Afogados da Ingazeira entre as dez melhores no ID CRAS estadual
Por André Luis
Município ficou com a segunda colocação na região do Pajeú.
A Secretária de Assistência Social de Afogados, Joana Darc, comemorou a divulgação dos indicadores que medem a qualidade da rede de proteção social mantida pela Prefeitura de Afogados da Ingazeira.
No ID CRAS, indicador sintético que retrata o grau de desenvolvimento das ações no município – avaliação realizada pelo Ministério do Desenvolvimento Social – Afogados obteve nova 4,3, numa escala que vai de 1 a 5.
As informações de avaliação tiveram como base o Censo do Sistema Único de Assistência Social – SUAS e o ID CRAS/ 2018. Ambos consideram aspectos como o funcionamento do serviço em quatro dimensões: estrutura física, recursos humanos, serviços e benefícios ofertados à população de Afogados da Ingazeira.
Já o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS), de Afogados da Ingazeira, figura entre os 10 melhores do Estado de Pernambuco, ficando na segunda colocação no Pajeú. Dados repassados pelo Ministério da Cidadania. O indicador avalia estrutura física, prestação de serviços e recursos humanos.
“Esses resultados mostram o trabalho desenvolvido pelo município através da nossa rede de proteção social básica e especial, garantindo o acesso aos direitos e às demais políticas públicas por parte das famílias mais vulneráveis. Isso é fruto de um trabalho em equipe e eu gostaria de parabenizar todos os nossos profissionais, que trabalham dia e noite para cuidar de quem mais precisa,” destacou a Secretária de Assistência Social de Afogados, Joana Darc.
A informação foi confirmada por Washington Jordão, da Compesa: tecnicamente, a Barragem de Rosário zerou seu volume de água. Ou seja, está a 0% de sua capacidade. Ainda assim, a empresa está conseguindo resgatar a pouca água que resta no chamado volume morto. “A eminência é de colapso”, diz Washington, sem prever a data de […]
Rosário, em foto de maio tirada por Sérgio Coelho. Quadro hoje é muito pior.
A informação foi confirmada por Washington Jordão, da Compesa: tecnicamente, a Barragem de Rosário zerou seu volume de água. Ou seja, está a 0% de sua capacidade. Ainda assim, a empresa está conseguindo resgatar a pouca água que resta no chamado volume morto.
“A eminência é de colapso”, diz Washington, sem prever a data de fim da água que resta. Ele informou que apesar disso, a água que chega às torneiras em Iguaracy, Jabitacá, São José, Ingazeira e Tuparetama tem qualidade garantida. “Estamos tendo o trabalho de engenheiros químicos e laboratoristas. A água atende os padrões de qualidade”.
O racionamento tem sido severo e infelizmente tende a piorar. Em Tuparetama o rodízio tem cinco dias com água e treze sem. São José do Egito, onze com dois sem. E Iguaracy três com água e quatro sem. Ingazeira e Jabitacá, dois com água e quatro sem.
Considere-se que nos dias em que há água nestas cidades, a distribuição é setorizada, não indo para toda a cidade ao mesmo tempo. Por isso, em algumas páreas o rodízio pode ser maior.
O petista Emídio Vasconcelos mostrou-se menos crítico à gestão José Patriota e até disse que, conceitualmente, a possível candidatura de Alessandro Palmeira tem mais simpatia de sua parte que a do ex-prefeito Totonho Valadares. Foi falando ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú 104,9 FM. Emídio justificou sua crítica a Totonho. “Ele já manifestou que […]
O petista Emídio Vasconcelos mostrou-se menos crítico à gestão José Patriota e até disse que, conceitualmente, a possível candidatura de Alessandro Palmeira tem mais simpatia de sua parte que a do ex-prefeito Totonho Valadares. Foi falando ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú 104,9 FM.
Emídio justificou sua crítica a Totonho. “Ele já manifestou que tem pretensão de candidatura e invoca o que mais lhe beneficia, que é o critério de pesquisa. Não que eu seja contra pesquisa, mas se a gente estabelecer isso como único critério de escolha, você dificilmente permitirá o que deve também ser uma bandeira da Frente Popular, que é a renovação política, que é importante”.
Perguntado se concorda com a defesa da candidatura de Alessandro Palmeira, disse que “conceitualmente sim”. E argumentou: “Um dos motivos que rompi com a Frente Popular foi porque lá atrás quando ele (Totonho) foi disputar com Zé Ulisses já percebia que se não houvesse a renovação, você acaba indiretamente privilegiando uma única pessoa e isso não é bom pro processo democrático. A Frente Popular se rendeu à ótica eleitoral. A pesquisa beneficia o candidato que já disputou várias vezes e isso não permite renovação”.
Quanto à possibilidade de nova candidatura própria do PT, Vasconcelos disse que a possibilidade é real. “Tivemos há oito anos a candidatura do companheiro Jair, há quatro anos minha candidatura e não pode se descartar daqui a dois anos a disputa. Mas não podemos fechar as portas e entendemos que conforme a movimentação política poderemos considerar a possibilidade de alianças”.
Sobre a gestão Patriota, disse que o momento pessoal do gestor lhe obriga a uma espécie de trégua. “Eu tenho uma visão crítica à gestão e propositiva. Acho que a falta de concurso público, questão de salas multiseriadas, pagamento desde o início do piso, precarização do transporte escolar. No entanto estou evitando, não porque ele não tenha capacidade do debate. Tenho evitado por questão de relação humana, porque está com problema de saúde. Importante que foque na recuperação. Acho que não é momento para insistir no enfrentamento político com ele”, disse.
G1 O ex-ministro da Justiça Alexandre de Moraes, 48 anos, assumiu nesta quarta-feira (22) a cadeira de Teori Zavascki no Supremo Tribunal Federal (STF). O antigo relator da Lava Jato morreu em um acidente aéreo há dois meses no litoral do Rio de Janeiro. A solenidade de posse, que durou menos de 15 minutos, reuniu […]
O ex-ministro da Justiça Alexandre de Moraes, 48 anos, assumiu nesta quarta-feira (22) a cadeira de Teori Zavascki no Supremo Tribunal Federal (STF). O antigo relator da Lava Jato morreu em um acidente aéreo há dois meses no litoral do Rio de Janeiro.
A solenidade de posse, que durou menos de 15 minutos, reuniu no STF as mais altas autoridades do país, entre as quais o presidente Michel Temer e os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE). Presidente da Suprema Corte, a ministra Cármen Lúcia foi a anfitriã do evento.
Magistrados de tribunais superiores, ministros aposentados do Supremo, comandantes das Forças Armadas, governadores e prefeitos também prestigiaram a posse.
O cerimonial do STF distribuiu cerca de 1,5 mil convites para a cerimônia, mas a expectativa era de que por volta de 800 pessoas comparecessem à posse do 168º ministro do tribunal.
Como o plenário principal da Suprema Corte não comportava essa multidão, a assessoria instalou telões nos salões do tribunal e nos recintos de julgamento das turmas.
Amigo de Temer, Moraes assumiu a vaga no Supremo em meio a um momento de suspense no mundo político e jurídico.
Na semana passada, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou ao STF 83 pedidos de abertura de inquérito para investigar políticos citados nas delações de ex-executivos da Odebrecht no âmbito da Operação da Lava Jato.
Investigados por suspeita de envolvimento no esquema de corrupção que atuava na Petrobras, como Eunício Oliveira e Rodrigo Maia, participaram da posse do novo ministro do Supremo.
Em comunicado divulgado nesta quinta-feira (13), a Prefeitura de Afogados da Ingazeira comunica a saída do Secretário Municipal de Controle Interno, Miguel Góes, anunciado no início do ano para composição da equipe de gestão. A saída de Miguel Góes se dá em decorrência de questões previdenciárias, uma vez que Miguel Góes é servidor público do […]
Em comunicado divulgado nesta quinta-feira (13), a Prefeitura de Afogados da Ingazeira comunica a saída do Secretário Municipal de Controle Interno, Miguel Góes, anunciado no início do ano para composição da equipe de gestão.
A saída de Miguel Góes se dá em decorrência de questões previdenciárias, uma vez que Miguel Góes é servidor público do estado da Paraíba e perderia alguns anos de contagem para sua aposentadoria, caso desempenhasse as funções de secretário.
Mesmo assim, a sua presença na equipe de gestão será assegurada, uma vez que o mesmo assumirá as funções de assessor especial de Governo, que não lhe trará prejuízo previdenciário.
Na função em questão, Miguel Góes ficará responsável pela interlocução, acompanhamento e orientação junto às Secretarias Municipais de Administração e Desenvolvimento Econômico e a de Transportes e Trânsito, com atuação destacada no grupo de trabalho para o ordenamento do trânsito em Afogados da Ingazeira.
Informamos ainda que o atual secretário adjunto de saúde, Lucivaldo Leite, assume, interinamente, a Secretaria de Controle Interno, acumulando ambas as funções, sem prejuízo para o erário municipal.
Veja – clique e veja matéria completa As manifestações do último dia 30 tiveram como principal objetivo a defesa de Sergio Moro. Em Brasília, um enorme boneco de Super-Homem com o seu rosto foi inflado na frente do Congresso. Símbolo da Lava-Jato, que representa um marco na história da luta anticorrupção no país, o ex-juiz […]
As manifestações do último dia 30 tiveram como principal objetivo a defesa de Sergio Moro. Em Brasília, um enorme boneco de Super-Homem com o seu rosto foi inflado na frente do Congresso. Símbolo da Lava-Jato, que representa um marco na história da luta anticorrupção no país, o ex-juiz vem sofrendo sérios arranhões na imagem desde que os diálogos entre ele e membros da força-tarefa vieram a público revelando bastidores da operação.
As conversas ocorridas no ambiente de um sistema de comunicação privada (o Telegram) e divulgadas pelo site The Intercept Brasil mostraram que, no papel de magistrado, Moro deixou de lado a imparcialidade e atuou ao lado da acusação. As revelações enfraqueceram a imagem de correção absoluta do atual ministro de Jair Bolsonaro e podem até anular sentenças.
Só uma pequena parte do material havia sido divulgada até agora — e ela foi suficiente para causar uma enorme polêmica. Em parceria com o site, VEJA realizou o mais completo mergulho já feito nesse conteúdo. Foram analisadas pela reportagem 649 551 mensagens. Palavra por palavra, as comunicações examinadas pela equipe são verdadeiras e a apuração mostra que o caso é ainda mais grave. Moro cometeu, sim, irregularidades.
Fora dos autos (e dentro do Telegram), o atual ministro pediu à acusação que incluísse provas nos processos que chegariam depois às suas mãos, mandou acelerar ou retardar operações e fez pressão para que determinadas delações não andassem. Além disso, revelam os diálogos, comportou-se como chefe do Ministério Público Federal, posição incompatível com a neutralidade exigida de um magistrado.
Na privacidade dos chats, Moro revisou peças dos procuradores e até dava bronca neles. “O juiz deve aplicar a lei porque na terra quem manda é a lei. A justiça só existe no céu”, diz Eros Grau, ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, falando em tese sobre o papel de um magistrado. “Quando o juiz perde a imparcialidade, deixa de ser juiz.”
Não seria um escândalo se um magistrado atuasse nas sombras alertando um advogado de que uma prova importante para a defesa de seu cliente havia ficado de fora dos autos? Pois isso aconteceu na Lava-Jato, só que em favor da acusação. Uma conversa de 28 de abril de 2016 mostra que Moro orientou os procuradores a tornar mais robusta uma peça.
No diálogo, Deltan Dallagnol, chefe da força-tarefa em Curitiba, avisa à procuradora Laura Tessler que Moro o havia alertado sobre a falta de uma informação na denúncia de um réu — Zwi Skornicki, representante da Keppel Fels, estaleiro que tinha contratos com a Petrobras para a construção de plataformas de petróleo, e um dos principais operadores de propina no esquema de corrupção da Petrobras. Skornicki tornou-se delator na Lava-Jato e confessou que pagou propinas a vários funcionários da estatal, entre eles Eduardo Musa, mencionado por Dallagnol na conversa.
“Laura no caso do Zwi, Moro disse que tem um depósito em favor do Musa e se for por lapso que não foi incluído ele disse que vai receber amanhã e da tempo. Só é bom avisar ele”, diz. (VEJA manteve os diálogos originais com eventuais erros de digitação e ortografia.) “Ih, vou ver”, responde a procuradora. No dia seguinte, o MPF incluiu um comprovante de depósito de 80 000 dólares feito por Skornicki a Musa. Moro aceita a denúncia minutos depois do aditamento e, na sua decisão, menciona o documento que havia pedido. Ou seja: ele claramente ajudou um dos lados do processo a fortalecer sua posição.
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