O primeiro vacinado contra a COVID-19 na zona rural de Afogados da Ingazeira foi o senhor Edivaldo José de Freitas, de 89 anos, da comunidade da Varzinha.
A vacinação na zona rural seguirá os mesmos moldes dos bairros, sendo realizada nas UBS’s.
Idosos acamados ou com dificuldade de locomoção serão vacinados na própria residência. Creuza Barbosa, de 88 anos, também foi vacinada na Varzinha.
Segundo a Secretaria de saúde, para qualquer dúvida, os pacientes ou seus familiares podem entrar em contato com a sua agente comunitária de saúde para obter maiores informações.
Faleceu hoje Terezinha de Araújo Leão, mãe do Deputado estadual Rogério Leão. Ela tinha 92 anos e morreu de causas naturais. Nas suas redes, o parlamentar se manifestou lamentando seu falecimento. “Minha mãe, Terezinha de Araújo Leão, nos deixou hoje do convívio físico. Uma eterna inspiração de solidariedade, resistência e lealdade ao bem… Uma mulher de […]
Faleceu hoje Terezinha de Araújo Leão, mãe do Deputado estadual Rogério Leão. Ela tinha 92 anos e morreu de causas naturais. Nas suas redes, o parlamentar se manifestou lamentando seu falecimento.
“Minha mãe, Terezinha de Araújo Leão, nos deixou hoje do convívio físico. Uma eterna inspiração de solidariedade, resistência e lealdade ao bem…
Uma mulher de garra que me ensinou a servir e ver o próximo como irmão. Aos 91 anos, se fazia presente em todos os momentos de nossas vidas.
Minha mãe olhou sempre a vida com coragem e determinação. Com seu exemplo, ensinou aos seus filhos e aos que com ela conviveram, a seguirem o que é certo e que servir ao próximo é a melhor forma de realizar a vida e servir a Deus.
O céu estará mais alegre mas eu ficarei com muita saudade. Agradeço a Deus pelo privilégio de ter vindo ao mundo sendo seu filho e peço que continue iluminando os nossos caminhos. Te amo eternamente meu amor!!”
Nomeada de P1, a variante encontrada no Amazonas faz com que pacientes mais jovens sejam hospitalizados com forma grave da doença. Por André Luis No Debate das Dez da Rádio Pajeú da quarta-feira (10), o assessor de comunicação da Prefeitura de Afogados da Ingazeira, jornalista Rodrigo Lima, o diretor clínico do Hospital Regional Emília Câmara, […]
Nomeada de P1, a variante encontrada no Amazonas faz com que pacientes mais jovens sejam hospitalizados com forma grave da doença.
Por André Luis
No Debate das Dez da Rádio Pajeú da quarta-feira (10), o assessor de comunicação da Prefeitura de Afogados da Ingazeira, jornalista Rodrigo Lima, o diretor clínico do Hospital Regional Emília Câmara, Jair Flávio Jaime, o prefeito de Araripina, Raimundo Pimentel e o pesquisador da Fiocruz, doutor Marcelo Paiva, falaram sobre a preocupação com a nova variante do novo coronavírus que tem feito com que o país viva seu pior momento na pandemia com novo caos na saúde, aumento de casos e levando o país a bater seguidos recordes de mortes por conta da Covid-19.
O médico Jair Flávio destacou que a situação é sim, preocupante. Para ele, o aumento no número de casos e o sobrecarregamento do sistema de saúde, são provas dessa preocupação constante.
“Eu acho válida a preocupação. Eu não sou dos alarmistas e nem tão pouco dos negacionistas. Estamos vendo em dados concretos que a gente tem um aumento muito massivo, muito exponencial. Quanto mais exposto estamos, maior chances de contrair, maior chance do agravamento”, destacou o médico.
Que ainda informou que a ocupação de UTIs no Hospital Regional Emília Câmara está em 80% em uma e 70% na outra. Ao todo o HREC tem 20 leitos de UTI.
O jornalista Rodrigo Lima, afirmou que o momento que estamos vivendo é muito preocupante por duas razões.
“Primeiro porque as pessoas que estão na linha frente estão cansadas, estão exaustas, adoecidas, inclusive mentalmente. Não é fácil, sobre tudo quem está nas UTIs dos hospitais vendo pessoas morrerem, tendo que escolher quem vive e quem morre”, destacou.
Segundo Rodrigo, outro ponto preocupante é a falta de centralização de comando.
“Diferente de outros países, onde você tem uma centralização de comando, como na Nova Zelândia, que hoje é exemplo pro mundo. Aqui no Brasil, desde o início, o Governo Federal não tem tomado as medidas necessárias. Foi preciso governadores e prefeitos entrarem no STF pra ter um pouco de autonomia para agir. Aí, o que acontece, você tem cada estado, cada município tomando suas decisões. Não temos unificação das decisões. A falta de unidade no comando do combate a pandemia foi decisiva pro Brasil ser hoje motivo de preocupação mundial”, afirmou o jornalista.
O prefeito de Araripina, Raimundo Pimentel, responsável por um vídeo no último domingo (7), onde relatava a transferência de pacientes de seu município para Serra Talhada, por falta de leitos, informou que o quadro no município continua muito grave. “Surgiram algumas vagas de UTI, mas por conta de óbitos. Tivemos cinco óbitos nos últimos três dias”, informou Raimundo.
Ainda segundo ele: “o quadro é terrível. Ontem foram abertos mais dez leitos de UTI. O município teve a sinalização da Secretaria Estadual de Saúde para a abertura de mais 20 leitos. Viabilizando isso nos próximos dias teremos 60 leitos de UTI”.
Pimentel lembrou ainda que além dos pacientes de Araripina, o município também recebe pacientes da região do Araripe e alguns casos de outras regiões.
“Não adianta abrir cem, duzentos leitos de UTI se não houver a compreensão, a compaixão, a empatia das pessoas diante de tanto sofrimento, de tanta dor, de tantas mortes como gente vem vivenciando nesse enfrentamento dessa pandemia”, alertou.
O doutor Marcelo Paiva, pesquisador da Fiocruz, afirmou que as evidências cientificas confirmam que as variantes do vírus tem aumentado ao longo do tempo e que a variante do Amazonas, isolado em Manaus é preocupante, mas que as outras também são.
“A proporção que a gente tem a pandemia correndo ao longo de um ano esse tipo de variações são esperadas nos vírus, então o que temos hoje de cenário epidemiológico observando o número de casos, os leitos de UTI sendo ocupados quase em sua integralidade no estado, é muito provável que haja uma participação muito maior dessas variantes em comparação ao cenário que a gente observava há um ano”, afirmou.
Ele defende medidas restritivas mais duras para tentar conter o avanço da pandemia e chamou a atenção para países que tem avançado bem na vacinação, mas ainda assim mantêm medidas restritivas.
“Sabemos que mesmo nesses locais onde a gente já vê que os indicadores epidemiológicos demostram uma queda significativa, as campanhas de vacinação estão ocorrendo nestes locais junto com processos de lockdown. É necessário entender que a vacina só vai ser eficiente a ponto de vermos os indicadores caindo, quando a gente diminuir a mobilidade da população”, alertou.
O pesquisador informou que as evidências apontam que a linhagem do P1 (variante do Amazonas), é capaz de burlar alguns anticorpos dos indivíduos. “As pessoas que antes achavam que estavam protegidas porque de repente tinham desenvolvido a Covid e evoluíram para a cura, hoje precisam ficar bastante preocupadas porque já se tem evidência que essa P1 é capaz de burlar alguns anticorpos fazendo com que essas pessoas se reinfectem”, destacou.
A boa notícia apresentada pelo doutor Marcelo é que até agora, a indicação é de que as vacinas usadas no Brasil, como a Aztrazeneca/ Fiocruz e a Coronavac/Butantan, aparentemente continuam tendo eficácia contra as variantes que tem surgido.
“Pelo cenário que estamos observando é que mesmo que tenhamos uma parte significativa da população vacinada, precisaremos ficar de olho nessas variantes, então a proporção que nós tenhamos uma parcela da população vacinada é possível que o número de variantes caiam e a gente não observe mais esse cenário que estamos observando agora. Mas é possível também entender que o vírus vai sofrer estas alterações e será preciso modificar estas vacinas e muito provavelmente colocá-las no nosso calendário vacinal”, informou Marcelo.
Doutor Marcelo aproveitou para lembrar ser necessário pensar na vacinação, não como um bem individual, mas sim para toda a coletividade. “Porque é a partir de um individuo que o problema começa. Enquanto a gente não vacinar todo mundo, sempre teremos a chance de ter esses casos, mesmo que remotamente em alguns lugares.
A Rádio Asa Branca FM comemora, nesta quarta-feira (7), 38 anos de fundação. A emissora pertencente à Diocese de Salgueiro e administrada pela Comunidade Boa Nova escolheu como tema para celebrar sua festa: “Onde houver ódio, que eu leve o amor”, da oração de São Francisco de Assis. Para marcar seus 38 anos, o prefixo […]
A Rádio Asa Branca FM comemora, nesta quarta-feira (7), 38 anos de fundação. A emissora pertencente à Diocese de Salgueiro e administrada pela Comunidade Boa Nova escolheu como tema para celebrar sua festa: “Onde houver ódio, que eu leve o amor”, da oração de São Francisco de Assis.
Para marcar seus 38 anos, o prefixo iniciou suas comemorações na segunda-feira (5), na praça da Catedral de Santo Antônio, com à Noite de Oração para às famílias, contando com a pregação do Fundador da Comunidade Boa Nova, Hamilton Apolônio.
Já nesta terça-feira (6), também na praça da Catedral, foi celebrada a missa em ação de graças pelo aniversário da rádio, presidida pelo administrador diocesano de Salgueiro, Padre José Gilson.
Nesta quarta-feira, a programação também é especial. Das 7h30 às 12h, os radialistas da emissora, Missionários da Comunidade Boa Nova, convidados e ouvintes farão a festa com participações e sorteio de vários brindes.
A Rádio Asa Branca FM, pioneira na cidade, leva ao AR diariamente uma programação que evangeliza, forma e informa. A credibilidade alcançada ao longo dos anos, além da diferença naquilo que oferece aos ouvintes e parceiros, faz da Asa Branca uma das rádios mais importantes do Sertão pernambucano.
A Asa Branca FM durante esses 38 anos também tem uma importante contribuição na formação de profissionais que trabalham em vários prefixos na região. As informações são do blog do Thiago Lima.
A Prefeitura de São José do Egito recebeu na manhã desta quinta-feira (5), mais um ônibus para o município. O micro-ônibus que vem totalmente equipado para portadores de necessidades especiais com, cadeira de rodas e elevador, estará disponível para os usuários assim que esteja totalmente regularizado junto aos órgãos reguladores. Com a nova aquisição a […]
A Prefeitura de São José do Egito recebeu na manhã desta quinta-feira (5), mais um ônibus para o município. O micro-ônibus que vem totalmente equipado para portadores de necessidades especiais com, cadeira de rodas e elevador, estará disponível para os usuários assim que esteja totalmente regularizado junto aos órgãos reguladores.
Com a nova aquisição a frota de ônibus escolares do município passa a contar com 12 ônibus que estão à disposição dos estudantes e da população de São José do Egito. O veículo veio pelo Programa Caminho da Escola.
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