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Agência MV4 realiza entrega do Prêmio Excelência neste Sábado 

Por André Luis

A Agência MV4 de Comunicação e Marketing promoverá, neste sábado, 29 de março, a aguardada cerimônia de entrega do Prêmio Excelência MV4 2024. O evento acontecerá no Kabbana Recepções, em Afogados da Ingazeira, e premiará os vencedores da pesquisa popular realizada através do site Folha do Pajeú. 

Entre os confirmados estão os prefeitos Marconi Santana, Adelmo Moura, Márcia Conrado, Alessandro Palmeira e Gilson Bento, além dos deputados estaduais Luciano Duque, Joaquim Lira e João Paulo Costa, os deputados federais Lucas Ramos e Carlos Veras, além de vereadores e secretários de diversas cidades do Pajeú.

Reconhecido como um dos eventos mais prestigiados da região, o Prêmio Excelência MV4 celebra os destaques da política e da gestão pública, consolidando a credibilidade da Agência MV4 na realização de grandes eventos. A premiação reforça o compromisso da agência em valorizar aqueles que mais se destacaram, de acordo com a opinião popular.

A pesquisa, conduzida com seriedade pela Agência MV4, conta com o apoio de blogs e rádios da região do Pajeú, garantindo transparência e ampla participação da população. O evento promete reunir autoridades, lideranças e convidados em uma noite de reconhecimento e celebração.

Outras Notícias

Douglas Eletricista reafirma que seguirá direcionamento de Sandrinho em 2028. “É o condutor do processo”

Vereador disse que tem alinhamento com Vicentinho em torno de João Paulo Costa, mas que isso não quer dizer atropelar processo municipal O vereador Douglas Eletricista entrou em contato com o blog para afirmar que não há mudança de rota em relação a 2028. Ele diz seguir alinhado com o prefeito Sandrinho Palmeira que acrescenta, […]

Vereador disse que tem alinhamento com Vicentinho em torno de João Paulo Costa, mas que isso não quer dizer atropelar processo municipal

O vereador Douglas Eletricista entrou em contato com o blog para afirmar que não há mudança de rota em relação a 2028. Ele diz seguir alinhado com o prefeito Sandrinho Palmeira que acrescenta, será o condutor do processo.

Segundo Douglas, há de fato um bloco que visa fortalecer a candidatura de João Paulo Costa e que quer ser ouvido em 2028. Mas que não declarou apoio prévio ao Presidente da Câmara para a cabeça da chapa.

Douglas entende que todo alinhamento deve passar pela condução do prefeito Sandrinho Palmeira. “Ele é o líder do processo e tenho compromisso em seguir seu encaminhamento”.

Disse ainda que em relação ao processo de 2026, segue o prefeito com os candidatos a Federal (Pedro Campos), Estado (João Campos) e na chapa ao Senado. Com os vereadores, apoia João Paulo Costa.

A beleza da Cantata

Ainda repercute a beleza da Cantata Natalina da última quinta em Afogados. Mesmo que este veículo tenha uma exigência pela agilidade, registrando que documentou o evento na sexta, cabe uma nova nota após envio pela prefeitura. A Cantata Natalina, que já é uma tradição na cidade. A ação é coordenada pelas secretarias municipais de educação, […]

Ainda repercute a beleza da Cantata Natalina da última quinta em Afogados. Mesmo que este veículo tenha uma exigência pela agilidade, registrando que documentou o evento na sexta, cabe uma nova nota após envio pela prefeitura.

A Cantata Natalina, que já é uma tradição na cidade. A ação é coordenada pelas secretarias municipais de educação, e de cultura e esportes.

Os professores e alunos da Escola Bernardo Delvanir Ferreira levaram para a Praça Monsenhor Alfredo de Arruda Câmara canções clássicas do período natalino, a exemplo de Jingle Bells, de James Lord Pierpont, e Feliz Navidad do compositor porto riquenho, José Feliciano.

Está edição contou com a participação dos pacientes portadores de deficiência auditiva do Centro Especializado de Reabilitação – CER III e alunos e alunas do Centro de Apoio Multidisciplinar, que fizeram uma participação muito especial com o coral de Libras, interpretando a canção “Natal Todo Dia” do conjunto Roupa Nova, com solo da pequena Júlia Beatriz Alves.

A Prefeitura de Afogados, mais uma vez, garantiu a iluminação cênica da Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios, deixando uma das mais belas igrejas de Pernambuco ainda mais bonita. A iluminação especial permanecerá instalada durante os próximos dez dias, período de festa do padroeiro da cidade.

“Dando continuidade a nossa iluminação de Natal ligamos hoje as luzes que irão abrilhantar mais ainda a nossa Catedral. Preferimos fazer só agora por conta também do início das festividades do nosso padroeiro Bom Jesus dos Remédios, e também para compor a Cantata natalina que foi um verdadeiro show dos alunos e professores da Escola de Música Bernardo Delvanir. Com o belíssimo exemplo de inclusão, inserindo nossas crianças e jovens portadores de deficiência auditiva e visual na programação. Quero nesse momento tão especial, desejar a todos um feliz natal e um ano de 2022 abençoado para todos”, , afirmou o Prefeito, Alessandro Palmeira. Veja mais imagens:

Serra: Prefeito também transfere feriado do servidor para dia 31

Hoje, terça-feira (28) é o dia dedicado ao Servidor Público. Para um alinhamento com o Governo do Estado, através de decreto, transferi o feriado para o próximo dia 31(sexta-feira), no entanto, quero hoje, na data de fato e direito, externar os meus agradecimentos para todos estes que constroem a nossa administração; Quero dar-lhes a certeza […]

Hoje, terça-feira (28) é o dia dedicado ao Servidor Público. Para um alinhamento com o Governo do Estado, através de decreto, transferi o feriado para o próximo dia 31(sexta-feira), no entanto, quero hoje, na data de fato e direito, externar os meus agradecimentos para todos estes que constroem a nossa administração;

Quero dar-lhes a certeza  da minha admiração por todos, desde o mais humilde servidor ao mais graduado. O sucesso do nosso governo passa por suas mãos. São vocês  que no dia a dia fazem com que a máquina pública funcione e assim, leve para toda população os nossos serviços.

Quero reconhecer de público a importância e o valor de cada Servidor e deixar-lhes ciente de que são vocês de fato, a locomotiva desde nosso desenvolvimento.

Assim, muito obrigado a todos que têm contribuído com dedicação e muito trabalho por esta nossa Serra Talhada que é e será sempre “a cidade do coração da gente”.

Luciano Duque – Prefeito de Serra Talhada

Setor elétrico: Estatização sem custo

Heitor Scalambrini Costa* A história recente do setor elétrico brasileiro coincide com a privatização da geração, transmissão e distribuição de energia elétrica no país. O que ficou conhecido como a “reestruturação do setor elétrico”, iniciada no governo FHC em meados dos anos 90, seguiu os preceitos do neoliberalismo vigente, propondo a redução da presença do […]

Heitor Scalambrini Costa*

A história recente do setor elétrico brasileiro coincide com a privatização da geração, transmissão e distribuição de energia elétrica no país. O que ficou conhecido como a “reestruturação do setor elétrico”, iniciada no governo FHC em meados dos anos 90, seguiu os preceitos do neoliberalismo vigente, propondo a redução da presença do Estado na vida nacional, priorizando a participação do mercado em setores estratégicos.

Mudanças substanciais ocorreram no setor desde que a energia elétrica foi transformada em uma mera mercadoria, e não mais um serviço essencial prestado pelo Estado para a sociedade. O modelo mercantilista imposto desestruturou o planejamento, privatizando empresas e criando regras regulatórias quase que diariamente. Acabou transferindo a responsabilidade pelo suprimento/fornecimento de energia elétrica, para empresas privadas, cujo objetivo estatutário é gerar lucros, e dividi-los com seus acionistas. O que é geralmente incompatível com as necessidades e exigências da população.

As distribuidoras estaduais de energia elétrica foram leiloadas sob intensa crítica e reação de setores que rechaçavam as privatizações. Para atrair o setor privado às compras, como dizia-se na época, “era necessário aliviar, facilitar nos contratos de privatização, nas suas cláusulas”, inclusive garantindo que os reajustes tarifários ordinários anuais fossem superiores ao da inflação. Além de reajustes extraordinários e revisão tarifária a cada 5 anos. Outro mecanismo para aumentar o caixa das concessionárias foi a criação em 2015 das bandeiras tarifárias.

Nestes contratos de privatização estão as mazelas das tarifas exorbitantes e a impunidade das empresas, por não cumprirem a prestação adequada e contínua do serviço em sua área de concessão. Os contratos garantiram que não ocorresse a diminuição dos lucros das empresas. A noção de equilíbrio econômico-financeiro, funcionou como um mecanismo de proteção ao capital investido pelas empresas, garantindo assim que seja sempre remunerado. Foi criado no setor elétrico, o “capitalismo sem risco”. E quem paga a conta é o consumidor, a sociedade brasileira.

As vantagens oferecidas não foram somente através das tarifas. Mas também na regulamentação e frouxidão da fiscalização, como admitiu o próprio ministro do MME ao afirmar à imprensa que “os contratos atuais de distribuição são frouxos e dão poucos mecanismos à agência reguladora e ao poder concedente de cobrar da distribuidora melhor qualidade do serviço”.

Foram muitas as consequências negativas da privatização. Como é de praxe, houve demissões de pessoal nas empresas, desmantelando a capacidade operativa de manutenção e atendimento das demandas dos usuários. A degradação e precarização das condições de trabalho dos eletricitários, resultou no péssimo atendimento e na baixa qualidade dos serviços prestados.

A ocorrência dos reiterados apagões e descontinuidade no fornecimento de energia em várias partes do Brasil, atendidas por distintas empresas, foram claras quebras de contrato, cujas consequências em alguns casos foram multas aplicadas às empresas, que raramente foram pagas. O caso da empresa italiana Enel foi o mais recente e emblemático. Em 2023 e 2024, em duas situações similares, milhões de domicílios na capital de São Paulo e arredores, ficaram sem luz após uma ventania. Neste caso a energia só retornou depois de uma semana

A realidade pós-privatização mostra o grande pesadelo dos consumidores de energia elétrica. O que era propagandeado como benefícios e ganhos do processo de privatização não ocorreram. Nem a modicidade tarifária, nem a melhoria na qualidade dos serviços prestados pelas concessionárias, nem os investimentos em tecnologia/inovação, e muito menos uma eficiente gestão empresarial.

A partir de 2025, começa a findar a vigência, estipulada em 30 anos, dos contratos de concessão dos serviços públicos de distribuição de energia elétrica. Entre 2025 e 2031, 20 contratos de distintas concessionárias chegam ao fim. E é prerrogativa do poder concedente, o Ministério de Minas e Energia (MME), decidir se prorroga ou não essas concessões.

A decisão tomada pelo governo federal foi pela prorrogação por mais 30 anos, podendo mesmo ser solicitada a prorrogação contratual antecipada. Em 21 de junho de 2024, foi publicado o Decreto no 12.068, que estabeleceu mudanças pontuais, e definiu diretrizes similares às já existentes nos contratos atuais, que foram violadas sistematicamente pelas concessionárias. Sem dúvida com a atual decisão governamental as distribuidoras de energia elétrica continuarão penalizando o povo brasileiro, seguindo como um dos principais algozes do consumidor, e da economia nacional.

Tal decisão foi tomada à margem da sociedade, sem uma ampla discussão, sem transparência, mantendo a opacidade que caracteriza o setor elétrico. Ausência de canais efetivos para a participação popular, permite o monopólio das decisões que têm o setor privado como o principal beneficiário. Não é espanto nenhum que as distribuidoras, através do lobby poderoso da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), deram pleno aval às decisões governamentais quanto à renovação das concessões.

Para reverter este processo privatizante na área da energia, que tantas mazelas tem legado ao povo brasileiro, não se pode esperar nada do governo federal. Ninguém com poder político e dinheiro virá em socorro da sociedade. Cabe apenas a nós, enquanto sociedade civil organizada fazer o enfrentamento político. Depende da gente.

A reflexão que se impõe, portanto, é se a privatização da infraestrutura de serviços essenciais, como a energia, realmente beneficia a população? Se a privatização garantiu maior eficiência ao setor? Se a modicidade tarifária ocorreu, como prometiam os “vendedores de ilusão” ao justificarem as vantagens da privatização? Se a qualidade dos serviços prestados pelas empresas distribuidoras atendeu aos regramentos impostos nos contratos para o fornecimento de energia? E se as multas aplicadas às distribuidoras solucionaram/amenizaram os problemas causados?

A sociedade exige mais democracia, maior participação, mais transparência em um setor estratégico, que insiste em não discutir com a sociedade as decisões que toma. A constatação é de uma desastrosa gestão das distribuidoras resultando na péssima qualidade dos serviços oferecidos, tarifas abusivas, e de uma completa omissão, leniência, e mesmo, em certos casos, prevaricação de agentes públicos no controle e fiscalização. É preciso repensar o modelo de privatização e colocar o interesse público em primeiro lugar.

Neste sentido é urgente a estatização do setor elétrico, iniciando pela distribuição. Nada custaria aos cofres do tesouro nacional, pois os contratos estariam finalizados, e não haveria nem prorrogação, nem nova licitação.

*Heitor Scalambrini Costa é professor associado aposentado (não inativo) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Graduado em Física, Unicamp/SP, mestrado em Ciências e Tecnologia Nuclear DEN/UFPE e doutorado em Energética-Commissariat à l’Energie Atomique-Cadarache/Université de Marseille-França. Membro da Articulação Antinuclear Brasileira.

TCE e UNDIME discutem medidas para melhorar transporte escolar

O Tribunal de Contas de Pernambuco realizou uma reunião com a UNDIME (União dos Dirigentes Municipais de Educação em Pernambuco) para discutir medidas de aprimoramento na segurança e qualidade do transporte escolar no Estado. O foco da reunião foi esclarecer e orientar os Dirigentes Municipais de Educação (DME), as equipes das Secretarias de Educação, bem […]

O Tribunal de Contas de Pernambuco realizou uma reunião com a UNDIME (União dos Dirigentes Municipais de Educação em Pernambuco) para discutir medidas de aprimoramento na segurança e qualidade do transporte escolar no Estado.

O foco da reunião foi esclarecer e orientar os Dirigentes Municipais de Educação (DME), as equipes das Secretarias de Educação, bem como os auditores internos dos municípios, sobre os Termos de Ajuste de Gestão (TAGs) relacionados a essa área.

O encontro contou com a participação dos servidores Elmar Pessoa, Gerente de Educação, e Eduardo Siqueira, Chefe do Departamento de Controle Externo da Educação e da Cidadania. Eles falaram sobre os TAGs que estão sendo celebrados entre as prefeituras municipais e o TCE com o objetivo de garantir o cumprimento de exigências em relação à segurança no transporte escolar, e esclareceram as dúvidas relacionadas ao assunto.

“A reunião com a UNDIME teve como objetivo mostrar o resultado da fiscalização realizada pelo TCE em maio deste ano, bem como esclarecer dúvidas em relação aos TAGs propostos. Consideramos essa parceria de suma importância para que o objetivo do trabalho seja alcançado, que é a melhoria do serviço de transporte escolar no Estado”, comentou Eduardo Siqueira sobre a importância da reunião.

AÇÕES DO TCE

Uma auditoria realizada pelo Tribunal de Contas entre os dias 02 e 11 de maio avaliou a qualidade e segurança dos serviços de transporte escolar oferecidos nos 184 municípios de Pernambuco. Durante essa auditoria, as equipes do TCE vistoriaram cerca de 4.300 veículos (aproximadamente 60% da frota informada pelas prefeituras), verificando a documentação, a idade e as condições dos veículos, bem como a habilitação dos condutores e a autorização do Detran-PE para a prestação do serviço.

Como desdobramento dessa operação, o TCE propôs a assinatura de TAGs aos prefeitos, que estabelecem ações específicas e prazos determinados para a resolução das falhas identificadas na gestão dos órgãos ou entidades públicas municipais e estaduais.