Arcoverde recebe reunião com Ministério da Saúde sobre ampliação do SAMU na III Macrorregião
Nesta terça-feira (24), durante entrevista ao comunicador Marcello Patriota para a ELLO TV, no 15º Festival de Carros de Boi em Flores, o ex-prefeito e atual secretário de Governo do município, Marconi Santana, confirmou sua pré-candidatura a deputado estadual e defendeu a necessidade de mais representatividade do Sertão do Pajeú na Assembleia Legislativa de Pernambuco […]
Nesta terça-feira (24), durante entrevista ao comunicador Marcello Patriota para a ELLO TV, no 15º Festival de Carros de Boi em Flores, o ex-prefeito e atual secretário de Governo do município, Marconi Santana, confirmou sua pré-candidatura a deputado estadual e defendeu a necessidade de mais representatividade do Sertão do Pajeú na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe).
Segundo Marconi, a decisão de disputar uma vaga na Alepe surgiu do que ele chama de “clamor popular” da região após a morte do ex-deputado José Patriota. “O Pajeú clama por uma liderança que apoie os desejos da sua população. É isso que estamos buscando. Onde temos andado, temos visto o apoio da população. Há um reconhecimento ao trabalho que desenvolvemos ao longo desses 40 anos de vida pública”, afirmou.
Com trajetória que inclui passagens como bancário, técnico em contabilidade, vereador, presidente da Câmara e quatro vezes prefeito de Flores, além de experiências em secretarias estaduais e federais, Marconi se considera preparado para o novo desafio. “Estamos percorrendo todo o Pajeú, Moxotó, Sertão Central, Araripe e região metropolitana. A construção da nossa pré-candidatura tem sido bem recebida por onde passamos”, completou.
Ele também confirmou que está filiado ao PSD e teve o apoio direto da governadora Raquel Lyra para colocar seu nome à disposição. “Fui convidado pela governadora para ser pré-candidato. Ela tem sido uma parceira e não tem medido esforços. Isso nos dá mais responsabilidade e motivação para seguir em frente.”
Ao defender que o Pajeú tem espaço para mais de um representante na Alepe, Marconi foi enfático: “Quanto mais candidaturas, melhor para a democracia. A população vai poder escolher quem realmente trabalha por ela. A perspectiva é de votar em gente do Pajeú, que vive e conhece a realidade da região.”
Por fim, o pré-candidato disse acreditar que poderá levar para o restante do estado o mesmo modelo de gestão que aplicou em Flores. “O trabalho que realizamos aqui pode ser uma referência. Estamos prontos para contribuir com todo o Pernambuco”, concluiu.
O blog perguntou às Assessorias de Comunicação da OS Hospital Tricentenário e da Secretaria Estadual de Saúde qual a previsão para o início das atividades do Hospital de Campanha da Covid-19 em Serra Talhada. A Assessoria da Organização Social afirmou que o processo seletivo foi finalizado nesta segunda (20). A partir daí será possível dar início […]
O blog perguntou às Assessorias de Comunicação da OS Hospital Tricentenário e da Secretaria Estadual de Saúde qual a previsão para o início das atividades do Hospital de Campanha da Covid-19 em Serra Talhada.
A Assessoria da Organização Social afirmou que o processo seletivo foi finalizado nesta segunda (20).
A partir daí será possível dar início ao serviço.
Já a Secretaria de Saúde de Pernambuco (SES-PE) informiu em nota que, desde o início da pandemia da Covid-19, “o Governo de Pernambuco tem realizado o maior esforço sanitário, logístico e de mobilização de recursos humanos da história da Sáude Pública do Estado, garantindo a assistência aos pacientes”
“Graças a isto, já estão em funcionamento, por todas as regiões do Estado, quase 1,8 mil leitos dedicados aos pacientes da Covid-19, sendo 837 de UTI. Estas vagas estão sendo ocupadas de acordo com os encaminhamentos feitos pela Central de Regulação Estadual, que também teve sua capacidade física e de recursos humanos ampliada”, afirmou.
“Em Serra Talhada, que abrange a IV Macrorregião de Saúde, a estrutura do Hospital de Campanha, localizado em terreno anexo ao Hospital Eduardo Campos, já está finalizada. O Hospital do Tricentenário, Organização Social (OS) que irá gerir a unidade, está agilizando a montagem de equipamentos, além da contratação de pessoal, para que o serviço entre em funcionamento ainda nesta semana”.
Segundo a nota, além dos 100 leitos de enfermaria na estrutura provisória, outros 30 leitos de UTI dedicados à Covid-19 também serão colocados para o atendimento da população dentro Hospital Eduardo Campos.
Mourão declarou em palestra que Temer se segura no cargo graças ao “balcão de negócios” Do UOL Crítico de Michel Temer e partidário da intervenção militar como remédio contra o “caos” ou a impunidade de corruptos, o general Antonio Hamilton Mourão vai pendurar a farda. Ele passaria para a reserva apenas no final de março […]
Mourão declarou em palestra que Temer se segura no cargo graças ao “balcão de negócios”
Do UOL
Crítico de Michel Temer e partidário da intervenção militar como remédio contra o “caos” ou a impunidade de corruptos, o general Antonio Hamilton Mourão vai pendurar a farda. Ele passaria para a reserva apenas no final de março de 2018. Mas avisou ao comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, que decidiu adiantar o relógio. Formalizará o pedido de desligamento nos próximos dias. A informação foi repassada ao ministro Raul Jungmann (Defesa), que avisou ao presidente da República. Auxiliares de Temer suspeitam que o general tenha pretensões políticas.
Mourão tomou o rumo da saída de emergência após ser comunicado por Villas Bôas sobre seu desligamento do posto de secretário de Economia e Finanças do Exército. Foi uma resposta à palestra ministrada pelo general na quinta-feira. Nela, Mourão declarou que Temer se segura no cargo graças ao “balcão de negócios” (assista no vídeo acima). Também afirmou, pela segunda vez em menos de três meses, que a hipótese de intervenção militar não é carta fora do baralho (assista no rodapé).
O novo surto de loquacidade provocou o deslocamento de Mourão para a função de adido da Secretaria-Geral do Exército. Trata-se de uma espécie de geladeira administrativa. E o general preferiu dar no pé a enfrentar uma rotina glacial até março. Na palestra de quinta-feira, feita no Clube do Exército, em Brasília, a convite do grupo Terrorismo Nunca Mais, a plateia dirigiu apelos para que o orador participasse das eleições de 2018. E Mourão: ”Eu apenas digo uma coisa: não há portas fechadas na minha vida.”
De resto, corre entre seus colegas de farda a informação de que Mourão disputará no ano que vem a presidência do Clube Militar. Em trajes civis, o general afasta-se da cadeia hierárquica que o obriga a bater continência para Temer. E sua língua ganha o direito de se expressar livremente, sem o inconveniente do risco de punição. Apeado da Secretaria de Economia e Finanças do Exército, Mourão não se deu por achado. “É uma movimentação normal dentro do Exército”, declarou em entrevista. Não é bem assim.
Em viagem ao Oriente Médio, o ministro da Defesa soube que Mourão havia reiterado suas críticas e repisado a tecla da intervenção militar. Pelo telefone, Raul Jungmann acertou com o general Villas Bôas o congelamento do general. O comandate do Exército comunicou aos generais que integram o Alto Comando da Força sobre o envio de Mourão à geladeira. Em seguida, conversou com o próprio Mourão.
Neste sábado, já de volta a Brasília, Jungmann foi ao Palácio do Jaburu, a residência oficial de Temer. Comunicou ao presidente sobre as providências que acertara com o comandante Villas Bôas. Temer avalizou as decisões. Foi a segunda punição anotada na ficha de Mourão. Em 2015, ainda sob Dilma Rousseff, críticas do general ao governo já haviam lhe custado o posto de comandante Militar do Sul.
Mourão migrou de uma vitrine sediada em Porto Alegre para Secretaria de Economia e Finanças do Exército. Agora, despejado também desse posto, Mourão foi enviado para os fundões da burocracia do Exército. Daí a decisão de antecipar o pijama. O novo traje pode liberar de vez a língua do general.
A Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) aprovou, na última terça-feira (26), o pacote fiscal da governadora Raquel Lyra (PSDB). Com a aprovação, haverá um aumento de 18% para 20,5% do valor do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS); e uma redução do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), de 2,5% para 2,4%, com isenção para […]
A Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) aprovou, na última terça-feira (26), o pacote fiscal da governadora Raquel Lyra (PSDB).
Com a aprovação, haverá um aumento de 18% para 20,5% do valor do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS); e uma redução do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), de 2,5% para 2,4%, com isenção para mototaxistas e veículos escolares. As mudanças valem a partir de janeiro de 2024.
Como o aumento do ICMS repercutiu mal no setor econômico e na opinião pública, Deputados que foram favoráveis correram de entrevistas como o diabo da cruz. Um deles, o Deputado Estadual e presidente do PT, Doriel Barros. “Não pode participar por questões de agenda”, disse sua assessoria ao pedido de entrevista do Frente a Frente, ontem ancorado por este jornalista.
Já os oposicionistas, como Gleide Ângelo e Waldemar Borges, eram amplamente acessíveis. “Sacrifica o contribuinte. E o pior, Paulo foi muito sacrificado por Raquel, inclusive sendo chamado de Paulo Imposto. O que dizem agora?” – questionou Waldemar ao programa. “Com esse aumento, PERNAMBUCO ainda terá outro problema: “qual a empresa que virá investir aqui com o ICMS mais alto entre 07 estados do Nordeste?” questiona Gleide.
Sobre a redução do IPVA, no que foram favoráveis, alegam que o IPVA já iria baixar em janeiro de 2024, conforme consta na LEI 16.488/2018 em vigor.
“Na verdade, o que deixará de existir é o pagamento do IPVA de forma diferenciada. Na lei em vigor, quem tinha carros mais caros e motos mais caras, pagava mais. Quem tinha carro popular e motos mais baratas, pagava menos. Agora, todo mundo vai pagar igual. Quem tem carro de 1 milhão vai pagar a mesma alíquota de IPVA de quem tem carro popular. Quem sai ganhando são os mais ricos”, reclamam.
O pré-candidato a prefeito de São José do Egito, George Borja de Freitas recebeu no último fim de semana, mais um importante apoio no campo político. O PDT (Partido Democrático Trabalhista), é mais uma sigla que está na base de apoio do socialista, nas eleições municipais. A oficialização do apoio aconteceu em uma reunião com […]
O pré-candidato a prefeito de São José do Egito, George Borja de Freitas recebeu no último fim de semana, mais um importante apoio no campo político.
O PDT (Partido Democrático Trabalhista), é mais uma sigla que está na base de apoio do socialista, nas eleições municipais.
A oficialização do apoio aconteceu em uma reunião com os membros do diretório municipal do Partido, que definiu o apoio.
Em São José do Egito o presidente do PDT é Belo Leão.
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