A ANDES defende associados do TRT e conquista vitória perante o CNJ
Por Nill Júnior
A Associação Nacional de Desembargadores – ANDES, por seu Presidente Desembargador Bartolomeu Bueno, esteve no Conselho Nacional de Justiça – CNJ na primeira semana de junho de 2019 em defesa do Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região – TRT6 e sua Presidência para fazer sustentação oral no Pedido de Providências de nº 0003114-10.2019.2.00.0000.
Inicialmente, após requerer habilitação no pedido de providências, o Presidente da ANDES verificou a necessidade de se fazer presente junto ao CNJ para defender os interesses do TRT6.
Em contatos mantidos com e Relatora do pedido de providências, Ministra Maria Cristiana Simões Amorim Ziouva, o Presidente da ANDES entregou seus memoriais.
Após a entrega dos memoriais, a Ministra Maria Cristiana Simões Amorim Ziouva, atendendo o pleito contido nos memoriais, retirou o pedido de providencias de pauta e decidiu monocraticamente em favor do TRT6 revogando a liminar anteriormente deferida que suspendia sessão de julgamento administrativa do dia 14/05/2019, do Pleno do TRT6.
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira deu continuidade nesta terça-feira (4) às ações do Programa Municipal de Segurança Alimentar, que visa garantir às famílias atendidas pelos programas sociais do município o acesso a uma alimentação saudável e com produtos de qualidade. Antes da entrega, as mulheres inseridas no programa participaram de duas palestras: a primeira […]
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira deu continuidade nesta terça-feira (4) às ações do Programa Municipal de Segurança Alimentar, que visa garantir às famílias atendidas pelos programas sociais do município o acesso a uma alimentação saudável e com produtos de qualidade.
Antes da entrega, as mulheres inseridas no programa participaram de duas palestras: a primeira com a coordenadora do Bolsa Família, Zulene Alves, e equipe, sobre os critérios e condicionalidades do novo Bolsa Família.
Em seguida, a Assistente Social do CRAS, Priscilla Silmara, abordou com as mães, muitas delas gestantes, a temática do transtorno do espectro autista, repassando orientações importantes sobre como identificar essa condição especial na criança e a importância de um diagnóstico com maior antecedência.
Durante a atividade foram entregues cestas com alimentos a 50 famílias cadastraras, dos bairros Padre Pedro Pereira e conjunto residencial Laura Ramos. As famílias são acompanhadas pelos programas Criança Feliz, CRAS e Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos.
As cestas continham produtos da agricultura familiar, como acerola, mamão, jerimum, melancia, banana, limão, macaxeira, cebolinha e goiaba. Cada mulher também recebeu dois quilos de peixe tilapia.
A ação é uma parceria da Prefeitura de Afogados com a AGREGA – Agroecologia com Energias Alternativas, o programa de aquisição de alimentos (PAA) e está sob a coordenação da secretaria municipal de assistência social.
Pernambuco lamenta a partida da voz que embalou, por décadas, a paixão dos torcedores de futebol no nosso Estado. Roberto Queiroz tinha espaço cativo no coração dos que acompanhavam o esporte pelo rádio, com sua narração emocionante, possante e inconfundível. Talento que o fez ser reconhecido entre os melhores radialistas esportivos do País, além de […]
Pernambuco lamenta a partida da voz que embalou, por décadas, a paixão dos torcedores de futebol no nosso Estado.
Roberto Queiroz tinha espaço cativo no coração dos que acompanhavam o esporte pelo rádio, com sua narração emocionante, possante e inconfundível.
Talento que o fez ser reconhecido entre os melhores radialistas esportivos do País, além de referência para as novas gerações de profissionais de sua área.
Deixará saudades entre incontáveis admiradores, que se lembrarão das importantes conquistas narradas pelo Garganta de Aço, como era chamado.
Quero externar minha solidariedade aos familiares, amigos, colegas de profissão e a todos os ouvintes desse pernambucano que engrandeceu ainda mais a nossa terra.
Paulo Câmara – Governador de Pernambuco
O rádio pernambucano amanheceu triste hoje, com o falecimento do narrador Roberto Queiroz, o Garganta de Aço.
Durante décadas, ele foi o responsável por dar voz a várias conquistas dos clubes de futebol do nosso estado e da Seleção Brasileira. Deixará saudades. Aos familiares, amigos e colegas de trabalho, nossa solidariedade.
Danilo Cabral – Deputado federal e pré-candidato ao Governo de Pernambuco
Nesta próxima segunda-feira (6/11) a Assembleia Legislativa realizará um grande expediente especial para discutir a ameaça de privatização da Copergás (Companhia Pernambucana de Gás). A sessão é de autoria da deputada estadual Teresa Leitão (PT) e ocorrerá às 15h no auditório Sérgio Guerra. A Copergás é uma das empresas mais lucrativas do Estado de Pernambuco, motivo […]
Nesta próxima segunda-feira (6/11) a Assembleia Legislativa realizará um grande expediente especial para discutir a ameaça de privatização da Copergás (Companhia Pernambucana de Gás). A sessão é de autoria da deputada estadual Teresa Leitão (PT) e ocorrerá às 15h no auditório Sérgio Guerra.
A Copergás é uma das empresas mais lucrativas do Estado de Pernambuco, motivo pelo qual o Sindicato dos Petroleiros dos Estados de Pernambuco e da Paraíba acredita que há um movimento de preparação para privatização da companhia. Portanto, o Grande Expediente Especial será uma oportunidade de esclarecimentos. A Copergás é uma empresa de economia mista.
“O gás natural é um insumo estratégico para a indústria pernambucana e para o fortalecimento da atividade produtiva no Estado”, diz Teresa Leitão.
A deputada também explica que em 20 anos de operação a Copergás tem “sistematicamente” alçado lucros elevados, impulsionada pela ampliação de sua estrutura. Para ela, é preciso que a sociedade pernambucana tenha todo o esclarecimento por parte do Governo do Estado sobre as suspeitas de privatização da empresa.
Blog do Magno As sombras existem para dar vida à luz. Nada nem ninguém existe por acaso. Lembrei-me desta premissa básica para fazer um paralelo que precisa vir à luz no rastro da escuridão das eleições municipais deste ano. José de Arimateia, eleito vice-prefeito do Cabo de Santo Agostinho, tem raízes fincadas no município desde os […]
As sombras existem para dar vida à luz. Nada nem ninguém existe por acaso. Lembrei-me desta premissa básica para fazer um paralelo que precisa vir à luz no rastro da escuridão das eleições municipais deste ano.
José de Arimateia, eleito vice-prefeito do Cabo de Santo Agostinho, tem raízes fincadas no município desde os anos 80, foi professor, líder estudantil e comunitário, emplacou quatro mandatos de vereador, resultados do impulso de uma energia guerreira que vem de longe, a mais de 400 km do Recife, do solo rachado e poético do Sertão do Pajeú.
Seu pai Manoel Jerônimo Neto, conhecido como o Lula do Sertão, foi guerrilheiro sindical. Saído das barrancas do sítio São Paulo, na Iguaracy de Maciel Melo, no Pajeú das Flores, onde se tem razão de cantar, como profetizou Rogaciano Leite, o Faraó do verso metrificado, Manoel foi uma das primeiras luzes acesas no movimento sindical entre o final da década 70 e início de 80.
Enfrentou poderosos em defesa dos trabalhadores rurais sem voz, com fome e sede de justiça. Garoto de pés descalços, obrigado andar a pé até a escola na caatinga fechada, Arimatéia viu seu pai ser perseguido e sofrer um atentado à bala. Levou quatro tiros, mas pela graça divina escapou da morte matada pelo cheiro da pólvora e a ruindade dos coronéis contrariados, mandantes de um Sertão marcado pela lei olho por olho, dente por dente.
O Lula do Sertão foi protagonista de uma época em que defender camponês era ofício de comunista. Revolucionário, Jerônimo bem que se enquadraria na figura lendária do Herói do Sertão. Alicerçou um sindicalismo forte e de resultados ao lado de figuras históricas, como Antônio Marques dos Santos, já falecido em Afogados da Ingazeira, e Braz Emídio, este vivinho da silva, ainda morando num sítio também em território afogadense.
Eles deram as mãos e o sangue em defesa de causas nobres forjadas no campo da luta, tendo como orientador, conselheiro espiritual e político o saudoso Dom Francisco de Mesquita, bispo que dizia as verdades na cara dos poderosos. A então temida Fetape, a Federação dos Trabalhadores na Agricultura, ganhou notabilidade não apenas enfrentando usineiros na Zona da Mata, mas também pelo grito que ecoava no distante Pajeú, de Jerônimo, Antônio Marques, Braz e Dom Francisco.
José de Arimatéia Jerômimo Santos é o segundo dos 13 filhos de Manoel Jerômimo Neto e Iranete Maria dos Santos, casal de camponeses sofrido, criado numa região de maioria pobre, obrigada a trabalhar na roça ainda no reino dos sonhos infantis. “Eu andava, com alguns dos meus irmãos, 6 km por dia, para atingir a porta da escola e aprender as primeiras lições na educação”, lembra Arimatéia.
O hoje vice-prefeito eleito do Cabo viu, também, seu pai ser forçado a deixar a luta no campo, depois do atentado em praça pública. Pegou a estrada rumo a Ribeirão, na Zona da Mata, para proteger a família, no início dos anos 80. Foi a partir de Ribeirão que Arimateia criou raízes com a cidade do Cabo. Com pouco tempo no seu novo eldorado, foi alçado a líder comunitário, diretor de escola, secretário municipal e vereador por quatro mandatos consecutivos.
“Acredito que todo mundo tem um poder. E a gente pode, sim, mudar as coisas. Me chame de idealista. De sonhador. E de romântico. Sou tudo isso. Mas ainda acredito nas pessoas e nas mudanças. E toda mudança começa no fundo de cada pessoa que quer realmente fazer alguma diferença. Essa diferença no Cabo começa com a nossa eleição, a vitória de Keko”, diz Arimatéia.
Arimatéia vai acumular na gestão de Keko a articulação política na Secretaria Governo, mas antes disso quer levar o prefeito eleito a Ribeirão, onde o valente pai, aos 86 anos bem vividos, ainda contempla a lua e vez por outra pega na enxada para não perder o costume do seu Sertão pajeuzeiro.
A Confederação Nacional de Municípios (CNM), as entidades estaduais e microrregionais de Municípios, bem como os prefeitos e as prefeitas de todo o Brasil, ouvindo e constatando as dificuldades que os gestores públicos estão enfrentando em decorrência da pandemia da Covid-19, apresentam razões de ordem sanitária, econômica e jurídica que inviabilizam a realização das eleições […]
A Confederação Nacional de Municípios (CNM), as entidades estaduais e microrregionais de Municípios, bem como os prefeitos e as prefeitas de todo o Brasil, ouvindo e constatando as dificuldades que os gestores públicos estão enfrentando em decorrência da pandemia da Covid-19, apresentam razões de ordem sanitária, econômica e jurídica que inviabilizam a realização das eleições municipais no ano de 2020.
Por meio do PANORAMA SOBRE AS ELEIÇÕES EM TEMPOS DE COVID-19, a Confederação expõe as principais dificuldades dos Municípios em realizar o pleito eleitoral neste ano de 2020. De acordo com o documento, na América Latina, com quadro sanitário instável e imprevisível, a saúde e a vida das populações foram priorizadas em face a processos eleitorais, e, em razão disso, nove países adiaram ou suspenderam suas eleições de forma pacífica e consensuada. Bolívia e Chile adiaram os processos eleitorais. Já na Colômbia, no Uruguai, no Paraguai, no México, na Argentina e no Peru foram suspensas as eleições municipais, ainda sem previsão.
Para a CNM, o Brasil ainda atravessa a primeira fase ou a primeira onda de infecção pelo novo coronavírus e estudos apontam para uma segunda e uma possível terceira onda de infecção. Desta forma, a Confederação questiona quem será o responsável pela segurança de um processo eleitoral no segundo semestre de 2020? Quem assumirá a responsabilidade para fornecer equipamento de proteção individual (EPIs) para as milhões de pessoas envolvidas em todo o processo eleitoral? Quem assumirá a responsabilização pela saúde e pelas vidas durante e pós processo eleitoral? O processo eleitoral não pode ser o propulsor de uma possível segunda onde de infecção pelo coronavírus no Brasil?
Para os Municípios, a atual pandemia provocou ainda uma queda abrupta de receitas de impostos e transferências constitucionais. Todas estão com desempenho muito ruim neste momento. Segundo dados estimados pela equipe econômica da CNM, em uma cesta de impostos e transferências, os Municípios poderão perder cerca de R$ 74,1 bilhões até o final do ano.
Além disso, as campanhas eleitorais nos mais de 5.000 Municípios com até cem mil habitantes não se realizam através do horário eleitoral gratuito, com o uso de empresas de marketing, que promovem a figura dos candidatos. No máximo, aproveitam-se as emissoras de rádio, os comitês partidários, os encontros familiares, as reuniões comunitárias, os comícios, as reuniões nas praças, nas esquinas e na rua, que agora não podem acontecer. O próprio exercício do direito ao voto, por si só, já é enorme, pois, mesmo que mantido o distanciamento social, com o uso obrigatório da máscara e distribuição de álcool, o local de votação e a urna eletrônica são meios de disseminação do vírus.
O risco para a democracia, portanto, é gravíssimo, já que a participação popular será tolhida pelo medo da infecção, pelo desconhecimento das plataformas políticas e até mesmo dos candidatos. Assim, impossível assegurar o direito ao voto e à igualdade de oportunidades entre os concorrentes em uma eleição neste ano de pandemia.
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