Ainda tem muitos festejos juninos em Pernambuco e Paraíba
Por Nill Júnior
Por Anchieta Santos
Grande público esperado para hoje no São Pedro de Água Branca – Na 2ª noite do São Pedro de Água Branca, os shows deste sábado serão Forró da Nana, Solteirões do Forró e Harry Estigado.
Amanhã domingo fechando a programação se apresentam Prisioneiros do Forró, Luiz do Acordeon, Mateia do Forró, Nascimento Filho, Lindomar Souza, Antenor Cazuza e Rafael, Forró Pegado Pareia e Banda Forró Mais Eu. Otimista o Prefeito Tarcisio Firmino espera um público de 40 mil pessoas hoje no S. Pedro de Água Branca.
Noda de Caju Hoje e Chitaozinho e Xororó amanhã encerram festividades em Arcoverde –A ótima programação junina da terra do cardeal está vivendo suas ultimas emoções. Hoje os shows serão do Forró Limão Com Mel George Silva & Os Pariceiros e a Banda Forró Noda de Caju. Amanhã a festa termina com apresentação de Chitãozinho e Xororó.
Caruaru tem Zezé e Luciano hoje e Aviões amanhã – O Pátio do Forró em Caruaru deverá receber um grande público hoje e amanhã na programação Junina. Hoje a noite será de Forró dos Plays, Capim com Mel, Zezé de Camargo e Luciano e Forró da Mídia. Amanhã cantam Aviões do Forró, Flávio Leandro, Ferro na Boneca e Forró do Muído.
Final de semana de muitos shows no São Pedro de Tuparetama –Iniciado ontem o S. Pedro de Tuparetama vive hoje o 2º dia de festa. Na programação, se apresentam Galego do Pajeú, Bonde das Tandinhas e Forró do Muído. No domingo (28), o encerramento será com Paredão Sertanejo, Yego Bandolero e Alcymar Monteiro.
São João do Vale termina hoje em Petrolina – No encerramento na Programação junina de Petrolina, hoje tem show comForró da Espora, Alcymar Monteiro, Sérgio do Forró, Chamego Safado e Jackson Paixão Nordestina.
Último dia de festa em Salgueiro – Hoje cantam na capital do sertão central Xote Federal, Cesar Menoti e Fabiano e Angela Espindola.
Sábado de forró em Campina Grande – As atrações de hoje no Pátio do Forró em Campina Grande serão Forró Sacaneado, Banda Encantu’s,Shilton Fernandes e João Lima.
Líder nas pesquisas para o Senado, ex-deputada denuncia machismo institucional e critica pressões precoces sobre a chapa majoritária de 2026. Em um desabafo publicado em suas redes sociais nesta segunda-feira (9), a ex-deputada federal Marília Arraes (Solidariedade) trouxe à tona o debate sobre a persistência do machismo na política pernambucana. Cotada como favorita para compor […]
Líder nas pesquisas para o Senado, ex-deputada denuncia machismo institucional e critica pressões precoces sobre a chapa majoritária de 2026.
Em um desabafo publicado em suas redes sociais nesta segunda-feira (9), a ex-deputada federal Marília Arraes (Solidariedade) trouxe à tona o debate sobre a persistência do machismo na política pernambucana. Cotada como favorita para compor a chapa de João Campos (PSB) ao Senado em 2026, Marília questionou o tratamento diferenciado que recebe em comparação a figuras masculinas com capital político semelhante.
“Se fosse um homem com meu histórico na política, com essas intenções de voto em pesquisa, será que estaria sendo desconsiderado como algumas pessoas me desconsideram?”, indagou a parlamentar, lembrando que disputou e chegou ao segundo turno nas duas últimas grandes eleições majoritárias do estado (Prefeitura do Recife em 2020 e Governo de Pernambuco em 2022).
Além da denúncia de gênero, Marília criticou a antecipação do debate eleitoral, classificando como “açodada” a pressão para que nomes sejam oficializados neste momento. Para ela, o foco não deve ser o interesse individual de “candidatos de si mesmos”, mas sim a construção de um projeto coletivo que não complique a articulação do atual prefeito João Campos.
A ex-deputada reforçou que sua força política emana do apoio popular verificado nas pesquisas, e não de uma imposição pessoal. “O povo de Pernambuco está nos chamando para uma disputa e eu me coloco sempre à disposição dos chamados do nosso povo”, concluiu, sinalizando que a manutenção de sua liderança é a resposta aos que tentam invisibilizar sua trajetória.
Ex-presidente da Câmara foi cassado pelo Plenário sob acusação de ter mentido em depoimento à CPI da Petrobras ao negar manter contas bancárias no exterior. Foram 450 votos pela cassação, dez contrários e nove abstenções. Todos os pernambucanos votaram pela cassação: Adalberto Cavalcanti PTB Sim Anderson Ferreira PR Sim André de Paula PSD Sim Augusto Coutinho […]
Ex-presidente da Câmara foi cassado pelo Plenário sob acusação de ter mentido em depoimento à CPI da Petrobras ao negar manter contas bancárias no exterior. Foram 450 votos pela cassação, dez contrários e nove abstenções. Todos os pernambucanos votaram pela cassação:
Começaram a chegar esta tarde as máquinas para a retomada da PE 380, a Estrada de Ibitiranga. A informação foi postada na rede social do Gerente de Articulação Regional da Casa Civil, Mário Viana Filho. “Foi com grande alegria que hoje recebi o encarregado geral Sergio Leite, da Esse Engenharia, pela obra da PE-380 que […]
Começaram a chegar esta tarde as máquinas para a retomada da PE 380, a Estrada de Ibitiranga.
A informação foi postada na rede social do Gerente de Articulação Regional da Casa Civil, Mário Viana Filho.
“Foi com grande alegria que hoje recebi o encarregado geral Sergio Leite, da Esse Engenharia, pela obra da PE-380 que liga Afogados da Ingazeira ao distrito de Ibitiranga”, disse.
Com a chegada dos equipamentos e maquinário a informação é de que haverá a retomada das obras na próxima semana.
Em 14 de setembro, no Ouvir para Mudar de Serra Talhada, a governadora Raquel Lyra informou a retomada das obras.
O trecho requalificado será de treze quilômetros, que indica três quilômetros além de Ibitiranga. Na oportunidade, a gestora fez referência ao prefeito do município, Anchieta Patriota. Em contato com o blog, o gestor informou que fez empréstimo junto ao Finisa, autorizado pela Câmara para o trecho complementar de sete quilômetros receber terraplenagem.
A PE 380 foi um dos maiores imbróglios na região. Primeiro, uma empresa sublocada pela ESSE, a Construpav, foi acusada de acumular débitos e não dar celeridade à obra no governo Paulo Câmara.
A obra foi anunciada pelo governador Paulo Câmara em 5 de agosto de 2021, quando esteve em Ibitiranga. Na oportunidade, Câmara disse que em um ano queria voltar para inaugurar a obra em setembro.
Os problemas se avolumaram, a obra não foi entregue no prazo previsto e, em janeiro de 2023, houve interrupção nas obras . O Estado a paralisou dentro do levantamento feito da situação das obras viárias do Estado.
Com 100% das urnas apuradas, terminou a escolha do Conselho Tutelar de Afogados da Ingazeira. Com 379 votos, Naldo do Laura Ramos foi o mais votado, seguido de Bel Moura, com 327 votos. Os dois são novatos no Conselho. Completam a lista Patrícia Carvalho (305 votos), Renata de Chumbinho (252 votos) e Tyna da Ponte, […]
Comissão que coordenou apuração em Afogados com promotor Lúcio Almeida
Com 100% das urnas apuradas, terminou a escolha do Conselho Tutelar de Afogados da Ingazeira.
Com 379 votos, Naldo do Laura Ramos foi o mais votado, seguido de Bel Moura, com 327 votos. Os dois são novatos no Conselho.
Completam a lista Patrícia Carvalho (305 votos), Renata de Chumbinho (252 votos) e Tyna da Ponte, com 242 votos.
Apenas Patrícia Carvalho se mantém no Conselho. Pedro Rafael obteve 223 votos e ficou na suplência. Ainda foram votados Professora Hávila (155 votos), Antônio Pacheco (111 votos) e André da UPA (85 votos).
Em Serra Talhada, os eleitos foram Edvan Lima, com 617 votos, seguido por Ericélia Leite 564, Antonio Alves 471, Cida Nascimento 446 e Jayane Lima 339.
Em São José do Egito o novo Conselho Tutelar será formado por Márcio Lopes (367 votos), Socorro Rocha (352 votos), Eraldo Brito (310 votos), Duana (259 votos) e Zilma Jucá (255 votos).
Em Tabira Genildo Pitú foi o mais votado. Ele obteve 2.744 votos. Completam o Conselho Tutelar Socorro de Heleno (2.378), Adriana de Zé Belo (2.112), Adelmo das Antenas (1.937) e Drielly Santana (1.840).
Em Itapetim, Toinho, com 324 votos, foi o mais votado, seguido de Vera, com 274 votos, Kelly de Perazzo (272 votos), Morgana Lopes (223 votos) e Luciene (219 votos).
Em Ingazeira foram eleitos Andréa (363 votos), Diorges (252 votos), Graças (251 votos), Adriana (213 votos) e Edivânia (160 votos).
Em Tuparetama, Bruno Sobral foi o mais votado com 688 votos, seguido de Paulo do Carro de Som (566), Dan (476), Cleide de Tanta (406 votos) e Beto, também com 406 votos.
Em Solidão, Alex de Everaldo foi o mais votado com 691 votos. Com ele, completam o quinteto do Conselho Simone Nora de Cila (401 votos), Betinho de Beto Bujão (318 votos), Fátima de Nilson (296 votos) e Sara Barros (227 votos).
Em Quixaba, Carlos de Severino foi o mais votado, com 1.048 votos, seguido de Maria José, a Dila de Lourdes, com 992 votos, Nena do Barreiro, com 976 votos, Natália da Borborema, com 828 votos e Manoela de Orlando, com 763 votos.
Em Iguaracy a apuração do terminou agora pela manhã. São 5 votos por eleitor e houve recorde de votantes. Vana de Zezinho teve 661 votos, seguida de Nina Pé Quente (591 votos), Otávio de Jura (588 votos), Silvinha de Betinho (451 votos) e Coca de Robson (443 votos).
Em Carnaíba, Fabíola de Ibitiranga foi a mais votada com 518 votos, seguida de Paulinho de Serra Branca, com 492 votos, Léo de Amaro (478), Solange (387) e Seninha (358).
A família de Camila Wanderley, que é servidora pública e consultora de moda que mora e trabalha em Arcoverde acusa médicas do Recife de omissão após cirurgia causar dano cerebral grave. Camila foi internada no dia 27 de agosto de 2025 para retirada da vesícula e correção de hérnia inguinal, dois procedimentos de baixa complexidade […]
A família de Camila Wanderley, que é servidora pública e consultora de moda que mora e trabalha em Arcoverde acusa médicas do Recife de omissão após cirurgia causar dano cerebral grave.
Camila foi internada no dia 27 de agosto de 2025 para retirada da vesícula e correção de hérnia inguinal, dois procedimentos de baixa complexidade – o primeiro é um dos mais realizados no Brasil.
Após receber anestesia geral, ela teve sete apneias seguidas que culminaram em uma parada cardiorrespiratória, segundo a perícia independente que a família contratou para apurar o que aconteceu durante o procedimento.
A paciente teve um dano grave no cérebro, perdeu funções básicas e está internada em UTI (Unidade de Terapia Intensiva) desde então.
O documento da perícia, divulgado com exclusividade pela Folha de São Paulo, afirma que as médicas ignoraram os alertas do monitor multiparamétrico e prosseguiram com a cirurgia. O equipamento teria alertado sobre a queda abrupta da saturação de oxigênio dezenas de vezes durante um período de 27 minutos.
A defesa da família denunciou uma das médicas ao Cremepe, que é o Conselho Regional de Medicina de Pernambuco. Em nota, a instituição diz que apura e que “todas as denúncias recebidas e sindicâncias instauradas pela autarquia correm em sigilo processual para não comprometer a investigação”.
Por meio de sua assessoria de imprensa, o Hospital Esperança afirmou que as médicas não trabalham na unidade e foram escolhidas pela paciente.
A defesa da cirurgiã Clarissa Guedes Noronha afirma que a cirurgia foi realizada com absoluta precisão, e que o monitoramento dos sinais é uma atribuição técnica da anestesiologia.
A defesa da anestesiologista Mariana Parahyba informou que não irão se manifestar no momento.
Camila Wanderley é servidora da Justiça no Estado de Pernambuco e filha do juiz federal Roberto Nogueira, do TRF-5. Casada e mãe de dois filhos, divide o tempo entre o emprego público e consultoria de moda.
Na Rádio Itapuama, Camila Wanderley tem um quadro com dicas de moda dentro do programa De Primeira Categoria.
Segundo o pai de Camila, “ela não fala, não anda, não vê. Respira sozinha, mas perdeu as partes cognitiva e locomotora. Quando eu fico com ela, a olho o tempo todo. É como se fosse um bebê de novo”, diz o pai.
Registros de câmeras de segurança do hospital mostram que Camila chegou andando na unidade por volta das 5h. Ela deixa o elevador acompanhada pelo marido, o médico oftalmologista Paulo Menezes. A admissão no hospital ocorre às 5h24.
Às 10h47, o monitor multiparamétrico emitiu o primeiro alerta para apneia, segundo a perícia particular contratada pela família. O alerta, diz a perícia, indicava “problema grave: desconexão, obstrução ou falha ventilatória”. O documento afirma que o quadro evoluiu para alta prioridade, já que Camila teria ficado 1 minuto e 42 segundos em apneia [interrupção da respiração], o que exigiria ação imediata.
A segunda apneia aconteceu às 10h56, de acordo com o documento da perícia. “Problema ventilatório recorrente não resolvido”, classifica o laudo, indicando que a saturação da paciente caiu de 88% para 61% em 67 segundos.
Em entrevista à Folha, o médico Leonardo Queiroga Marinho, que assina o documento, afirma que a falta de intervenção indica erro grave de omissão, mas destaca que a avaliação depende dos órgãos competentes. Os dados do quadro clínico de Camila foram obtidos com o hospital, por meio do cartão de memória dos aparelhos.
“Todas as informações, como pressão e saturação, são mostradas no monitor para o médico acompanhar instantaneamente. Esse equipamento tem vários sensores, alarmes visuais e é primordial para procedimentos cirúrgicos”, afirma Queiroga.
“Essas informações ficam registradas em um cartão de memória, sob o controle do fabricante, que repassa em casos de solicitação do hospital. Com acesso a esse equipamento, conseguimos fazer a análise do quadro segundo a segundo”, diz.
Nesse momento, a equipe de reanimação é acionada. A paciente volta a ter sinais vitais às 11h33, após 15 minutos de parada. Ela ainda teve mais uma apneia antes de ser transferida para a UTI, às 12h42.
As câmeras do hospital mostram a transferência. A anestesiologista Mariana Parahyba aparece ao lado da equipe de enfermagem, usando o celular com uma mão, enquanto manuseia o ambu (aparelho de ventilação manual) com a outra.
Além da denúncia ao Cremepe, a família prepara uma ação judicial, segundo o advogado Igor Cesar Rodrigues. “Nós queremos que todos os crimes cometidos no decorrer desse procedimento desastroso sejam apurados, bem como reaver os danos materiais decorrentes”, diz.
“A cirurgia seguiu com a paciente praticamente morta ali na mesa. Defendemos que é uma conduta dolosa. É como pegar um carro em uma avenida movimentada, avançar o sinal vermelho, causar um acidente e continuar avançando”, compara Rodrigues.
“Os filhos vivem perguntando por ela. O mais velho, Arthur, de seis anos, criou uma espécie de defesa, não quer falar sobre o assunto. Eu passei dois meses morto-vivo depois do que aconteceu. Pedi a Deus para me levar no lugar dela. Ela era minha amiga, conselheira, quem me dava sermão”, lembra o pai.
O Hospital Esperança disse que prestou “todo o suporte necessário assim que tomou conhecimento da intercorrência”. “O hospital reafirma seu compromisso permanente com a qualidade assistencial, ética, a transparência e, sobretudo, com a segurança de seus pacientes”, diz a nota.
A defesa da cirurgiã Clarissa Guedes diz que reitera seu profundo respeito e solidariedade à família “diante do trágico evento adverso ocorrido”.
“A atuação técnica da doutora Clarissa durante a colecistectomia (cirurgia para retirada da vesícula biliar) foi executada com absoluta precisão e sem qualquer falha de execução, não havendo qualquer intercorrência ou falha no ato cirúrgico propriamente dito. Portanto, inexiste nexo de causalidade entre o agir de Clarissa Guedes e o dano neurológico sofrido pela paciente. É fundamental ressaltar que a função do cirurgião exige concentração absoluta no campo operatório, sendo o monitoramento uma responsabilidade da anestesiologia”, afirma.
A reportagem é do Portal Folhapress com apuração e redação dos jornalistas Luis Eduardo de Sousa e Josué Seixas da Folha de São Paulo.
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