Água para cidades em colapso no Pajeú: só depende do Dnocs
Por Nill Júnior
Por Joel Gomes*
Em razão do baixo volume das água do maior reservatório para distribuição do precioso líquido à população – Barragem do Rosário – mesmo sozinho na maioria das vezes, reunimos esforços junto à Diretoria da Compesa, Dnocs, deputados Estadual e Federal, vice-governador e o próprio Governador para que a energização das Estações Elevatórias de Afogados da Ingazeira e Tabira fossem concluídas.
Mesmo com o atraso previsto no cronograma inicial, a Estação Elevatória de Riacho do Meio não ficando pronta, até dezembro de 2015, o Ramal da Adutora do Pajeú de Tuparetama conseguirá abastecer São José do Egito, Iguaraci, Ingazeira e Tuparetama, aliviando, inclusive, a situação via pipas para Itapetim e Brejinho.
A Compesa assumiu a energização, cumpriu rigorosamente e agora só resta ao Dnocs a sua parte nas ações para que a população das cidades de Tuparetama, São José do Egito, Iguaraci e Ingazeira recebam água do velho Chico ainda este mês, via testes na rede Adutora. Mais é preciso intensificar os serviços, não medir esforços, trabalhar dia-e-noite. O povo está com sede.
É crítica a situação em relação ao abastecimento de água na região, mas, crítico mesmo é o silêncio de alguns políticos sobre o problema.
A Segunda Avaliação Nacional de alfabetização (ANA), realizada em 2016 e divulgada agora pelo MEC com alunos do 3º ano do ensino fundamental, tem no sertão alguns municípios colocados entre os melhores e os piores no estado. Em Leitura os 5 melhores são: Brejinho, Carnaubeira da Penha, São José do Egito, 4º Triunfo e Inajá. […]
A Segunda Avaliação Nacional de alfabetização (ANA), realizada em 2016 e divulgada agora pelo MEC com alunos do 3º ano do ensino fundamental, tem no sertão alguns municípios colocados entre os melhores e os piores no estado.
Em Leitura os 5 melhores são: Brejinho, Carnaubeira da Penha, São José do Egito, 4º Triunfo e Inajá. Os 5 piores são: Santa Maria da Boa Vista, Moreilândia, Orocó, Ouricuri e Calumbi.
Em Escrita os melhores são Ingazeira, Quixaba, São José do Egito, Santa Terezinha e Brejinho. Os cinco piores são Santa Maria da Boa Vista, Ouricuri, Cabrobó, Manarí e Santa Filomena.
A Avaliação Nacional da Alfabetização (ANA) é uma avaliação externa que objetiva aferir os níveis de alfabetização e letramento em Língua Portuguesa (leitura e escrita) e Matemática dos estudantes do 3º ano do Ensino Fundamental das escolas públicas. As provas aplicadas aos alunos forneceram três resultados: desempenho em leitura, desempenho em matemática e desempenho em escrita.
Além dos testes de desempenho, que medem a proficiência dos estudantes nessas áreas, a ANA apresenta em sua primeira edição as seguintes informações contextuais: o Indicador de Nível Socioeconômico e o Indicador de Formação Docente da escola.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, por unanimidade, manter a multa aplicada pelo Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) ao prefeito eleito de Gameleira, Leandro Ribeiro Gomes de Lima, e à vice-prefeita eleita, Maria Aparecida Silva de Moura. Ambos foram condenados ao pagamento de 5 mil UFIRs por uso de propaganda institucional em período proibido […]
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, por unanimidade, manter a multa aplicada pelo Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) ao prefeito eleito de Gameleira, Leandro Ribeiro Gomes de Lima, e à vice-prefeita eleita, Maria Aparecida Silva de Moura. Ambos foram condenados ao pagamento de 5 mil UFIRs por uso de propaganda institucional em período proibido pela legislação eleitoral.
A irregularidade foi identificada na manutenção de placas com brasão e slogan da gestão em obras públicas nos três meses que antecederam a eleição municipal. No recurso apresentado, os políticos alegaram que as placas haviam sido instaladas em uma escola municipal antes do prazo vedado e que o caráter da divulgação era apenas informativo.
O relator do caso, ministro André Mendonça, rejeitou os argumentos e destacou que a infração prevista no artigo 73 da Lei das Eleições é de natureza objetiva. Para ele, a permanência da publicidade durante o período crítico já configura a conduta vedada, independentemente de intenção eleitoral ou de posterior retirada do material.
Segundo Mendonça, a decisão do TRE-PE está em conformidade com a jurisprudência do próprio TSE, que responsabiliza os agentes públicos pela manutenção da propaganda irregular em período restrito.
A ex-presidente Dilma Rousseff apresentou nesta quinta-feira (1º) uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para anular a condenação no impeachment e determinar que o Senado realize uma nova votação no processo. O impeachment de Dilma foi aprovado pelo plenário do Senado por 61 votos a 20. Ela foi condenada sob a acusação de ter cometido […]
A ex-presidente Dilma Rousseff apresentou nesta quinta-feira (1º) uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para anular a condenação no impeachment e determinar que o Senado realize uma nova votação no processo.
O impeachment de Dilma foi aprovado pelo plenário do Senado por 61 votos a 20. Ela foi condenada sob a acusação de ter cometido crimes de responsabilidade fiscal – as chamadas “pedaladas fiscais” no Plano Safra e os decretos que geraram gastos sem autorização do Congresso Nacional.
O mandado de segurança foi distribuído por sorteio para o ministro Teori Zavascki, que será o relator do caso. O pedido original inclui um pedido de decisão liminar (provisória) para suspender os efeitos da decisão desta terça, de modo que o presidente Michel Temer volte a ser interino até uma decisão final do plenário do STF sobre a ação.
Além de um novo julgamento no impeachment, a defesa de Dilma pede que o STF anule dois artigos da Lei 1.079, de 1950, usados pela acusação para imputar crimes de responsabilidade à ex-presidente. A estratégia vinha sendo estudada antes da decisão do Senado, como adiantou o G1 na última sexta (30).
A ideia é que a Corte declare como contrários à Constituição de 1988 o item 4 do artigo 10 da lei e o artigo 11. Se esses dispositivos fossem eliminados na legislação, faltaria base para enquadrar os atos imputados a Dilma como crimes, o que poderia a absolver.
O primeiro artigo define como crime de responsabilidade “infringir, patentemente, e de qualquer modo, dispositivo da lei orçamentária” e foi usado para enquadrar os decretos que abriram créditos suplementares supostamente incompatíveis com a meta fiscal, o que só seria possível com aval do Congresso.
O outro é o artigo 11, que define crimes de responsabilidade “contra a guarda e legal emprego dos dinheiros públicos”, como por exemplo, “contrair empréstimo, emitir moeda corrente ou apólices, ou efetuar operação de crédito sem autorização legal”.
O prefeito de Ouro Velho, Augusto Valadares, compartilhou em suas redes sociais, a inauguração do Cine Teatro Municipal, em celebração aos 63 anos de Ouro Velho. O evento representa um marco significativo para a comunidade, consolidando um espaço cultural multifuncional que abriga sala de cinema, teatro e auditório. Em um post entusiasmado, o prefeito destacou […]
O prefeito de Ouro Velho, Augusto Valadares, compartilhou em suas redes sociais, a inauguração do Cine Teatro Municipal, em celebração aos 63 anos de Ouro Velho. O evento representa um marco significativo para a comunidade, consolidando um espaço cultural multifuncional que abriga sala de cinema, teatro e auditório.
Em um post entusiasmado, o prefeito destacou a importância desse novo empreendimento para a cidade. “Um dia histórico e marcante em comemoração aos 63 anos de Ouro Velho. Foi inaugurado o Cinema Municipal. Em um único local, denominado de ‘espaço cultural’, irão funcionar sala de cinema, teatro e auditório.”
A partir desta segunda-feira (15), o Cine Teatro Municipal abrirá suas portas ao público, oferecendo sessões de cinema para os moradores de Ouro Velho. A iniciativa representa não apenas um investimento em infraestrutura, mas também um compromisso com a promoção da cultura e do entretenimento na comunidade local.
Dizendo não querer entrar no mérito dos problemas do Bolsa Família de cidades vizinhas, a secretária de Assistência Social da Prefeitura de Afogados da Ingazeira, Joana D’arc, falou a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM. Joana deixou claro que o que aconteceu em seu município foram correções feitas pela CGU quanto a frequência escolar, NIS […]
Dizendo não querer entrar no mérito dos problemas do Bolsa Família de cidades vizinhas, a secretária de Assistência Social da Prefeitura de Afogados da Ingazeira, Joana D’arc, falou a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM.
Joana deixou claro que o que aconteceu em seu município foram correções feitas pela CGU quanto a frequência escolar, NIS de crianças que mudaram de escolas e os pais não informaram. Sobre as 12 famílias sem perfil para o Bolsa Família, assim que se deu a notificação da CGU, todas foram imediatamente desligadas do programa.
Joana D’arc deixou claro que a administração do Prefeito José Patriota estimula a sociedade a denunciar o que por ventura esteja irregular no Programa. Joana citou a figura do assistente social que faz visitas de avaliação da família e se esta se enquadra no perfil do Bolsa Família. A Secretaria Afogadense considerou um absurdo, integrantes da rede social de um município como psicóloga, Assistente Social, Secretário e Coordenadora, se beneficiarem do recurso do Bolsa Família.
Joana encerrou sua participação citando os telefones para que a população participe em caso de falha no programa. Através da Ouvidoria: (87) 3838-2711 , WhatsApp: 9 9978-1666 e no número do Bolsa Família: (87) 3838-2576.
Relembre o caso: Um relatório da Controladoria Geral da União a que o blog teve acesso mostrou que o órgão de controle formalizou ao Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome o resultado de uma auditoria na execução do programa Bolsa Família em Afogados da Ingazeira.
Dentre os problemas apontados no relatório, dados de frequência encaminhados pelos estabelecimentos de ensino – filhos de mães cadastradas no programa tem que ter assiduidade, sob pena de perder o benefício, escolas que não estão controlando de forma adequada a frequência dos alunos beneficiários do Programa , inconsistências com relação a data de nascimento dos alunos.
Também servidores recebendo o programa em número de doze, uma servidora da Câmara de Carnaíba, aposentados, pensionistas e detentores de auxílio doença, falta de controle social através do Conselho que deveria fiscalizar a execução, ausência de programas complementares para cadastrados e indisponibilidade dos dados do programa para conhecimento da população. A CGU não apresentou nomes, identificando beneficiários pelo número do NIS – Número de Inscrição Social (ver relatório abaixo).
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