Adutora do Pajeú continua em obras. Abastecimento será normalizado neste dia 25
Por Nill Júnior
Devido às fortes chuvas registradas durante todo o final de semana no município de Floresta (PE), no Sertão de Itaparica, a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) não conseguiu concluir no último sábado (21) o conserto de um trecho da Adutora do Pajeú, que se rompeu na madrugada da sexta-feira.
Segundo nota da Compesa, equipes técnicas continuam no local trabalhando no reparo da adutora, que tem 600 milímetros de diâmetro e é feita de ferro fundido. “ Com as chuvas o terreno ficou alagadiço, o que torna o serviço ainda mais complexo”, explica a superintendente da Companhia nos Sertões do Pajeú e Moxotó, Raquel Macedo.
A expectativa agora, segundo ela, é concluir os trabalhos e retomar a operação da adutora até as 14h de amanha. Assim que o serviço for finalizado o abastecimento d’água de Calumbi, Flores, Carnaíba, Afogados da Ingazeira, Tabira e Canaã (Triunfo) voltará à normalidade.
O Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE) aprovou por unanimidade, na manhã desta quinta (30), as contas da Prefeitura de Afogados referentes ao ano de 2024. Dentre diversos itens, o TCE avaliou questões como os percentuais de aplicação dos recursos na saúde e na educação, cumprimento das obrigações previdenciárias, transparência dos gastos, obediência à lei […]
O Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE) aprovou por unanimidade, na manhã desta quinta (30), as contas da Prefeitura de Afogados referentes ao ano de 2024.
Dentre diversos itens, o TCE avaliou questões como os percentuais de aplicação dos recursos na saúde e na educação, cumprimento das obrigações previdenciárias, transparência dos gastos, obediência à lei de responsabilidade fiscal, percentual adequado de gastos com pessoal e execução Orçamentária, segundo nota.
“Feliz em poder ver confirmado por esse importante órgão de controle externo, que é o TCE, a validação do trabalho sério que estamos realizando em Afogados. Sinal de que estamos fazendo as coisas do modo correto, e continuaremos assim,” avaliou o Prefeito de Afogados da Ingazeira.
A Prefeitura de Iguaracy efetuou, na data de hoje, o pagamento de todos os servidores municipais, mantendo uma prática que tem sido marca da atual gestão: a quitação dos salários dentro do mês trabalhado. O prefeito Dr. Pedro Alves aproveitou a ocasião para agradecer aos colaboradores pelo empenho no dia a dia da administração pública. […]
A Prefeitura de Iguaracy efetuou, na data de hoje, o pagamento de todos os servidores municipais, mantendo uma prática que tem sido marca da atual gestão: a quitação dos salários dentro do mês trabalhado.
O prefeito Dr. Pedro Alves aproveitou a ocasião para agradecer aos colaboradores pelo empenho no dia a dia da administração pública.
“Agradeço a todos os servidores que, com dedicação e boa vontade, têm contribuído para o desenvolvimento de Iguaracy e também para com o sucesso da nossa gestão. Muito obrigado!”
“O cumprimento rigoroso da folha salarial fortalece a economia local e transmite segurança aos servidores, evidenciando uma administração comprometida tanto com o desenvolvimento do município quanto com o respeito a quem faz o serviço público acontecer”, diz a prefeitura em nota.
O Congresso Nacional votou nesta quinta-feira (30/4) e derrubou o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Projeto de Lei nº 2.162/2023, o PL da Dosimetria. No entanto, a proposta tem brechas que podem alcançar condenados por crimes hediondos, como homicídio, feminicídio, estupro e latrocínio, sem qualquer relação com a tentativa de […]
O Congresso Nacional votou nesta quinta-feira (30/4) e derrubou o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Projeto de Lei nº 2.162/2023, o PL da Dosimetria.
No entanto, a proposta tem brechas que podem alcançar condenados por crimes hediondos, como homicídio, feminicídio, estupro e latrocínio, sem qualquer relação com a tentativa de golpe de Estado. Alcolumbre tentou e tirou esse trecho do texto na derrubada do veto, mas há interpretação de que isso pode gerar embate jurídico.
Em Pernambuco, votaram para derrubar o veto presidencial e reduzir as penas:
André Ferreira (PL)
Clarissa Tercio (PP)
Coronel Meira (PL)
Eduardo da Fonte (PP)
Lula da Fonte (PP)
Fernando Rodolfo (PRD)
Fernando Filho (UB)
Mendonça Filho (PL)
Pastor Eurico (PSDB)
Waldemar Oliveira (AVANTE)
Mais o Senador Fernando Dueire (MDB).
Votaram para manter as penas do jeito que estavam antes da alteração do Congresso, respeitando o veto presidencial:
Após um acordo com a oposição, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), deve engavetar a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o Banco Master em troca de pautar o veto presidencial do Projeto de Lei da Dosimetria. O Congresso Nacional votou nesta quinta-feira (30/4) e derrubou o veto do presidente Luiz […]
Após um acordo com a oposição, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), deve engavetar a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o Banco Master em troca de pautar o veto presidencial do Projeto de Lei da Dosimetria.
O Congresso Nacional votou nesta quinta-feira (30/4) e derrubou o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Projeto de Lei nº 2.162/2023, o PL da Dosimetria.
No entanto, a proposta tem brechas que podem alcançar condenados por crimes hediondos, como homicídio, feminicídio, estupro e latrocínio, sem qualquer relação com a tentativa de golpe de Estado. Alcolumbre tentou e tirou esse trecho do texto na derrubada do veto, mas há interpretação de que isso pode gerar embate jurídico.
Para pautar o PL da Dosimetria, Alcolumbre articulou com a oposição de enterrar a CPI do Master. Ele pretende ignorar a leitura do requerimento, rito obrigatório para a instalação dos trabalhos.
A comissão visa investigar supostas irregularidades e operações financeiras envolvendo o Master e o dono do banco, Daniel Vorcaro, que tinha um relacionamento próximo com autoridades dos Três Poderes.
A Câmara dos Deputados e o Senado Federal rejeitaram, nesta quinta-feira (30), o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto conhecido como “PL da Dosimetria”, que reduz penas de condenados pelos ataques de 8 de janeiro de 2023. Na Câmara, foram 318 votos favoráveis à derrubada e 144 contrários. No Senado, foram […]
A Câmara dos Deputados e o Senado Federal rejeitaram, nesta quinta-feira (30), o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto conhecido como “PL da Dosimetria”, que reduz penas de condenados pelos ataques de 8 de janeiro de 2023.
Na Câmara, foram 318 votos favoráveis à derrubada e 144 contrários. No Senado, foram 49 votos para a derrubada do veto e 24 votos contra a derrubada do veto.
Para que o veto fosse derrubado, eram necessários ao menos 257 votos na Câmara e 41 no Senado.
O projeto permite a redução de penas de condenados por atos antidemocráticos e pode beneficiar ao menos 280 pessoas, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Bolsonaro está há pouco mais de um mês em prisão domiciliar por questões de saúde, mas, em tese, segue em regime fechado, após condenação de 27 anos e três meses por tentativa de golpe.
Segundo a Vara de Execuções Penais do Distrito Federal, ele só poderia passar ao regime semiaberto em 2033.
Especialistas estimam que, caso o projeto passe a valer, o ex-presidente pode migrar de regime em um prazo entre dois e quatro anos.
O texto impede a soma de dois crimes — abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado —, estabelecendo que deve ser aplicada apenas a pena do crime mais grave, com acréscimo de um sexto até a metade.
A proposta também prevê redução de pena de um a dois terços quando os crimes ocorrerem em contexto de multidão, desde que o réu não tenha financiado os atos nem exercido papel de liderança.
O texto será encaminhado para promulgação. O presidente da República terá até 48 horas para promulgar a lei.
Caso isso não ocorra, a tarefa caberá ao presidente do Senado e, posteriormente, ao vice-presidente da Casa. Após a promulgação e publicação oficial, a nova regra passa a valer.
Mesmo após entrar em vigor, a lei poderá ser questionada no Supremo Tribunal Federal, que poderá decidir sobre a validade das mudanças.
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