Afogados: Vicentinho, Renon e Zé Negão podem migrar para ala governista
Por Nill Júnior
Dois deles já dizem não votar em Emídio. Petistas dizem que pré-candidato disse que problema tem relação com negativa de suporte financeiro ás campanhas
Vereadores que integravam até pouco tempo as oposições em Afogados da Ingazeira podem estar migrando para o palanque do prefeito e candidato a reeleição, José Patriota. Esta semana, aumentaram os rumores da ida de Renon de Ninô e Vicentinho para o bloco governista. E não está descartada a participação no pacote do vereador José Edson Ferreira, o Zé Negão.
Até o momento nenhum deles se pronunciou oficialmente, mas é grande a movimentação nos bastidores. Uma coisa pelo menos os dois primeiros já disseram: não votam no pré-candidato do PT Emídio Vasconcelos, que anunciou a uma semana que disputará a prefeitura com Ramiro Simões candidato a vice.
A posição já tinha sido externada por Vicentinho em entrevista à Rádio Pajeú. “É mais fácil eu votar em José Patriota que em Emídio”, disse. Já Renon confirmou à produção do programa Manhã Total que não vota no petista e vai apoiar o pré-candidato Raimundo Argemiro, ligado a Patriota. Também se disse “traído” por Emídio e pela vereadora Antonieta.
O próximo pode ser o vereador Zé Negão, que não estaria avançando no entendimento com o petista. O que pode ser positivo para o prefeito e candidato a reeleição gera também um complicador: como abrigar lideranças com tamanho peso em um grupo que já tem Totonho Valadares, Lúcia Moura, Eraldo Feijó, mais os vereadores que já estão na base.
Nomes ligados ao petista Emídio dizem que o motivo tem relação com a decisão do petista de negar apoio econômico ao grupo. “Como Emídio é empresário, achavam que quando seu nome fosse confirmado ele garantira uma estrutura financeira pra campanha. E ele está dizendo que não vai entrar no mesmo jogo que condenou historicamente”, disse um petista ao blog. Publicamente, nenhum dos lados assume ser esse o motivo.
O deputado federal Kaio Maniçoba (PHS-PE) solicitou intervenções em Buíque, no Agreste de Pernambuco, esta semana. Maniçoba enviou dois ofícios ao governador Paulo Câmara e à Secretaria de Transportes, atendendo pedido do empresário da cidade Sérgio Freire. Nos documentos, Maniçoba pede a retomada das obras que dão acesso ao Vale do Catimbau, orçadas em R$ 6.510.002,71 […]
O deputado federal Kaio Maniçoba (PHS-PE) solicitou intervenções em Buíque, no Agreste de Pernambuco, esta semana. Maniçoba enviou dois ofícios ao governador Paulo Câmara e à Secretaria de Transportes, atendendo pedido do empresário da cidade Sérgio Freire.
Nos documentos, Maniçoba pede a retomada das obras que dão acesso ao Vale do Catimbau, orçadas em R$ 6.510.002,71 e iniciadas desde outubro do ano passado. “Possibilitará um maior fluxo de visitantes, o avanço da economia dos municípios, o surgimento de novos comércios, de mais investidores, a multiplicação de empregos e, consequentemente, o aumento das rendas das família”, disse Kaio.
Uma outra solicitação feita pelo deputado é o recapeamento e a restauração da estrada que passa pela Vila de Guanumbi, em Buíque. “A obra vai diminuir os riscos de acidentes causados pela má conservação da rodovia”, completou Kaio.
No final de semana que passou o caos tomou conta do setor de Transportes da Prefeitura de Tabira. Na sexta-feira, a Van que faz o transporte de pacientes para Recife, que já viajava com passageiros sentados em cadeiras plásticas, portanto acima de sua capacidade, quebrou em Sertânia. Nela cabiam 15, mas viajavam 17. O carro que […]
No final de semana que passou o caos tomou conta do setor de Transportes da Prefeitura de Tabira.
Na sexta-feira, a Van que faz o transporte de pacientes para Recife, que já viajava com passageiros sentados em cadeiras plásticas, portanto acima de sua capacidade, quebrou em Sertânia. Nela cabiam 15, mas viajavam 17. O carro que foi substituir, também quebrou.
Os pacientes do TFD perderam suas consultas, e tiveram dificuldades para retornar. Ontem vários ouvintes reclamaram ao comunicador Anchieta Santos no Programa Cidade Alerta.
A coleta de uma cidade que recolhe 25 toneladas de lixo por dia ficou prejudicada de sábado a segunda em razão de problemas mecânicos com um compactador e duas caçambas quebradas.
Falando ao comunicador o Secretário Claudio Alves disse que com a recuperação do compactador, dois foram às ruas e em regime de plantão recolheram todo o lixo de Tabira e a coleta voltou ao normal.
Logo da prefeitura como parceira no cartaz
Tabira foi convidada para evento sobre resíduos sólidos e até apoiou, mas Secretário não sabia: perguntado por que não estava participando do Seminário que tratava de Resíduos Sólidos em Afogados da Ingazeira promovido pela Diaconia e Prefeitura, Claudio disse ter ficado sabendo naquele momento.
E reforçou “Não fui convidado”. A produção dos programas Rádio Vivo e Cidade Alerta foi buscar informações do por que Tabira ter ficado fora.
Ledo engano do Secretário, Tabira aparece no cartaz do evento como patrocinador e foi representado no Seminário de Resíduos Sólidos pela Diretora de Meio Ambiente Olinda Siqueira. Só prova dos erros de comunicação interna da Prefeitura.
O sociólogo pernambucano Antonio Lavareda é o entrevistado, ao vivo, do Roda Vida (TV Cultura) nesta segunda (13), às 22h. O início do governo Temer, a indefinição sobre o impeachment da presidente Dilma e a possibilidade de a Lava Jato influenciar na articulação política de Temer no Congresso são os temas que norteiam a conversa. […]
O sociólogo pernambucano Antonio Lavareda é o entrevistado, ao vivo, do Roda Vida (TV Cultura) nesta segunda (13), às 22h.
O início do governo Temer, a indefinição sobre o impeachment da presidente Dilma e a possibilidade de a Lava Jato influenciar na articulação política de Temer no Congresso são os temas que norteiam a conversa.
Participam da bancada do Roda Viva a professora de Direito Internacional da USP, Maristela Basso; o editor-executivo e colunista do Valor Econômico, Cristiano Romero; o editor sênior de Política da Veja, Pedro Dias Leite; o editorialista de O Estado de São Paulo e comentarista da TV Gazeta e da Rádio Estadão, José Nêumanne e o advogado Roberto Quiroga.
Doutor em Ciência Política (Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro) e mestre em sociologia (Universidade Federal de Pernambuco), Lavareda é autor de dez livros nas áreas de opinião pública, partidos e eleições, é presidente do Conselho Científico do Ipespe (Instituto de Pesquisas) e fundador do NeuroLab (Laboratório de Neurociência Aplicada.
Alexandre Pires é biólogo, pernambucano do sertão do Pajeú e tem uma carreira norteada pela militância no Movimento Agroecológico e na Convivência com o Semiárido Por uma candidatura a deputado estadual pautada na Agroecologia, na Agricultura Familiar e na Convivência com o Semiárido, o Movimento Agroecológico de Pernambuco – grupo formado por professores, pesquisadores, lideranças, […]
Alexandre Pires é biólogo, pernambucano do sertão do Pajeú e tem uma carreira norteada pela militância no Movimento Agroecológico e na Convivência com o Semiárido
Por uma candidatura a deputado estadual pautada na Agroecologia, na Agricultura Familiar e na Convivência com o Semiárido, o Movimento Agroecológico de Pernambuco – grupo formado por professores, pesquisadores, lideranças, jovens, coletivos, organizações e movimentos sociais no estado – apresenta a pré-candidatura de Alexandre Pires para defender, nas próximas eleições, a criação e a efetivação de políticas públicas para o campo e a cidade, pautadas em torno dos princípios agroecológicos e do desenvolvimento sustentável.
Biólogo de 46 anos, Alexandre Pires terá o papel de lutar pelas pautas que refletem o trabalho que o Movimento Agroecológico já vem desenvolvendo há décadas em Pernambuco, propondo ações a partir de experiências que estão dando certo e que servem de modelo para todo o mundo.
A lista de reivindicações é extensa e abrange questões como: o acesso à água limpa nas torneiras do Semiárido às periferias da região metropolitana; a produção e o acesso à comida saudável; o fortalecimento das feiras agroecológicas e da agricultura no campo e nas cidades; a geração de renda a partir das condições e potencialidades naturais e articulada ao combate à fome e à miséria.
OS POTENCIAIS DO SEMIÁRIDO
Em especial esse trabalho é visível no Semiárido, que ocupa 87% de Pernambuco, sendo, inclusive, o local de origem do pré-candidato. Esse bioma apresenta um alto potencial econômico sem precisar destruir a Caatinga ou fazer o uso de agrotóxicos: “como sertanejo e profissional que atua na assistência técnica há anos, posso afirmar que a convivência com o Semiárido através da Agroecologia cria as condições de vida digna e evita o êxodo, combate a fome e a pobreza, produz alimentos saudáveis, cria trabalho e renda, respeita as condições naturais e a cultura popular local”, destaca.
Nesse sentido, defender a Agroecologia, prática na qual Pernambuco é pioneiro, significa oportunizar aos agricultores e agricultoras ações e tecnologias sociais que as organizações estão aprimorando há anos no Semiárido brasileiro: formas de conservar e proteger a agrobiodiversidade, cisternas para acesso e melhor gestão da água, uso inteligente do solo, combate ao uso de agrotóxicos e de plantas transgênicas, assistência técnica permanente e resgate de técnicas agrícolas que respeitam a natureza. “Ao terem acesso a essas práticas, essas famílias podem ganhar uma nova perspectiva sobre sua própria existência. Agroecologia é isso: viver bem no campo”, frisa Alexandre.
Sua pré-candidatura está se consolidando no Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), uma das legendas que mais cresce no Brasil e defende bandeiras históricas do campo popular e democrático. A candidatura de Alexandre Pires será uma oportunidade para ampliar as bases do partido no interior do estado, bem como para dar visibilidade à perspectiva política da Agroecologia.
DO CAMPO PARA AS CIDADES: UM ENFRENTAMENTO ÀS MUDANÇAS CLIMÁTICAS
Como membro das organizações que ajudaram a consolidar um conjunto de práticas e tecnologias sociais hoje fundamentais para a Convivência com o Semiárido, Alexandre defende a Agroecologia como uma saída prática para enfrentar tanto a miséria e a fome como o aquecimento global e as mudanças climáticas.
Isso uma vez que essas práticas e tecnologias incluem, além da construção de cisternas, a produção de sistemas agroflorestais, a recuperação de nascentes e programas de estocagem de sementes crioulas. E mais, o pré-candidato chama a atenção para o fato de que essas experiências extrapolam a produção na zona rural. Para ele, “a Agroecologia foi além do Semiárido e integrou campo e cidades”.
Essa referência é sobre o trabalho atual das ONGs e movimentos sociais que fomentam hortas urbanas, feiras agroecológicas, que já são 124 no estado, e até distribuição de alimentos durante a pandemia nas regiões metropolitanas. Tudo isso graças à formação de uma cadeia de produção e acesso aos alimentos saudáveis, o que para o biólogo é pilar para promover o combate às desigualdades e a proteção ambiental.
“As práticas agroecológicas que defendemos conservam e recuperam a Caatinga e a Mata Atlântica, revitalizam nossos riachos e rios, geram postos de trabalho para as juventudes e produzem alimentos saudáveis para as populações urbanas. Geram alimento e cidadania, elas estão diretamente ligadas, inclusive, às soluções para a crise climática que está aí”, pontua o pré-candidato.
QUEM SÃO ALEXANDRE E O MOVIMENTO AGROECOLOGIA URGENTE
Formado por agroecologistas, professores, pesquisadores, artistas, especialistas de diversas organizações e movimentos sociais atuantes em Pernambuco, o Agroecologia Urgente entende que as experiências realizadas por esses profissionais articulados em processos coletivos, precisam inspirar políticas públicas efetivas, valorizando a agricultura familiar e preservando os arranjos produtivos locais.
“Fome, mudanças climáticas e desemprego são problemas para os quais a Agroecologia se apresenta como saída, porque ela preserva, inclui socialmente, alimenta com qualidade e gera ocupação. Isso deve ser um norte para o desenvolvimento que queremos”, frisa.
Alexandre Pires é natural do município de Iguaracy. Filho de agricultores, saiu do vilarejo de Jabitacá e, desde os 14 anos, mora em Recife, onde formou-se em Biologia e, depois, fez mestrado em Extensão Rural e Desenvolvimento Local, na UFRPE. Desde 2002 atua no Centro Sabiá, ONG que atua com Agroecologia há 28 anos em Pernambuco.
Desde 2011, atua na Articulação no Semiárido Pernambucano (ASA/PE), rede que influenciou fortemente o Programa de Cisternas. Também foi membro de conselhos e comissões de controle social de políticas públicas, como o Conselho de Segurança Alimentar de Pernambuco e a comissão que construiu a Política Estadual de Agroecologia e Produção Orgânica, sancionada em janeiro de 2021.
“São espaços onde fui e sigo sendo defensor da agroecologia como caminho para promoção de uma sociedade mais justa e inclusiva”, finaliza.
A Secretaria de Saúde de Serra Talhada informa, neste domingo (26.04), a confirmação de mais um caso do novo coronavírus no município. Trata-se um profissional da área da saúde, de 25 anos, que trabalha em uma outra cidade, mas reside em Serra Talhada. Serra Talhada tem neste momento 08 casos em investigação, 23 casos descartados […]
Foto ilustrativa mostra resultado positivo para o novo coronavírus — Foto: Dado Ruvic/Reuters/Arquivo
A Secretaria de Saúde de Serra Talhada informa, neste domingo (26.04), a confirmação de mais um caso do novo coronavírus no município. Trata-se um profissional da área da saúde, de 25 anos, que trabalha em uma outra cidade, mas reside em Serra Talhada.
Serra Talhada tem neste momento 08 casos em investigação, 23 casos descartados e 07 casos confirmados de COVID-19 e 01 caso de recuperação.
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