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Alepe aprova indicação de Moshe Dayan para presidência da Adagro

Por André Luis

A Assembleia Legislativa de Pernambuco aprovou, nesta segunda-feira (9), por 34 votos favoráveis, a indicação do médico veterinário Moshe Dayan Fernandes de Carvalho para a presidência da Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária de Pernambuco (Adagro).

A indicação foi feita pela governadora Raquel Lyra e já havia sido aprovada por unanimidade em sabatina na Comissão de Constituição, Legislação e Justiça (CCLJ) no dia 13 de maio.

Moshe assume o cargo no momento em que o estado recebeu a certificação de zona livre de febre aftosa sem vacinação pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA). O novo presidente da Adagro terá entre os principais desafios a intensificação das ações de fiscalização e vigilância sanitária animal, especialmente diante da ameaça da gripe aviária. De acordo com a agência, não há, até o momento, registro de casos suspeitos da doença em Pernambuco.

Durante sua sabatina na CCLJ, o veterinário afirmou que o enfrentamento da gripe aviária exigirá mobilização institucional: “O momento é difícil devido à iminência da gripe aviária, mas é um desafio que a gente tem que assumir com a ajuda de todos: do funcionário da Adagro, do servidor. Mas também com o apoio dos parceiros, como o Ministério da Agricultura e Pecuária, a Associação Avícola de Pernambuco, a Secretaria de Agricultura, o IPA e demais órgãos, para que possamos estar preparados para enfrentar esse momento de dificuldade”.

Segundo o Projeto de Resolução nº 2905/2025, Moshe Dayan tem atuação no setor agropecuário nas áreas de produção, gestão e políticas públicas. É produtor de leite, pecuarista e especialista em laticínios. Atuou como consultor no segmento de leite e derivados e foi secretário de Agricultura do município de Pedra entre 2021 e 2022. Desde 2023, exerce a função de assessor parlamentar com foco no agronegócio no gabinete da deputada estadual Débora Almeida.

Outras Notícias

Pesquisa Conecta: Raquel tem 42,4% e João, 40,4%; apoio de Lula dá vantagem de dez pontos a socialista

Pesquisa do Instituto Conecta divulgada nesta terça-feira (14) mostra no cenário estimulado, em que os nomes dos pré-candidatos são mostrados aos eleitores sem rrelação com apoios,  42,4% para a governadora Raquel Lyra 40,4% para o ex-prefeito do Recife,  João Campos. Já Renan Hallais (Missão) teve 0,7%, e Ivan Moraes (PSOL), 0,4%. Brancos e nulos somaram […]

Pesquisa do Instituto Conecta divulgada nesta terça-feira (14) mostra no cenário estimulado, em que os nomes dos pré-candidatos são mostrados aos eleitores sem rrelação com apoios,  42,4% para a governadora Raquel Lyra 40,4% para o ex-prefeito do Recife,  João Campos. Já Renan Hallais (Missão) teve 0,7%, e Ivan Moraes (PSOL), 0,4%. Brancos e nulos somaram 8,7%, e não souberam ou não responderam, 7,4%.

O quadro é de empate técnico considerando a margem de erro da pesquisa.

O instituto também aferiu a força ou fragilidade dos apoios.

Com apoio de Lula (PT), o pré-candidato a governador João Campos (PSB) tem vantagem de pelo menos dez pontos sobre Raquel Lyra (PSD) na corrida eleitoral deste ano.

Em um cenário em que a governadora é associada ao presidenciável Ronaldo Caiado, de seu partido, o ex-prefeito do Recife aparece com 45,1%, e ela, com 35,8%.

Já quando Raquel é relacionada a Flávio Bolsonaro, João Campos abre 13 pontos de diferença, chegando a 47,5% das intenções de voto, contra 34,1% dela. No primeiro cenário, brancos e nulos foram 10,6%, e não souberam ou não responderam, 8,5%. Já no segundo cenário, 10,5% disseram que votariam nulo ou em branco, e 7,9% não souberam ou não responderam.

Isso reforça a tese de que Raquel adotará o discurso de palanque amplo para fugir de nomes da direita. Já João Campos adotou como caminho adesão ao presidente Lula.

O levantamento foi feito entre os dias 8 e 11 de julho e contou com 2,1 mil entrevistas em 53 municípios pernambucanos. A margem de erro é de 2,14 pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número 04263/2026.

Arcoverde: oposição acusa prefeita de fazer aglomeração ao lançar candidato

Aglomerações e soltura de fogos teriam acontecido durante anúncio de candidato do grupo de Madalena Brito. Segundo o grupo do pré-candidato a prefeito de Arcoverde, Zeca Cavalcanti, o que seria uma simples apresentação do nome do pré-candidato a prefeito de seu grupo político, o empresário Wellington Maciel (MDB), pela prefeita Madalena Britto (PSB), se tornou […]

Aglomerações e soltura de fogos teriam acontecido durante anúncio de candidato do grupo de Madalena Brito.

Segundo o grupo do pré-candidato a prefeito de Arcoverde, Zeca Cavalcanti, o que seria uma simples apresentação do nome do pré-candidato a prefeito de seu grupo político, o empresário Wellington Maciel (MDB), pela prefeita Madalena Britto (PSB), se tornou uma verdadeira lista de infrações e desrespeito à lei.

Também desrespeitam  as vítimas da Covid-19 que já chegam a 22 pessoas que foram a óbito e o decreto do Governo do Estado e da própria prefeitura que proíbe aglomerações com mais de 10 pessoas.

Ainda segundo o grupo: afora isso, a praça da Bandeira foi tomada por filas duplas de veículos de aliados da prefeita sem nenhuma fiscalização da Arcotrans e da Polícia Militar que foi acionada, mas não apareceu para coibir os abusos.

Do alto da rádio onde houve o lançamento, a prefeita e o candidato Wellington Maciel ainda teriam provocado aglomerações na rua de militantes que gritavam seu número.

Um dos fatos mais lamentáveis, segundo o grupo de Zeca, foi exatamente a soltura de fogos, pelo menos quatro girândolas de 458 tiros foram disparadas em plena praça da Bandeira no momento em que Arcoverde bate a marca de 22 pessoas mortas pela Covid e o número de casos de pessoas infectadas já chega 294.

A menos de quatro dias, decreto proibiu a soltura de fotos exatamente por respeito e pela proteção à saúde das pessoas infectadas pelo novo coronavírus.

O grupo de Zeca também diz, que “em tom desesperado” para apresentar seu candidato faltando apenas dois meses para as convenções, a prefeita Madalena Britto, e o próprio pré-candidato, Wellington Maciel, acabaram por promover o desrespeito leis de trânsito, decretos da pandemia e o respeito as vítimas e doentes da covid-19 com exagerado soltar de fogos.

Articulação tenta dar segunda vaga na disputa ao Senado a Eduardo da Fonte

Do Blog Dantas Barreto Ao que parece, a “Operação Eduardo da Fonte Senador” está a todo vapor. Deputados e lideranças do PP estão sendo escalados para soltar a conta gotas suas opiniões de que o deputado federal e presidente da Federação União Progressista em Pernambuco é a melhor opção para concorrer à Casa Alta. O […]

Do Blog Dantas Barreto

Ao que parece, a “Operação Eduardo da Fonte Senador” está a todo vapor. Deputados e lideranças do PP estão sendo escalados para soltar a conta gotas suas opiniões de que o deputado federal e presidente da Federação União Progressista em Pernambuco é a melhor opção para concorrer à Casa Alta.

O deputado estadual Kaio Maniçoba disse que o dirigente do seu partido “é o nome mais competitivo da federação”. O Pastor Esdras Cabral afirmou que “o momento exige representantes que não possuam apenas trajetória política, mas também compromisso com pautas estratégicas”.

Na federação, o outro pré-candidato é o presidente do União Brasil, Miguel Coelho, que grudou na governadora Raquel (PSD) e disputa com o senador Fernando Dueire (PSD) para ver quem está mais presente nas agendas dela. O deputado Túlio Gadêlha foi filiado ao PSD pela própria Raquel com a suposta estratégia de dar um verniz de esquerda à chapa majoritária.

Mas quando se trata de Eduardo da Fonte, se pode esperar algo. Ele e a governadora estão intrigados, já teve aliados exonerados do Governo e grito de independência. Por outro lado, o filho de Eduardo, deputado Lula da Fonte (PP), voltou a garantir, ontem em Palmares, olhando para Raquel, que a federação apoiará sua reeleição.

Assim, fica a expectativa sobre o próximo lance de Dudu da Fonte. Certamente, Raquel Lyra e Miguel Coelho estão atentos. No Datafolha, Eduardo e Miguel aparecem em 3º lugar, mas o deputado tem 17% e o ex-prefeito de Petrolina, 16%.

De olho em 2026, Breno Araújo acompanha agenda de João Campos no Recife

O pré-candidato a Deputado Estadual Breno Araújo esteve acompanhando agenda do prefeito do Recife e pré-candidato ao governo,  João Campos, do PSB, no bairro do Ibura. A pré-candidatura de Breno, esposo da prefeita Márcia Conrado,  do PT, teve a benção de Campos,  inclusive com a promessa de espaços na Região Metropolitana do Recife.  As obras de […]

O pré-candidato a Deputado Estadual Breno Araújo esteve acompanhando agenda do prefeito do Recife e pré-candidato ao governo,  João Campos, do PSB, no bairro do Ibura.

A pré-candidatura de Breno, esposo da prefeita Márcia Conrado,  do PT, teve a benção de Campos,  inclusive com a promessa de espaços na Região Metropolitana do Recife.  As obras de João Campos no Ibura incluem a duplicação da Ladeira da Cohab para melhorar a mobilidade, a construção de um novo Parque Municipal do Ibura, e a realização de diversas obras de contenção de encosta para garantir a segurança dos moradores.

O investimento total nas obras do bairro, segundo as fontes, já ultrapassa dezenas de milhões de reais, focando em melhorias na infraestrutura urbana, mobilidade e segurança.

“Ibura, tá sabendo da novidade?Pois é, eu também fui conferir de perto, junto com meu aamigo João Campos. É bonito ver o quanto esse trabalho vai melhorar a vida de tanta gente. A gente segue junto, fazendo o que precisa ser feito”.

Salgueiro: Justiça Federal determina suspensão de cursos irregulares da Faexpe

O Ministério Público Federal (MPF) em Salgueiro obteve, na Justiça Federal, decisão liminar que suspende cursos oferecidos pelas Faculdades Extensivas de Pernambuco (Faexpe), entidade sediada em Caruaru e com atuação em vários municípios do agreste e do sertão do estado. Os cursos eram anunciados como sendo de graduação, pós-graduação e mestrado, mas sem autorização do […]

O Ministério Público Federal (MPF) em Salgueiro obteve, na Justiça Federal, decisão liminar que suspende cursos oferecidos pelas Faculdades Extensivas de Pernambuco (Faexpe), entidade sediada em Caruaru e com atuação em vários municípios do agreste e do sertão do estado.

Os cursos eram anunciados como sendo de graduação, pós-graduação e mestrado, mas sem autorização do Ministério da Educação (MEC). O caso é de responsabilidade do procurador da República Marcos de Jesus.

A ação civil pública do MPF é decorrente de inquérito civil instaurado pelo MPF para apurar possíveis ilegalidades na oferta de cursos superiores pela Faexpe. Após as investigações, foi constatado que a instituição de ensino “terceirizava” ilegalmente a atividade, disponibilizando cursos não autorizados pelo MEC em parceria com a Fundação de Ensino Superior de Olinda (Funeso) e a Faculdade Paranapanema (sediada no Paraná). Essas duas entidades de ensino também são alvos da ação civil pública.

De acordo com o MPF, os alunos celebravam contratos com a Funeso e a Faculdade Paranapanema, que são registradas perante o MEC, com objetivo de validar os certificados de seus cursos. Entretanto, na prática, as aulas eram ministradas nas instalações e por professores da Faexpe. O MPF constatou ainda que, além da autorização para uso da marca, a Funeso ficaria com 30% do faturamento bruto da atividade da Faexpe.

“A Faexpe, não possuindo sequer credenciamento junto ao MEC, jamais poderia oferecer cursos de nível superior, seja para licenciatura, bacharelado, de extensão ou pós-graduação lato sensu ou strictu sensu (mestrado e doutorado), ou ainda direta ou indiretamente por meio de convênios com outras instituições de ensino”, destaca o procurador da República. No entendimento do MPF, os cursos ofertados pela Faexpe enquadram-se como “cursos livres”, cujo aproveitamento de créditos por instituição de ensino superior credenciada pelo MEC não é possível.

Suspensão – A Justiça Federal concedeu liminar suspendendo os cursos da Faexpe questionados pelo MPF, bem como determinando a paralisação de qualquer divulgação sobre eles. A entidade também foi condenada a não firmar qualquer contrato com instituições credenciadas pelo MEC para diplomar alunos de “cursos livres”. A Funeso e a Faculdade Paranapanema também devem interromper qualquer divulgação sobre os convênios.

Processo nº 0800275-58.2017.4.05.8304 – 20ª Vara Federal em Pernambuco