Após nova troca de ataques, Trump diz que acordo de paz com Irã ‘acabou’
Por Nill Júnior
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quarta-feira (8) que o acordo de paz firmado com o Irã “acabou” e disse que não quer mais diálogo com Teerã.
“Para mim, acho que [o acordo de paz] acabou. Eu não quero mais lidar com eles [Irã]. Eles são a escória, são liderados por pessoas doentes e são um povo maldoso e violento. (…) Vou falar com meus com meus negociadores, mas é uma perda de tempo lidar com eles. Até onde eu sei, acabou”, afirmou Trump quando perguntado se o acordo teria “morrido”.
A fala de Trump, em uma coletiva de imprensa em Ancara, capital da Turquia, antes de uma cúpula da Otan, ocorreu após mais uma troca de bombardeios entre EUA e Irã ocorrida entre terça e quarta. Os dois países estão oficialmente em meio ao cessar-fogo na guerra entre eles, e assinaram em junho um acordo de paz preliminar.
O governo do Irã ainda não havia se manifestado publicamente nesta quarta após a fala de Trump sobre o acordo de paz até a última atualização desta reportagem.
Apesar do acordo de paz, EUA e Irã têm trocado algumas agressões nas últimas semanas, tal qual a vista nas últimas horas, quando o Exército norte-americano bombardeou diversos alvos no sul do Irã por acusar o regime iraniano de atacar três navios comerciais no Estreito de Ormuz.
Em resposta, o Irã afirmou que os ataques dos EUA são uma “clara violação” do acordo de paz e lançou ataques retaliatórios contra bases norte-americanas no Bahrein e no Kuwait na madrugada desta quarta.
O candidato ao governo do Estado Armando Monteiro (PTB), divulgou nesta terça-feira (30) dois vídeos que abordam temas como, a valorização de policiais e bombeiros e a grave crise que enfrenta o Sassepe. No primeiro dos dois vídeos, Armando se dirige especialmente a policiais civis e militares e bombeiros, categorias que foram abandonadas pelo governo […]
O candidato ao governo do Estado Armando Monteiro (PTB), divulgou nesta terça-feira (30) dois vídeos que abordam temas como, a valorização de policiais e bombeiros e a grave crise que enfrenta o Sassepe.
No primeiro dos dois vídeos, Armando se dirige especialmente a policiais civis e militares e bombeiros, categorias que foram abandonadas pelo governo do Estado. Em sua fala, o petebista garante que vai dar uma atenção especial aos agentes de segurança: “Vamos implantar o plano de cargos e carreira. Vamos requalificar o hospital da PM. Vamos investir na interiorização, modernização e ampliação do serviço de saúde dos militares e, finalmente, vamos regularizar o aumento no vale-alimentação”. Finalizando, Armando coloca uma questão importante: “Para dar mais segurança à nossa população, os policiais e bombeiros precisam ser valorizados pelo governo do Estado”.
Outro grave problema, que afeta mais de 220 mil servidores ativos e inativos e seus dependentes, são as péssimas condições de atendimento no Sistema de Assistência à Saúde dos Servidores do Estado de Pernambuco (Sassepe). Apesar do aumento na contribuição no contracheque, o serviço está longe de ser considerado de excelência.
“O Sassepe está numa situação muito ruim e nem o aumento da sua contribuição resolveu o péssimo atendimento que é dado atualmente à saúde dos servidores. Até a administração do serviço foi entregue a uma empresa de fora, contratada sem licitação e que, para isso, recebe quase a metade de tudo o que os servidores descontam no seu contracheque para o Sassepe”, diz Armando no vídeo.
O candidato não fica apenas na crítica e apresenta as soluções: “Comigo, isso vai mudar: vamos ampliar o financiamento dos serviços, atualizar o pagamento de convênios hoje suspensos e realizar concursos para o Hospital dos Servidores do Estado, fortalecendo essa unidade. O meu compromisso é oferecer um melhor serviço de saúde aos servidores”.
Folha PE Moradores de Sertânia relatam que, após vazamento do reservatório de Barreiros, a passagem da água deixou muitos animais mortos e devastação ambiental. No vídeo enviado ao Portal FolhaPE, é possível ver uma árvore e um cavalo sendo arrastados pela força da água (veja em 2:27). A barragem rompeu nesta sexta (3) e pelo […]
Rodovia Maximiano Campos, que liga PE 280 a BR 232, passando por Rio da Barra está interditada
Folha PE
Moradores de Sertânia relatam que, após vazamento do reservatório de Barreiros, a passagem da água deixou muitos animais mortos e devastação ambiental. No vídeo enviado ao Portal FolhaPE, é possível ver uma árvore e um cavalo sendo arrastados pela força da água (veja em 2:27).
A barragem rompeu nesta sexta (3) e pelo menos 60 famílias de 10 comunidades diferentes tiveram que deixar suas casas. Cerca de 200 família foram atingidas.
O Ministério da Integração Nacional, em Brasília, confirmou o vazamento do reservatório Barreiros, no município de Sertânia, na manhã sexta-feira (3). A barragem integra o projeto de Transposição do Rio São Francisco. Cerca de 60 famílias, de 10 comunidades, foram removidas para locais seguros. Segundo a Prefeitura de Sertânia, cerca de 200 famílias residem no trecho que acompanha a vazão do reservatório.
A nota emitida pelo Ministério da Integração diz ainda que as avaliações técnicas feitas até o momento “não apontam risco estrutural ao reservatório”. “A barragem está íntegra, permitindo, inclusive, o tráfego de caminhões para atender a esta situação. As obras emergenciais e mitigatórias para conter o vazamento deverão ser concluídas neste sábado (4)”.
O reservatório fica entre as estações de bombeamento 5 e 6 (EBV-5 e EBV-6), parte do Eixo Leste da Transposição. Técnicos das empresas responsáveis pela obra do projeto estão na área tomando medidas necessárias para conter a água. Logo que identificado o vazamento, técnicos da área Ambiental e de Fiscalização do projeto foram de casa em casa alertar os moradores do entorno sobre medidas de segurança.
Ainda segundo o Ministério, as famílias removidas de suas casas foram levadas temporariamente para um ginásio, uma escola municipal, um salão paroquial e uma área de canteiro de obras do Projeto São Francisco – todos localizados na comunidade Rio da Barra. Estão sendo providenciados kits de ajuda emergencial contendo colchonetes, material de higiene e mantimentos, dentre outros itens.
A força da água continua causando transtornos aos moradores de Sertânia, onde o reservatório de Barreiros vazou nesta sexta (3). A capacidade da barragem é de 2,6 milhões de metros cúbicos (m³) e, nesta noite, a vazão ainda tinha força, embora o nível da água já tenha baixado, segundo relato da agricultora Edite Pereira, 63 anos.
Edite mora na zona rural de Rio da Barra, distrito de Sertânia, em torno de 12 quilômetros de distância da barragem. Era por volta das 16h quando ela ouviu o barulho da água correndo no rio que corta seu terreno.
“Ficamos sem saber se era barulho do vento, mas era a água vindo com força. A destruição foi grande”, contou a agricultora ao Portal FolhaPE. A água chegou muito perto da casa de Edite, mas não a atingiu; levou apenas as cercas que delimitavam a propriedade e roçados vizinhos.
O Ministério da Integração Nacional, em Brasília, confirmou o vazamento do reservatório Barreiros, no município de Sertânia, na manhã desta sexta-feira (3). A barragem integra o projeto de Transposição do Rio São Francisco. Cerca de 60 famílias, de 10 comunidades, foram removidas para locais seguros. Segundo a Prefeitura de Sertânia, cerca de 200 famílias residem no trecho que acompanha a vazão do reservatório.
Em sessão de debates temáticos do Senado nesta segunda-feira (5), senadores criticaram a proposta do “distritão”, modelo em discussão na Câmara dos Deputados de substituir o sistema proporcional pelo majoritário, que considera apenas os nomes mais votados. Senadores avaliam que o “distritão” fragiliza os partidos. A posição dos parlamentares recebeu o apoio do ministro do […]
Em sessão de debates temáticos do Senado nesta segunda-feira (5), senadores criticaram a proposta do “distritão”, modelo em discussão na Câmara dos Deputados de substituir o sistema proporcional pelo majoritário, que considera apenas os nomes mais votados.
Senadores avaliam que o “distritão” fragiliza os partidos. A posição dos parlamentares recebeu o apoio do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso, que também é presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Hoje, os deputados são eleitos pelo sistema proporcional, em que as vagas são definidas de acordo com o número de votos para cada partido e o quociente eleitoral. No “distritão”, os deputados com o maior número de votos em cada estado ganham as cadeiras, sem levar em conta o total obtido pela legenda.
— O “distritão” não barateia as campanhas, talvez encareça, ele enfraquecerá os partidos e ele será dramático para a representação das minorias — criticou Barroso, que apontou que menos de 10% dos candidatos eleitos para a Câmara dos Deputados conseguem os votos necessários por conta própria.
Barroso foi um dos convidados da sessão temática para debater possíveis ajustes na legislação eleitoral. O debate foi solicitado pelo senador Nelsinho Trad (PSD-MS) e organizado pelo senador Carlos Fávaro ( PSD-MT), que presidiu a sessão.
Para o senador Marcelo Castro (MDB-PI), o “distritão” aumenta a fragmentação nas casas legislativas e o “personalismo”, dois dos problemas atuais do sistema eleitoral, mas o senador defendeu mudanças na legislação eleitoral.
Segundo ele, o voto proporcional em lista aberta atualmente adotado no Brasil leva correligionários a disputarem votos. O senador defendeu o voto distrital misto, modelo adotado na Alemanha em que os eleitores tem dois votos: um para candidatos no distrito e outro para as legendas.
— O “distritão” só tem desvantagens. No mundo inteiro você vota no partido. O Brasil é exceção. Em nenhum país do mundo o seu companheiro de partido é seu adversário. Enquanto nós não resolvermos essa questão, nós vamos ficar rodeando, fazendo reforminha e tal e não vamos atacar o problema principal. Se nós queremos votar no candidato, nós temos que restringir o local — defendeu.
O modelo é diferente do “distritão” que está em discussão na Câmara dos Deputados e também recebeu o apoio do ministro Barroso, que afirmou que o TSE recomenda como posição oficial a adoção desse sistema em substituição à lista aberta.
Excesso de partidos
Fávaro defendeu o fortalecimento de partidos e criticou o número excessivo de legendas, que, segundo ele, dificultam a governabilidade. Ele defendeu uma cláusula de barreira, que limite a proliferação de partidos em Câmaras, Assembleias e no Congresso.
— Veja que a nossa capital do Estado de Mato Grosso, Cuiabá, hoje tem 25 cadeiras na Câmara de Vereadores e 19 partidos representados. Não tem lógica a administração, o prefeito fazer uma coalizão com 19 partidos sendo representados. Algum erro há nisso. A correção inicial que queremos fazer se inicia com as sobras eleitorais; aquela chapa que o partido apresenta só participe das sobras ao atingir o coeficiente eleitoral — apontou.
Fávaro é autor de um projeto para regulamentar as sobras eleitorais, vagas não preenchidas pelo resultado do quociente partidário. O PL 783/2021 recebeu apoio durante a reunião. Thiago Bovério, do Instituto de Direito Político e Partidário (Pluris), afirmou que a proposta pode auxiliar a reduzir a fragmentação nas Câmaras e Assembleias.
— O Projeto de Lei 783 é de muita importância porque vai ao encontro dessa tendência da diminuição de partidos, porque, hoje, qualquer partido que participa da eleição pode ter seu representante eleito, ainda que tenha poucos votos — avaliou.
<p”>Bovério foi outro a criticar a proposta em discussão na Câmara dos Deputados de introduzir o sistema eleitoral majoritário para Câmara, com o “distritão”.
— O “distritão” desvirtua ainda mais o sistema brasileiro. Teremos, caso aprovado, 513 partidos. Como que se distribui TV para esses 513, recursos? Como administrar isso, sem contar na probabilidade do ingresso do crime organizado, de caixa dois, abuso do poder econômico? — apontou.
O jurista e ex-ministro da Justiça Eugênio Aragão foi ao encontro da posição dos senadores e criticou o excesso de partidos. Com relação ao sistema eleitoral, Aragão também manifestou apoio à possibilidade de adoção de um sistema misto de votação.
— Partidos em excesso criam uma enorme dificuldade de governabilidade. O “distritão” é um desserviço à democracia, como nós conhecemos ela modernamente, como representação de grandes correntes da sociedade. Nós precisamos realmente ter um sistema em que os partidos tenham mais força de moldar as eleições. E isso se dá, me parece, sim, com o sistema de lista fechada. Mas, eventualmente, pode-se até pensar num sistema misto — defendeu.
Na abertura da reunião, Trad lembrou que o Código Eleitoral (Lei 4.737, de 1965) é robusto, mas necessita de atualizações.
— Mesmo uma ótima lei precisa de ajustes. É uma oportunidade para o parlamento sinalizar para a população quais são os rumos possíveis dessa modernização — apontou.
O blogueiro Ricardo Noblat está sendo acusado de preconceito contra o Ministro do Turismo, o pernambucano Gilson Machado Neto. Isso por conta de uma manchete que questiona a escolha de Gilson como possível candidato a vice do presidente Jair Bolsonaro. “Só pode ser piada: um sanfoneiro nordestino para vice de Bolsonaro”. “Sou sanfoneiro, nordestino com […]
O blogueiro Ricardo Noblat está sendo acusado de preconceito contra o Ministro do Turismo, o pernambucano Gilson Machado Neto.
Isso por conta de uma manchete que questiona a escolha de Gilson como possível candidato a vice do presidente Jair Bolsonaro. “Só pode ser piada: um sanfoneiro nordestino para vice de Bolsonaro”.
“Sou sanfoneiro, nordestino com muito orgulho. Não sou lambe botas de europeu, presidiário e cachaceiro”, rebateu Gilson.
Noblat critica Gilson e a suposta escolha do presidente. Chega a dizer que não tem nada contra sanfoneiros, muito menos contra o Nordeste, antes de criticar Gilson e a possível escolha de Bolsonaro. Mas a manchete tem sido usada por Gilson e setores da direita para questionar o jornalista.
Por Paulo Edson Cinco dias após ser diplomado como o terceiro deputado federal da história de Arcoverde, o ex-prefeito Zeca Cavalcanti (PTB) concedeu entrevista na manhã desta quarta-feira (25), véspera de Natal, ao jornalista João Ferreira, dentro do Programa Notícias Populares da Rádio Itapuama FM. Numa conversa que durou cerca de 30 minutos, o deputado […]
Cinco dias após ser diplomado como o terceiro deputado federal da história de Arcoverde, o ex-prefeito Zeca Cavalcanti (PTB) concedeu entrevista na manhã desta quarta-feira (25), véspera de Natal, ao jornalista João Ferreira, dentro do Programa Notícias Populares da Rádio Itapuama FM.
Numa conversa que durou cerca de 30 minutos, o deputado federal eleito Zeca Cavalcanti falou da eleição, campanha, projetos e política. Nem mesmo o cenário de 2016 ficou de fora da pauta da entrevista. O trabalhista aproveitou o espaço para agradecer a votação e disse que sua eleição “preenchia uma lacuna em Arcoverde e região que há anos sonhava em ter um deputado federal para bem representa-los em Brasília”.
Em um dos trechos Zeca destacou que entre suas bandeiras está a luta pela implantação de um campus da Universidade Federal e do Instituto Federal na região, como forma de oferecer novas opções e oportunidades aos jovens que vivem aqui e buscam novos cursos. Destacou também o fortalecimento da UPE, que veio para Arcoverde durante o seu governo e falou sobre o desenvolvimento econômico, lembrando a elevação que Arcoverde teve em seu PIB nos últimos anos.
Questionado pelo jornalista João Ferreira sobre o rompimento com a prefeita Madalena Britto, o deputado federal Zeca Cavalcanti disse que se sentia tranquilo e que ela foi que disse que agora era o grupo dela de um lado, “quanto a nós, eu e o deputado Júlio Cavalcanti, vamos trabalhar para que Arcoverde continue no rumo do desenvolvimento, a prefeita faz o trabalho dela, até porque foi eleita para isso, e nós fazemos o nosso”, disse o parlamentar trabalhista.
Ele disse ainda que Arcoverde vive hoje um momento histórico e feliz por contar agora com um deputado federal e dois estaduais: Júlio e Eduino. Perguntado sobre as eleições para prefeito em 2016 se já tinha candidato, Zeca Cavalcanti foi claro e objetivo dizendo que a hora agora é de trabalho, eleições só em 2016. Ressaltou o valor do deputado eleito Eduíno Brito, mas negou qualquer encontro para tratar de política.
“Somos amigos há anos, desde a época de Werner quando fazíamos política aqui”, disse Zeca. Ele também agradeceu o apoio dos vereadores Paulinho, Sg. Siqueira, Cleriane Medeiros, Luciano Pacheco e Everaldo Lira no pleito que lhe garantiu mais de 97 mil votos em todo o estado.
Zeca finalizou dizendo que o grupo conta com nomes importantes, ressaltou o nome do vereador Luciano Pacheco como apto a representar o grupo em qualquer papel, seja como prefeito, secretário de estado, ou outra função.
“Vamos sentar, conversar e ver o melhor nome para representar o projeto de trabalho, desenvolvimento e progresso que sempre marcaram a forma de governar de nosso grupo político”. A hora agora é de trabalhar, trabalhar e trabalhar por Arcoverde, Região e Pernambuco”, concluiu Zeca Cavalcanti.
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