Notícias

Avião com grupo de turistas cai no Amazonas e mata 14 pessoas

Por Nill Júnior

Um avião caiu em Barcelos (AM), a 400 km de Manaus, na tarde deste sábado (16), deixando 14 mortos. Não há sobreviventes, segundo o governo do Amazonas.

Entre as vítimas estavam 12 passageiros, piloto e copiloto. A capacidade da aeronave é para 18 pessoas. Ainda não foram divulgados oficialmente os nomes das vítimas.

O avião saiu de Manaus e transportava um grupo de turistas, todos brasileiros, segundo o governo estadual, a partir de relatos iniciais. Os passageiros estariam na região para a prática de pesca esportiva.

O acidente teria ocorrido no momento em que o avião se aproximava do pouso, no aeroporto de Barcelos. “Devido às péssimas condições climáticas, duas aeronaves retornaram para Manaus e o piloto do avião decidiu tentar o pouso”, diz nota da Defesa Civil do AM.

“Ele estava recebendo os turistas que vão a Barcelos para pescar esportivamente. Pelas informações que me passaram, preliminares, os passageiros do avião tinham chegado de Brasília. De Brasília para Manaus, e de Manaus para Barcelos”, disse o prefeito de Barcelos, Edson de Paula Rodrigues Mendes, em entrevista ao Brasil Urgente, da Band.

Os corpos foram levados para uma escola municipal. Amanhã devem ser encaminhados à capital para serem entregues às famílias. No início da manhã de domingo (17), uma aeronave da aeronáutica vai para o local com representantes da Polícia Civil, bombeiros e governo do Estado.

A aeronave pertencia à Manaus Aerotáxi. A empresa estava regular e tinha permissão para atuar em táxi aéreo, segundo registro da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil).

A FAB foi acionada para realizar perícia no local. A Força Aérea Brasileira informou que investigadores do SERIPA VII (Sétimo Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) e do CENIPA (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) realizarão o trabalho.

Outras Notícias

Danilo participa da Festa Nacional dos Jericos, em Panelas

Em Panelas, o pré-candidato a governador Danilo Cabral (PSB), visitou a 48ª Festa Nacional do Jericos, neste domingo (01/05). O socialista circulou pelo evento, o maior do tipo no Brasil, ao lado do prefeito Ruben Lima; do presidente estadual do PSB e pré-candidato à Assembleia Legislativa Sileno Guedes; e do deputado federal Silvio Costa Filho, […]

Em Panelas, o pré-candidato a governador Danilo Cabral (PSB), visitou a 48ª Festa Nacional do Jericos, neste domingo (01/05). O socialista circulou pelo evento, o maior do tipo no Brasil, ao lado do prefeito Ruben Lima; do presidente estadual do PSB e pré-candidato à Assembleia Legislativa Sileno Guedes; e do deputado federal Silvio Costa Filho, além de prefeitos da região, vereadores e lideranças políticas.

“Panelas sempre teve um carinho muito grande conosco. E pudemos perceber isso com essa caminhada de hoje ao lado de pessoas como o prefeito Ruben, que vem fazendo uma gestão muito boa. A prova disso é o carinho que ele recebe por onde passa. Tive a oportunidade de estar em Panelas na época em que fui secretário da Educação de Eduardo, onde implementamos obras importantes, não só aqui como em todo o estado de Pernambuco”, pontuou Danilo, destacando as característica do Festival dos Jericos.

“Essa festa é muito importante, pois valoriza a identidade cultural desse que é um dos principais eventos do estado de Pernambuco. Isso valoriza o Turismo e a Economia. A partir dessa iniciativa, conseguimos gerar empregos que vêm sendo uma dificuldade muito grande por conta dos problemas causados pela pandemia” afirmou Danilo.

“Então, esse tipo de atividade, que é fruto da parceria entre governo do estado e a prefeitura, permite que muita gente ganhe aqui; seja através de comércio, transporte ou hospedagem. Todo mundo ganha com esse tipo de atividade. Queria parabenizar Ruben novamente por essa linda festa e dizer que, quando chegarmos à condição de governador, vamos cumprir com os compromissos em Panelas que firmamos hoje. Panelas terá, sim, portas abertas no Palácio do Campo das Princesas”, encerrou Danilo.

Rádio Sertania FM fará entrevistas com os candidatos a prefeito e vice

A Sertânia FM começará a partir de terça-feira (03.11), uma série de entrevistas com os candidatos a vice-prefeito e prefeito de Sertânia, Moxotó pernambucano. As sabatinas serão ao vivo no programa jornalístico “Fala Sertânia”, divididas em três blocos. No primeiro, haverá a apresentação do perfil de cada postulante. No segundo, as perguntas que serão sorteadas […]

A Sertânia FM começará a partir de terça-feira (03.11), uma série de entrevistas com os candidatos a vice-prefeito e prefeito de Sertânia, Moxotó pernambucano.

As sabatinas serão ao vivo no programa jornalístico “Fala Sertânia”, divididas em três blocos. No primeiro, haverá a apresentação do perfil de cada postulante. No segundo, as perguntas que serão sorteadas no momento da entrevista, e, por último, as considerações finais.

A rodada de entrevistas tem como objetivo único e exclusivo oferecer aos postulantes a oportunidade de expressar para os ouvintes e eleitores, os principais pontos de seus programas de governo, bem como o que pretendem fazer, caso eleitos, para a melhoria da qualidade de vida dos munícipes.

A primeira entrevista será na terça-feira (03.11), com o candidato a vice-prefeito Antônio Almeida (Coligação Frente Popular de Sertânia). No dia seguinte, o participante será o candidato a vice-prefeito André Gigio (Coligação Renova Sertânia), a partir das 11 horas, na Rádio Sertânia FM. 

As sabatinas serão coordenadas pela jornalista Cecília Souza.

Na próxima semana, começando também na terça-feira (10.11), o sabatinado será o candidato à reeleição Ângelo Ferreira (Frente Popular). Na quarta-feira (11.11), o candidato da oposição Luiz Abel (Renova Sertânia) fechará a rodada de entrevistas, obedecendo os mesmos critérios de horário e modelo criado pela emissora.

Todas as entrevistas serão transmitidas com exclusividade pelo Instagram da Sertânia FM @radiosertaniafm, e serão cumpridos todos os protocolos de segurança sanitária recomendados para a realização das mesmas.

Bolsonaro divulga ‘Declaração à Nação’ e diz que não teve ‘intenção de agredir’ poderes

G1 O presidente Jair Bolsonaro divulgou nesta quinta-feira (9) um texto intitulado “Declaração à Nação” no qual afirma que nunca teve “intenção de agredir quaisquer dos poderes”. Segundo o texto, “as pessoas que exercem o poder, não têm o direito de ‘esticar a corda’, a ponto de prejudicar a vida dos brasileiros e sua economia”. […]

G1

O presidente Jair Bolsonaro divulgou nesta quinta-feira (9) um texto intitulado “Declaração à Nação” no qual afirma que nunca teve “intenção de agredir quaisquer dos poderes”.

Segundo o texto, “as pessoas que exercem o poder, não têm o direito de ‘esticar a corda’, a ponto de prejudicar a vida dos brasileiros e sua economia”.

A divulgação da declaração foi um conselho a Bolsonaro do ex-presidente Michel Temer. Na manhã desta quinta, Bolsonaro mandou um avião para São Paulo, a fim de buscar o ex-presidente para um almoço no qual discutiram a crise institucional. Temer orientou Bolsonaro a divulgar um “manifesto de pacificação”.

No texto, o presidente credita a crise a “discordâncias” em relação a decisões do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e afirma que essas questões “devem ser resolvidas por medidas judiciais que serão tomadas de forma a assegurar a observância dos direitos e garantias fundamentais previsto no Art 5º da Constituição Federal”.

Em ato político na última terça-feira (7), em São Paulo, Bolsonaro afirmou que não mais cumpriria decisões de Alexandre de Moraes. “Dizer a vocês que, qualquer decisão do senhor Alexandre de Moraes, este presidente não mais cumprirá. A paciência do nosso povo já se esgotou, ele tem tempo ainda de pedir o seu boné e ir cuidar da sua vida. Ele, para nós, não existe mais”, declarou Bolsonaro a um público de apoiadores.

Bolsonaro chegou a fazer uma ameaça ao presidente do STF, ministro Luiz Fux: “Ou o chefe desse poder enquadra o seu [Alexandre de Moraes] ou esse poder pode sofrer aquilo que nós não queremos”.

Durante o encontro, no Palácio do Planalto, Temer promoveu um contato telefônico entre Bolsonaro e Alexandre de Moraes. Segundo informou a jornalista Delis Ortiz, da TV Globo, a conversa foi amena e institucional.

“Quero declarar que minhas palavras, por vezes contundentes, decorreram do calor do momento e dos embates que sempre visaram o bem comum”, afirmou Bolsonaro no texto da declaração. Veja íntegra do texto:

Declaração à Nação

No instante em que o país se encontra dividido entre instituições é meu dever, como Presidente da República, vir a público para dizer:

1. Nunca tive nenhuma intenção de agredir quaisquer dos Poderes. A harmonia entre eles não é vontade minha, mas determinação constitucional que todos, sem exceção, devem respeitar.

2. Sei que boa parte dessas divergências decorrem de conflitos de entendimento acerca das decisões adotadas pelo Ministro Alexandre de Moraes no âmbito do inquérito das fake news.

3. Mas na vida pública as pessoas que exercem o poder, não têm o direito de “esticar a corda”, a ponto de prejudicar a vida dos brasileiros e sua economia.

4. Por isso quero declarar que minhas palavras, por vezes contundentes, decorreram do calor do momento e dos embates que sempre visaram o bem comum.

5. Em que pesem suas qualidades como jurista e professor, existem naturais divergências em algumas decisões do Ministro Alexandre de Moraes.

6. Sendo assim, essas questões devem ser resolvidas por medidas judiciais que serão tomadas de forma a assegurar a observância dos direitos e garantias fundamentais previsto no Art 5º da Constituição Federal.

7. Reitero meu respeito pelas instituições da República, forças motoras que ajudam a governar o país.

8. Democracia é isso: Executivo, Legislativo e Judiciário trabalhando juntos em favor do povo e todos respeitando a Constituição.

9. Sempre estive disposto a manter diálogo permanente com os demais Poderes pela manutenção da harmonia e independência entre eles.

10. Finalmente, quero registrar e agradecer o extraordinário apoio do povo brasileiro, com quem alinho meus princípios e valores, e conduzo os destinos do nosso Brasil.

DEUS, PÁTRIA, FAMÍLIA

Jair Bolsonaro
Presidente da República federativa do Brasil

Ministros do STF negam interferência da Corte em processo de impeachment

Agência Brasil – Dois ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) se pronunciaram hoje (9) sobre a decisão do ministro Edson Fachin, que suspendeu ontem (8) a tramitação do pedido de impeachment da presidenta Dilma Rousseff até a próxima quarta-feira (16), quando a Corte deve julgar a validade da Lei 1.079/50, que regulamentou as normas de […]

Para os ministros Marco Aurélio e Luís Roberto Barroso, o STF vai julgar somente a constitucionalidade das regras sobre tramitação do processo de impeachment, sem entrar na decisão política do Congresso
Para os ministros Marco Aurélio e Luís Roberto Barroso, o STF vai julgar somente a constitucionalidade das regras sobre tramitação do processo de impeachment, sem entrar na decisão política do Congresso

Agência Brasil – Dois ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) se pronunciaram hoje (9) sobre a decisão do ministro Edson Fachin, que suspendeu ontem (8) a tramitação do pedido de impeachment da presidenta Dilma Rousseff até a próxima quarta-feira (16), quando a Corte deve julgar a validade da Lei 1.079/50, que regulamentou as normas de processo e julgamento do impeachment.

Para os ministros Luís Roberto Barroso e Marco Aurélio, Fachin não interferiu nas atividades do Legislativo ao atender pedido do PCdoB, aliado do governo, para impedir a instalação da comissão especial. Segundo Barroso, o ministro determinou uma suspensão breve com o objetivo de avaliar se o rito adotado pelos deputados está de acordo com a lei e a Constituição.

“Se há alguma dúvida e algum questionamento, é melhor parar o jogo um minutinho e acertar isso. Acho que não é interferência. Até porque a decisão dele [Fachin] foi motivada por membros do próprio Congresso ou por partidos políticos.”

Na avaliação de Roberto Barroso, a Corte vai julgar somente a constitucionalidade das regras sobre tramitação do processo de impeachment, sem entrar na decisão política do Congresso que deflagrou o pedido de impedimento da presidenta Dilma.

“Em matérias como essa, o Supremo não fará juízo de mérito, mas é preciso fazer uma avaliação de que o procedimento esteja sendo cumprido adequadamente. Esta é uma matéria com uma Constituição nova. Existe uma lei antiga, normas do regimento interno. Portanto, há muitas dúvidas”, afirmou o ministro.

O ministro Marco Aurélio concordou Barroso, assegurando que não houve interferência no Legislativo. “A última trincheira do cidadão é o Judiciário. O Supremo tem a palavra final sobre a alegada violência a um direito. Tenho de presumir a correção do ato do colega. A premissa é que não estaria respeitando o fugurino legal na votação da escolha da comissão. É tempo de observar-se o império da lei”, acrescentou.

Na ação protocolada semana passada no STF, o PCdoB pede a derruba de artigos da Lei 1.079/50, que regulamentou as normas de processo e julgamento do impeachment, A norma foi editada sob a vigência da Constituição de 1946. Para o partido, a lei não foi recepcionada pela Constituição de 1988.

A questão sobre a validade da lei foi discutida em 1992, quando os ministros julgaram recurso do então presidente Fernando Collor para barrar seu processo de impeachment. Na ocasião, os magistrados decidiram que a lei foi recepcionada, em grande parte, pela Constituição.

Renato Grangeiro assume apoio à Terceira Via em Tuparetama

Em Tuparetama o grupo da Terceira Via reuniu-se com Dr. Renato Grangeiro, que se disponibilizou, inclusive, para compor a chapa, podendo ser o vice de Romero Pessoa ou Joel Gomes. “Teremos candidatos do grupo e estamos abertos a receber adesões”, disse. Ele criticou o prefeito Dêva Pessoa. “A intransigência do atual prefeito  obrigou-nos a seguir […]

IMG-20160331-WA0022

Em Tuparetama o grupo da Terceira Via reuniu-se com Dr. Renato Grangeiro, que se disponibilizou, inclusive, para compor a chapa, podendo ser o vice de Romero Pessoa ou Joel Gomes. “Teremos candidatos do grupo e estamos abertos a receber adesões”, disse. Ele criticou o prefeito Dêva Pessoa.

“A intransigência do atual prefeito  obrigou-nos a seguir por esse trilho. Passaram três anos e três meses  ignorando pessoas que lhe apoiaram, contribuíram maciçamente para sua vitória e nunca tiveram o mínimo de espaço respeito pelos aliados da sua eleição e os que posteriormente compuseram seu grupo”.

Deva, segundo seus ex aliados, não soube conduzir o processo político, depois de ter apoio de seis vereadores e hoje só contar com dois, inclusive um votando a favor de Sávio Torres e contra o Parecer pela rejeição das Contas de 2009 do Presidente da Comissão.

“Nem telefone atende, imagina cumprir qualquer compromisso”, diz Joel Gomes. Renato Grangeiro desfiliou-se do PTB, partido de Sávio Torres e segue o mesmo caminho de Joel.