Emissoras de rádio e TV de todo o estado se reuniram nesta no Auditório do Hotel Nobile, em Petrolina, para mais uma Reunião Setorial.
O evento reuniu radiodifusores, gestores, jornalistas, comunicadores e outros profissionais para debater os rumos do meio e agregar conhecimento, além da interação entre a representação das rádios e TVs da região.
A jornalista Mônica Silveira foi uma das convidadas. Ela falou sobre sua experiência na comunicação pernambucana e do seu livro recentemente lançado, Histórias de uma Repórter de TV, da Cepe Editora.
O encontro em Petrolina também debateu temas importantes da radiodifusão pernambucana. Um deles, sobre cenário econômico e discussão sobre pisos salariais das categorias de jornalistas e radialistas, com o Presidente do SERTEPE, Edmilson Boaviagem.
A jornalista Mônica Silveira foi homenageada após sua palestra na Reunião Setorial ASSERPE.
Ela recebeu uma placa das mãos de Ana Amélia Lemos (vice-presidente do Sertão), Ivan Feitosa (Diretor Secretário), Edmilson Boaviagem (Presidente do SERTEPE) e Nill Júnior, presidente da ASSERPE.
“A ASSERPE, Associação das Empresas de Rádio e Televisão de Pernambuco parabeniza a jornalista Mônica Silveira por sua contribuição à radiodifusão do Estado, documentando nossos valores e nossa história para o país”, diz o texto da homenagem.
Época O homem que derrubou Dilma Rousseff, encerrando abruptamente 13 anos do PT no poder, pária para boa parte dos brasileiros, herói para alguns poucos, o homem que se consagrou como o mais vistoso preso da Lava Jato, esse homem que segue gerando memes e açulando paixões – eis um homem que se recusa a aceitar o […]
O homem que derrubou Dilma Rousseff, encerrando abruptamente 13 anos do PT no poder, pária para boa parte dos brasileiros, herói para alguns poucos, o homem que se consagrou como o mais vistoso preso da Lava Jato, esse homem que segue gerando memes e açulando paixões – eis um homem que se recusa a aceitar o destino que se lhe impôs, da política como passado e das grades como futuro.
Cunha não aceita ser o que esperam dele: um presidiário obsequioso, a cumprir sem muxoxos sua sentença. “Sou um preso político”, disse, num encontro recente em Brasília, aquele cuja delação o presidente Michel Temer mais teme.
Na primeira entrevista desde que foi preso, Cunha, cujo corpo, fala e espírito não traem um dia submetido ao xilindró, foi, bem, puro Cunha: articulado, incisivo, bélico. Falou da vida na prisão, da negociação frustrada de delação com o então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e do que considera uma clara perseguição judicial contra ele. Acusou a existência de um mercado de delações premiadas, revelando detalhes substantivos.
Pôs-se à disposição da sucessora de Janot para voltar a negociar sua delação, talvez sua única saída viável para escapar da cadeia – ele foi condenado em primeira instância e responde a processos por corrupção em Curitiba, Brasília e no Rio de Janeiro. A seguir, trechos da entrevista.
ÉPOCA – O ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot não aceitou sua proposta de delação premiada. O senhor ainda está disposto a colaborar, caso a nova procuradora-geral, Raquel Dodge, aceite negociar?
Eduardo Cunha – Estou pronto para revelar tudo o que sei, com provas, datas, fatos, testemunhas, indicações de meios para corroborar o que posso dizer. Assinei um acordo de confidencialidade com a Procuradoria-Geral da República, de negociação de colaboração, que ainda está válido. Estou disposto a conversar com a nova procuradora-geral. Tenho histórias quilométricas para contar, desde que haja boa-fé na negociação.
ÉPOCA – Não houve boa-fé na negociação com Janot?
Cunha – Claro que não. Nunca acreditei que minha delação daria certo com o Janot. Tanto que não deu.
ÉPOCA – Então, por que negociou com a equipe dele?
Cunha – Topei conversar para mostrar a todos que estou disposto a colaborar e a contar a verdade. Mas só uma criança acreditaria que Janot toparia uma delação comigo. E eu não sou uma criança. O Janot não queria a verdade; só queria me usar para derrubar o Michel Temer.
ÉPOCA – Como assim?
Cunha – Tenho muito a contar, mas não vou admitir o que não fiz. Não recebi qualquer pagamento do Joesley [Batista, dono da JBS] para manter silêncio sobre qualquer coisa. Em junho, quando fui depor à Polícia Federal sobre esse episódio, disse que tanto não mantinha silêncio algum que ninguém havia me chamado a colaborar, a quebrá-lo. Naquele momento, o Ministério Público e a Polícia Federal me procuraram para fazer colaboração. Autorizei meus advogados a negociar com o MP.
ÉPOCA – O que deu errado?
Cunha – Janot queria que eu colocasse mentiras na delação para derrubar o Michel Temer. Se vão derrubar ou não o Michel Temer, se ele fez algo de errado ou não, é uma outra história. Mas não vão me usar para confirmar algo que não fiz, para atender aos interesses políticos do Janot. Ele operou politicamente esse processo de delações.
ÉPOCA – O que há de político nas delações?
Cunha – O Janot, na verdade, queria um terceiro mandato. Mas seria difícil, tempo demais para um só. O candidato dele era o Nicolao Dino [vice de Janot], mas a resistência ao Dino no PMDB era forte. Se o Dino estivesse fora, a Raquel Dodge, desafeto do grupo dele, seria escolhida. É nesse contexto que aparece aquela delação absurda da JBS. O Janot viu a oportunidade de tirar o Michel Temer e conseguir fazer o sucessor dele na PGR.
ÉPOCA – O que há de absurdo na delação da JBS? Ou o senhor se refere aos benefícios concedidos aos delatores?
Cunha – O Joesley fez uma delação seletiva, para atender aos interesses dele e do Janot. Há omissões graves na delação dele. O Joesley poupou muito o PT. Escondeu que nos reunimos, eu e Joesley, quatro horas com o Lula, na véspera do impeachment. O Lula estava tentando me convencer a parar o impeachment. Isso é só um pequeno exemplo. Eu traria muitos fatos que tornariam inviável a delação da JBS. Tenho conhecimento de omissões graves. Essa é uma das razões pelas quais minha delação não poderia sair com o Janot. Ele, com esses objetivos políticos, acabou criando uma trapalhada institucional, que culminou no episódio do áudio da JBS. Jogou uma nuvem de suspeição no Supremo sem base alguma.
ÉPOCA – Mas o que houve de político na negociação da delação do senhor?
Cunha – A maior prova de que Janot operou politicamente é que ele queria que eu admitisse que vendi o silêncio ao Joesley para poder usar na denúncia contra o Michel Temer. Não posso admitir aquilo que não fiz. Como não posso admitir culpa do que eu não fiz, inclusive nas ações que correm no Paraná. Estava disposto a trazer fatos na colaboração que não têm nada a ver com o que está exposto nas ações penais. Eles não queriam.
ÉPOCA – Havia algum outro fato que os procuradores queriam que você admitisse? Que não foi uma admissão espontânea, como determina a lei?
Cunha – Janot queria que eu colocasse na proposta de delação que houve pagamentos para deputados votarem a favor do impeachment. Isso nunca aconteceu. Um absurdo. Se o próprio Joesley confessou o contrário na delação dele, dizendo que se comprometeu a pagar deputados para votar contra o impeachment, de onde sai esse tipo de coisa? Qual o sentido? Mas aí essa história maluca, olha que surpresa, aparece na delação do Lúcio [Funaro, doleiro próximo a Cunha]. É uma operação política, não jurídica. Eles tiram as conclusões deles e obrigam a gente a confirmar. Os caras não aceitam quando você diz a verdade. Queriam que eu corroborasse um relatório da PF que me acusa de coisas que não existem. Não é verdade. Então não vou. Não vou.
ÉPOCA – Janot estabeleceu uma disputa entre o senhor e Funaro. Só um fecharia delação, por terem conhecimento de fatos semelhantes envolvendo o PMDB da Câmara.
Cunha – O Janot tem ódio de mim. Mas o ódio dele pelo Michel Temer passou a ser maior do que a mim. Então, se eu conseguisse derrubar o Michel Temer, ele aceitava. Mas eu não aceitei mentir. E ele preferiu usar o Lúcio Funaro de cavalo.
ÉPOCA – Alguma outra razão para a delação não ter saído?
Cunha – O que eu tenho para falar ia arrebentar a delação da JBS e ia debilitar a da Odebrecht. E agora posso acabar com a do Lúcio Funaro.
ÉPOCA – O que o senhor tem a contar de tão grave?
Cunha – Infelizmente, não posso adiantar, entrar no mérito desses casos. Quebraria meu acordo com a PGR. Eu honro meus acordos.
ÉPOCA – Nem no caso de Funaro? O senhor já mencionou um fato que diz ser falso.
Cunha – Ainda não tive acesso à íntegra da delação do Lúcio Funaro. Mas, pelo que li na imprensa e pelo que já tive conhecimento, há muito contrabando e mentiras ali. A delação do Lúcio Funaro foi feita única e exclusivamente pelo que ele ouviu dizer de mim. O problema é que ele disse que ouviu de mim coisas que não aconteceram. Como um encontro dele com Michel Temer e comigo na Base Aérea em São Paulo. Ou esse episódio da véspera do impeachment, de compra de deputados, que o Janot colocou na boca do Lúcio Funaro. Tudo que ele falou do Michel Temer que disse ter ouvido falar de mim é mentira. Ele não tinha acesso ao Michel Temer ou aos deputados. Eu tinha.
ÉPOCA – O senhor está preso preventivamente há quase um ano. Já foi condenado em primeira instância e ainda enfrenta inquéritos e ações penais em Curitiba e em Brasília. Tem esperança de sair da cadeia um dia?
Cunha – Minha prisão foi absurda. Não me prenderam de acordo com a lei, para investigar ou porque estivesse embaraçando os processos. Prenderam para ter um troféu político. O outro troféu é o Lula. Um troféu para cada lado. O MP e o Moro queriam ter um troféu político dos dois lados. Como Janot já era meu inimigo, todos da Lava Jato estavam atrás de mim. Mas acredito que o Supremo vá julgar meu habeas corpus, parado desde junho, e, ao seguir o entendimento já firmado na Corte, concedê-lo.
ÉPOCA – As decisões de Moro sobre a necessidade das preventivas na Lava Jato têm sido mantidas nas instâncias superiores. Não é um sinal de que ele está certo?
Cunha – Nós temos um juiz que se acha salvador da pátria. Ele quis montar uma operação Mãos Limpas no Brasil – uma operação com objetivo político. Queria destruir o establishment, a elite política. E conseguiu.
Nesta segunda-feira (4), a Secretaria de Assistência e Inclusão Social de Carnaíba realizou o Fórum Municipal do Projeto da Lei do SUAS e a Mostra de Cinema “Outros Sertões e o Minuto” no Teatro José Fernandes de Andrade. A cerimônia de abertura contou com a presença do prefeito Anchieta Patriota, da secretária de Assistência Social […]
Nesta segunda-feira (4), a Secretaria de Assistência e Inclusão Social de Carnaíba realizou o Fórum Municipal do Projeto da Lei do SUAS e a Mostra de Cinema “Outros Sertões e o Minuto” no Teatro José Fernandes de Andrade.
A cerimônia de abertura contou com a presença do prefeito Anchieta Patriota, da secretária de Assistência Social Thaynnara Queiroz, do secretário de Administração Everaldo Patriota, e da cineasta Uilma Queiroz. Também marcaram presença representantes do Conselho Tutelar, da Secretaria de Educação, do Conselho do Idoso e da Diretoria de Cultura.
Após os discursos, o público assistiu a uma apresentação vibrante do grupo de capoeira do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos.
Durante a Mostra de Cinema “Outros Sertões e o Minuto,” foram exibidos quatro filmes produzidos por um grupo de idosos, com o apoio da Prefeitura por meio da Secretaria de Assistência e Inclusão, destacando a criatividade e a expressão cultural da comunidade.
O Fórum abordou a apresentação e discussão do projeto da Lei do SUAS. O encontro promoveu uma rica troca de ideias, envolvendo usuários da política de assistência, trabalhadores do SUAS, membros de Conselhos da sociedade civil, representantes do poder legislativo, a rede intersetorial e gestores municipais. A proposta de Lei foi aprovada para encaminhamento ao setor jurídico e, posteriormente, à Câmara Municipal de Vereadores.
O evento também deu início à Semana Nacional de Conciliação, que acontece de 4 a 8 de novembro. As atividades incluem panfletagem durante a semana e uma palestra especial para as comunidades quilombolas, programada para o dia 06/11, às 10h, na Escola do Travessão.
Levantamento realizado pelo Instituto Múltipla indica que a gestão do prefeito Dr. Ismael é aprovada por 94% dos moradores de Santa Cruz da Baixa Verde. O resultado coloca o gestor entre os mais bem avaliados de Pernambuco, segundo os dados da pesquisa. De acordo com o instituto, o índice representa crescimento em relação à aferição […]
Levantamento realizado pelo Instituto Múltipla indica que a gestão do prefeito Dr. Ismael é aprovada por 94% dos moradores de Santa Cruz da Baixa Verde. O resultado coloca o gestor entre os mais bem avaliados de Pernambuco, segundo os dados da pesquisa.
De acordo com o instituto, o índice representa crescimento em relação à aferição anterior, quando a aprovação registrada foi de 88%. O estudo avaliou a percepção da população sobre diferentes áreas da administração municipal.
Na área da saúde, o atendimento hospitalar recebeu nota 8,8, enquanto o atendimento médico foi avaliado com 9,1, em uma escala de 0 a 10. A pesquisa também aponta que cerca de 80% dos entrevistados afirmaram ter encontrado medicamentos disponíveis nas farmácias das Unidades Básicas de Saúde (UBS) quando necessitaram.
No setor educacional, a merenda escolar obteve média 8,7, e o kit de material escolar foi avaliado com 8,6. O transporte escolar registrou a maior nota entre os itens avaliados, com 9,4, segundo os entrevistados.
A limpeza urbana também foi citada na pesquisa. A coleta de lixo domiciliar recebeu nota 9,0, conforme a avaliação dos participantes do levantamento.
A pesquisa do Instituto Múltipla foi realizada nos dias 20 e 21 de janeiro de 2026, com 220 entrevistas aplicadas nas zonas urbana e rural do município. O estudo tem nível de confiança de 95% e margem de erro de ±6,5%.
Por André Luis Na última quinta-feira (14), o prefeito de Custódia, Emmanuel Fernandes, conhecido como Manuca, utilizou suas redes sociais para ressaltar uma reunião realizada com a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, e o ministro da Pesca, André de Paula, juntamente com outros prefeitos do PSD. O encontro estratégico teve como pauta a discussão sobre […]
Na última quinta-feira (14), o prefeito de Custódia, Emmanuel Fernandes, conhecido como Manuca, utilizou suas redes sociais para ressaltar uma reunião realizada com a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, e o ministro da Pesca, André de Paula, juntamente com outros prefeitos do PSD.
O encontro estratégico teve como pauta a discussão sobre os desafios e oportunidades que se apresentam para Pernambuco, com atenção especial para o município de Custódia. A iniciativa reflete o comprometimento dos líderes políticos em buscar soluções colaborativas e fortalecer o desenvolvimento regional.
“Reunião com a governadora, Raquel Lyra, com o ministro, André de Paula, e com amigos prefeitos do PSD para debatermos sobre Pernambuco e, em especial, Custódia, claro!”, destacou o prefeito Manuca em sua publicação.
A presença do ministro da Pesca, André de Paula, indica a importância de discutir questões relacionadas ao setor, ressaltando a relevância econômica e social que a pesca desempenha em diversas comunidades.
A reunião também se mostrou uma oportunidade para os gestores municipais trocarem experiências, alinhar estratégias e reforçar parcerias em prol do progresso coletivo. O diálogo constante entre os líderes políticos demonstra o compromisso em construir um ambiente propício para o crescimento sustentável de Custódia e de todo o estado.
O prefeito Manuca ressaltou a importância dessas reuniões para consolidar a união de esforços em prol do desenvolvimento local.
“É ano eleitoral. E, lamentavelmente, ainda precisamos enfrentar situações constrangedoras. É inacreditável que sempre que uma mulher quer entrar na vida pública tem que enfrentar a violência política de gênero”, assim se dirigiu Ingrid Zanella, vice-presidente da OAB-PE, ao grupo que lotou o espaço aberto do Downtown Beer Garden (Espinheiro), nesta última quarta, 25,no Happy […]
“É ano eleitoral. E, lamentavelmente, ainda precisamos enfrentar situações constrangedoras. É inacreditável que sempre que uma mulher quer entrar na vida pública tem que enfrentar a violência política de gênero”, assim se dirigiu Ingrid Zanella, vice-presidente da OAB-PE, ao grupo que lotou o espaço aberto do Downtown Beer Garden (Espinheiro), nesta última quarta, 25,no Happy Hour da Mulher Advogada e Diversidade.
Zanella fez questão de lembrar que apesar das conquistas e avanços as mulheres ainda enfrentam barreiras persistentes na sociedade que muito limitam suas participações plena na vida pública. “Uma realidade que exclui e marginaliza”.
E afirmou que o mês de setembro somou infelizes ocorrências de violências preocupantes contra a mulher. Definiu algumas como posicionamentos “preconceituosos, machistas”, como o fato ocorrido com o empresário Tallis Gomes, da Empresa G4, em seguida demitido do cargo que ocupava na empresa. Ele ocupou suas redes sociais e gerou perplexidade no país ao afirmar ‘Deus me livre de mulher CEO’.
Destacou também a situação vivida pela candidata a vereadora no Rio de Janeiro, Letícia Arsenio que procurou a OAB Nacional para denunciar ter sido vítima de montagens feitas por IA que transformaram vídeos e fotos suas em conteúdo pornográfico. Ingrid convocou advogadas e advogados a repudiar desde sempre tais fatos.
“É a velha política tentando nos constranger. Silenciar. Excluir. Se apoderam de pautas femininas, na maioria das vezes para, de forma casuística , machista para tentar nos calar. Não podemos andar pra trás. É hora de ocuparmos cada vez mais nossos espaços”, reforçou Zanella.
Muitas presentes lembraram que essa violência pode chegar através de uma simples piada, de um insulto e ameaças, até assédio físico e psicológico, além de campanhas de difamação.
“Essa violência não é considerada uma das causas da sub-representação femininas nos espaços de poder e decisão , o que muito prejudica a democracia no país.”, destacou Manuela Alves, primeira mulher negra a assumir a Comissão de Igualdade Racial da OAB-PE e a primeira mulher negra nomeada conselheira seccional. “Quando alguém chegar falando em renovação da OAB-PE, mostrem minha foto. Eu sou essa imagem de renovação, de avanços da Ordem em nosso Estado. Essa gestão incentiva , nos valoriza”, afirmou Manuela.
As mulheres defenderam a representatividade, equidade de gênero ideal, cotas de gênero, por acreditarem que tudo isso têm ajudado a impulsionar a participação feminina e fizeram coro em torno dos incentivo da OAB PE. “Muito já foi feito, Paridade e cota na chapa; Paridade e cota sêxtupla ; Rede de proteção; Maternidade legal; Núcleo de defesa das prerrogativas da advogada; Selo escritório amigo da mulher; Julgamento com perspectivas de gênero; Plano de valorização da advogada; Campanha de igualdade salarial, etc, enumerou a Conselheira Federal, Renata Bereguer “E muito ainda necessita vir. Daí nossa luta não comportar recuos”.
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