Avião com manobras em baixa altitude assusta moradores do Pajeú
Por Nill Júnior
Moradores de Tabira e Água Branca na Paraíba tem se queixado de uma aeronave voando em baixas altitudes desde a semana passada. segundo relatos, o avião, cujo proprietário não foi identificado, faz voos rasantes e tem assustado moradores.
Sexta, uma equipe da Rádio Cidade fazia uma transmissão da rádio ao vivo em um bairro e foi surpreendida com o avião muito baixo. A equipe garante que nunca havia visto uma aeronave voando tão baixo.
“Só faltei me jogar ao chão quando vi aquele negócio vindo em minha direção. Esperei a queda dele mais adiante, mas do jeito que ia seguiu o voo. O susto foi grande”, disse o comunicador Júnior Alves.
Hoje, relato similar foi feito por um ouvinte da Rádio Pajeú em Água Branca, na Paraíba. Moradores de Fazenda Nova e comunidades de São José do Egito relatam o mesmo. “Ele voa muito baixo e assusta muito”, relata Zezinho de Água Branca. “Ontem passou esse avião aqui bem baixo”, ,Elizangela sítio Barreiros de Afogados.
Aeronave de mapeamento e análise topográfica: Consultores de aviação ouvidos pelo blog indicam que a aeronave pode estar fazendo análise topográfica da região. “Isso pode ser verificado pela antena na cauda”, diz o aviador Lupércio Morais.
Agora é fato: o vereador Val do Bar, alegando tratamento de saúde, está licenciado do cargo e ontem mesmo protocolou o pedido na Câmara de Tabira. Serão 120 dias fora do Poder Legislativo. Falando a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM ontem, Val comunicou que deverá se submeter a uma cirurgia na perna. O parlamentar também […]
Agora é fato: o vereador Val do Bar, alegando tratamento de saúde, está licenciado do cargo e ontem mesmo protocolou o pedido na Câmara de Tabira. Serão 120 dias fora do Poder Legislativo. Falando a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM ontem, Val comunicou que deverá se submeter a uma cirurgia na perna.
O parlamentar também admitiu estar desiludido com a vida pública e adiantou que não disputará a reeleição. Ele deixou claro que sua saída da política, não tem relação com a falta de apoio do empresário Jose de Arimateia. “A vida pública não é como a gente quer, nem como a gente pensa”, disse Val.
Falando sobre o caso “Esmar”, que resultou na abertura de uma Comissão de Investigação, na condição de participante, o parlamentar disse que já manteve contato com o MP e pela documentação apreciada, a escola pertence mesmo à municipalidade.
Ele disse achar que o Prefeito Sebastião Dias poderia ter feito mais por Tabira, mas admitiu que ao votar a Câmara tentará ajudar o prefeito a fazer um bom mandato.
Mesmo como integrante da bancada de oposição, Val citou como positiva a atuação dos secretários Flávio Marques, Edgley Freitas e Beto Santos. Críticas, apenas à saúde.
Com saída de Val, Mário Amaral deixa Secretaria de Obras : Com o objetivo de substituir o vereador Val do Bar que protocolou ontem uma licença de 120 dias, o primeiro suplente Mário Amaral, anunciou ontem a sua saída da Secretaria de Obras do Governo Sebastião Dias.
Expectativa agora para a posse de Mário em lugar de Val e o governo municipal oficializar o nome do novo Secretário.
O prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT) se defendeu em entrevista a Juliana Lima na Serra FM de questionamentos sobre a capacidade do município de resistir ao período chuvoso. Duque falou de São Caetano do Sul, São Paulo, onde participa até esta quarta, da 74ª Reunião Geral da Frente Nacional de Prefeitos. Ele destacou que […]
O prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT) se defendeu em entrevista a Juliana Lima na Serra FM de questionamentos sobre a capacidade do município de resistir ao período chuvoso.
Duque falou de São Caetano do Sul, São Paulo, onde participa até esta quarta, da 74ª Reunião Geral da Frente Nacional de Prefeitos.
Ele destacou que um plano emergencial já havia sido planejado anteriormente para lidar com as chuvas, mas que com o temporal que chamou de tromba d’água, foi montado um gabinete de crise. Ele culpou também a falta de investimentos no passado e ausência de linhas de crédito para intervenções como questões que agravam o problema.
“Serra Talhada padece de problemas históricos. Temos pontos em São Cristóvão, na Lagoa Maria Timóteo, no Bairro da Várzea, alguns trechos da Cohab, que necessitam de intervenções com custo elevado. Não há linha de crédito para investimento e mata-drenagem”.
Ele destacou o caso da rua Agostinho Magalhães. Nas redes sociais um vídeo mostra críticas ao atual governo e defesa de intervenções na gestão Carlos Evandro. “A rua não tem drenagem natural. No governo passado houve uma drenagem mas a tubulação não resistiu ao volume das chuvas”.
Ele também falou da falta de recursos para algumas intervenções necessárias. “Na AABB fizemos o trabalho na área chamada como Pesque e Pegue, mas a solução definitiva passa por muitos recursos. Em virtude da crise nacional não tem como captar. Vamos aguardar o novo governo. Estamos saindo com uma carta de intenções desse encontro de prefeitos”.
Duque disse ainda que qualquer cidade sofreria com os impactos dessas chuvas. “Você ter 125 milímetros de chuva em menos de uma semana, teria problema em Serra, São Paulo, Istambul ou Nova Iorque, porque nem sempre as redes coletoras estão preparadas para receber um volume tão grande de água”.
O gestor disse que as máquinas que estavam realizando atividades em áreas rurais foram todas deslocadas para a sede. “O governo está tomando todas as medidas necessárias. Quem perdeu bens materiais, estamos fazendo um levantamento. Se preciso vamos disponibilizar locais para pessoas eventualmente desabrigadas”.
Pernambuco foi citado como destaque pelo enfrentamento à microcefalia na reunião da presidente Dilma Rousseff com governadores, no Palácio do Planalto. O Estado foi citado pela chefe do Executivo nacional e por demais governadores pelo pioneirismo das notificações nos casos de microcefalia em Pernambuco e na rapidez da instalação da rede de referência para assistência […]
Pernambuco foi citado como destaque pelo enfrentamento à microcefalia na reunião da presidente Dilma Rousseff com governadores, no Palácio do Planalto. O Estado foi citado pela chefe do Executivo nacional e por demais governadores pelo pioneirismo das notificações nos casos de microcefalia em Pernambuco e na rapidez da instalação da rede de referência para assistência a crianças nascidas com essa má formação congênita.
Presente à reunião, o governador Paulo Câmara foi o primeiro gestor estadual a falar. Ele destacou a “transparência e a rapidez” com que tratou do problema e destacou, uma a uma, as ações que o Governo Estadual vem fazendo.
“Pernambuco virou modelo para outros Estados enfrentarem este grave problema de saúde pública. Estamos à disposição de todos vocês para reproduzir esta experiência, podermos trocar conhecimento e combater esse mal de forma mais efetiva”, afirmou Paulo Câmara. Na ocasião, os governadores apresentaram, em suas falas, as demandas de cada Estado.
O governador pernambucano reforçou os pedidos feitos pessoalmente à presidente no último sábado, quando Dilma esteve no Comando Militar do Nordeste, em Pernambuco. Entre as demandas dos gestores estão: revogação da portaria do Ministério da Saúde de Agentes de Endemia 1.243 (define forma de repasse de recursos da União para o cumprimento do piso salarial de Agentes de Combate às Endemias); revisão da portaria do Ministério da Saúde 1.025 (que define a quantidade de agentes contratados); pagamento integral do bloco de financiamento da média e alta complexidade, cuja previsão atual é de não ser pago em dezembro de 2015; modificação na legislação para facilitar o acesso a prédios fechados ou abandonados; financiamento para Centros de Reabilitação; e investimentos em novas tecnologias para combate ao mosquito.
O encontro foi aberto pela presidenta Dilma, que agradeceu a presença de todos e frisou o momento de gravidade pelo qual passa a saúde pública brasileira. Ela reforçou que não faltará recursos para os Estados afetados, mas não estabeleceu quantitativo e prazos. O ministro da Saúde, Marcelo Castro, e o chefe da Defesa Civil, general Adriano Pereira Júnior, fizeram apresentações sobre o enfrentamento ao Aedes aegypti, que já foram mostrado no último sábado, no Comando do Exército do Nordeste.
Além do ministro da Saúde, Dilma estava acompanhada dos chefes das pastas da Integração Nacional, Gilberto Occhi; da Casa Civil, Jacques Wagner; e da Defesa, Aldo Rebêlo, De Pernambuco, participaram o secretário estadual de Saúde, Iran Costa, e o secretário-geral da Confederação Nacional dos Municípios, o prefeito Cumaru, Eduardo Tabosa.
Prefeitura e Câmara separadamente comemoram os 56 anos de emancipação política de Tuparetama. A Prefeitura faz a festa já iniciada ontem com shows e segue hoje com Alvorada, partida de futebol, desfile de bandas, queima de fogos, lançamento de livro, corte do bolo e discurso do Prefeito Sávio Torres. Por seu lado o poder legislativo […]
Prefeitura e Câmara separadamente comemoram os 56 anos de emancipação política de Tuparetama. A Prefeitura faz a festa já iniciada ontem com shows e segue hoje com Alvorada, partida de futebol, desfile de bandas, queima de fogos, lançamento de livro, corte do bolo e discurso do Prefeito Sávio Torres.
Por seu lado o poder legislativo anuncia para hoje Bingo, corte de bolo, Solenidade presidida pelo Presidente Danilo Augusto de entrega de titulo cidadão a personalidades como o deputado Gonzaga Patriota, Secretário estadual das Cidades Francisco Papaléo, empresário Fabiano Queiroz e moção de aplausos a nomes que ajudaram a construir Tuparetama.
Chama a atenção a duplicidade de bolo na mesma festa. O Bolo da Câmara será cortado às 9h da manhã. Já o bolo da Prefeitura será dividido às 18h.
O radialista Anchieta Santos ouviu no Programa Cidade Alerta da Cidade FM ouviu ontem o Prefeito Sávio Torres com a programação oficial e o Presidente Danilo Augusto com as atividades da Câmara. Enquanto o prefeito depois de dizer que seria mais bolo para o povo, considerou estranho, o Presidente da Câmara considerou normal. “Apenas seguimos a tradição”, disse.
História: a cidade se localiza no Alto Sertão do Pajeú, cortado pelo rio de mesmo nome. Começou chamando-se Bom Jesus, posteriormente Tupã, e finalmente Tuparetama.
Segundo a tradição oral, o povoado foi crescendo a partir da primeira feira livre, realizada em 1889. A capela dedicada a Bom Jesus foi construída em 1910, que deu nome ao povoado. Em 1938, foi elevada à categoria de vila, denominada Tupã, pertencente ao município de Tabira.
Nesta época, era costume nomear cidades e povoados com nomes indígenas. Daí a troca do nome Bom Jesus por Tupã, que era a entidade divina dos índios tupis. Entretanto, em 1943, o nome foi alterado para Tuparetama (“terra de Deus”), por haver uma cidade no Estado de São Paulo com o nome de ‘Tupã’.
Severino Souto de Siqueira foi eleito 1º Prefeito de Tuparetama. A cidade é tida como pacata e já foi muito arborizada. É apelidada de “Princesinha do Pajeú”.
Administrativamente, o município é composto pelos distritos-sede e Santa Rita. Sua população estimada no ano de 2017 era de 8.169 habitantes, sendo o 12º município mais populoso da Microrregião do Pajeú.
O reitor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Alfredo Gomes, anunciou neste sábado (1º) uma reunião com Alexandre Pires, diretor do Ministério do Meio Ambiente, para discutir parcerias entre a universidade e o Governo Federal voltadas ao enfrentamento da desertificação e à recuperação ambiental do Semiárido nordestino. Alexandre Pires é natural de Iguaracy, no Sertão […]
O reitor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Alfredo Gomes, anunciou neste sábado (1º) uma reunião com Alexandre Pires, diretor do Ministério do Meio Ambiente, para discutir parcerias entre a universidade e o Governo Federal voltadas ao enfrentamento da desertificação e à recuperação ambiental do Semiárido nordestino. Alexandre Pires é natural de Iguaracy, no Sertão do Pajeú.
Segundo Alfredo Gomes, o encontro teve como foco alinhar estratégias para revitalizar nascentes, recuperar áreas degradadas e fortalecer políticas públicas de sustentabilidade na região. “Foi um encontro propositivo e fundamentado em evidências, onde discutimos caminhos para consolidar projetos estruturantes, ampliar redes de pesquisa e acelerar iniciativas que garantam água, vida e resiliência às comunidades do nosso território”, afirmou o reitor.
As discussões também envolveram a ampliação da cooperação entre universidades, órgãos federais e instituições de pesquisa, com o objetivo de desenvolver soluções inovadoras para os desafios ambientais do Semiárido.
Para o reitor, o fortalecimento do Semiárido é parte essencial de uma agenda nacional de sustentabilidade. “Fortalecer o Semiárido é fortalecer o Brasil. É reafirmar o papel da universidade pública como espaço de solução e de futuro”, destacou.
O diálogo entre a UFPE e o Ministério do Meio Ambiente deve continuar com novas reuniões e desdobramentos práticos. “A agenda segue firme: cuidar da terra, proteger as pessoas e transformar conhecimento em política pública”, concluiu Alfredo Gomes.
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