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Assinado contrato de concessão do Centro de Convenções de Pernambuco

Por André Luis

O Governo de Pernambuco assinou, nesta sexta-feira (28), o contrato de concessão do Centro de Convenções de Pernambuco (Cecon) ao consórcio mineiro Cid Convenções, que será responsável pela administração, operação e manutenção do local.

A cerimônia de assinatura ocorreu no gabinete do governador Paulo Câmara, no Palácio do Campo das Princesas. O valor do contrato é de mais de R$ 580 milhões, a serem investidos pela concessionária no período de 35 anos. A partir da outorga, o uso dos recursos públicos será otimizado, reduzindo em R$ 29 milhões o valor empregado anualmente pelo Estado no equipamento.

“Uma parceria em favor dos negócios, do turismo, das feiras e do empreendimento do nosso Estado. É um grupo que tem conhecimento e que vai poder oferecer um ambiente cada vez melhor para receber as pessoas e, acima de tudo, pensando no futuro e no desenvolvimento de Pernambuco”, pontuou o governador Paulo Câmara.

De acordo com a secretária de Turismo e Lazer do Estado, Milu Megale, o processo que culminou com a assinatura do contrato de concessão durou cerca de um ano. “Apesar de ser um equipamento que já funciona muito bem, o Centro de Convenções precisa de modernizações que a empresa vai fazer, através de investimentos durante esse período”, detalhou.

No projeto, estão previstas a recuperação da entrada principal da estrutura, a instalação de salas multiuso, a preparação para instalação de uma área gourmet e a criação de área para eventos externos, além de manutenção na estrutura do complexo. 

“É um ótimo equipamento, com uma capacidade muito boa e uma arquitetura muito bonita, isso chamou nossa atenção. A expectativa é muito grande. Já existe um projeto com previsão de melhorias na infraestrutura, além de planejamento para realização de shows e eventos no local, focando no ano que vem. Estamos muito animados com a vinda para Pernambuco”, afirmou Wesley Bambirra, presidente da Infracon Engenharia e Comércio, participante do consórcio, composto ainda pelas empresas Dezembro Eventos e Conata Engenharia.

Também estiveram presentes o secretário de Planejamento e Gestão do Estado, Alexandre Rebelo; o secretário executivo de Planejamento e Gestão, Marcelo Bruto; e outros integrantes do Consórcio Cid Convenções.

Outras Notícias

Carnaseco: Compesa deixa bairros de Afogados sem água

A impressão é de que a estratégia da Compesa é irritar a população até gerar um sentimento de que é melhor a concessão ou privatização dos serviços. Em Afogados da Ingazeira, desde a semana passada, vários bairros tem reclamado da falta de água. A comunidade do São Braz é a que tem liderado as queixas […]

A impressão é de que a estratégia da Compesa é irritar a população até gerar um sentimento de que é melhor a concessão ou privatização dos serviços.

Em Afogados da Ingazeira, desde a semana passada, vários bairros tem reclamado da falta de água. A comunidade do São Braz é a que tem liderado as queixas na Rádio Pajeú. O bairro é um dos maiores da cidade.

Mas também tem faltado água em Brotas, São Sebastião e outras áreas.A emissora tem buscado ouvir o Gerente Kaio Maracajá para explicar o que tem ocorrido e a previsão de regularizar a distribuição.

Gilvanei Júnior destaca continuidade administrativa e metas para sua gestão em Ouro Velho

Ouro Velho deu início a uma nova etapa em sua administração com a eleição de Gilvanei Júnior, o Dr. Júnior, médico com duas décadas de serviços prestados à cidade e agora prefeito eleito. Em entrevista ao Blog do Nill Junior, ele compartilhou sua trajetória, as circunstâncias que o levaram à política e as metas para […]

Ouro Velho deu início a uma nova etapa em sua administração com a eleição de Gilvanei Júnior, o Dr. Júnior, médico com duas décadas de serviços prestados à cidade e agora prefeito eleito. Em entrevista ao Blog do Nill Junior, ele compartilhou sua trajetória, as circunstâncias que o levaram à política e as metas para sua gestão.

Formado pela Universidade Federal de Campina Grande há 21 anos, Dr. Júnior começou a trabalhar como médico em Ouro Velho em 2004. “Nesse período, conquistei a confiança da população pelo meu trabalho na saúde, o que resultou em um pedido popular para que eu me candidatasse a prefeito”, explicou. No entanto, sem legenda disponível à época, ele apoiou Natália Carneiro, sua esposa, que governou por oito anos, seguida pelo atual prefeito, Augusto Valadares.

A candidatura de Dr. Júnior surgiu de um consenso do grupo político liderado por Natália e Augusto, que optou por abrir mão de uma reeleição. “Foi um gesto de grandeza e confiança de Augusto, que me disse: ‘Agora é sua vez, vá lá e faça sua contribuição’”, destacou o prefeito eleito.

Com uma administração reconhecida pela organização financeira, Ouro Velho se tornou referência regional. Dr. Júnior ressaltou a importância da transição tranquila e da solidez administrativa. “Augusto está entregando a prefeitura equilibrada, com mais de R$ 3 milhões em caixa. Isso reflete o trabalho planejado dos últimos 12 anos, sempre com pagamentos em dia e investimentos bem aplicados.”

Sobre as parcerias políticas, o prefeito eleito agradeceu ao senador Efraim Filho, ao deputado federal Wilson Santiago e ao governador João Azevêdo pelo apoio ao município. “Os recursos que chegam a Ouro Velho são aplicados com responsabilidade, em obras e melhorias que beneficiam diretamente a população”, garantiu.

Entre as prioridades para o início da gestão, Dr. Júnior pretende lançar um conjunto de obras que incluem investimentos na saúde, educação e infraestrutura. Ele destacou a continuidade de projetos iniciados nas gestões anteriores, como a construção do Mercado Público, a instalação de energia solar e a entrega de escolas e quadras esportivas.

Além disso, estão previstas novas ordens de serviço e inaugurações de obras que já estão em fase final. “Queremos garantir que os serviços essenciais cheguem com qualidade à população, seja na área urbana ou rural. Para isso, seguiremos buscando recursos e investindo com responsabilidade.”

Júnior reforçou seu compromisso de dar continuidade ao trabalho dos últimos anos e manter o padrão de excelência na gestão pública. “Minha marca será a de cuidar da nossa gente, com serviços que façam a diferença no dia a dia da população”, concluiu.

Fila do INSS cai 59% e chega ao menor nível desde 2023

Número de requerimentos pendentes recuou de 3,073 milhões em janeiro para 1,282 milhão até 24 de agosto. Processos com espera superior a 45 dias tiveram redução de 86%. A fila de pedidos de benefícios que aguardam análise no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) caiu para 1,282 milhão de requerimentos até 24 de agosto. Segundo […]

Número de requerimentos pendentes recuou de 3,073 milhões em janeiro para 1,282 milhão até 24 de agosto. Processos com espera superior a 45 dias tiveram redução de 86%.

A fila de pedidos de benefícios que aguardam análise no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) caiu para 1,282 milhão de requerimentos até 24 de agosto. Segundo dados apresentados ao Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS), esse é o menor patamar da série histórica iniciada em janeiro de 2023.

Em janeiro deste ano, havia 3,073 milhões de requerimentos pendentes. A redução acumulada desde então é de 59%.

A queda foi ainda maior entre os pedidos que aguardam análise há mais de 45 dias. O número passou de 1,882 milhão, em janeiro, para 261 mil em agosto, uma redução de 86%.

O INSS ressalta que a quantidade de requerimentos não corresponde necessariamente ao número de pessoas na fila, já que um mesmo segurado pode possuir mais de um pedido em análise.

Concessões atingem recorde

A redução da fila ocorre ao mesmo tempo em que o instituto registra aumento na quantidade de benefícios concedidos.

Entre janeiro e julho de 2026, foram concedidos, em média, 730 mil benefícios por mês. O resultado é 67% superior à média mensal registrada no mesmo período de 2022, quando foram concedidos 438 mil.

Em 2025, a média entre janeiro e julho havia sido de 641 mil benefícios por mês.

Tempo médio de análise é de 35 dias

Atualmente, o tempo médio para decisão sobre um benefício do INSS é de 35 dias, mas o prazo varia conforme o tipo de requerimento.

O salário-maternidade tem tempo médio de 11 dias. Nos benefícios por incapacidade, são 30 dias; nas aposentadorias, 33 dias; e, nos benefícios assistenciais, 65 dias.

Segundo o instituto, os benefícios assistenciais podem demandar mais tempo por envolverem procedimentos como perícia médica e avaliação biopsicossocial.

Fila para perícias também diminui

A espera por perícias médicas também apresentou redução. Segundo a Perícia Médica Federal, o número de pessoas aguardando atendimento caiu de 1,230 milhão, em novembro de 2025, para 196.615 em agosto deste ano, retração de 84%.

O tempo médio nacional para realização de perícia está em 17 dias. Em agosto de 2023, a espera média era de 70 dias.

Há diferenças entre os estados. Mato Grosso do Sul registra média de seis dias, enquanto São Paulo, Maranhão, Mato Grosso, Paraíba e Rio de Janeiro aparecem com 15 dias. Entre as unidades citadas no levantamento, o Distrito Federal apresenta a maior espera, com média de 38 dias.

Fonte: Agência Brasil

Imagem: INSS/ Divulgação

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Operação Lei Seca já realizou 238 abordagens e aplicou 40 multas em Afogados

Coibir os abusos no trânsito, sobretudo a direção sob efeito do álcool, é uma dos principais fatores para a redução no número de acidentes e vitimais nesse período de festas. A Operação Lei Seca, organizada pela Polícia Militar, já realizou 238 abordagens em Afogados da Ingazeira nesses dois primeiros dias de carnaval. A ação conta […]

Coibir os abusos no trânsito, sobretudo a direção sob efeito do álcool, é uma dos principais fatores para a redução no número de acidentes e vitimais nesse período de festas.

A Operação Lei Seca, organizada pela Polícia Militar, já realizou 238 abordagens em Afogados da Ingazeira nesses dois primeiros dias de carnaval. A ação conta com o apoio da Guarda Civil Municipal e de servidores da Secretaria Municipal de Saúde.

Foram aplicadas 40 multas e constatados três casos de alcoolemia, quando o condutor esta dirigindo sob o efeito de bebidas alcóolicas. A guarda municipal, além de estar contribuindo na operação, também está ajudando no disciplinamento do trânsito em algumas das principais vias de Afogados.

A “Lei Seca” deverá ficar em Afogados até o fim dos festejos de momo.

Tarifaço de Trump: governo deve iniciar nesta terça reuniões com setores afetados pela nova taxa

O governo federal deve iniciar nesta terça-feira (21) uma série de reuniões com representantes dos setores que potencialmente impactos pela tarifa de 25% anunciada na semana passada pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. O objetivo dos encontros é identificar as principais demandas de cada segmento e definir medidas de apoio. A coordenação dos encontros ficará a […]

O governo federal deve iniciar nesta terça-feira (21) uma série de reuniões com representantes dos setores que potencialmente impactos pela tarifa de 25% anunciada na semana passada pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros.

O objetivo dos encontros é identificar as principais demandas de cada segmento e definir medidas de apoio.

A coordenação dos encontros ficará a cargo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). O vice-presidente, Geraldo Alckmin, e o ministro da Fazenda, Dario Durigan, devem participar das reuniões.

O Plano Brasil Soberano, criado no ano passado em resposta às primeiras tarifas impostas pelos Estados Unidos, será ampliado para atender os setores atingidos pela nova medida.

Na última semana, Durigan afirmou que o governo já dispõe de instrumentos para proteger empresas e empregos diante dos impactos da medida.

“Nós já temos prontos os mecanismos de proteção das nossas empresas e dos nossos empregos. Portanto, com coordenação do ministro Márcio Elias Rosa, os setores afetados serão mais uma vez chamados ao diálogo e nós ampliaremos e reforçaremos o Plano Brasil Soberano, que dá apoio a quem foi injustamente afetado pelo tarifaço dos Estados Unidos”, disse.

Apesar dos impactos esperados sobre alguns segmentos da economia, Durigan avaliou que a decisão do governo de Donald Trump não deve comprometer a atividade econômica do país como um todo.

O governo calcula que 18% das exportações brasileiras para os Estados Unidos serão afetadas com o novo tarifaço imposto pelo governo Donald Trump contra produtos do Brasil.

Na semana passada, o governo dos Estados Unidos confirmou a aplicação de uma nova tarifa de 25% sobre produtos brasileiros após concluir uma investigação comercial conduzida pelo Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR, sigla em inglês).

A medida foi adotada com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, mecanismo usado pelo governo americano para apurar práticas consideradas prejudiciais ao comércio do país.

Em nota, o governo Lula classificou a decisão como um “marco lastimável” na relação bilateral e afirmou que poderá recorrer à Lei da Reciprocidade Econômica. A tarifa começa a ser aplicada nesta quarta-feira (22).