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Ângelo Ferreira nomeia membros do Conselho Municipal de Segurança Pública

Por Nill Júnior

O prefeito Ângelo Ferreira publicou portaria que nomeia os membros do Conselho Municipal de Segurança Pública, que conta com representantes do Poder Público e da Sociedade Civil, e foi criado juntamente com o Fundo Municipal de Segurança Pública, através da Lei Municipal nº 1.609/2017 de 22.12.2017.

O gestor, acompanhado de vereadores, secretários e empresários entregou, na manhã desta quinta-feira (08), ao gerente da agência do Banco do Brasil de Sertânia, Carlindo Falcão, uma cópia do documento.

O Conselho, que ainda precisa definir as funções de seus membros, tem como objetivo coordenar ações de segurança no município, inclusive contribuindo para a reabertura da agência bancária que, após ser alvo de criminosos, está sem funcionar plenamente há mais de um ano, prejudicando economicamente o município.

O Conselho deve se reunir na próxima semana para discutir ações de prevenção e enfrentamento à violência.

Outras Notícias

Ipec: Danilo Cabral e Anderson Ferreira lideram índice de rejeição

Pesquisa do Ipec divulgada nesta terça-feira (6) pela Globo revela que Danilo Cabral (PSB) tem a maior rejeição entre os candidatos ao governo de Pernambuco. A parcela de 25% dos entrevistados afirma que não votaria de jeito nenhum em Danilo. Na sequência, aparece Anderson Ferreira (PL), com 19% de rejeição. No comparativo com a pesquisa […]

Pesquisa do Ipec divulgada nesta terça-feira (6) pela Globo revela que Danilo Cabral (PSB) tem a maior rejeição entre os candidatos ao governo de Pernambuco.

A parcela de 25% dos entrevistados afirma que não votaria de jeito nenhum em Danilo. Na sequência, aparece Anderson Ferreira (PL), com 19% de rejeição.

No comparativo com a pesquisa anterior, de 30 de agosto, Danilo repetiu o percentual de rejeição; e Anderson subiu 1%, assumindo o segundo lugar, antes ocupado por Pastor Wellington (PTB), que diminuiu dois pontos percentuais, indo para a terceira posição, com 18%.

Candidatos em que não votaria de jeito nenhum:

Danilo Cabral (PSB): 25% (25% na pesquisa anterior, em 30 de agosto); Anderson Ferreira (PL): 19% (18% na pesquisa anterior); Pastor Wellington (PTB): 18% (20% na pesquisa anterior); Marília Arraes (Solidariedade): 16% (16% na pesquisa anterior); Miguel Coelho (União Brasil): 14% (16% na pesquisa anterior); João Arnaldo (PSOL): 14% (16% na pesquisa anterior); Ubiracy Olímpio (PCO): 14% (14% na pesquisa anterior); Jones Manoel (PCB): 14% (14% na pesquisa anterior); Claudia Ribeiro (PSTU): 12% (13% na pesquisa anterior); Jadilson Bombeiro (PMB): 11% (13% na pesquisa anterior); Raquel Lyra (PSDB): 11% (11% na pesquisa anterior); Poderia votar em todos (resposta espontânea): 5% (3% na pesquisa anterior); Não sabe: 20% (22% na pesquisa anterior).

A pesquisa ouviu 1.200 pessoas entre os dias 3 e 5 de setembro em 50 cidades pernambucanas. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06355/2022.

Comissão da Alepe aprova supressão vegetal em área de Caatinga em Salgueiro

Medida tem o objetivo de viabilizar a implantação de um parque de geração de energia solar A retirada de trechos de vegetação em Área de Preservação Permanente do município de Salgueiro, no Sertão Central, recebeu o aval da Comissão de Administração Pública da Assembleia Legislativa de Pernambuco, nesta terça-feira (7).  A providência foi solicitada pelo […]

Medida tem o objetivo de viabilizar a implantação de um parque de geração de energia solar

A retirada de trechos de vegetação em Área de Preservação Permanente do município de Salgueiro, no Sertão Central, recebeu o aval da Comissão de Administração Pública da Assembleia Legislativa de Pernambuco, nesta terça-feira (7). 

A providência foi solicitada pelo Governo do Estado e tem o objetivo de viabilizar a implantação de um parque de geração de energia solar.

De acordo com o texto aprovado, a supressão será de três segmentos, um total de 0,8 hectare do bioma Caatinga, da área de preservação de curso d’água do Riacho Sem Nome. 

A vegetação dará lugar à rede de média tensão e infraestruturas necessárias à operação do Complexo Fotovoltaico Serrita. Leia aqui a íntegra do Projeto de Lei Ordinária 1840/2024.

Opinião: privatização da Eletrobrás é crime de lesa pátria

Por Heitor Scalambrini Costa* Cada dia que passa deparamos com as ações antipopulares e antidemocráticas de um (des)governo eleito pelo povo brasileiro, em um processo eleitoral repleto de questionamentos, e onde a internet teve um papel decisivo para os descalabros ocorridos. O arrependimento de quem votou nesta figura, até então sem nenhuma relevância no debate das […]

Por Heitor Scalambrini Costa*

Cada dia que passa deparamos com as ações antipopulares e antidemocráticas de um (des)governo eleito pelo povo brasileiro, em um processo eleitoral repleto de questionamentos, e onde a internet teve um papel decisivo para os descalabros ocorridos.

O arrependimento de quem votou nesta figura, até então sem nenhuma relevância no debate das questões nacionais, fica claro diante das últimas pesquisas de opinião. Todavia, mesmo desacreditado e agonizante, o governo federal continua “passando a boiada”, implementando sua política de terra arrasada. Quer na questão dos costumes, na política energética, no combate da pandemia, na política ambiental, indigenista, educacional, de segurança pública, entre outras.

Neste espaço comento o crime que o governo federal, com o apoio da maioria dos membros da Câmara Federal (será consequência do famigerado Bolsolão?), promove contra um setor fundamental, essencial e estratégico para a autonomia, soberania e segurança energética do país. A privatização da maior empresa latino-americana de geração de energia, a Eletrobrás. Empresa estatal, patrimônio do povo brasileiro, incluindo suas subsidiárias Furnas e a CHESF (Companhia Hidrelétrica do São Francisco), e possuidora da metade das linhas de transmissão do país.

Escrevi alguns artigos a respeito desta ação nefasta, de um governo nefasto que promove este atentado criminoso contra o povo brasileiro. Disponibilizo alguns links.

https://www.pressenza.com/pt-pt/2017/08/argumentos-mentirosos-privatizar-eletrobras/,

https://www.ecodebate.com.br/2018/04/24/quem-quer-a-eletrobras-privatizada-artigo-de-heitor-scalambrini-costa/,

https://congressoemfoco.uol.com.br/opiniao/colunas/privatizacao-do-setor-eletrico-%E2%80%93-aumento-das-tarifas-e-das-demissoes/,

https://www.fnucut.org.br/privatizar-chesf-e-privatizar-o-rio-sao-francisco/,

Além de justificativas mentirosas, o neoterrorismo é usado como estratégia, e está presente na defesa da privatização. O ministro de Minas e Energia (aquele mesmo que defende a construção de usinas nucleares na beira do Rio São Francisco), o almirante Bento Junior, declarou recentemente “que a empresa vai acabar caso não ocorra a privatização”, “que a privatização da Eletrobrás é essencial, necessária para o consumidor brasileiro e principalmente para a redução das tarifas de energia elétrica”.

O ministro deste governo patético, entreguista, escamoteia a verdade ao omitir que a privatização serve somente ao mercado, ao setor privado, que vai receber este presente de “papai noel” fora de época, a preço irrisório. Além de proporcionar o desmonte do verdadeiro patrimônio nacional, que é a expertise do seu quadro técnico, a “inteligência” acumulada, com as demissões de seus técnicos e engenheiros, que ocorrerão certamente.

A afirmativa, sem nenhum lastro em fatos já ocorridos de outras privatizações do setor elétrico, de que haverá a redução das tarifas, é uma falácia recorrente quando se trata em justificar a privatização perante os incautos. Os governadores do Nordeste, em recente documento publicado, afirmam que haverá “impacto da privatização nas tarifas de energia para os consumidores, abrindo caminho para a precarização na prestação do serviço”. Ou seja, as tarifas de energia elétrica ficarão mais caras para o consumidor, e o serviço prestado para a população vai piorar.

Lembrando ainda que as bravatas do ministro não têm limites, ao afirmar que “a energia nuclear está na agenda dos maiores países do mundo e também da transição energética que o mundo está vivendo para uma economia de baixo carbono”, e assim defender esta fonte energética, polêmica, questionada, e mesmo abandonada por países como a Alemanha, Itália, Bélgica, Suíça, Holanda, Suécia, Taiwan entre outros. Obviamente, os poucos países fornecedores de equipamentos para usinas nucleares, os chamados “players”, com interesses comerciais, fomentam esta tecnologia insustentável, perigosa e cara, como a França, a Rússia, a China e os Estados Unidos. Para estes países é uma mera questão de “negócios”.

Estamos diante de uma situação que está em jogo é a privatização da água dos rios, dos reservatórios controlados pela Eletrobrás e suas subsidiárias. Como deixar a gestão destes recursos nas mãos do mercado, já que tem uma importância social, ambiental e econômica fundamental para o país?

Defendemos sim uma transição energética, democrática, justa, inclusiva e popular, e não ditada pelos interesses do capital, dos grandes grupos econômicos – financeiros, que se apossaram do Ministério de Minas e Energia, e do governo federal.

*Professor aposentado da Universidade Federal de Pernambuco

Cautelar suspende contrato do IPA superior a R$ 1 milhão

A Primeira Câmara do TCE homologou uma Medida Cautelar  determinando que o Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) suspenda pagamentos de contrato para execução de poços tubulares profundos no estado. A medida foi expedida pelo conselheiro Carlos Porto diante de irregularidades apontadas pela equipe de auditoria do Tribunal, que podem trazer dano ao erário de mais de um […]

A Primeira Câmara do TCE homologou uma Medida Cautelar  determinando que o Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) suspenda pagamentos de contrato para execução de poços tubulares profundos no estado.

A medida foi expedida pelo conselheiro Carlos Porto diante de irregularidades apontadas pela equipe de auditoria do Tribunal, que podem trazer dano ao erário de mais de um milhão de reais.

A Cautelar (n° N° 22100881-0) teve como base um parecer técnico da Gerência de Auditoria da Infraestrutura e do Meio Ambiente, que apontou, entre outras irregularidades, pagamentos para a perfuração de poços considerados secos, sem informação de sua produtividade/profundidade, sem as coordenadas geográficas para a identificação da sua localização e sem a comprovação da doação dos terrenos onde os poços foram perfurados.

Por estes motivos, o relator determinou ao gestor do Instituto Agronômico de Pernambuco que não efetue qualquer pagamento oriundo do contrato nº 30/2019, inclusive do pedido de reajuste com a empresa Hydrogeo Projetos e Serviços Eireli, até o julgamento da auditoria (nº 21100917-9) e do processo de auditoria especial (n° 22100900-0), em tramitação no TCE, para que seja possível a realização do encontro de contas entre o pedido de reajuste e um possível dano aos cofres públicos.

O conselheiro determinou ainda que o Instituto adote providências com o objetivo de planejar futuras contratações de empresas para perfuração de poços, fazendo constar nos devidos autos o termo de referência e o projeto básico, ambos de sua elaboração, a comprovação dos preços praticados, e a vantajosidade, tudo de acordo com o que estipula a Lei nº 13.303/2016 e o Regulamento de Licitações, Contratos e Compras do IPA.

A homologação da Cautelar foi aprovada por unanimidade pelos conselheiros Marcos Loreto (presidente da 1° Câmara) e Valdecir Pascoal. O Ministério Público de Contas foi representado na sessão pelo procurador Gilmar Severino Lima.

Arcoverde: problemas na Adutora do Moxotó e no sistema do Riacho do Pau afetaram distribuição, diz COMPESA

“Intervenções foram concluídas e a distribuição de água foi retomada, mas normalização do fornecimento está ocorrendo de forma gradual”, diz companhia Prezado Nill Júnior, A Compesa informa que a área central de Arcoverde e o bairro São Miguel recebem atualmente água diariamente, sem rodízio na distribuição. Essa melhoria foi possível graças à segurança hídrica alcançada […]

“Intervenções foram concluídas e a distribuição de água foi retomada, mas normalização do fornecimento está ocorrendo de forma gradual”, diz companhia

Prezado Nill Júnior,

A Compesa informa que a área central de Arcoverde e o bairro São Miguel recebem atualmente água diariamente, sem rodízio na distribuição. Essa melhoria foi possível graças à segurança hídrica alcançada com a interligação das águas da Transposição do Rio São Francisco à Adutora do Moxotó.

Tal obra garante produção suficiente para atender posteriormente toda a cidade com água todos os dias. Para alcançar esse objetivo maior, a Compesa está executando uma obra para modernização da rede de distribuição.

Dessa forma, implantando novas tubulações com material mais resistente e de maior diâmetro nos bairros que ainda possuem calendário de abastecimento. Que, nesse sentido, é, em média, de quatro dias e sete dias sem. A expectativa é finalizar as intervenções em fevereiro de 2026, um investimento de R$ 19 milhões. Serão beneficiados 70 mil pessoas em todos os bairros.

A Compesa explica que nos últimos dias, no entanto, algumas ocorrências impactaram temporariamente o abastecimento do município. Dessa forma, sendo necessário executar serviços de manutenção emergencial nos sistemas produtores do Moxotó e do Riacho do Pau. Esses sistemas são responsáveis pelo fornecimento de 270 litros de água por segundo. As intervenções foram concluídas e a distribuição de água foi retomada na última terça-feira (19). Porém, a normalização do fornecimento está ocorrendo de forma gradual, seguindo o calendário vigente nas áreas que ainda estão em rodízio.

Atenciosamente,

Assessoria de Comunicação da Compesa