O prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota (PSB) é o convidado do Debate das Dez de hoje na Rádio Pajeú, que inicia uma série de avaliações do ano de 2017 por lideranças políticas, representantes de instituições, dentre outros setores. Anchieta avalia o primeiro ano de sua terceira gestão.
O gestor fala também da conturbada relação com a Câmara, comandada pelo hoje adversário político Nêudo da Itã, das perspetivas de 2018 em Pernambuco e no país. Diz por exemplo se defende Lula ou Joaquim Barbosa para presidente, quem deverá apoiar para mandatos proporcionais, avalia a gestão Paulo Câmara, dentre outros temas.
O Debate vai ao ar às 10h na Rádio Pajeú, dentro do programa Manhã Total. Você pode ouvir e fazer perguntas sintonizando AM 1500 e ligando para (87) 3838-1213, pela Internet nowww.radiopajeu.com.br ou em celulares com Android, pelo aplicativo da emissora disponível no Google Play, ou Apple Store, para iPhone. Basta procurar Pajeu e baixá-lo. Para participar pelo zap, o número é (87) 9-9658-0554.
Estava ontem observando como o bloco socialista em Pernambuco tem mais organicidade até na hora de denunciar, enquanto o time de aliados da governadora bate cabeça. Pego três episódios recentes que repercutiram na mídia. No caso da acusação do Metrópoles contra João Campos no episódio do candidato portador de necessidades especiais que teria furado a […]
Estava ontem observando como o bloco socialista em Pernambuco tem mais organicidade até na hora de denunciar, enquanto o time de aliados da governadora bate cabeça.
Pego três episódios recentes que repercutiram na mídia. No caso da acusação do Metrópoles contra João Campos no episódio do candidato portador de necessidades especiais que teria furado a fila, cuja ligação com nome do judiciário levantou suspeitas de favorecimento, a repercussão foi gerada pelos veículos que quiseram gerar a repercussão (o blog foi um deles) e de políticos isoladamente, dada sua aversão ao ciclo socialista, como por exemplo, Eduardo Moura. O episódio repercutiu muito e vai certamente ser usado contra o prefeito do Recife.
Nos dois casos recentes envolvendo Raquel, o da empresa de ônibus do pai a serviço do Estado com supostas irregularidades e agora, na matéria da Record sobre a possível arapongagem da Polícia Civil sobre Gustavo Monteiro, Secretário da Gestão João Campos, houve o mesmo movimento de repercussão na imprensa, como esperado.
Entretanto, um fato adicional chamou a atenção. Nos dois casos, líderes socialistas no Estado agiram como multiplicadores da denúncia, replicando o conteúdo e cobrando explicações. No da Caruaruense, todas as principais lideranças socialistas gravaram vídeos repudiando e cobrando explicações.
Essa questão expõe uma diferença. Aliados de Raquel não agem com a mesma centralidade e forma de repercutir o que pode fragilizar João. Ao contrário, há cidades onde o interesse por espaços de poder tiram o foco do mais importante, como vimos em Afogados da Ingazeira.
Isso sem falar nos aliados que não vestem a camisa da governadora como deveriam. Isso deriva da falta de organicidade da Casa Civil e da ala política do governo. Precisa desenhar que, sob pena de devolver o poder ao PSB, essa gente precisa acordar?
Em nota, a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) repudiou veementemente, o assassinato do radialista Gleydson Carvalho, em Camocim, no Ceará, nesta quinta-feira (6). “Conhecido por denunciar irregularidades cometidas por políticos da região, Gleydson foi assassinado a tiros dentro do estúdio, durante a apresentação de um programa da emissora local”, diz em nota assinada […]
Em nota, a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) repudiou veementemente, o assassinato do radialista Gleydson Carvalho, em Camocim, no Ceará, nesta quinta-feira (6).
“Conhecido por denunciar irregularidades cometidas por políticos da região, Gleydson foi assassinado a tiros dentro do estúdio, durante a apresentação de um programa da emissora local”, diz em nota assinada pelo Presidente Daniel Slaviero.
De acordo com a Polícia Militar, dois homens chegaram ao estúdio dizendo que eram anunciantes e renderam a recepcionista. Em seguida, atiraram em Gleydson.
“A Abert considera extremamente preocupante o aumento dos atos de violência que buscam impedir a livre e necessária atuação da imprensa e apela às autoridades do Ceará para que apurem, com rigor, mais este crime, que não pode ficar impune”, conclui.
O assassinos invadiram o estúdio onde Gleydson apresentava seu programa, dispararam contra o radialista e fugiram. Segundo testemunhas, na hora do homicídio, a transmissão estava com programação musical.
A vítima chegou a ser socorrida e levada para o Hospital Deputado Murilo Aguiar, mas morreu no caminho. A polícia segue nas buscas pelos suspeitos. O sepultamento de Gleydson deve acontecer esta tarde.
“Escabroso”, “contraditório”, “demolidor” foram alguns dos adjetivos usados pelos senadores para qualificar o depoimento desta quarta-feira (25) na CPI da Pandemia. O depoente foi Roberto Pereira Ramos Júnior, diretor-presidente da FIB BanK — empresa apresentada como garantidora de crédito da Precisa Medicamentos na malograda compra da vacina indiana Covaxin. O depoente disse que a FIB […]
“Escabroso”, “contraditório”, “demolidor” foram alguns dos adjetivos usados pelos senadores para qualificar o depoimento desta quarta-feira (25) na CPI da Pandemia. O depoente foi Roberto Pereira Ramos Júnior, diretor-presidente da FIB BanK — empresa apresentada como garantidora de crédito da Precisa Medicamentos na malograda compra da vacina indiana Covaxin.
O depoente disse que a FIB BanK, apesar do nome, não é um banco, e apesar de ser uma pequena empresa, tem capital social de R$ 7,5 bilhões, na forma de terrenos em São Paulo e no Paraná.
O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) afirmou ter sido, “de longe, o depoimento mais contraditório desta comissão”. O senador Renan Calheiros (MDB-AL), relator, qualificou o depoimento de “escabroso” e lembrou que o negócio foi paralisado graças à CPI.
A senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) disse que nenhum outro depoimento foi “carregado de tantas irregularidades”.
A senadora Simone Tebet (MDB-MS) enumerou as “artimanhas” e disse que o que Eduardo Pazuello, Elcio Franco e Roberto Dias têm de responder por assinarem pelo Ministério da Saúde um contrato sem as formalidades legais.
O senador Jorginho Mello (PL-SC) qualificou a atuação da empresa de “golpe”, “tramoia” e “picaretagem”, mas elogiou o governo por não ter fechado o negócio.
Apesar do nome, a FIB BanK não é banco ou instituição financeira. O questionamento da CPI concentrou-se na falta de credenciais da empresa para avalizar um negócio da ordem de R$ 1,6 bilhão com o Ministério da Saúde, diante de várias possíveis ilegalidades em sua constituição e operação.
Também indagou-se sobre o papel do advogado Marcos Tolentino, apontado como verdadeiro dono da FIB BanK e ligado ao líder do governo na Câmara dos Deputados, Ricardo Barros (PP-PR). O nome de Barros foi citado em negociações de vacinas com o governo brasileiro suspeitas de irregularidades.
“O pior é que coloca o nome de banco e nem banco é! A fake news começa aí!”, indignou-se o presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM).
Em diversos momentos, Roberto Pereira afirmou desconhecer pessoas envolvidas nos negócios da FIB Bank (como Francisco Maximiano, dono da Precisa), ou não dispor dos documentos necessários para responder as perguntas do relator, encaminhando as solicitações aos departamentos comercial e jurídico de sua empresa.
Ao lhe perguntarem sua remuneração na empresa, o depoente pediu para prestar a informação por escrito após a reunião.
Roberto Pereira reconheceu que a FIB Bank nasceu como shelf company. O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) explicou que o termo em inglês (que significa “empresa de prateleira”) designa empresas constituídas em cartório, mas sem atividade, criadas apenas para serem revendidas a quem queira possuir uma pessoa jurídica sem enfrentar a burocracia de criação de uma empresa.
A senadora Simone Tebet fez uma detalhada exposição das aparentes fraudes nas atividades da FIB BanK ao longo dos anos, a começar pelo uso de “laranjas” como sócios.
Um dos momentos mais surpreendentes da reunião foi a exibição de um vídeo de Geraldo Rodrigues Machado, morador do município alagoano de Pão de Açúcar. No vídeo, Araújo contou que, ao tentar financiar uma moto em 2015, descobriu que era sócio da empresa.
“O contrato da Covaxin era fraudulento. Faltavam partes, [havia] valores para serem pagos em paraíso fiscal por quem não fazia parte da assinatura do contrato, e garantia de um banco que não era banco”, afirmou Simone. “O Ministério da Saúde é tão ou mais responsável por isso”, emendou. As informações são da Agência Senado.
O deputado federal eleito Tadeu Alencar (PSB) prevê dificuldades econômicas e políticas no País no próximo ano. Em visita à Folha de Pernambuco, nesta segunda-feira (22), o socialista disse que os recentes escândalos da Petrobras aumentou a crise no governo da presidente reeleita Dilma Rousseff (PT). “O governo começa envelhecido. Não conseguiu comemorar a vitória. E […]
O deputado federal eleito Tadeu Alencar (PSB) prevê dificuldades econômicas e políticas no País no próximo ano. Em visita à Folha de Pernambuco, nesta segunda-feira (22), o socialista disse que os recentes escândalos da Petrobras aumentou a crise no governo da presidente reeleita Dilma Rousseff (PT).
“O governo começa envelhecido. Não conseguiu comemorar a vitória. E um anticlímax terrível”, afirmou Tadeu Alencar.
De acordo com o socialista, os escândalos da Petrobras vão pautar a reforma política. “O parlamento deve ser contaminado por esses escândalos da Petrobras, por conta disso deverá ser intensificado uma agenda de reforços. O estrago é tão grande que deve demorar um tempo a se estabilizar. Mais a reforma deve ser pautada por isso”, disse.
“Além disso, um partido com 16 anos no poder colocar 10 ministros na Corte Suprema do País é um atentado a democracia”, completou.
Em resposta às declarações do governador João Lyra Neto (PSB) sobre a falta de liderança no PSB, Tadeu Alencar colocou o governador eleito Paulo Câmara (PSB) como o líder do partido. “Quem ocupa cadeira de governador de Pernambuco já é naturalmente um líder. A cadeira de governador já dá essa condição. Não é somente o cargo que faz um líder, mas o perfil, e Paulo Câmara tem esse perfil”, relatou o socialista.
O candidato à Presidência pelo PSC, Pastor Everaldo, minimizou sua inexperiência em cargos do Executivo e do Legislativo em entrevista nesta terça-feira no Jornal Nacional da TV Globo. Questionado pelos apresentadores por não ter ocupado nenhum cargo eletivo majoritário e nenhum cargo parlamentar, Everaldo ressaltou sua origem humilde, na favela do Acari no Rio de […]
O candidato à Presidência pelo PSC, Pastor Everaldo, minimizou sua inexperiência em cargos do Executivo e do Legislativo em entrevista nesta terça-feira no Jornal Nacional da TV Globo. Questionado pelos apresentadores por não ter ocupado nenhum cargo eletivo majoritário e nenhum cargo parlamentar, Everaldo ressaltou sua origem humilde, na favela do Acari no Rio de Janeiro, e experiência na iniciativa privada. “Deus me ajudou e eu venci na vida. Acredito que estou preparado, sou um constante aprendiz”, disse na entrevista.
Ao ser confrontado com o fato de que o País nunca teve um presidente que não tivesse passado ou pelo Congresso Nacional ou por uma experiência de chefia no Poder Executivo, Everaldo ressaltou que tem capacidade para governar “em equipe” e com quadros competentes. “O líder tem que saber do que o Brasil precisa e trazer os melhores quadros.” E citou o exemplo de quando era servente de pedreiro e, para pintar uma parede, chamava o especialista, o pintor, para a tarefa.
O pastor afirmou acreditar que sua experiência como empresário na iniciativa privada o credencia para comandar o País. “A diferença entre o Estado e a iniciativa privada é só que o Estado hoje não trabalha com meritocracia”, afirmou. Perguntado se qualquer pessoa pode então ser presidente, Everaldo disse que “qualquer pessoa que se disponha” e que trabalhe em equipe.
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