Apresentador da Record é condenado a prisão por ofender diretor da Globo
Por André Luis
Paulo Henrique Amorim tem o blog Conversa Afiada. Foto: Record/Divulgação
Ação judicial envolve injúria, difamação e calúnia
Do Diário de Pernambuco
A Justiça condenou o apresentador do Domingo Espetacular, o jornalista Paulo Henrique Amorim, a cinco meses e dez dias de prisão, além de multa por ofender o diretor de jornalismo da TV Globo, Ali Kamel. O processo leva em conta textos escritos pelo comunicador da Record no blog jornalístico Conversa Afiada, mantido por ele de forma independente na internet. A 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo enxergou calúnias, injúrias e difamações praticadas por Amorim nas publicações feitas no endereço eletrônico.
De acordo com a decisão, Paulo Henrique ofendeu e tachou de racista Ali Kamel ao comentar o teor do livroNão somos racistas – Uma reação aos que querem nos transformar numa nação bicolor, escrito pelo jornalista da Globo sobre as cotas raciais adotadas no Brasil. O acórdão judicial sublinha palavras usadas por Paulo Henrique para se referir ao colega de profissão: “livro racista”, “homem trevoso” e “estimula o racismo”. A ação movida por Kamel na esfera cível foi aceita nas primeira e segunda instância.
A decisão colegiada também observa os comentários do jornalista da Record no blog particular como um ataque à reputação de Kamel, “afinal, ter escrito uma obra preconceituosa e discriminatória fere inegavelmente o conceito de qualquer pessoa”. Na oitiva feita pela Justiça, Paulo Henrique Amorim afirmou não pretender atingir a honra do jornalista autor da ação no Judiciário. A pena foi agravada pelo fato de os textos terem sido publicados na internet. Mas ainda cabe recurso da decisão da Câmara Criminal em instâncias superiores.
A Comissão de Constituição, Legislação e Justiça (CCLJ) da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) aprovou o substitutivo 01/2024 aos projetos de Lei Ordinária 573/2023 e 878/2023, de autoria dos deputados estaduais Luciano Duque e Alberto Feitosa, respectivamente. A matéria dispõe sobre a garantia de contratações de artistas e grupos locais que expressam a cultura pernambucana […]
A Comissão de Constituição, Legislação e Justiça (CCLJ) da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) aprovou o substitutivo 01/2024 aos projetos de Lei Ordinária 573/2023 e 878/2023, de autoria dos deputados estaduais Luciano Duque e Alberto Feitosa, respectivamente. A matéria dispõe sobre a garantia de contratações de artistas e grupos locais que expressam a cultura pernambucana para a programação de eventos realizados pelo poder público.
“Essa é uma forma de preservar e manter viva as nossas raízes. Temos assistido uma ascensão de bandas e músicos que não têm identificação cultural com nossa história em eventos tradicionais, como pudemos observar recentemente no São João. Isso vai descaracterizando e apagando a nossa cultura que é tão rica” , explicou Luciano Duque.
O substitutivo determina que 60% das atrações em eventos promovidos pelo poder público precisam expressar a cultura pernambucana, tais como: afoxé, baião, brega, bumba-meu-boi, caboclinho, capoeira, cavalo-marinho, ciranda, coco, forró, frevo, mangue beat, maracatu, mazurca, pastoril, reisado, repente, toré, urso e outros ritmos devidamente reconhecidos pela Fundação de Cultura do Estado de Pernambuco (FUNDARPE). Durante os festejos juninos, esse percentual passa para 80% e os investimentos devem ser destinados à contratação de artistas que representem a cultura popular do forró.
Dessa reserva, 20% devem ser usados para a contratação de artistas do município, onde será realizado o festejo. “É imprescindível que os eventos promovidos pelo Estado e municípios contemplem a apresentação de artistas locais, da terra, valorizando a cultura pernambucana e incentivando o surgimento de novos talentos”, completou Duque.
Antes de seguir para votação no plenário da Alepe, o projeto segue para aprovação nas demais comissões da Casa.
Em parceria com o SENAC, cuja carreta “Informática e Gestão” está estacionada em frente à Secretaria de Administração, a Prefeitura iniciou ontem a capacitação de gestores e servidores públicos municipais para utilização qualificada da ferramenta Excel, que permite a elaboração e utilização de planilhas de dados. No módulo Excel Básico, o curso tem duração de […]
Em parceria com o SENAC, cuja carreta “Informática e Gestão” está estacionada em frente à Secretaria de Administração, a Prefeitura iniciou ontem a capacitação de gestores e servidores públicos municipais para utilização qualificada da ferramenta Excel, que permite a elaboração e utilização de planilhas de dados.
No módulo Excel Básico, o curso tem duração de 45 horas. Serão três semanas, de segunda à sexta, três horas por dia. Os cursos são oferecidos à noite, para não prejudicar o atendimento ao cidadão.
“Voltamos a Afogados com mais um curso porque aqui sempre é um sucesso e vem dando muito certo essa parceria SENAC e Prefeitura. Estamos muito felizes com a receptividade do público,” declarou Morgana Patrícia, Coordenadora regional de cursos do SENAC.
A Secretária de Administração, Flaviana Rosa, destacou as oportunidades de emprego e geração de renda que os cursos e a qualificação profissional oferecem. “Já trouxemos cursos de culinária, camareira, garçom, artesanato e sempre tem um quantitativo de pessoas que nos surpreende. Muitos que já fizeram esses cursos que ofertamos hoje ou já conseguiu trabalho ou já empreende,” informou a Secretária.
E já estão abertas as inscrições para novos módulos de EXCEL básico, e um novo módulo para EXCEL avançado. As inscrições podem ser feitas na Secretaria de Administração, na Rua Dr. Roberto Nogueira Lima, nº 165, de segunda à sexta, das 7h às 13h. Maiores informações podem ser obtidas pelo telefone 3838-1906.
Do JC Online A um ano das eleições municipais, Serra Talhada já está em ebulição. Desgastado e rompido com muitos aliados políticos, o prefeito Luciano Duque (PT) já coleciona, ao menos, quatro candidatos virtuais de oposição. Obviamente, com tal distância da campanha propriamente dita, esse cenário não está consolidado e deve ser chacoalhado ao sabor […]
Luciano Duque, do PT, ao lado da presidente Dilma Rousseff
Do JC Online
A um ano das eleições municipais, Serra Talhada já está em ebulição. Desgastado e rompido com muitos aliados políticos, o prefeito Luciano Duque (PT) já coleciona, ao menos, quatro candidatos virtuais de oposição. Obviamente, com tal distância da campanha propriamente dita, esse cenário não está consolidado e deve ser chacoalhado ao sabor das alianças construídas nos bastidores. Mas pelo menos uma candidatura que pode ser dada como certa é a do advogado Waldemar Oliveira, irmão do secretário de Transportes, Sebastião Oliveira (PR), herdeiro político do ex-deputado federal Inocêncio Oliveira (PR).
Apesar de ser, atualmente, a prefeitura mais importante comandada pelo PT, pode-se se dizer que Serra Talhada está órfã de apoios dentro do PT, partido que está no poder. O próprio prefeito Luciano Duque é um neófito nas fileiras petistas – só se filiou para ser candidato em 2012. Ele também perdeu dois apoios no Estado e em Brasília: o ex-deputado estadual Manoel Santos e o ex-deputado federal Pedro Eugênio, que faleceram recentemente. “As emendas que João Paulo (quando era deputado federal) e Pedro Eugênio destinaram para Serra Talhada foram canceladas, por uma manobra do presidente da Câmara, Eduardo Cunha. Então, é verdade que me sinto orfão dentro do partido, ainda mais nessa crise”, contou o prefeito. Como suporte, ele tem recorrido ao senador Humberto Costa (PT). “Mas ele tem que atender ao Estado como um todo. Diferente de um deputado, que atua mais numa região”, ponderou.
Para piorar a situação, Luciano Duque rompeu com pelo menos três lideranças políticas que o apoiaram em 2012. O primeiro é o ex-prefeito Carlos Evandro (PSB), de quem foi vice durante dois mandatos. Ele tem colocado o nome da sua esposa, Socorro Brito, como pré-candidata. A segunda liderança é a sua vice, Tatiana Duarte (PSC), que tem inflamado o seu marido, o radialista Marcos Dantas (PP), para prefeito em 2016. Outro racha ocorreu dentro da própria família. O seu irmão João Duque Filho, liderança do PMDB, está brigado com o prefeito e se movimenta para emplacar o nome do ex-secretário municipal e professor Israel Silveira (PMDB).
“Estamos no meio de uma crise, momento difícil para todos os prefeitos. Isso dificultou a governança nesses dois primeiros anos. Quando eles veem um governo mal avaliado, entendem que todo mundo tem espaço para ser candidato. Mas quando meu governo melhorar, ou eles vão desistir ou vão se unir. Eu estou disposto ao diálogo”, acenou o prefeito.
No outro pólo de força, está o PR, partido liderado pelo secretário estadual de Transportes, Sebastião Oliveira, herdeiro político do ex-deputado federal Inocêncio Oliveira. Não é segredo para ninguém que o candidato em 2016 desse grupo é o advogado Waldemar Oliveira, irmão de Sebastião. “Essa construção começou desde a eleição passada, quando Sebastião foi candidato e perdeu por 7%. De lá pra cá começou a construir meu nome”, contou Waldemar, que nunca disputou uma eleição. O bloco já está na rua.
Em 2012, a eleição de Serra Talhada teve uma ingerência direta do então governador Eduardo Campos. Discordando da candidatura de Luciano Duque para prefeito, nome endossado pelo então prefeito Carlos Evandro (PSB), Eduardo articulou a união de dois inimigos históricos para construir um palanque forte de oposição. Sebastião Oliveira encabeçou a chapa e o deputado estadual Augusto César (PTB), até então desafeto, indicou para a vice o médico Fonseca Carvalho (PTB).
Para 2016, o PTB se tornou uma peça curinga no xadrez político. Embora mantenha rusgas com o PR, após a eleição de 2012, Augusto César tem sido sondado pelos dois campos políticos. “Acredito que teremos três candidatura e uma disputa acirrada”, avaliou Waldemar Oliveira. Nos bastidores, a leitura é de que tantos pré-candidatos lançados tão precocemente é uma estratégia para demarcar espaço e conquistar alianças mais vantajosas para 2016. De qualquer forma, o Palácio do Governo acompanha de perto as movimentações políticas, pois anteveem uma oportunidade de o PSB ou um aliado retomar o poder em Serra Talhada, uma vez que o PT agora está na oposição.
Ex-prefeito voltou a alertar que irmão não pode impor candidatura O ex-prefeito Josete Amaral voltou a falar sobre a pré-candidatura de Jose Amaral a sucessão do Prefeito Sebastião Dias. Em entrevista ao comunicador Anchieta Santos à Rádio Cidade FM, Josete, mesmo defendendo que José estaria preparado para governar Tabira, mandou um recado ao irmão que […]
Ex-prefeito voltou a alertar que irmão não pode impor candidatura
O ex-prefeito Josete Amaral voltou a falar sobre a pré-candidatura de Jose Amaral a sucessão do Prefeito Sebastião Dias. Em entrevista ao comunicador Anchieta Santos à Rádio Cidade FM, Josete, mesmo defendendo que José estaria preparado para governar Tabira, mandou um recado ao irmão que foi notícia recente com a afirmação de que seria candidato de qualquer jeito: “ninguém é candidato de si mesmo. A candidatura não pode ser imposta. Ele sabe que não pode falar sozinho. Ele não é nenhum menino pra fazer isso”.
Lembrado pelo comunicador que o município precisa de gestão renovadora e se esta mudança não seria travada com nomes como Jose Amaral (PSDC) de um lado e Dinca Brandino (MDB) do outro, o ex-prefeito citou que seu irmão não tem maldade, nunca fez mal a ninguém, soma experiência, tem palavra, ação e serviços prestados.
Ele não soube dizer se Jose Amaral já ingressou no partido prometido pelo Deputado Federal Carlos Veras (PT).
Lembrado mais uma vez que não tem se envolvido diretamente nas eleições de Tabira desde que deixou a Prefeitura, Josete Amaral declarou que cada eleição tem sua história e se o candidato for José Amaral ele vai pra rua pedir votos.
Gravatá foi palco de um ato político comandado pelo prefeito Bruno Martiniano, reunindo milhares de pessoas – segundo dados da organização – e contando com a presença do candidato Paulo Câmara, de Waldemar Borges (deputado estadual) e Sebastião Oliveira (deputado federal). A concentração aconteceu na Rua Amaury de Medeiros. Chegando ao Comitê localizado em frente à Estação […]
Gravatá foi palco de um ato político comandado pelo prefeito Bruno Martiniano, reunindo milhares de pessoas – segundo dados da organização – e contando com a presença do candidato Paulo Câmara, de Waldemar Borges (deputado estadual) e Sebastião Oliveira (deputado federal). A concentração aconteceu na Rua Amaury de Medeiros.
Chegando ao Comitê localizado em frente à Estação do Artesão, o primeiro a discursar foi o deputado estadual Waldemar Borges, que mais uma vez reforçou seu compromisso com a cidade e a continuidade do trabalho pelo município. “Todos sabem que tenho um carinho especial por Gravatá e aqui é também a minha casa. Hoje me sinto extremamente feliz em ver este evento e ter a certeza que a cidade sabe o caminho certo a seguir”, disse, defendendo Paulo Câmara.
O candidato ao Governo Paulo Câmara também discursou. “Gravatá é uma cidade que eu me sinto muito bem, e lembro do carinho de Eduardo Campos com o município. Iremos trabalhar por este estado e continuar o legado de Eduardo Campos”, concluiu Paulo Câmara.
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