Afogados: prefeitura entrega 24º Ponto de Apoio na Zona Rural
Por Nill Júnior
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira inaugurou mais um ponto de apoio da saúde na zona rural do município, dessa vez na comunidade do Jiquiri. É um ponto de apoio, mas pela estrutura bem que poderia ser uma Unidade Básica de Saúde. O novo espaço vai atender 50 famílias do Jiquiri e da Carnaúba dos Vaqueiros, com médico, enfermeiras, dentista, agentes comunitários de saúde e toda equipe especializada da saúde.
Homens e mulheres do campo agora não precisarão mais se deslocar para a Varzinha, onde funciona a UBS de referência, ou para Afogados, para buscar o atendimento da atenção básica. Serão ofertadas consultas médicas, consultas de enfermagem, odontologia, pré-natal, curativos, vacinas, dentre outros serviços.
Emocionado em seu discurso, o Prefeito José Patriota lembrou dos seus tempos de garoto percorrendo o Jiquiri, a Carnaúba e demais sítios vizinhos. Lembrou também do sistema de abastecimento que inaugurou, quando gestor do Prorural, para atender as 60 famílias da comunidade.
O agricultor e sindicalista Manoel Berlamino agradeceu à gestão por mais uma importante conquista. “Essa é uma ação muito importante, pois traz a saúde para perto de quem precisa,” destacou. Já José Matias, Presidente da Associação Rural do Jiquiri, enfatizou a importância da atenção básica mais perto de casa. “A comunidade tem muitos idosos, a locomoção é difícil, era muito penoso ter que se deslocar mais de oito quilômetros para a Varzinha. Agora ficou tudo mais fácil,” avaliou Matias.
Em seu depoimento, Patriota fez um balanço das ações da gestão, com ênfase na saúde. “Reduzimos a mortalidade infantil em mais de 60%, reformamos e ampliamos as cinco UBS’s da zona rural, instalamos 24 pontos de apoio descentralizados da saúde para atender o homem e a mulher do campo, ampliamos de 22 para 44 mil consultas médica por ano, aumentamos em 100% as consultas de pré-natal. Só na odontologia, ampliamos de 06 para 28 consultórios odontológicos. São números que não são visíveis como obras de pedra e cal, mas que tem um impacto gigantesco na vida das pessoas,” destacou o Prefeito José Patriota.
A inauguração contou com a presença do Vice-Prefeito Alessandro Palmeira, Secretário Municipal de Saúde, Artur Amorim, Vereadores Igor Mariano, Luiz Besourão (autor do requerimento solicitando a unidade), Raimundo Lima, Reinaldo Lima e Rivelton Santos. Além de diversos secretários municipais, profissionais de saúde, lideranças rurais e moradores das comunidades beneficiadas.
O plano de obras para a triplicação da BR-232, no trecho que dá acesso à RMR, foi apresentado, na tarde desta segunda-feira (21), para membros do Crea-PE, durante reunião conduzida pelo presidente da instituição, Adriano Lucena. O detalhamento ficou a cargo da secretária de Infraestrutura e Recursos Hídricos, Fernandha Batista, que estava acompanhada da equipe […]
O plano de obras para a triplicação da BR-232, no trecho que dá acesso à RMR, foi apresentado, na tarde desta segunda-feira (21), para membros do Crea-PE, durante reunião conduzida pelo presidente da instituição, Adriano Lucena.
O detalhamento ficou a cargo da secretária de Infraestrutura e Recursos Hídricos, Fernandha Batista, que estava acompanhada da equipe técnica da pasta.
A ação tem investimento de quase R$ 100 milhões e prazo de execução de até um ano.
Inserida no Programa Caminhos de Pernambuco e uma das principais intervenções dentro do Plano Retomada, a triplicação da BR-232 vai melhorar a fluidez da via, fortalecer a infraestrutura logística e assegurar a integração dos modais de transporte, melhorando a mobilidade urbana e a acessibilidade dos usuários.
A expectativa é de que haja queda de 58% na duração do trajeto, o que representa uma redução de tempo de até uma hora e 25 minutos nos horários de pico.
BIM – Também na segunda-feira, Fernandha participou da apresentação do software Building Information Modelling (BIM), que será utilizado pela Seinfra e os órgãos vinculados para o aperfeiçoamento do planejamento, a elaboração de projetos, orçamento e fiscalização das obras. A iniciativa conta com o investimento de R$ 3 milhões do Estado.
O evento aconteceu no auditório da sede da Compesa, no Recife, e contou com a presença da secretária executiva de Recursos Hídricos, Simone Rosa; a de Transporte, Conceição Lafaiete; o e de Articulação Social, Rodrigo Molina; e o presidente do DER, Maurício Canuto.
Falaram sobre o funcionamento e a importância da ferramenta tecnológica o CEO da Deskgraphics, Ronaldo Chaves, o gerente de Projetos, Marcos Prieto, e o técnico especialista da empresa, Sergio Lizarralde.
O clima esquentou na sessão da Câmara de vereadores ontem em Tabira. Líder da oposição, Djalma das Almofadas reforçando que a função do vereador é fiscalizar, cobrou o envolvimento do legislativo na apuração dos beneficiários irregulares. Djalma disse que de 4.700 famílias atendidas pelo Bolsa Familia, cerca de 470 estão irregulares. A afirmação o vereador […]
O clima esquentou na sessão da Câmara de vereadores ontem em Tabira. Líder da oposição, Djalma das Almofadas reforçando que a função do vereador é fiscalizar, cobrou o envolvimento do legislativo na apuração dos beneficiários irregulares. Djalma disse que de 4.700 famílias atendidas pelo Bolsa Familia, cerca de 470 estão irregulares.
A afirmação o vereador já tinha feito pela manhã na Rádio Cidade FM. O parlamentar criticou os gastos com combustível pela câmara e o pagamento de empenho por aluguel de garagem.
O Presidente Marcos Crente fez um aparte cobrando que Djalma desse nome aos bois, citando quem está irregular no bolsa família e foi mais além: “não vou comer corda da imprensa e não vou dedurar fulano ou cicrano que está errado no bolsa. Pode ser milionário que não vou falar”.
Sobre os gastos, Marcos Crente disse não proceder o que foi denunciado por Djalma.
Aldo Santana jogou a responsabilidade de correção de irregularidades no Bolsa Família na Coordenadora Socorro Leandro. Edmundo Barros, amaciou sobre o Bolsa Família dizendo que a Coordenadora Socorro Leandro já está apurando as irregularidades.
Detalhe é que mesmo com a imprensa denunciando, tem gente irregular que continua recebendo e a coordenadora nada fez. Inclusive com gente que atua no gabinete da Secretária de Assistência Social recebendo indevidamente.
O ex-presidente Zé de Bira disse “ter coisas mais importantes do que o escândalo do Bolsa Família para tratar”. Ao mesmo tempo cometeu uma contradição ao dizer que se tem coisas para resolver em favor do povo e ele não pode ajudar a solucionar, melhor é voltar a sua vida pessoal.
O experiente vereador Sebastião Ribeiro disse não está se escondendo do Bolsa Família e ao mesmo tempo acusou a denúncia inicial contra Aparecida da Câmara, de um fato político.
“Só estaria preocupado se o dinheiro que as pessoas tivessem recebendo fosse igual ao de Eduardo Cunha”, prevaricou. Completou dizendo que “não adianta tirar quem está irregular sem ter a certeza que vai colocar quem precisa”.
Por Anchieta Santos Mesmo não sendo unanimidade, prometendo jogar farinha no ventilador se não fosse o escolhido, o empreiteiro Zé Amaral (PSDC) será o candidato a vice-prefeito da chapa de Sebastião Dias em Tabira. Isso pouco depois de o Presidente da CUT Carlos Veras dizer que o PT não aceitaria imposição. Ficou claro que, o Partido […]
Mesmo não sendo unanimidade, prometendo jogar farinha no ventilador se não fosse o escolhido, o empreiteiro Zé Amaral (PSDC) será o candidato a vice-prefeito da chapa de Sebastião Dias em Tabira.
Isso pouco depois de o Presidente da CUT Carlos Veras dizer que o PT não aceitaria imposição. Ficou claro que, o Partido dos Trabalhadores engoliu o discurso direitinho.
Zé Amaral bateu o pé e acabou sendo o escolhido para disputar a eleição ao lado do Poeta. Assim a eleição de Tabira terá um capítulo à parte: enquanto Zé Amaral será o vice governista, o seu irmão ex-prefeito Josete Amaral (PSB) apoiará a chapa Zé de Bira e Edgley Freitas.
Uma perguntinha apenas: Zé Amaral pode ser candidato, sendo proprietário de empresas que estão trabalhando na construção de obras da Prefeitura de Tabira ? Perguntar não ofende.
O deputado federal Zeca Cavalcanti (PTB) reforçou seu palanque eleitoral na cidade de Aliança, Mata Norte de Pernambuco, com o apoio da vice-prefeita, Ivaneide Arruda (PSB), que rompeu com o prefeito Xisto Freitas (PSD) e declarou apoio ao grupo da oposição no município comandado pelo vereador André Empreiteiro (PMN). Além do vereador André, o grupo da […]
O deputado federal Zeca Cavalcanti (PTB) reforçou seu palanque eleitoral na cidade de Aliança, Mata Norte de Pernambuco, com o apoio da vice-prefeita, Ivaneide Arruda (PSB), que rompeu com o prefeito Xisto Freitas (PSD) e declarou apoio ao grupo da oposição no município comandado pelo vereador André Empreiteiro (PMN).
Além do vereador André, o grupo da oposição ainda conta com os vereadores Beto de Didi, Uitanaan Gomes e Edilene Rodrigues. O grupo da oposição apoia a candidatura à reeleição do deputado federal Zeca Cavalcanti (PTB).
O encontro e a confirmação do rompimento foram realizados na residência do vereador líder da oposição, o vereador André Empreiteiro, onde ele fechou apoio com a vice-prefeita para o parlamentar trabalhista.
Na última semana de dezembro o deputado federal Zeca Cavalcanti (PTB) esteve no distrito de Châ do Esconso, quando participou do Natal Solidário promovido pelo vereador André Empreiteiro. Foram distribuídos mais de 1.500 panetones, 700 cestas básicas, além de dezenas de brindes com milhares de pessoas presentes.
Segundo Cavalcanti, o evento demonstrou toda a força e liderança do vereador André e da oposição em Aliança. “Pudemos ver todo o carinho do vereador André pelo seu povo e o melhor, do povo para com o amigo André”, ressaltou Zeca Cavalcanti.
Por Mariana Sanches / UOL Se fosse uma série, a história da venda dos estúdios Warner Bros Discovery teria chegado essa semana ao que parece ser sua derradeira temporada. O enredo iniciado há seis meses mistura cem anos de produção audiovisual norte-americana em disputa por dois enormes conglomerados de mídia — a Paramount/Skydance e a […]
Se fosse uma série, a história da venda dos estúdios Warner Bros Discovery teria chegado essa semana ao que parece ser sua derradeira temporada.
O enredo iniciado há seis meses mistura cem anos de produção audiovisual norte-americana em disputa por dois enormes conglomerados de mídia — a Paramount/Skydance e a Netflix — que se lançaram a jogadas hostis e públicas de competição comercial bilionária sob os olhos — e o jugo — do chefe da Casa Branca, Donald Trump.
A Warner entrou em crise há mais de cinco anos, depois de uma série de fusões e negócios mal sucedidos que levaram a companhia (que inclui CNN e HBO) a uma dívida estimada em cerca de US$ 30 bilhões. A venda do grupo se tornou um caminho óbvio.
No segundo semestre de 2025, Paramount e Netflix se apresentaram como interessadas e iniciaram uma batalha pública pela compra.
Até que, em dezembro passado, a gigante do streaming Netflix parecia ter vencido a parada, quando ofereceu US$ 27,75 por ação da Warner, em um acordo de US$ 83 bilhões — dos quais estavam excluídos os canais de TV CNN e Discovery.
Mas a Paramount não desistiu da contenda, como é comum nesses casos, e lançou o chamado “hostile bid”, uma tentativa de interceptar o negócio entre Netflix e Warner e forçar um voto de desconfiança dos acionistas da empresa contra o comando de administradores da Warner.
A última cartada neste sentido veio no último dia 24 de fevereiro, quando a Paramount ofereceu US$ 31 por ação da Warner (contra os US$ 30 de uma oferta anterior), em um montante de US$ 110 bilhões que incluiria também a aquisição da rede de TV CNN.
O interesse de Trump
Um dos canais de notícias mais populares do país, a CNN costuma adotar tom questionador em relação à gestão de Donald Trump. Repórteres da emissora são alvos frequentes de comentários críticos e ácidos do mandatário norte-americano.
“Você é péssima, é a pior repórter. Não é de se admirar que a CNN não tem audiência, por causa de pessoas como você”, disse Trump sobre a correspondente da Casa Branca da CNN, Kaitlan Collins, a quem também acusou de “nunca sorrir”.
Em qualquer fusão deste tamanho, o Departamento de Justiça dos EUA precisa dar seu aval. Mas o interesse da gestão Trump no assunto vai muito além dos aspectos regulatórios de competição e anti-trust.
Em setembro do ano passado, durante um vôo no Air Force One, Trump chegou a dizer que de todo o material televisionado no país, “97% é contra mim”. E em dezembro, disse que ia interferir na disputa pela Warner e que “a CNN tem quem ser vendida”, em um comportamento revelador de investidas que têm feito em relação à imprensa.
De um dos lados da disputa está um dos maiores aliados de Trump neste segundo mandato: o atual CEO da Paramount, David Ellison. Ele é filho do bilionário fundador da empresa de software Oracle, Larry Ellison, o sexto homem mais rico do mundo, e apoiador do republicano. Ellison esteve envolvido em vários casos recentes que passaram pelo crivo do governo americano, como a tomada de controle do braço americano da rede social Tiktok nos EUA, com seus mais de 200 milhões de usuários no país.
Desde a recente chegada dos Ellison à Paramount, que controla a rede de TV CBS e a MTV, a rede, conhecida por seu jornalismo imparcial e inquisidor, vem tomando uma série de decisões que levantam questões sobre sua independência editorial e que agradaram a Casa Branca.
Em julho, a empresa concordou em indenizar Trump em US$ 16 milhões em um acordo judicial num processo no qual o presidente acusava a TV de ter beneficiado a democrata Kamala Harris na edição de uma entrevista para o jornal 60 Minutes, durante a eleição de 2024.
O acerto, visto como uma confissão de parcialidade por alguns, enfureceu muitos dos profissionais da CBS que acreditavam ter condição de ganhar o caso.
Há duas semanas, um novo golpe no programa foi a saída de seu âncora, Anderson Cooper, insatisfeito com interferências da direção da CBS em seu trabalho.
Sob comando da executiva conservadora Bari Weiss, a CBS anunciou o fim de um de seus produtos de maior repercussão, o talk show político noturno de Stephen Colbert, o Late Show. Oficialmente, a justificativa para o fim do programa, que costuma ser mordaz nas críticas a Trump, foi orçamentária.
Mas, na semana passada, em uma decisão sem precedentes, a CBS proibiu Colbert de levar ao ar uma entrevista com o candidato democrata ao Senado James Talarico.
Em novembro, o Congresso dos EUA será renovado em eleições de meio de mandato e Trump está sob risco de perder a maioria que detém nas duas casas legislativas.
O Texas será um dos campos desta batalha eleitoral. Colbert afirmou que a censura sobre a entrevista veio do jurídico da CBS, preocupado com regulações recém lançadas pelo FCC, a Comissão Federal de Comunicações, atualmente sob comando do trumpista Brendan Carr.
Carr tem usado ameaças indiretas para influenciar a programação televisiva do país. No caso mais visível, em setembro passado, a rede de TV ABC suspendeu temporariamente o programa do apresentador Jimmy Kimmel após comentários dele sobre a morte do ativista de direita Charlie Kirk que enfureceram Trump.
Na ocasião, Carr, cujo órgão tem poder de conceder ou cassar licença às redes de TV e de aprovar fusões e outros negócios entre elas, sugeriu a um podcast consevador que, caso a ABC não punisse Kimmel, poderia ter problemas. “Podemos fazer isso da maneira fácil ou da maneira difícil”, disse Carr ao “Benny Show”, um podcast conservador.
Nas últimas semanas, Trump tentou se distanciar da disputa pela Warner, dizendo que a arbitragem caberia ao Departamento de Justiça, sob ordens de sua subordinada, a procuradora-geral, Pam Bondi.
Fontes no Departamento de Justiça que atuam diretamente na divisão de fusões dizem, porém, que a pressão para aprovar os negócios dos aliados de Trump é suficientemente forte para forçar até mesmo a saída de funcionários trumpistas que se oponham, com argumentos técnicos, a fusões que interessam ao presidente.
Isso teria acontecido em ao menos três ocasiões no ano passado, de acordo com um dos integrantes DoJ ouvido por mim sob a condição de anonimato.
Há alguns dias, em entrevista à BBC Radio 4, Ted Sarandos, diretor-executivo da Netflix, tentou se dizer convencido de que “este é um acordo comercial. Não é um acordo político”.
Anteontem (26), porém, diante da pressão enorme da Paramount, Tarandos foi à Casa Branca tentar convencer Bondi e a chefe de gabinete de Trump, Susie Willes, de que a aquisição da Warner pela Netflix seria do agrado de Trump.
Falhou no intento, segundo revelou o jornal NYPost. Sob pressão da Casa Branca para retirar de seu conselho uma ex-integrante do governo Obama, Tarandos teria ouvido dos assessores de Trump que sua empresa teria um caminho difícil pela frente junto à administração se seguisse com os negócios.
A senadora democrata Elizabeth Warren foi ao X traduzir um questionamento que tem sido feito dentro da própria CNN, e foi replicado em uma reportagem da rede sobre a negociação da qual é parte. “O que os assessores de Trump disseram ao CEO da Netflix hoje na Casa Branca?”, perguntou Warren em uma publicação no X, afirmando que “parece capitalismo de compadrio, com o presidente corrompendo o processo de fusão em favor da família bilionária Ellison”.
No fim daquele mesmo dia, a Netflix anunciou que não escalaria sua oferta de compra para seguir no leilão pela Warner e que, portanto, a Paramount (e a família Ellison, aliada de Trump), teria caminho aberto para assumir estúdios e seus canais de TV, incluindo a CNN.
O que acontecerá com a CNN segue sendo dúvida, mas a história recente da CBS pode dar alguns spoilers.
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