Afogados: falece comerciante Josué Bezerra, o Josa da Verdura, aos 50 Anos
Por André Luis
Faleceu na madrugada desta segunda-feira (12), no Hospital Regional Emília Câmara (HREC), em Afogados da Ingazeira, o comerciante Josué Bezerra, popularmente conhecido como Josa da Verdura. Ele tinha 50 anos e era uma figura conhecida na cidade.
Josa havia retornado para casa recentemente após um longo período de internação no HREC devido a um AVC. No entanto, neste domingo (11), sofreu uma parada cardíaca e foi levado às pressas de volta ao hospital. Na unidade, ele teve uma nova parada e foi encaminhado para a UTI, onde, infelizmente, não resistiu e veio a falecer na madrugada desta segunda-feira.
Em junho deste ano, Josa já havia enfrentado uma situação crítica, quando sofreu uma parada cardíaca de 35 minutos, sendo reanimado pela equipe médica do HREC após ser dado como morto.
A perda de Josa ocorre poucos meses após a morte de sua esposa, Maurilia, de 47 anos, que faleceu em março deste ano devido a um infarto. O casal deixa três filhos: Jackson, Josué e Maria Clara.
A comunidade local lamenta profundamente a perda do comerciante, que era conhecido por sua dedicação ao trabalho e pela simpatia com os clientes.
No começo da noite desta sexta-feira (12) um raio atingiu um coqueiro localizado por trás da Avenida Manoel Borba, mais precisamente por trás do prédio onde funciona o Serra da Sorte. A árvore ao cair atingiu um poste, o que teria sido a causa da queda de energia na cidade. Parte de Afogados da ingazeira […]
No começo da noite desta sexta-feira (12) um raio atingiu um coqueiro localizado por trás da Avenida Manoel Borba, mais precisamente por trás do prédio onde funciona o Serra da Sorte. A árvore ao cair atingiu um poste, o que teria sido a causa da queda de energia na cidade.
Parte de Afogados da ingazeira ficou mais de 30 minutos no escuro. Na tarde noite da sexta-feira choveu em Afogados 15mm, Iguaracy, – e em localidades da zona rural como Serra Branca, Pé de Ladeira, Barra de Solidão, Queimada Grande, Moça Branca, Poço de Pedra, 02 Riachos, carapuça, Jorge, Santo Antônio, Góes, Rosário de Quixaba, Coqueiro Alto, Várzea Cumprida, Surubim e Góes.
A possibilidade para voltar a chover em Afogados da Ingazeira hoje é de 60%.
Edson Silva* “Muitas vezes até os organizadores verificavam que os manifestantes não sabiam bem o nome do grande homem a festejar. Era uma lástima! Uma vergonha! Acontecia em certas ocasiões que um grupo gritava — Viva o doutor Clarindo! — o outro exclamava: — Viva o doutor Carlindo — e um terceiro expectorava — Viva […]
“Muitas vezes até os organizadores verificavam que os manifestantes não sabiam bem o nome do grande homem a festejar. Era uma lástima! Uma vergonha! Acontecia em certas ocasiões que um grupo gritava — Viva o doutor Clarindo! — o outro exclamava: — Viva o doutor Carlindo — e um terceiro expectorava — Viva o doutor Arlindo! — quando o verdadeiro nome do doutor era — Gracindo!
Para obviar tais inconvenientes, houve alguém que teve a idéia de “canalizar, de disciplinar” o entusiasmo do povo bruzundanguense, entusiasmo tão necessário às manifestações que lá há constantemente, e tão indispensáveis são ao fabrico de grandes homens que dirijam os destinos da grande e formosa República dos Estados Unidos da Bruzundanga” (BARRETO, Lima. A organização do entusiasmo. In: Os bruzundangas. Rio de Janeiro, 1923, p.55).
Eis as reflexões de Afonso Henriques Lima Barreto, negro (na época chamado de “mestiço”), carioca nascido em 13/05/1881. Neto de negros escravizados era filho de pais negros e pobres: um tipógrafo e uma professora. Órfão da mãe, teve que abandonar os estudos na faculdade de Engenharia para trabalhar e sustentar três irmãos mais novos, pois o pai alcoólatra teve os problemas mentais agravados.
Vivendo no contexto político conturbado dos primeiros anos da República quando ocorreram muitas disputas pelo poder, em textos publicados em jornais e revistas Lima Barreto fez uma crítica contundente e satírica das elites políticas e econômicas da época. Seu livro mais conhecido é Triste fim de Policarpo Quaresma (1915), a história de um velho aposentado lutando para salvar o Brasil.
Por denunciar as injustiças sociais, a pobreza, a miséria e os preconceitos inclusive raciais, usando uma linguagem dura e crua em cônicas, contos e romances foi perseguido e seus escritos não foram aceitos. Lima Barreto viveu como os poucos recursos de um emprego público e foi duas vezes preterido em uma vaga na Academia Brasileira de Letras. Internado no Hospício Nacional por duas vezes, tornou-se alcoólatra, com a saúde deteriorada morreu em 1922 de ataque cardíaco, pobre e esquecido. Suas obras só foram reconhecidas postumamente.
O trecho acima é do livro Os bruzundangas (1923), uma coletânea de crônicas onde Lima Barreto tratando de uma país imaginário a “República dos Estados Unidos da Bruzundanga”, satirizou o Brasil em sua organização social e política. As disputas das elites políticas pelo poder se arrastam na História do Brasil. Algumas situações são bastantes ilustrativas. Em 14 de novembro de 1889 o Marechal Deodoro da Fonseca dormiu monarquista e no dia seguinte foi avisar ao Imperador D. Pedro II que a República tinha sido proclamada.
O que dizer do jornalista republicano Aristides Lobo quando no “Diário Popular” do Rio de Janeiro, escreveu “O povo assistiu àquilo bestializado”, sobre a reação popular com as mobilizações de tropas no dia 15/11/1889 ao pensarem ser uma parada militar?!
O que dizer de Antônio Vicente Mendes Maciel, o Conselheiro, em 1897 se declarando defensor da Monarquia, diante do poderoso latifundiário na região de Canudos/BA o Barão de Jeremoabo, um monarquista que rapidamente tornara-se republicano?!
Quais as lições da História para o momento em que vivemos?!
*Professor Titular de História da UFPE. Doutor em História Social pela UNICAMP. É professor de História no Centro de Educação/Col. de Aplicação-UFPE/Campi Recife. Leciona no PROFHISTÓRIA/UFPE e no Programa de Pós-Graduação em História/UFCG (Campina Grande-PB).
O Debate das Dez de hoje recebe o Delegado Ubiratan Rocha. Ele vem ao programa para argumentar sobre o que garante ter sido uma transferência arbitrária de São José do Egito, onde atuou por anos, para Sertânia, no sertão do Moxotó. A portaria de transferência já saiu mas não agradou o Delegado que atuou por […]
O Debate das Dez de hoje recebe o Delegado Ubiratan Rocha. Ele vem ao programa para argumentar sobre o que garante ter sido uma transferência arbitrária de São José do Egito, onde atuou por anos, para Sertânia, no sertão do Moxotó. A portaria de transferência já saiu mas não agradou o Delegado que atuou por anos na cidade do Alto Pajeú.
O Delegado foi responsável por várias operações, algumas integradas com outras cidades da região e até da Paraíba. Uma das que mais repercutiram foi a Operação Mercúrio, em 2016, que desarticulou um grupo responsável por homicídios e crimes contra patrimônio em São José do Egito e região.
Em 2014, atuou na Operação “Pombo Correio” nos municípios de São José do Egito, Santa Terezinha e Tuparetama, no Sertão de Pernambuco; além de Imaculada, Ouro Velho, Pombal, Congo e João Pessoa, na Paraíba. Foram presos suspeitos de tráfico de drogas e associados ao tráfico, de assaltos e envolvidos com o comércio ilegal de arma de fogo.
O Debate vai ao ar às 10h na Rádio Pajeú, dentro do programa Manhã Total. Você pode ouvir e fazer perguntas sintonizando AM 1500 e ligando para (87) 3838-1213, pela Internet no www.radiopajeu.com.br ou em celulares com Android, pelo aplicativo da emissora disponível no Google Play, ou Apple Store, para iPhone. Basta procurar Pajeu e baixá-lo. Para participar pelo zap, o número é (87) 9-9658-0554.
A viação Progresso informou que a partir desta segunda-feira (21), a empresa volta a disponibilizar ônibus do tipo leito para realizar as viagens diárias, que aconteciam apenas em dias alternados, no trecho Recife/Serra Talhada e Serra Talhada/Recife. O deslocamento dos 415 quilômetros que ligam as duas cidades voltará a ser feitos de forma mais confortável […]
A viação Progresso informou que a partir desta segunda-feira (21), a empresa volta a disponibilizar ônibus do tipo leito para realizar as viagens diárias, que aconteciam apenas em dias alternados, no trecho Recife/Serra Talhada e Serra Talhada/Recife.
O deslocamento dos 415 quilômetros que ligam as duas cidades voltará a ser feitos de forma mais confortável e segura.
O deputado federal Sebastião Oliveira agradeceu e comemorou a informação. “Agradeço ao diretor presidente da Empresa Pernambucana de Transporte Intermunicipal (EPTI), Antônio Júnior, pela atenção especial que deu ao nosso pleito”.
Em Serra Talhada, a campanha de Augusto César, na disputa pela renovação de seu mandato na Alepe, está sendo questionada pela falta, digamos, de companheirismo e fidelidade partidária na defesa de seus nomes. Com exceção do Federal Zeca Cavalcanti, Augusto não expõe seus candidatos a governador, Senado ou Presidente. Segundo o blog do Magno, a […]
Em Serra Talhada, a campanha de Augusto César, na disputa pela renovação de seu mandato na Alepe, está sendo questionada pela falta, digamos, de companheirismo e fidelidade partidária na defesa de seus nomes.
Com exceção do Federal Zeca Cavalcanti, Augusto não expõe seus candidatos a governador, Senado ou Presidente.
Segundo o blog do Magno, a pergunta está intrigando a população de Serra Talhada: por que Augusto César, aliado histórico de Armando Monteiro, não coloca na sua propaganda, principalmente os perfurados de carros, os candidatos majoritários? Nem faz propaganda também de Dilma, sua candidata?
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