Afogados: Câmara discute Orçamento Participativo no bairro Planalto
Por Nill Júnior
A Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira segue sua agenda de discutir o Orçamento Participativo nos bairros da cidade.
Ontem (7) foi a fez dos moradores do bairro Planalto receberem a visita dos vereadores. Uma das principais reclamações dos moradores foi a falta de investimentos públicos no bairro que já tem 10 anos de vida.
“Nesses 10 anos não foi colocada nenhuma pedra de calçamento aqui no bairro, falta infraestrutura, a Compesa se comprometeu em melhorar o abastecimento de água fazem 8 meses e até agora nada. Acredito que Patriota vai calçar as ruas que prometeu aqui”, destacou Sr. Miguel, um dos moradores mais antigos do bairro.
Usando da palavra o Presidente da Câmara Igor Mariano fez questão de destacar o compromisso da câmara em continuar cobrando as ações do executivo. “Não vamos nos cansar de cobrar do executivo. Quero externar que a Câmara tem firmado esse compromisso com todos os bairros da cidade”.
Já o vereador Augusto Martins destacou a resolução de alguns problemas por parte do executivo. “Havia uma pedra que atrapalhava uma rua no bairro São Brás, o executivo já resolveu através da cobrança dos vereadores. O Prefeito também já garantiu que vai realizar um mutirão nos bairros com as máquinas para melhorar a situação das ruas depois das chuvas, é outra conquista da câmara junto do povo”, destacou Augusto.
Daniel Valadares fez questão de destacar que acredita na palavra do Prefeito. “Patriota irá cumprir a promessa de pavimentar as ruas prometidas aqui no Planalto”.
Agenda – Na próxima segunda-feira às 20h acontecerá mais uma sessão ordinária na Câmara de Vereadores. Transmitida ao vido pelas Rádio Pajeú AM e Afogados FM. Já na quinta-feira (14) os vereadores estarão no Bairro Costa, na Escola Gizelda Simões se reunindo com os moradores daquele bairro, a reunião será as 18h30.
O boletim com detalhes ds ação que acabou com a morte do acusado de liderar assaltos a motos na região foi divulgado. A ação ocorreu por volta das 13h40 de hoje, quando as Equipes Malhas da Lei e GATI do 23º BPM, juntamente com equipe da PCPE realizavam as buscas. O alvo, Vitor Manoel Alves […]
O boletim com detalhes ds ação que acabou com a morte do acusado de liderar assaltos a motos na região foi divulgado.
A ação ocorreu por volta das 13h40 de hoje, quando as Equipes Malhas da Lei e GATI do 23º BPM, juntamente com equipe da PCPE realizavam as buscas.
O alvo, Vitor Manoel Alves Pereira, conhecido por Vitinho, 18 anos, natural de São José do Egito.
Contra ele havia Mandado de Prisão em aberto, e foi reconhecido pelas vítimas pela prática de diversos assaltos na região.
Depoia de 36 horas de buscas, a polícia fechou uma emboscada. Ele tentou se evadir pelo mato, armado com uma pistola Ponto 40 nas mãos.
Vitinho tentou tomar um veículo que trafegava na via para fuga e tomar o motorista como refém.
Como não conseguiu, agiu contra o policiamento com a arma. O efetivo revidou à agressão, vindo a atingir o indivíduo no tórax. Ele foi socorrido, não resistindo aos ferimentos.
Pelo que o blog apurou, Vitinho era uma espécie de nômade do crime, tendo residido em Afogados da Ingazeira, no Bairro São Braz, além de Imaculada (PB), Ibitiranga, município de Carnaíba, com atuação nos Sertões de Pernambuco e Paraíba.
Por André Luis A Secretaria de Educação de Afogados da Ingazeira, Wivianne Fonseca, informou, durante entrevista ao programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, nesta segunda-feira (31), que a volta às aulas no modo presencial está descartado. Ela destacou o que já havia sido informado por nota pela Prefeitura mais cedo, que o cenário […]
A Secretaria de Educação de Afogados da Ingazeira, Wivianne Fonseca, informou, durante entrevista ao programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, nesta segunda-feira (31), que a volta às aulas no modo presencial está descartado.
Ela destacou o que já havia sido informado por nota pela Prefeitura mais cedo, que o cenário epidemiológico apresentado pelo secretário de Saúde, Artur Amorim, na última sexta-feira (28) durante reunião, somado ao processo ainda inicial de vacinação de crianças e à ausência de UTI pediátrica na região, gerou o entendimento de que são grandes os riscos do retorno presencial às aulas, nesse momento.
Segundo ela os dados indicam o crescimento dos casos entre as crianças com faixa etária igual, ou menor que 10 anos e que essa faixa etária representa cerca de 70% dos alunos da rede municipal.
A secretária informou ainda que os professores, por terem mais proximidade e conhecerem a realidade de cada aluno estão sendo consultados para decidir qual a melhor decisão a ser tomada. Se o calendário será mantido com o início das aulas na forma remota na próxima segunda-feira (7), ou se o ano letivo será adiado.
“Nossos professores precisam ser escutados. Visto que alguns não se adaptaram a forma do ensino remoto, além de que conhecem a realidade dos alunos. Caso seja optado pelo adiamento do início do ano letivo, no final de fevereiro faremos uma nova avaliação do cenário epidemiológico para decidir qual a melhor data para voltar ao ensino presencial. Também teremos que ver uma forma de repor as aulas perdidas”, informou Wivianne.
Ainda segundo a secretária, nesta terça-feira, 1º de fevereiro, o resultado da consulta aos professores será divulgado.
Pesquisa – Ao final do programa uma pesquisa realizada com ouvintes, mostrou que para 66,3% dos consultados, o melhor a se fazer seria adiar o início do ano letivo. Para 33,4% a melhor forma seria manter o calendário e iniciar as aulas remotamente na segunda-feira (7).
Em qualquer congresso de prefeitos, o discurso é quase sempre o mesmo: crise, falta de dinheiro. Os gestores reivindicam, principalmente, o aumento de repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), alegando que a maioria dos governos são financiados por recursos federais e estaduais, não têm fonte de receita capaz de bancá-los, como indústria ou […]
Em qualquer congresso de prefeitos, o discurso é quase sempre o mesmo: crise, falta de dinheiro. Os gestores reivindicam, principalmente, o aumento de repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), alegando que a maioria dos governos são financiados por recursos federais e estaduais, não têm fonte de receita capaz de bancá-los, como indústria ou oferta de serviços, como turismo.
O que muitas pessoas não sabem é que o crescimento do FPM (uma transferência constitucional da União) também favorece a determinadas Câmara de Vereadores, como tem acontecido com 14 cidades pernambucanas, a maioria do Sertão, onde os gastos per capita para manter o Poder Legislativo são maiores que a média nacional (R$ 104,43%).
O Poder Legislativo de municípios com até 20 mil habitantes tem pesado no caixa dos governos, mas os prefeitos não falam explicitamente sobre o assunto para não contrariar os vereadores, que são potenciais aliados. Segundo levantamento da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), a média nacional de despesa por habitante com as câmaras, nesses pequenos municípios, é de R$ 104,43 por ano. Em tese, isso significa que um cidadão ou cidadã que recebe um salário-mínimo de R$ 973 paga o valor mencionado para que a Câmara de Vereadores funcione. É um imposto invisível, quase secreto.
No município de Itacuruba, o segundo menor de Pernambuco, acima apenas de Ingazeira, uma pessoa gasta R$ 270,06 com o Legislativo anualmente, mais que o dobro da média nacional.
Além de Itacuruba, em outros 13 municípios do estado, como Ingazeira, Camutanga, Calumbi, Itapissuma, Solidão, Paranatama, Quixaba, Granito, Floresta, Terezinha, Itamaracá, Ipojuca e Cabo de Santo Agostinho), a despesa com o Legislativo por pessoa extrapola os índices nacionais. Ou seja, quatro deles no Pajeú.
A distorção tem uma origem a partir da Emenda Constitucional número 25/2000, que acrescentou o artigo 29-A na Constituição Federal e o texto foi alterado posteriormente pela EC número 58/2009. Na prática, 7% da receita de cada cidade com até 100 mil habitantes vai obrigatoriamente para o Legislativo municipal. São contas salgadas: a prefeitura enquadrada neste critério é obrigada a investir 7% da receita numa única câmara de vereadores, quase a metade do que é usado na saúde municipal (15%). E os municípios de menor população são os que mais gastam. No ano passado, quando o FPM teve um leve aumento de cerca de 7% por conta dos recursos da repatriação, esse repasse também chegou às câmaras, que muitas vezes funcionam apenas um dia por semana para votações de projetos.
A situação é tão delicada que a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CABC), com apoio do Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequenas Empresas, defende a mudança da legislação, mas ainda não encontra voz nos parlamentares. O estudo propõe que o Legislativo deveria receber um percentual da receita própria da prefeitura – sem contar com as transferências constitucionais recebidas dos estados e da União. Com isso, o Executivo teria mais recursos para investir em outras áreas carentes, mas o tema é tabu para os vereadores.
Segundo o presidente da União de Vereadores de Pernambuco, Josinaldo Barbosa, a luta para reduzir os repasses obrigatórios para as câmaras não está em debate. Ele diz que, se existir, essa discussão deve ser feita pelo Congresso Nacional. Ao ser informado que a FNP estava discutindo o tema, o vereador disparou. “Esses repasses estão na Constituição. Como é que o vereador vai bulir nisso? Os prefeitos falam porque não gosta de vereador”.
Em sua última entrevista do ano de 2019 o Prefeito Lino Morais anunciou ao comunicador Anchieta Santos na Rádio Cidade FM o caminho político que vai seguir em 2020. Descartando qualquer possibilidade de renunciar 6 meses antes do final do mandato para ser candidato a vice, Lino garantiu: “o povo de Ingazeira me confiou o […]
Em sua última entrevista do ano de 2019 o Prefeito Lino Morais anunciou ao comunicador Anchieta Santos na Rádio Cidade FM o caminho político que vai seguir em 2020.
Descartando qualquer possibilidade de renunciar 6 meses antes do final do mandato para ser candidato a vice, Lino garantiu: “o povo de Ingazeira me confiou o mandato de 4 anos, então eu vou até o fim. Posso disputar a reeleição, como também posso apoiar o ex-prefeito Luciano Torres. Uma coisa é certa, estaremos juntos”.
Acompanhado pela Secretária de Educação Mércia Rodrigues, Secretário de Assistência Social Vinícius Machado e pelo vereador Geno, o prefeito ingazeirense destacou como conquistas importantes da gestão a implantação do sistema de abastecimento de Água do Povoado de Santa Rosa, numa parceria com a Compesa, a conclusão das Casas Populares de Ingazeira e Santa Rosa, além de várias ações na saúde, educação, assistência social e agricultura.
O prefeito citou que o pagamento dos salários dos servidores ao longo dos três anos de mandato, sempre foram pagos dentro do mês trabalhado. Lino Morais disse que os recursos de R$ 422 mil da sessão onerosa serão aplicados na construção de passagens molhadas, esgotamento sanitário da Cohab, Curral para a feira do Gado, Calçamento e reforma da Prefeitura.
Até agosto a reforma da Previdência será votada passando a contribuição de 11 para 14%. Hoje o Instituto de Ingazeira tem R$ 2 milhões aplicados e vive situação satisfatória.
Para 2020, a gestão de Ingazeira conta com R$ 180 mil para gabinete odontológico, em emenda do ex-deputado João Fernando Coutinho, R$ 90 mil do Pastor Eurico para Ambulância, R$ 150 mil do senador Humberto Costa para mobiliário escolar, R$ 500 mil de Jarbas Vasconcelos para pavimentação de ruas e mais recursos para ambulância, da bancada federal.
O prefeito afirmou e o vereador Geno confirmou que a relação entre executivo e legislativo é muito boa em Ingazeira.
Perguntado sobre os nomes que a oposição está apresentando para a eleição, Lino disse não ter escutado falar em ninguém. Geno até alfinetou o pré-candidato de oposição Mário Viana Filho que a cada quatro anos promete fixar residência em Ingazeira: “Mário só mora em Ingazeira durante os três meses de campanha. E na cidade vale a máxima de que para ser prefeito, precisa antes ter um mandato de vereador, o que ele nunca foi”.
Tribunal identificou a não elaboração de protocolo da Covid-19 para retorno às aulas presenciais nas duas cidades. Não foi aplicada penalidade aos ex-prefeitos João Batista e Ricardo Ferraz. Por Juliana Lima O Tribunal de Contas de Pernambuco julgou regulares com ressalvas duas auditorias especiais das prefeituras de Triunfo e Floresta, no Sertão. As auditorias são […]
Tribunal identificou a não elaboração de protocolo da Covid-19 para retorno às aulas presenciais nas duas cidades. Não foi aplicada penalidade aos ex-prefeitos João Batista e Ricardo Ferraz.
Por Juliana Lima
O Tribunal de Contas de Pernambuco julgou regulares com ressalvas duas auditorias especiais das prefeituras de Triunfo e Floresta, no Sertão. As auditorias são referentes à adequação das escolas públicas municipais para o retorno às aulas presenciais diante da pandemia da Covid-19 no exercício de 2020.
Em relação a Triunfo, o tribunal identificou que a gestão municipal não elaborou o protocolo municipal de retorno às aulas presenciais em 2020, no entanto implantou ações visando a adequação da estrutura física das escolas públicas fiscalizadas. Como as aulas só retornaram em 2021, a auditoria foi julgada regular com ressalvas em conformidade com as contas do ex-prefeito João Batista Rodrigues dos Santos e da secretária de Educação, Stella da Silva Santos.
Em Floresta o Tribunal também identificou que a gestão do ex-prefeito Ricardo Ferraz não elaborou o protocolo municipal para retorno seguro às aulas da rede municipal, sendo recomendada à atual gestão a regulamentação do respectivo protocolo. Nesses casos o entendimento jurisprudencial da Corte de Contas é pelo julgamento regular ou regular com ressalvas, sem aplicação de penalidades, com a emissão de determinações.
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