Afogados sedia esta tarde encontro para entrega de propostas do MP a candidatos da sede, Iguaracy, Carnaíba e Quixaba.
Por Nill Júnior
Encontro em São José do Egito. Fotos: Marcelo Patriota
Encontro em São José do Egito. Fotos: Marcelo Patriota
Encontro acontece às 14h, na Câmara de Vereadores, com transmissão das rádios locais
Tem sequência hoje em Afogados da Ingazeira a série de encontros promovida pelo Ministério Público com candidatos a prefeito da área da 3ª Circunscrição. O evento entrega aos candidatos a prefeito documentos com propostas temáticas em áreas como Saúde, Educação, Assistência Social, Resíduos Sólidos e Meio Ambiente, fruto de intenso debate com vários segmentos organizados da sociedade do Pajeú.
Hoje o encontro reúne candidatos às Prefeituras de Afogados, Iguaracy, Carnaíba e Quixaba. Será na Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira a partir das 14h, com transmissão das emissoras Afogados FM, Pajeú AM e Transertaneja FM.
Padre Luiz Marques Ferreira (Grupo Fé e Política) fala da importância do encontro
Ontem, em São José do Egito, foi firmado o compromisso dos candidatos de São José do Egito, Brejinho, Itapetim, Santa Terezinha e Tuparetama.
A coordenação foi dos Promotores Lúcio Luiz de Almeida Neto, Adriano Camargo e Lorena Medeiros. Participaram os candidatos de São José do Egito (Romério Guimarães e Evandro Valadares), Tuparetama (Sávio Torres e Dêva Pessoa), Santa Terezinha (Vanim de Danda e Teógenes Lustosa), de Brejinho (Tânia Mana Maria e Chico Dudu) e de Itapetim (Adelmo Moura e Mário José).
O único ausente foi o candidato do PTB de Itapetim Anderson Lopes, alegando outra agenda. Restou a cadeira vazia.
Hoje na Câmara de Afogados, a metodologia será a mesma: Haverá uma apresentação do documento por representantes do MP e sociedade organizada e, em seguida, cada candidato terá tempo de cinco minutos para firmar compromissos com as propostas apresentadas no documento. O MP também vai manter a estratégia da “cadeira vazia” para candidatos que não comparecerem.
Assisão é o símbolo do São João da resistência Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Assisão Forró de Verdade (@assisao_oficial_) Assisão é o grande símbolo do São João em 2023. O serra-talhadense que recentemente comemorou 82 anos tem se notabilizado por sua vitalidade. Nas últimas 48 horas, esteve em […]
Assisão é o grande símbolo do São João em 2023. O serra-talhadense que recentemente comemorou 82 anos tem se notabilizado por sua vitalidade. Nas últimas 48 horas, esteve em Arcoverde, Alagoinha e na Capital do Xaxado. Hoje bate o cartão em Senhor do Bonfim, Bahia, onde é adorado. Ano passado, no São João pós pandemia, teve que ser escoltado dada a multidão que queria lhe ver.
Segundo o PE On Line, foi o forró raiz de Assisão que gerou uma das mais belas noites do São João de Arcoverde. “Seu forró raiz e tradição fortalece o São João”, dizia o artigo. No vídeo divulgado nas redes sociais do artista, uma multidão faz capela para sua música.
Provas da devoção do mundo artístico a Assisão não faltam. O badalado João Gomes foi pedir sua bênção, incluindo sua participação no seu último DVD. Hoje, mesmo com a invasão do negócio São João, onde empresas e mercado ditam as regras, manchando sua tradição e beleza, enlatando de tudo para fazer dinheiro, não importa seu impacto cultural, Assisão resiste. E olha que ele já foi taxado de traidor da tradição do forró quando introduziu, ainda nos início dos ano 80, guitarra, baixo, teclado e bateria, uma concessão aceitável, que de traíra não teve nada. Apenas aperfeiçoou o que temos de melhor, seguido pela maioria, o que não tirou a essência do forró.
Assim como Assisão, de tantas idas e vindas, autos e baixos na carreira, hoje sendo mais reconhecido e respeitado, o forró, a tradição, a cultura vão vencer. Seja pela lei, como quer a Luiz Gonzaga, com regras que acabem a indecência que vemos hoje, seja pela revolução que virá do próprio povo, cansado de ouvir que é em nome dele que essa inversão de valores tem sentido. No São João, ninguém me convence de que Luan Santana, Gustavo Lima, Alok, Anitta, Safadão, Nattan, Pablo, Léo Magalhães, Israel e Rodolfo, Zezé di Camargo (arrrrghhh) sequer se aproximam do forró de Assisão. Aliás, não pegam uma letra, não amarram o cardarço, não chegam aos pés, nem comendo muito feijão.
Entendam que, reverenciando Assisão, o faço também a todos que o sucederam. É muita gente boa, passando por Maciel Melo, Flávio José, Flávio Leandro, Alcimar Monteiro, Santana, só pra citar alguns. É essa gente que segura a bandeira da nossa tradição, da nossa cultura. Que os homens da caneta entendam que sem ela, a cultura, não há identidade. Sem ela, um povo perde a própria alma. Fica perdido, sem referências, alienado, abobalhado, moldável, massa de manobra na mão de inscrupulosos. Valorizar a cultura ajuda a nos salvar dessa gente.
Ah, e viva Assisão!
O advogado que vai cassar os direitos de Bolsonaro
O paraibano radicado em Pernambuco, Walber Agra, ganhou mais uma vez os holofotes por ser o advogado da ação do PDT que pede a cassação dos direitos políticos de Bolsonaro no TSE. O Estadão publicou uma matéria com o título “Quem é o advogado e professor autor da ação que pode tornar Bolsonaro inelegível”. Ao Congresso em Foco, Agra, muito conhecido a partir de seus embates com Magno Martins no Frente a Frente, disse que a minuta do golpe encontrada com Anderson Torres e Mauro Cid seria o desaguar de tudo, indicando a fala de Bolsonaro questionando a lisura da eleição a embaixadores, o que motivou essa ação em análise.
O que Agra falou
“A minuta não é o ‘cràme de la crème’, não é a prova substancial. A minuta é o desaguar de tudo porque muito mais importante que a minuta é o golpe de 8 de janeiro. Você vai negar o 8 de janeiro? Você vai tapar o sol com a peneira? A base do processo não é a minuta do golpe. Veja que coisa interessante: não se nega a tentativa do golpe [pela defesa]. Colocam observações processuais para dizer que ela não deve estar no processo, mas se retirar a minuta do golpe, vai tirar a gravidade dos fatos que estão ali? Claro que não”. Em resumo, o advogado diz que aquela fala em análise pelo TSE gerou ainda mais combustível para os atos que culminaram com o 8/1.
Arraial da política
Um gaiato leitor pediu para combinar a política em Serra Talhada e Afogados, onde os debates estão mais animados, com um arraial junino. Lá vai: o puxador iria se virar assim (leia incluindo trilha junina): Alavantúúú, Rubinho ameaça romper com a Frente!!!! Anarriêêêê, ele vortôôôô!! Segue o caminho da roça pra 2024!!! Balancêêêê! Epa, tá errado! Com Sandrinho, só pode dançar um! Tá Vicentinho e Daniel querendo! Assim vai bagunçar a quadrilha! Olha a chuvaaaaa… de opositor pulando pro palanque de Márciaaa! Quem quer a viceeee? Eita, olha a cobraaaa! Foi Duque que jogoooou! Morreeeu!! Carlos Evandro matoooou!!
Tudo tem seu tempo
Caçado para estar no Debate das Dez comentando sua decisão de sair da vida política, Rubinho do São João disse ainda não estar em condições de participar. Educadamente, afirmou que não recua um milímetro da decisão, mas psicologicamente não está a vontade, dadas as manifestações de pessoas do povo e lideranças que estão lamentando sua decisão.
Jogo duplo
Em Itapetim, alguns nomes da oposição que reuniu Solidariedade, União Brasil e PSD, tentaram dar a entender que não firmaram nada com o bloco, por conta da discussão com Anderson Lopes, nome mais forte do bloco. Só era complicado recuar do que tinham de fato discutido. Iam dizer o quê? Que foram jogar uma partida de fubica?
Encruzilhada
Em Serra Talhada, quem está acompanhando de perto a movimentação da prefeita Márcia Conrado não tem dúvidas. Ela está pessoalmente conduzindo as adesões ao seu grupo, minando a oposição e também reduzindo tempo e possibilidade de reação de Luciano Duque. A ideia é dar a ele duas opções: ficar a reboque ou não ter tempo de construir uma oposição sólida.
O pecado de cada um
No ciclo Madalena Britto em Arcoverde, o maior absurdo foi permitir e contratar Anitta para o São João da cidade. Já Wellington foi cobrado por quebrar a corrente e não trazer os filhos da terra Lirinha e o Cordel do Fogo Encantado.
Frase da semana:
“Todos estão mortos”.
Comunicado da Ocean Gate e Guarda Costeira americana, confirmando o fim trágico dos cinco ocupantes do mini submarino que implodiu em sua última expedição ao Titanic.
O prefeito de Sertânia, Ângelo Ferreira, divulgou em sua página no Facebook, na tarde desta quarta-feira (13), uma nota sobre o andamento das investigações dos perfis falsos, que se alastraram no município, neste ano. Ângelo chegou a revelar os nomes dos autores das chamadas Fake News. Confira a nota na íntegra publicada pelo ex-deputado estadual: Durante […]
O prefeito de Sertânia, Ângelo Ferreira, divulgou em sua página no Facebook, na tarde desta quarta-feira (13), uma nota sobre o andamento das investigações dos perfis falsos, que se alastraram no município, neste ano.
Ângelo chegou a revelar os nomes dos autores das chamadas Fake News. Confira a nota na íntegra publicada pelo ex-deputado estadual:
Durante este ano de 2017, Sertânia esteve tomada por um movimento que dissemina a mentira e fere a dignidade da pessoa humana. Enquanto a verdade calça os sapatos, a mentira corre o mundo, como dizia o saudoso professor Arlindo Ferreira dos Santos.
A verdade sempre aparece e ela já começou a aparecer. Após vários meses de investigação desses crimes cibernéticos, os nomes dos envolvidos nesta facção criminosa com as ações dos fakes (perfis falsos nas redes sociais) começaram a ser divulgados.
Através de ação na Justiça e investigação policial, capitaneada pelo advogado Marcelo Cavalcante Patu, o Facebook, empresa que colaborou com a divulgação de informações, e por meio do “Direito digital”, forneceu os dados de IPs.
E ainda tirou os perfis do ar, já que feriam a integridade pessoal das vítimas. Até o momento, alguns provedores de Internet já divulgaram os dados cadastrais de vários envolvidos.
Já foram identificados, através do Poder Judiciário e autoridades policiais, alguns nomes de pessoas, entre as quais estão:
• Francisco Alberto da Silva, morador da rua Expedito Salvador, na Mário Melo Nova;
• o servidor municipal João Batista Ferreira dos Santos, morador da Luís Salvador, na Mário Melo Nova;
• o servidor municipal Fernando Norembergue Freire, morador da rua Dr. Manoel Borba, no Centro;
• Erivânio Rogério Felipe Silva, morador da rua Afonso Bezerra, no Alto do Céu;
• Aislan Amaral, filho de César do Consórcio, morador da rua Coronel Francisco Gomes, conhecida como “Rua dos Currais”;
• Douglas Abreu, morador da rua Amaro Lafayette;
• o advogado da oposição, João Ferreira de Brito Neto, conhecido como João Neto, filho de Fernando Norembergue.
É importante esclarecer que os perfis fakes foram alimentados desses endereços. Outros provedores de Internet ainda vão divulgar novos nomes e é nosso compromisso divulgá-los para que toda a população de Sertânia tome conhecimento dos responsáveis por esses crimes cibernéticos. As medidas judiciais cíveis continuam em andamento e as criminais estão sendo tomadas.
José Flavio Chaves Barbosa Junior de Britto – Titular da ação
Ângelo Ferreira – Prefeito de Sertânia
Antônio Henrique Ferreira – Presidente da Câmara Municipal de Sertânia
Operação foi criticada por parlamentares, que viram excessos na ação da polícia Camila Mattoso/Folha de São Paulo A Polícia Federal informou ao ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, que encontrou no gabinete do líder do governo de Jair Bolsonaro (PSL) no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), dados relacionados aos fatos investigados na Operação Desintegração, deflagrada […]
A principal reclamação dos aliados de Bezerra é que não havia necessidade de realizar buscas no gabinete do líder do governo, já que os fatos investigados eram anteriores ao seu mandato na Casa. Os mandados foram autorizados por Barroso.
O material apreendido ainda está em análise, sem prazo para conclusão. No dia da operação, a PF disse ao ministro que foram feitas pesquisas eletrônicas no gabinete e foram encontrados dados relacionados aos fatos investigados.
A polícia ainda afirmou a Barroso que localizou informações ligadas ao inquérito no imóvel funcional em que vive Bezerra e na casa e no gabinete de seu filho, o deputado Fernando Coelho Filho (DEM-PE), também investigado.
A negociação e o repasse dos valores teriam ocorrido de 2012 a 2014, época em que Bezerra Coelho era ministro da Integração Nacional na gestão de Dilma Rousseff (PT) e integrava o PSB.
Além do senador, também teria sido destinatário de subornos seu filho, que foi ministro de Minas Energia de Michel Temer (MDB). Coelho Filho teria recebido R$ 1,7 milhão.
O pedido de busca e apreensão partiu da PF, mas a então procuradora-geral da República, Raquel Dodge, discordou da ação contra o senador.
A PGR afirmou que não havia “indícios de que ele registrasse os atos praticados, pois, ao contrário, adotou todas as medidas para manter-se longe deles, de modo que a medida invasiva terá pouca utilidade prática”.
O ministro Barroso, no entanto, não considerou o argumento “convincente”.
“Na criminalidade organizada econômica, o natural é que todos os envolvidos tentem ocultar provas e não evitar deixar registros de seus atos. A medida cautelar serve justamente para tentar encontrar documentos mantidos sigilosamente, longe dos olhos do público e das autoridades de investigação”, justificou, em sua decisão.
O texto especifica diversas condutas que devem ser consideradas abuso de autoridade e prevê punições a juízes, promotores e policiais. No começo do mês, Bolsonaro, vetou trechos de 19 dos 45 artigos constantes no texto aprovado pelo Congresso.
A decisão de Alcolumbre ocorre quatro dias após a operação. Internamente, a PF critica o texto original do projeto e se movimentou pelos vetos.
A Primeira Câmara do TCE emitiu, nesta terça-feira (29), parecer prévio recomendando à Câmara Municipal de Petrolândia a aprovação, com ressalvas, das contas de governo da ex-prefeita, Janielma Maria Ferreira Rodrigues, relativas ao exercício financeiro de 2018. Em seu voto, o conselheiro destacou o cumprimento dos limites constitucionais e legais apreciados com educação e saúde, […]
A Primeira Câmara do TCE emitiu, nesta terça-feira (29), parecer prévio recomendando à Câmara Municipal de Petrolândia a aprovação, com ressalvas, das contas de governo da ex-prefeita, Janielma Maria Ferreira Rodrigues, relativas ao exercício financeiro de 2018.
Em seu voto, o conselheiro destacou o cumprimento dos limites constitucionais e legais apreciados com educação e saúde, que devem ser no mínimo de 25% e 15% da receita, respectivamente. Além disso, foi apontado o correto repasse do duodécimo à Câmara de Vereadores e os valores da dívida consolidada líquida também dentro dos limites.
Todavia, o relatório de auditoria apontou o descumprimento de gastos com pessoal durante o período, sendo superior ao limite constitucional de 54% da Receita Corrente Líquida.
“Em razão do longo histórico observado no Município e, diante do fato de a gestora haver assumido
a Prefeitura em agosto do ano anterior, após renúncia do Titular do Cargo, esse exercício de 2018 constituiu-se praticamente no primeiro ano de sua gestão”, ressaltou o relator, apontando que a irregularidade não seria motivante para a rejeição das contas.
Ao final, o conselheiro realizou algumas determinações, caso necessário, para a atual gestão, com destaque para que adote medidas legais necessárias à recondução dos gastos com pessoal ao limite estabelecido pela Lei Complementar, que disponibilize para a sociedade, integralmente, as informações
exigidas na Lei de Responsabilidade Fiscal e que implemente ações efetivas visando reduzir o déficit financeiro existente, que pode comprometer os exercícios seguintes.
O voto foi aprovado por unanimidade. Representou o Ministério Público de Contas na sessão o procurador Gilmar Severino Lima. O relator do processo (n° 19100195-8) foi o conselheiro substituto Carlos Pimentel.
Ao menos 133 cidades em 22 estados e no Distrito Federal tiveram protestos entre a manhã e a tarde deste domingo (26) em defesa do presidente Jair Bolsonaro e de medidas do governo, como a reforma da Previdência e o pacote anticrime apresentado pelo ministro da Justiça, Sérgio Moro. As convocações ganharam força após os […]
Recife também registrou protestos. Foto: Wellington Júnior
Ao menos 133 cidades em 22 estados e no Distrito Federal tiveram protestos entre a manhã e a tarde deste domingo (26) em defesa do presidente Jair Bolsonaro e de medidas do governo, como a reforma da Previdência e o pacote anticrime apresentado pelo ministro da Justiça, Sérgio Moro.
As convocações ganharam força após os protestos em defesa da educação do último dia 15, contra os cortes anunciados pelo governo para os ensinos superior e técnico federais.
Grupos de manifestantes saíram em passeatas e carreatas a partir desta manhã levando bandeiras do Brasil e faixas com frases de apoio a propostas apresentadas pelo governo de Bolsonaro. Até a última atualização desta reportagem, os atos eram pacíficos.
Os protestos também apoiavam a reforma ministerial do governo Bolsonaro, com redução de 29 para 22 no número de ministérios. Houve, ainda, grupo de manifestantes no Rio de Janeiro que pedia o fechamento do Congresso, o que é ilegal, inconstitucional e contra a democracia.
Em Recife, a manifestação começou no início da tarde, pouco depois das 14h, na Avenida Boa Viagem. O ato também apoiou os ministros da Justiça, Sérgio Moro, e da Economia, Paulo Guedes. Às 15h os manifestantes saíram em caminhada, em direção ao Segundo Jardim de Boa Viagem.
De acordo com a organização do evento, por volta das 15h50 havia cerca 65 mil pessoas participando. A Polícia Militar de Pernambuco não divulga estimativa de participantes em manifestações de rua. Ao menos seis trios elétricos acompanham os manifestantes.
A aprovação de projetos do governo Bolsonaro na Câmara dos Deputados também foi uma das pautas do protesto.
Recado – Ao participar de culto no Rio de Janeiro ainda durante a manhã deste domingo, o presidente Jair Bolsonaro disse que as manifestações pró-governo são um “recado” aos que “teimam com velhas práticas” e, segundo afirmou, não permitem que o “povo se liberte”. O presidente disse que a manifestação era “espontânea”, tinha pauta definida e respeitou leis e instituições.
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