Afogados da Ingazeira e São José do Egito divulgam dia D de multivacinação
Por André Luis
Ações acontecem neste sábado (16)
Assim como todas as cidades Brasil afora, cidades do Sertão do Pajeú, estão se preparando para o dia D da Campanha Nacional de Multivacinação que acontecerá neste sábado (16). Entre elas, Afogados da Ingazeira e São José do Egito.
Em Afogados da Ingazeira, todas as Unidades Básicas de Saúde estarão abertas. O horário de funcionamento é das 8h às 13h, e não precisa de agendamento.
Serão ofertados todas os tipos de vacinas, uma excelente oportunidade para pais, mães ou responsáveis, atualizarem as carteirinhas de vacinação dos seus filhos.
O público-alvo é o de crianças e adolescentes, na faixa etária de zero a quinze anos incompletos.
A Prefeitura reforça que todas as vacinas estarão disponíveis nas UBS’s, menos a da COVID, cuja vacinação continua acontecendo na quadra da Escola Monsenhor Antônio de Pádua Santos.
“Precisamos recuperar o tempo perdido pelas restrições da pandemia, e atualizar os esquemas vacinais de nossas crianças e adolescentes, no tocante a outras doenças que também são graves e que continuam existindo, como o sarampo, a tuberculose e a meningite, por exemplo. Vacinar é um gesto de amor e salva vidas”, declarou o Secretário de saúde de Afogados, Artur Amorim.
Em São José do Egito, serão seis postos de Saúde abertos em várias regiões da cidade para atender a demanda de crianças e adolescentes que precisam se vacinar.
Segundo o Ministério da Saúde, precisam atualizar a caderneta de vacinação as crianças de 1 a menores de 5 anos, essas vão receber a vacina contra a poliomielite.
Adolescentes menores de 15 anos também precisam atualizar a caderneta de vacina. Em São José do Egito estarão abertas as unidades de saúde do Riacho do Meio I, Planalto I, Borja, Novo Horizonte, Central e São João.
Região registrou 478 casos a menos que em fevereiro e fecha o mês com apenas 12 casos ativos da doença Por André Luis O mês de março confirmou a desaceleração da pandemia no Sertão Pajeú que vem sendo observada desde fevereiro, que registrou 177 casos a menos que janeiro. Em março essa diferença cresceu e […]
Região registrou 478 casos a menos que em fevereiro e fecha o mês com apenas 12 casos ativos da doença
Por André Luis
O mês de março confirmou a desaceleração da pandemia no Sertão Pajeú que vem sendo observada desde fevereiro, que registrou 177 casos a menos que janeiro. Em março essa diferença cresceu e foram 478 casos a menos que em fevereiro, fechando o mês com 51.114 casos positivos da doença.
Também houve uma melhora no número de recuperados, 944 no total, e no número de óbitos, em fevereiro – mês mais mortal da doença no Pajeú, em 2022, foram 27, em março 9 pessoas perderam a batalha para a doença.
Outro número importante é o de casos ativos da Covid-19 na região. Fevereiro fechou o mês com 487 pessoas com o vírus ativo no organismo, já em março esse número foi caindo e o mês acabou com apenas 12 pessoas com casos ativos da doença, 475 a menos que o mês anterior.
Números positivos, também, na quantidade de cidades que estão com casos zerados da doença, dez ao todo. Calumbi, Iguaracy, Ingazeira, Itapetim, Quixaba, Santa Cruz da Baixa Verde, Santa Terezinha, São José do Egito, Solidão e Tabira fecharam o mês sem casos ativos da doença.
Já Afogados da Ingazeira tem cinco, Flores tem dois, Brejinho, Carnaíba, Serra Talhada, Triunfo e Tuparetama encerram o mês com um caso ativo cada.
Portanto, março fecha os números da Covid-19 no Sertão do Pajeú com: 51.114 casos positivos, 50.389 recuperados, 713 óbitos e 12 casos ativos da doença.
O Reitor da Universidade de Pernambuco (UPE), Professor Pedro Falcão, cumpre agenda por diversos campus do interior do estado. Somente nestes últimos dois dias, esteve em Petrolina, Garanhuns e Nazaré da Mata. Conversando com professores, servidores e estudantes, tem dado especial atenção às aulas inaugurais de novas turmas, como fez nesta quinta (16) a alunos […]
O Reitor da Universidade de Pernambuco (UPE), Professor Pedro Falcão, cumpre agenda por diversos campus do interior do estado. Somente nestes últimos dois dias, esteve em Petrolina, Garanhuns e Nazaré da Mata.
Conversando com professores, servidores e estudantes, tem dado especial atenção às aulas inaugurais de novas turmas, como fez nesta quinta (16) a alunos do curso de medicina do Campus Garanhuns, onde foi recebido pela diretora do Multicampi, Professora Rosângela Falcão, e pela coordenadora do curso, Professora Régia Leite.
Apresentando a estrutura da universidade, projetos, perspectivas e o corpo funcional da instituição, Pedro Falcão falou sobre a história da UPE, sua importância acadêmica e social para o estado e o país, e destacou os avanços nos últimos anos que abriram a universidade para o mundo, integrando-se a outras instituições em 18 países.
“É importante que vocês ingressem em nossa universidade conhecendo nossa grandeza, com mais de vinte mil alunos e cinco mil funcionários, 15 unidades de ensino, três hospitais, e também nossos desafios como as consolidações de cursos e infraestruturas no interior e na capital.” – Ressaltou o reitor aos estudantes, sempre com bom humor e conhecimento. “Quero parabenizá-los pela conquista de chegarem à universidade e agradecer por terem escolhido a UPE” – complementou.
De Garanhuns, Professor Pedro Falcão seguiu para o campus Nazaré da Mata. Durante a semana, o reitor cumpriu outros compromissos nos campus da região metropolitana, assim como a vice-reitora, Professor Socorro Cavalcanti, que participou de encontros e reuniões administrativas.
UPE Garanhuns forma segunda turma de Medicina
No mesmo dia no qual mais uma turma inicia sua trajetória discente no curso de Medicina em Garanhuns, a Universidade formou sua segunda turma. A Colação de Grau aconteceu nesta noite de quinta-feira (16). Professor Pedro Falcão, como surpresa para a turma, deixou todos os diplomas dos concluintes para serem entregues pela professora Rosângela, em uma iniciativa inédita, a entrega dos diplomas já na solenidade de conclusão.
“Em 2011, como diretor da UPE Garanhuns, tivemos a alegria, junto ao então governador Eduardo Campos, que ao lado do Presidente Lula, investiram na interiorização do ensino superior em Pernambuco e no Brasil, de ver nascer o curso de medicina em nossa cidade. Hoje, como reitor, minha alegria é ainda maior em formarmos novos médicos que vão ajudar a mudar a realidade da saúde pública brasileira” – encerrou o reitor.
Foto: Fael Miranda Pernambuco está entre os seis estados brasileiros que passam, a partir de hoje (30), a integrar o programa Jovens Defensores Populares, iniciativa do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria de Acesso à Justiça, em parceria com a Secretaria Nacional da Juventude e execução da Fiocruz. O projeto […]
Pernambuco está entre os seis estados brasileiros que passam, a partir de hoje (30), a integrar o programa Jovens Defensores Populares, iniciativa do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria de Acesso à Justiça, em parceria com a Secretaria Nacional da Juventude e execução da Fiocruz. O projeto busca formar mil jovens de comunidades periféricas e de baixa renda em direitos humanos e cidadania, com atuação direta nos municípios do Recife e de Olinda.
O lançamento ocorreu nesta sexta-feira (30), no Recife, e marca o início de uma formação voltada à juventude de bairros como Peixinhos e Xambá, em Olinda, e Chão de Estrelas, Linha do Tiro, Santo Amaro e Várzea, na capital. A proposta vai além da capacitação, pretende fomentar o engajamento político de jovens entre 18 e 29 anos, estimulando que proponham soluções locais para os problemas que vivenciam nos seus territórios.
A escolha por Pernambuco não é casual. Segundo o Atlas da Violência 2023, mais de 75% das vítimas de homicídio no estado são negras, e quase metade tem entre 15 e 29 anos. Em 2022, a Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos recebeu mais de 4.200 denúncias de violações no estado, revelando uma realidade marcada por desigualdade, violência e escassez de políticas públicas estruturantes.
De acordo com Sheila de Carvalho, secretária de Acesso à Justiça do MJSP, o programa parte do reconhecimento de que os próprios jovens das periferias “são os mais capacitados para denunciar e enfrentar as violações que vivem diariamente”. A proposta do ministério, segundo ela, é oferecer ferramentas e redes de apoio que fortaleçam esses jovens como defensores populares em seus contextos.
Os participantes foram selecionados por meio de busca ativa, em articulação com cursinhos populares, coletivos de base e organizações da sociedade civil. A maioria é composta por jovens negros, com forte envolvimento comunitário e histórico de militância em seus bairros. Além do conteúdo formativo, o programa busca estimular a construção de redes locais de proteção e incidência política.
O programa, que também será implementado no Pará, Bahia, Distrito Federal, Rio de Janeiro e São Paulo, integra as ações do Pronasci 2 (Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania), e está centrado na ampliação do acesso à justiça como ferramenta de prevenção à violência. As informações são do Diario de Pernambuco.
Texto altera mecanismo de ingresso de cotistas ao ensino superior, ajusta critério de renda para reserva de vagas e inclui estudantes quilombolas como beneficiários O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, ao lado dos ministros Camilo Santana (Educação), Anielle Franco (Igualdade Racial), Silvio Almeida (Direitos Humanos e da Cidadania), Sonia Guajajara (Povos Indígenas) […]
Texto altera mecanismo de ingresso de cotistas ao ensino superior, ajusta critério de renda para reserva de vagas e inclui estudantes quilombolas como beneficiários
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, ao lado dos ministros Camilo Santana (Educação), Anielle Franco (Igualdade Racial), Silvio Almeida (Direitos Humanos e da Cidadania), Sonia Guajajara (Povos Indígenas) e Márcio Macêdo (Secretaria Geral da Presidência), sancionará o Projeto de Lei n. 5.384/2020, que atualiza a Lei n. 12.711/12 – Lei de Cotas. A cerimônia de sanção ocorrerá nesta segunda-feira, 13 de novembro, no Palácio do Planalto, em Brasília (DF).
O programa tem como pré-requisito a reserva de vagas para estudantes egressos de escolas públicas. Entre as alterações que a nova legislação prevê estão: a mudança do mecanismo de ingresso de cotistas ao ensino superior federal, a redução da renda familiar para reservas de vagas e a inclusão de estudantes quilombolas como beneficiários das cotas. O texto sancionado também determina que a lei seja monitorada anualmente e avaliada a cada dez anos.
NOVIDADES — No mecanismo de ingresso anterior, o cotista concorria apenas às vagas destinadas às cotas, mesmo que ele tivesse pontuação suficiente na ampla concorrência. Com a nova legislação, primeiramente serão observadas as notas pela ampla concorrência e, posteriormente, as reservas de vagas para cotas. Os aprimoramentos da Lei de Cotas serão aplicados já a partir da próxima edição do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que ocorrerá em janeiro de 2024.
Também foi reduzido o valor definido para o teto da renda familiar dos estudantes que buscam cota para ingresso no ensino superior por meio do perfil socioeconômico. Antes, o valor exigido era de um salário mínimo e meio, em média, por pessoa da família. Com a nova legislação, esse valor passa a ser de um salário mínimo.
Outras mudanças são: a inclusão dos estudantes quilombolas como beneficiários das cotas, nos moldes do que atualmente já ocorre para pretos, pardos, indígenas e pessoas com deficiência (PcDs); o estabelecimento de prioridade para os cotistas no recebimento do auxílio estudantil; e a extensão das políticas afirmativas para a pós-graduação.
O novo texto também inclui, além do MEC, outros ministérios como responsáveis pelo acompanhamento da política de cotas: Igualdade Racial; Direitos Humanos e da Cidadania; Povos Indígenas e Secretaria Geral da Presidência da República.
CENÁRIO — Ações afirmativas são mecanismos desenvolvidos com a finalidade de combater as desigualdades e dar oportunidades a grupos sociais historicamente excluídos. Uma das faces mais evidentes dessa exclusão era o ensino superior brasileiro, que teve o seu contexto modificado por meio da Lei de Cotas, conforme dados abaixo:
De acordo com dados do Censo da Educação Superior, do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), em 2012, o número de ingressantes no ensino superior da rede federal por ações afirmativas foi de 40.661 estudantes. Em 2022, esse número passou para 108.616 estudantes.
Entre 2012 e 2022 , 1.148.521 discentes ingressaram no ensino superior público por meio da Lei de Cotas, conforme a pesquisa estatística.
A partir dos microdados do Sistema de Seleção Unificado (Sisu) do primeiro semestre de 2019 , o Inep também realizou estudo com objetivo de apresentar o impacto da Lei de Cotas na inclusão dos públicos por ela abrangidos. Dados projetados pelos pesquisadores e publicados na Nota Técnica CCGE/Dired, de 22 de março de 2023, revelam que:
Em 2019, o número de estudantes pretos, pardos ou indígenas que ingressou foi de 55.122. Sem as subcotas étnico-raciais, esse número seria de 19.744, ou seja, menos da metade.
Estudantes de baixa renda que realizaram matrículas em 2019 foram 45.640. Sem o programa de reservas de vagas, o número seria 19.430.
Por meio das cotas, 6.801 pessoas com deficiência (PcD) ingressaram nas instituições de ensino federais. Se não fossem as cotas, seriam apenas 66 pessoas. Assim, para PcDs, sem as cotas, entraria apenas 1% do quantitativo que ingressa hoje.
Discentes que ingressam pelas cotas possuem o desempenho acadêmico igual ou superior ao dos discentes que ingressaram pelo sistema de ampla concorrência.
O Censo Superior 2022 revela que a taxa de permanência e de conclusão do curso entre cotistas chega a ser 10% superior à taxa de estudantes da ampla concorrência.
REVISÃO — Conforme previsto na Lei n. 12.711/2012, dez anos após a sanção da Lei de Cotas, em 2022, iniciou-se o processo de revisão da legislação em questão. Dessa forma, os movimentos sociais, pesquisadores, parlamentares e órgãos de controle articularam-se para que a revisão se efetivasse no sentido de aprimorar a Lei de Cotas.
Em grande medida, os pontos destacados por esses agentes em reuniões, seminários e documentos foram assimilados pelo Projeto de Lei n. 5.384/2020, de autoria da deputada Maria do Rosário (RS), que tramitou no Congresso Nacional entre dezembro de 2020 e outubro de 2023. Na Câmara dos Deputados, a relatora do PL foi a Deputada Dandara (MG), enquanto, no Senado Federal, foi o Senador Paulo Paim (RS).
O PL n. 5.384/2020 foi aprovado na Câmara dos Deputados no dia 9 de agosto e, no Senado Federal, em 24 de outubro, quando foi encaminhado para a sanção do Presidente da República.
LEI DE COTAS — A Lei n. 12.711/2012, conhecida como Lei de Cotas, foi sancionada, em agosto de 2012, pela então Presidenta Dilma Rousseff. A legislação instituiu o programa de reserva de vagas para estudantes egressos de escolas públicas; estudantes pretos, pardos, indígenas, oriundos de famílias com renda inferior a um salário mínimo e meio per capita; e estudantes com deficiência. A partir disso, esses grupos passaram a ter mais oportunidades de acesso às instituições federais de ensino. Em 2016, pessoas com deficiência foram incluídas como público beneficiário da política de cotas.
Dezenas de moradores do bairro do São Cristóvão foram atendidos nesta terça-feira (26) pelo projeto Defensoria para Todos – 2022, numa parceria da Defensoria Pública da União com a Secretaria de Assistência Social da Prefeitura de Arcoverde. Os atendimentos aconteceram na sede do Centro de Referência de Assistência Social – CRAS do bairro e foram […]
Dezenas de moradores do bairro do São Cristóvão foram atendidos nesta terça-feira (26) pelo projeto Defensoria para Todos – 2022, numa parceria da Defensoria Pública da União com a Secretaria de Assistência Social da Prefeitura de Arcoverde.
Os atendimentos aconteceram na sede do Centro de Referência de Assistência Social – CRAS do bairro e foram conduzidos pelos técnicos da DPU e da prefeitura.
Durante toda a tarde de ontem, os moradores puderam tirar dúvidas sobre benefícios federais, como: Auxílio Emergencial, Auxílio Brasil, PIS, FGTS, Seguro Desemprego; e benefícios previdenciários, a exemplo do Auxílio Doença, Aposentadorias, Benefício de Prestação Continuada – LOAS, Auxílio Brasil, entre outros.
A Secretária Patrícia Padilha, da Assistência Social do município, destacou a importância dos serviços e a determinação do prefeito do município em garantir esses atendimentos feitos de forma gratuita.
“Sabemos da carência de informação e de assistência da população, principalmente quando tem que resolver pendências junto a órgãos públicos. Com essa parceria firmada pelo prefeito Wellington com a Defensoria Pública da União estamos levando a todas as regiões urbanas do município orientações sobre questões que afligem diretamente as pessoas. Como governo, abrimos as portas em busca de soluções através de nossos equipamentos, os Cras”, afirmou.
Nesta quarta-feira (27) foi a vez dos moradores dos bairros Cidade Jardim, Residencial Maria de Fátima, Loteamento JK e Boa Esperança serem atendidos pelo projeto na sede do Cras da Cidade Jardim nos horários da manhã e tarde.
Na quinta-feira, dia 28, os atendimentos chegam ao CRAS do São Geraldo, quando serão atendidos os moradores daquele bairro, da Boa Vista e Cohab I. O projeto se encerra na sexta-feira (29), na área central da cidade, com os atendimentos ocorrendo na sede do Cadastro Único.
Para serem atendidos, os interessados devem levar documentos pessoais (RG, CPF e Comprovante de Residência) e aqueles referentes ao caso que deseja solucionar, como a carta de indeferimento do INSS, relatórios médicos, carteira de trabalho e documentos que comprovem atividade rural.
Você precisa fazer login para comentar.