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Avança proposta de concurso com data única em cidades do Pajeú

Por Nill Júnior
Foto: Júnior Finfa

Os prefeitos da região que integram o CIMPAJEÚ estiveram reunidos na sede da entidade em Afogados da Ingazeira nesta terça-feira. A reunião foi tocada pelo coordenador do Consórcio Marconi Santana e teve boa participação.

Além dele, José Patriota (Afogados), Luciano Duque (Serra Talhada), João Batista (Triunfo), Zeinha Torres (Iguaracy), Lino Morais (Ingazeira), Anchieta Patriota (Carnaíba), Djalma Alves (Solidão), Manuca (Custódia), Vaninho de Danda (Santa Terezinha), Tião Gaudêncio (Quixaba), Sávio Torres (Tuparetama), Sandra Magalhães (Calumbi) e Mário Flor (Betânia), acompanharam as discussões.

Foram vários temas em debate com destaque para a discussão do concurso público em data única nos municípios que tem necessidade de realizar o certame.

A ideia – que tem controvérsias jurídicas entre o “pode” e o “não pode” – busca favorecer que candidatos de cada cidade disputem as eleições no seu território. A estratégia inédita é analisada desde 2017. Caso prospere, os prefeitos devem avaliar coletivamente o dia e que cidades, dependendo de fatores como a necessidade de cada cidade e o limite da LRF. “Nossa previsão é lançar o edital em maio e realizar as provas em novembro deste ano”, disse o presidente Marconi Santana.

Outras Notícias

O mico de Rorró

A prefeita da cidade de Floresta, Rorró Maniçoba (PSB), foi protagonista de um grande mico ontem (10), na Assembleia da Amupe. Após o governador Paulo Câmara anunciar o repasse de R$ 222 milhões na área de saúde para todos os municípios pernambucanos, a gestora cobrou o repasse do FEM do seu município. Mas, segundo o blogueiro […]

A prefeita da cidade de Floresta, Rorró Maniçoba (PSB), foi protagonista de um grande mico ontem (10), na Assembleia da Amupe.

Após o governador Paulo Câmara anunciar o repasse de R$ 222 milhões na área de saúde para todos os municípios pernambucanos, a gestora cobrou o repasse do FEM do seu município.

Mas, segundo o blogueiro Júnior Finfa em sua coluna de hoje, o Governo do Estado já efetuou todo o quantitativo que o município de Floresta tinha direto. “A prefeita Rorró não acompanha os repasses que chegam aos cofres da Prefeitura?” – pergunta o blogueiro.

Grave acidente termina em morte na PE 320

Imagens que circulam nas redes sociais mostram a dimensão do capotamento de um Volkswagen UP na tarde de hoje, na PE 320. O acidente aconteceu na PE-320, entre Carnaíba e Afogados, próximo ao povoado da Itã. O motor do carro chega a se desprender do veículo com o impacto. Informações dos veículos de Serra Talhada […]

Imagens que circulam nas redes sociais mostram a dimensão do capotamento de um Volkswagen UP na tarde de hoje, na PE 320.

O acidente aconteceu na PE-320, entre Carnaíba e Afogados, próximo ao povoado da Itã. O motor do carro chega a se desprender do veículo com o impacto.

Informações dos veículos de Serra Talhada indicam que uma vítima fatal é de Serra Talhada. Anielson Magalhães, idade não informada, não resistiu aos ferimentos graves e morreu no local.

Equipes do SAMU e Bombeiros atuaram no resgate. Duas vítimas foram socorridas para o Hospital Regional Emília Câmara.

Veja informação do Hospital Regional Emília Câmara ao blog sobre os feridos:

Na tarde de 11 de outubro de 2024, duas vítimas de um acidente ocorrido nas proximidades da BR-232, entre Carnaíba e Afogados da Ingazeira, foram encaminhadas ao Hospital Regional Emília Câmara (HREC). Uma terceira vítima não sobreviveu no local.

A primeira vítima encontra-se estável em leito de sala vermelha. Ele sofreu um capotamento, apresentando politraumatismo e diversas escoriações. As tomografias iniciais indicaram fraturas bilaterais no fêmur e uma bacia instável. O paciente encontra-se em avaliação cirúrgica devido a líquido livre na cavidade abdominal e um sangramento no tórax.

A segunda vítima, queixava-se de dor torácica, lombar e facial, mas está clinicamente estável. Já recebeu atendimento e seguirá em acompanhamento multiprofissional.

Abrigo: prefeitura admite dificuldades, diz não receber contrapartidas e cobra participação da sociedade

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira implantou, em maio de 2015, um serviço pioneiro de acolhimento de cães abandonados e soltos pelas ruas da cidade, utilizando o espaço do antigo matadouro público desativado. O espaço é limpo uma vez por dia e os animais recebem água e ração regularmente. Por mês, são adquiridos 150 quilos […]

eles aguardam uma adoção
Foto: Ascom

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira implantou, em maio de 2015, um serviço pioneiro de acolhimento de cães abandonados e soltos pelas ruas da cidade, utilizando o espaço do antigo matadouro público desativado.

O espaço é limpo uma vez por dia e os animais recebem água e ração regularmente. Por mês, são adquiridos 150 quilos de ração animal para alimentar os cães acolhidos. Reconhecemos os problemas no local e estamos dispostos a dialogar com cidadãos e entidades ligadas à defesa da causa animal para juntos encontrarmos alternativas viáveis para o problema.

Não há nenhuma contrapartida, Federal ou Estadual, para mantermos o serviço em funcionamento. Infelizmente, uma pequena parcela da população contribui abandonando animais nas ruas, inclusive oriundos de outros municípios da região. Queremos a ajuda de todos não apenas para exercer a crítica, mas também para buscar soluções compartilhadas.

Para se ter uma ideia, o primeiro animal foi acolhido no local em 07 de Maio de 2015. Ele ainda encontra-se lá, saudável, a procura de alguém que o adote. Ninguém nos foi procurar para promover a adoção solidária. Outro grave problema é que desde 2014 o município não recebe as doses da vacina antirrábica, cuja responsabilidade é do Ministério da Saúde. A notícia é que as doses referentes ao ano de 2015, devem chegar nas próximas semanas.

A saída é formalização de parcerias. E estamos dispostos a fazêlas.

Prefeitura de Afogados da Ingazeira
Núcleo de Comunicação Social

Mais quatro meninos são retirados de caverna na Tailândia

G1 Os quatro meninos foram retirados da caverna Tham Luang, na Tailândia, subindo para oito o número de resgatados, na manhã desta segunda-feira (9), 2º dia das operações de salvamento, segundo a Marinha. Cinco pessoas ainda permanecem na cavidade subterrânea, onde entraram no dia 23 de junho. Os quatro garotos passam bem e foram levados […]

G1

Os quatro meninos foram retirados da caverna Tham Luang, na Tailândia, subindo para oito o número de resgatados, na manhã desta segunda-feira (9), 2º dia das operações de salvamento, segundo a Marinha. Cinco pessoas ainda permanecem na cavidade subterrânea, onde entraram no dia 23 de junho.

Os quatro garotos passam bem e foram levados para o hospital da província de Chiang Rai, que fica a cerca de 70 km da caverna. Inicialmente, o governo tinha previsto a retirada de três meninos neste segundo dia de resgate, mas, com base no sucesso da operação do domingo, mais quatro foram trazidos à superfície nesta segunda.

Os nomes dos resgatados não foram divulgados oficialmente. As cinco pessoas que ainda estão nas galerias subterrâneas estão em bom estado de saúde.

O comandante das Forças Armadas tailandesas afirmou que em mais três dias todo o grupo estará fora da caverna.

O segundo dia de resgate correu bem nesta segunda-feira, mas a próxima fase “vai depender de todas as condições”, segundo vice-comandante do Exército da Terceira Região do Exército da Tailândia.

Os trabalhos desta segunda foram retomados após mais de 10 horas de intervalo após o fim da primeira fase, porque era preciso repor o estoque de oxigênio da caverna.

A operação de resgate é bastante complexa e perigosa: as galerias subterrâneas estão completamente escuras. O grupo precisa atravessar um trecho inundado e depois percorrer outro com um relevo bastante acidentado. Alguns dos meninos não sabem nadar. Todos precisaram aprender técnicas de mergulho às pressas.

Como os meninos passaram um longo período de jejum forçado, as autoridades temiam o estado de saúde deles. Porém, os oito primeiros resgatados chegaram à superfície em segurança e em bom estado de saúde.

Os quatro resgatados no domingo permanecem internados no hospital de Chiang Rai em quarentena para evitar possíveis infecções. As autoridades estudam liberar a visita dos pais, segundo a CNN. Os garotos estavam com fome e pediram para comer um prato à base de arroz.

Ibirajuba e Jataúba recebem visita da coordenação da ONG Sabiá

O biólogo e coordenador da ONG Centro Sabiá, Alexandre Pires, cheg​ou a Ibirajuba e Jataúba, no agreste pernambucano, para conferir a execução dos mais diversos projetos que a organização desenvolve nos municípios​. Enquanto em Ibirajuba a organização articulou ​a construção de 23 cisternas e diversas ações de assistência técnica e extensão rural, em Jataúba foram […]

O biólogo e coordenador da ONG Centro Sabiá, Alexandre Pires, cheg​ou a Ibirajuba e Jataúba, no agreste pernambucano, para conferir a execução dos mais diversos projetos que a organização desenvolve nos municípios​.

Enquanto em Ibirajuba a organização articulou ​a construção de 23 cisternas e diversas ações de assistência técnica e extensão rural, em Jataúba foram mais de 25 famílias recebendo assistência técnica​ em agroecologia e mais de 300 cisternas articuladas entre programa Cisterna nas Escolas, Cisterna Calçadão e Enxurrada, além de 12 famílias recebendo o Fundo Rotativo Solidário​ para investimento em produção de hortaliças e caprinos​.

“Ir aos territórios para conversar com nossa equipe e com as famílias agricultoras percebendo os impactos do trabalho na vida das pessoas é fundamental para reafirmarmos nossas estratégias, mas também para sentir quais outras demandas”​, explica Alexandre.​

Em Jataúba, Alexandre visitou as comunidades Olho D’água e Sobrado. 

Em ambas o coordenador destacou o papel central das cisternas e como o governo federal vem desarticulando o projeto: após o recorde de 111 mil e 106 mil tecnologias construídas em 2013 e 2014, respectivamente, ano após ano a construção de cisternas no semiárido vem caindo, até atingir o número pífio de menos de 3 mil em 2021.

“Lamentavelmente temos vivido um apagão das políticas públicas para as populações rurais. Ainda há uma demanda de 350 mil cisternas para atender agricultores, quilombolas e indígenas, principalmente. Em Pernambuco são 38 mil famílias que ainda não têm as tecnologias, precisamos alertar à sociedade urgentemente para cobrar do Governo Federal a execução do Programa Cisternas”, alerta Alexandre.

Já em Ibirajuba, o coordenador conheceu a associação da comunidade do Cajá e refletiu com as mulheres da região, durante evento referente ao mês da mulher, como a cisterna melhorou a vida das agricultoras, já que são elas as responsáveis por buscar água para as atividades do dia a dia. 

“Com a construção das cisternas a mulher ganhou qualidade de vida, por ter água próxima de si mesmo nos períodos mais secos”, destaca. Alexandre ainda interagiu e dialogou com a secretária de agricultura do município, Márcia Cristina.

AJUDE A CONSTRUIR UMA CISTERNA

O coordenador da ONG deve visitar 15 municípios do Agreste: além de Ibirajuba e Jataúba, Caruaru, Panelas, Cupira, Agrestina, Taquaritinga do Norte, Vertentes, Casinhas, João Alfredo, Riacho das Almas, Frei Miguelinho, Santa Maria do Cambucá, São Caetano e Garanhuns também receberão o biólogo. 

Além de fomentar o desenvolvimento da alimentação saudável, agroecologia e agricultura familiar, a ONG Sabiá busca aumentar ainda mais a autonomia das famílias com relação ao acesso à água, com tecnologias como barragens subterrâneas e cisternas; inclusive sobre as cisternas há uma campanha solidária chamada “Tenho Sede”. 

Esta é uma alternativa da Articulação do Semiárido Brasileiro para seguir construindo cisternas pelo semiárido brasileiro. Se você puder ajudar com qualquer quantia acesse o site tenhosede.org.br e participe.   Clipe da campanha: https://youtu.be/pYWGLsT9cPI AÇÕES

SOCIAIS TRANSFORMADAS EM POLÍTICAS PÚBLICAS

Visando fomentar políticas públicas para convivência com os semiárido, Alexandre Pires também é pré-candidato a deputado estadual em Pernambuco pelo Psol nas eleições de 2022. 

“Como sertanejo e que conhece bem o que é essa realidade do Semiárido, a pré-candidatura é um chamado a responsabilidade de defender na ALEPE políticas eficientes como a das Cisternas, e outras, que contribuem para melhoraria da qualidade de vida dos homens e mulheres do campo”, reforça.

A candidatura é resultado da articulação de agroecologistas, professores, pesquisadores, artistas, especialistas de diversas organizações e movimentos sociais atuantes em Pernambuco, movimento denominado “Agroecologia Urgente”. 

“Defender a pauta da Agroecologia para o desenvolvimento de Pernambuco é fundamental, no enfrentamento à emergência climática, fome e desemprego. É preciso pensar em investimentos em Assistência Técnica e infraestruturas para as famílias agricultoras produzirem e colocar esses alimentos no mercado”, finaliza o coordenador.