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Afogados: Universitários levam susto na volta pra casa

Por Nill Júnior

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por Bruna Verlene

Na noite desta sexta (06) os universitários de Afogados da Ingazeira que se deslocam todos os dias para Serra Talhada, passaram por um susto na volta para casa. Ao chegarem na entrada da comunidade de Itã, município de Carnaíba, os alunos sentiram um impacto na traseira do ônibus, que pertence à empresa Muskitur.

Ao descer do ônibus o motorista Erivan de Souza Rufino constatou que um carro de passeio bateu nas duas rodas traseiras, vindo a furar os pneus. Segundo relato de alguns alunos, o motorista de nome não identificado, estava embriagado.

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A PM foi acionada e o motorista do carro preso. Nenhum dos alunos teve nenhum ferimento, e ficaram até a madrugada esperando uma van ir buscá-los. Por sorte, a tragédia não teve maiores proporções.

Outras Notícias

Governo expulsou 150 servidores federais no Nordeste em 2018. Pernambuco lidera ranking com 38

Número regional corresponde a 23,32% do total de 643 penalidades em todo o país. Principal motivo foi a prática de atos relacionados à corrupção  Em 2018, 150 servidores públicos federais foram punidos por irregularidades e atividades contrárias à lei nos estados da Região Nordeste: Pernambuco (38), Maranhão (28), Bahia (24), Paraíba (16), Ceará (13), Alagoas […]

Número regional corresponde a 23,32% do total de 643 penalidades em todo o país. Principal motivo foi a prática de atos relacionados à corrupção 

Em 2018, 150 servidores públicos federais foram punidos por irregularidades e atividades contrárias à lei nos estados da Região Nordeste: Pernambuco (38), Maranhão (28), Bahia (24), Paraíba (16), Ceará (13), Alagoas (10), Piauí (9), Rio Grande do Norte (9) e Sergipe (3). Os números fazem parte de levantamento divulgado, nesta segunda-feira (28), pela Controladoria-Geral da União (CGU), que reúne as penalidades expulsivas – demissão de servidores efetivos, cassação de aposentadoria e destituição de cargos em comissão – aplicadas por órgãos e autarquias. O total de registros na Região Sudeste corresponde a cerca de 23,32% dos 643 agentes públicos punidos em todo o país, maior número na comparação dos últimos 16 anos.

Os dados não incluem os empregados de empresas estatais, a exemplo da Caixa, Correios e Petrobras. Os servidores apenados, nos termos da Lei Ficha Limpa, ficam inelegíveis por oito anos. A depender do tipo de infração cometida, também podem ficar impedidos de voltar a exercer cargo público. Em todos os casos, as condutas irregulares ficaram comprovadas após condução de Processo Administrativo Disciplinar (PAD), conforme determina a Lei nº 8.112/1990 (Regime Jurídico dos Servidores), que garantiu aos envolvidos o direito à ampla defesa e ao contraditório.

Paraíba

Na Paraíba, foram 16 penalidades expulsivas em 2018, sendo 12 demissões de funcionários efetivos; e quatro cassações de aposentadorias. O principal motivo das expulsões foi o abandono de cargo, inassiduidade ou acumulação ilícita de cargos, com oito penalidades aplicadas, ou 50% do total. Já a prática de atos relacionados à corrupção é o fundamento que vêm em seguida, com sete casos (43,75%).

Entre as unidades da federação, o estado é o 12º com maior número absoluto de servidores punidos. Já na comparação proporcional – que considera o número de punições a cada mil servidores federais – a Paraíba é o 24º com maior média: 3,31 por mil. Os dados proporcionais consideram os últimos cinco anos. Desde o início da série histórica, no período de 2003 a 2018, o estado registra um total de 124 punições expulsivas.

Pernambuco

Em Pernambuco, foram 38 penalidades expulsivas em 2018, sendo 28 demissões de funcionários efetivos; nove cassações de aposentadorias; e uma destituição de ocupante de cargos em comissão. O principal motivo das expulsões foi a prática de atos relacionados à corrupção, com 24 penalidades aplicadas, ou 63,15% do total. Já o abandono de cargo, inassiduidade ou acumulação ilícita de cargos são fundamentos que vêm em seguida, com 11 casos (28,94%).

Entre as unidades da federação, o estado é o 4º com maior número absoluto de servidores punidos. Já na comparação proporcional – que considera o número de punições a cada mil servidores federais – Pernambuco é o 11º com maior média: 5,78 por mil. Os dados proporcionais consideram os últimos cinco anos. Desde o início da série histórica, no período de 2003 a 2018, o estado registra um total de 286 punições expulsivas.

Adiado o 20º Encontro de Motociclistas de Afogados

Mais um evento foi cancelado em Afogados da Ingazeira em virtude do aumento dos casos de Covid-19 na região. Em nota, o Moto Clube Dragões de Aço comunicou o adiamento do 20º Encontro de Motociclistas, agendado para acontecer de 20 a 23 de janeiro. A organização justifica ser impossível realizar o evento nessas circunstâncias. “Devido ao decreto […]

Mais um evento foi cancelado em Afogados da Ingazeira em virtude do aumento dos casos de Covid-19 na região.

Em nota, o Moto Clube Dragões de Aço comunicou o adiamento do 20º Encontro de Motociclistas, agendado para acontecer de 20 a 23 de janeiro.

A organização justifica ser impossível realizar o evento nessas circunstâncias. “Devido ao decreto municipal nº 002/2022, emitido no dia 13/01/2022, o Moto Clube Dragões de Aço comunica que o evento que seria realizado entre os dias 20 a 23 de janeiro de 2022 será adiado sem data definida. Devido ao aumento de casos de Covid-19 no nosso município tivemos que tomar essa atitude.  Agradecemos a compreensão de todos os irmãos motociclistas, parceiros e amigos que fizeram este evento acontecer. Em breve mais informações”.

Nesta quarta-feira (12), a Prefeitura Municipal de Afogados da Ingazeira já havia comunicado o cancelamento do Baile Municipal e do Carnaval, enquanto a direção do Bloco Arerê informou o adiamento do Afogareta 2022.

Xadrez político para 2024 esquenta bastidores em Afogados da Ingazeira

Por André Luis A Coluna do Domingão, do Blog, apurou dentre lideranças da Frente Popular em Afogados da Ingazeira, que a maioria dos nomes tem tendência de defesa da manutenção da chapa Sandrinho-Daniel.   Rubinho do São João tem apoio de uma parte importante dos vereadores, e vai usá-los como poder de barganha pra virar o […]

Por André Luis

A Coluna do Domingão, do Blog, apurou dentre lideranças da Frente Popular em Afogados da Ingazeira, que a maioria dos nomes tem tendência de defesa da manutenção da chapa Sandrinho-Daniel.  

Rubinho do São João tem apoio de uma parte importante dos vereadores, e vai usá-los como poder de barganha pra virar o jogo.

Esta semana o vereador de oposição, Edson Henrique, disse em entrevista ao programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, que se realmente a migração do PSD, para o PSDB por parte de Rubinho, Sargento Argemiro e Douglas Rodrigues na janela partidária que abre em abril de 2024 se concretizar, o racha do trio com a Frente Popular é certo.

“Não há alinhamento político entre o PSB e o PSDB em nenhuma esfera, seja nacional, estadual ou municipal. Não vejo como irão permanecer na Frente Popular caso seja realmente confirmada a migração”, afirmou Edson.

A leitura que se faz nos bastidores políticos de Afogados da Ingazeira é de que a única forma de manter o trio na Frente Popular é cedendo a vice para Rubinho do São João. 

“Se isso acontecer a migração de partido pode não acontecer. Caso contrário haverá o racha e Rubinho poderá encabeçar a chapa pela oposição”, disse uma fonte ao blog.

Fala de Paulo Guedes deixa prefeitos mais animados

Ministro prometeu defesa do Pacto Federativo, até 70% do que a União arrecadar com pré-sal para municípios e queda no preço gás. Manteve o tom sofre a Reforma da Previdência Mais cedo, o blog divulgou que o presidente da Amupe e prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota, avaliou o discurso do presidente Jair Bolsonaro, […]

Ministro prometeu defesa do Pacto Federativo, até 70% do que a União arrecadar com pré-sal para municípios e queda no preço gás. Manteve o tom sofre a Reforma da Previdência

Mais cedo, o blog divulgou que o presidente da Amupe e prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota, avaliou o discurso do presidente Jair Bolsonaro, na abertura da Marcha dos Prefeitos a Brasília, como “mais um mais um diagnóstico do que propriamente proposta de ação”. Disse que ele foi muito econômico nas suas palavras, o que gerou muita expectativa por parte dos prefeitos.

Segundo sua assessoria, Patriota ficou mais otimista na parte da tarde, quando falou o ministro Paulo Guedes (Economia); que deu mais profundidade às intenções do modelo que ele está pretendendo e defendendo fazer, deixando as coisas mais claras.

“Falta a gente, de fato, acompanhar como vai ser o procedimento; pois o ministro está defendendo a Reforma da Previdência, que é bastante discutível; o Pacto Federativo, que acompanha, sobretudo, a Reforma Tributária, e, também, outras medidas, inclusive, emergenciais. E que possa, ainda este ano, liberar algum recurso para estados e municípios”, pontuou.

O momento, diz Patriota, é de aguardar para ver como isso vai se dar do ponto de vista legal – tem que ter lei no Congresso Nacional e do ponto de vista operacional. “Não podemos pré-julgar, entretanto, vamos aguardar o desfecho dos acontecimentos”, reforça.

Anunciado com um dos principais integrantes do governo na Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, o ministro da Economia, Paulo Guedes, foi ovacionado em sua chegada e aplaudido de pé ao deixar o palco após sua fala de mais de quase 45 minutos. O economista defendeu uma mudança no pacto federativo e falou em repasses de até 70% dos recursos que a União arrecadar com o pré-sal.

“Meus secretários ficam brabos comigo porque querem fazer isso de forma gradual, mas eu digo que é para já. Já está faltando polícia, educação, saúde. Não vai faltar daqui 20 anos. Ou não acreditamos que o Brasil está nos municípios? O país vive neles”, afirmou ao público, que lotou o auditório.

Ainda afirmou que o governo quer baixar pela metade o preço do gás de cozinha no Brasil. Para isso, ele afirmou que é preciso “quebrar” o monopólio do refino do petróleo, atualmente nas mãos da Petrobras, e no setor de distribuição.

“Daqui a dois anos, o botijão vai chegar pela metade do preço na casa do trabalhador brasileiro. Vamos quebrar os monopólios e baixar o preço do gás e do petróleo”, declarou, durante Marcha dos Prefeitos, em Brasília.

Manifestantes contrários ao ajuste fiscal abaixam as calças no Congresso

Do Correio Braziliense Uma confusão entre os sindicalistas fez com que a a votação do texto principal da 2ª Medida Provisória do ajuste fiscal, que endurece o acesso à pensão por morte, fosse interrompida nesta quarta-feira (13/5). Os manifestantes foram retirados das galerias a pedido do presidente da Câmara, Eduardo Cunha. Antes de sair, eles […]

BRASÍLIA, DF, 13.05.2015: GOVERNO-CONGRESSO - Integrantes da Força Sindical realizam um ''bundalelê'' (abaixar as calças e mostrar as nádegas), durante protesto nas galerias - Sessão no plenário da Câmara dos Deputados, sob o comando de seu presidente, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de votação da Medida Provisória (MP) 664, que trata das alterações nas regras previdenciárias, dentro do pacote de ajuste fiscal do governo, em Brasília (DF), nesta quarta-feira (13). (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

Do Correio Braziliense

Uma confusão entre os sindicalistas fez com que a a votação do texto principal da 2ª Medida Provisória do ajuste fiscal, que endurece o acesso à pensão por morte, fosse interrompida nesta quarta-feira (13/5). Os manifestantes foram retirados das galerias a pedido do presidente da Câmara, Eduardo Cunha. Antes de sair, eles fizeram paródia de um samba, cantando “PT pagou com traição a quem sempre lhe deu a mão” e gritaram palavras de ordem contra o governo e contra as alterações nas regras da pensão por morte. Alguns deles chegaram a abaixar as calças, em protesto.

Na semana passada, manifestantes também tiveram de ser retirados depois de vários pedidos para as galerias pararem com os gritos e vaias durante as votações da medida provisória que altera as regras do seguro-desemprego (MP 665/14).

Aprovada
Em meio ao tumulto, o Plenário da Câmara dos Deputados acabou aprovando, por 277 votos a 178, o relatório do deputado Carlos Zarattini (PT-SP) para a MP 664/14, que muda as regras de pensão por morte, impondo carências e tempo de recebimento conforme a faixa de idade do beneficiário.

Após a aprovação, os deputados começaram a fase de votação dos chamados destaques, propondo acréscimos ou retiradas de trechos da redação do texto-base aprovado. Eduardo Cunha disse que a sessão para votar a medida provisória vai até as 23 horas. A MP deve ser o único item analisado hoje.