processo. Contudo, é motivo de preocupação as determinações da Corte de Contas da União sobre fontes de recursos exclusivamente estaduais, o que pode pôr em risco a harmonia federativa e a autonomia de todo o sistema dos Tribunais de Contas. Temos convicção que tudo será devidamente esclarecido no âmbito daquele Tribunal.
Sicoob alcança marca de R$ 1 bilhão em ativos

O Sicoob Pernambuco comemorou nas suas redes sociais a marca de R$ 1 bilhão em ativos. A marca é um sinal de solidez da cooperativa financeira presente em todo o Estado. “Registramos nossa satisfação em comunicar um marco histórico em nossa trajetória: o Sicoob Pernambuco ultrapassa a marca de R$ 1 bilhão de ativos. Dedicamos […]

O Sicoob Pernambuco comemorou nas suas redes sociais a marca de R$ 1 bilhão em ativos.

A marca é um sinal de solidez da cooperativa financeira presente em todo o Estado.

“Registramos nossa satisfação em comunicar um marco histórico em nossa trajetória: o Sicoob Pernambuco ultrapassa a marca de R$ 1 bilhão de ativos. Dedicamos essa conquista a todos os nossos cooperados que acreditaram no poder do cooperativismo para transformar realidades”, diz em sua social.

Nascido da visão de Evaldo Campos e alguns idealizadores há 25 anos, o Sicoob Pernambuco tem 52 mil associados, com 40 pontos de atendimento.

Uma das vantagens do cooperativismo financeiro é a economia solidária, com todos os associados participando de suas decisões e dos resultados. Além disso, oferece taxas mais competitivas que o sistema convencional em grande parte dos seus serviços.

No Pajeú, onde nasceu, está em várias cidades, abrindo pontos de atendimento em vez de fechar. Em parte deles, é a única agência da cidade. Nas outras, conhecida pelo melhor relacionamento, mais humano e próximo, dado o treinamento para seus colaboradores, voltado à cultura de que ali está mais que um negócio, mas a construção de uma relação humanizada e justa, princípio do cooperativismo financeiro.

Ao contrário dos bancos, tem tido também uma ação solidária na região, com várias ações de apoio a organizações sociais, entidades, municípios, e com sua marca nos principais eventos culturais e das diversas áreas de desenvolvimento.

Serra Talhada sedia o 17º Encontro Nordestino de Xaxado com grupos do Brasil e de diversos países da América Latina

A Capital do Xaxado se prepara para viver mais um grande momento de celebração da cultura popular. Entre os dias 26 e 30 de novembro de 2025, Serra Talhada será palco do 17º Encontro Nordestino de Xaxado, evento que reúne grupos de danças, companhias folclóricas e artistas de várias regiões do Brasil e de outros […]

A Capital do Xaxado se prepara para viver mais um grande momento de celebração da cultura popular. Entre os dias 26 e 30 de novembro de 2025, Serra Talhada será palco do 17º Encontro Nordestino de Xaxado, evento que reúne grupos de danças, companhias folclóricas e artistas de várias regiões do Brasil e de outros países da América Latina.

Com apresentações no Polo Estação do Forró, escolas, distritos e no Museu do Cangaço, o encontro contará com a presença de grupos do México, Argentina, Colômbia, Equador e de diversos estados brasileiros, fortalecendo o intercâmbio cultural e a valorização das tradições nordestinas.

Programação diversificada

A solenidade de abertura acontece no dia 26 de novembro, às 19h30, com apresentações do Grupo de Xaxado Zabelê (Serra Talhada/PE), Grupo de Catira Tradição Araçatuba (SP), Grupo Maria Bonita (CE), Denise Azeredo (RS), Grupo de Tradições Folclóricas Moara (PA), Ballet Amancay (Argentina) e Centro Cultural Casanari (Colômbia).

Durante cinco dias, o público poderá acompanhar mais de 40 apresentações culturais, oficinas de formação, vivências de saberes, palestras e feiras de artesanato, livros e gastronomia regional. O evento também contará com shows musicais, como o de Assisão (Serra Talhada/PE) e do Forrozão Bom Que Só (João Pessoa/PB), além de ações educativas e turísticas, como a tradicional Rota nas Pegadas de Lampião, que leva os visitantes ao Sítio Passagem das Pedras, local de nascimento de Virgulino Ferreira da Silva (Lampião).

Valorização e identidade

De acordo com a presidente da Fundação Cultural Cabras de Lampião, Cleonice Maria, o evento representa uma das mais importantes ações de valorização da cultura popular do Nordeste.

“O Encontro Nordestino de Xaxado é um espaço de resistência e celebração das nossas raízes. Este ano É o momento em que o Brasil e outros países espalhadas pelo mundo se encontram aqui, no interior de Pernambuco, para reconhecer a força do povo nordestino, sua história e sua arte. E este ano o evento se torna ainda mais especial, porque celebramos também os 30 anos do Grupo de Xaxado Cabras de Lampião, que tem levado o nome de Serra Talhada e do cangaço para o Brasil e o mundo”, destacou.

O 17º Encontro Nordestino de Xaxado é uma produção da Fundação Cultural Cabras de Lampião, da Agência Cultural de Criação e Produção e do Centro Dramático Pajeú, com apoio da FUNARTE / Ministério da Cultura / Governo Federal, Secretaria de Cultura / FUNDARPE / Governo de Pernambuco.