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Coluna do Domingão

Por Nill Júnior

Não tem meio termo. É rua!

Se Bolsonaro quer sair com menos desgaste e só com arranhões desse episódio envolvendo os candidatos laranjas do PSL, não tem outro caminho.

É , como já sinalizou, exonerar o Bebianno.  A última informação dá conta de que tomará a medida contra o Secretário Geral da Presidência porque  sua condição ficou insustentável. Principalmente depois que ele foi desmentido em uma rede social por um dos filhos do presidente, o vereador Carlos Bolsonaro. A postagem foi compartilhada por Jair Bolsonaro.

A crise com Bebianno começou após o jornal “Folha de S.Paulo” ter publicado reportagens sobre suspeitas de candidatos “laranjas” do PSL nas eleições do ano passado. O partido era presidido pelo agora ministro.

Nos últimos dias, a permanência do ministro no cargo começou a ser colocada em dúvida Bolsonaro afirmou que, se Bebianno estiver envolvido em irregularidades, não terá outro “destino” a não ser “voltar às suas origens”. Interlocutores da Presidência dão como certa a demissão do ministro e dizem que a situação dele é “insustentável”.

No entanto, há um grupo dentro do governo que acha que ainda pode haver uma reconciliação entre Bolsonaro e Bebianno. Mas como ficará o governo que usou a bandeira da moralidade mantendo um Secretário com status de ministro que teve atitudes imorais, tais quais as que o candidato questionava?

Se Bebianno ficar, Bolsonaro é que será pressionado. Porque ficou, ficou porque? – perguntarão os jornais e observadores. Vai cheirar a mão na cabeça de um homem que sabe demais. Não tem coluna do meio. As perguntas que ficam é de como será depois da saída. Bebianno pode ameaçar, mesmo fora, a estabilidade do governo?

O mesmo rigor deve se aplicar a Luciano Bivar, que no comando do partido foi padrinho da candidatura de Lourdes Paixão, que recebeu R$ 400 mil do fundo partidário destinado ao PSL, a terceira maior cifra repassada a um candidato do partido ano passado, para ter 274 votos. Bivar disse que o  partido não criou candidatas inexistentes, mas fez ‘apostas erradas’ em mulheres com poucas chances de serem eleitas. Ah, vá…

Lourdes Paixão é natural de Gravatá. Tem 68 anos. É Secretária, datilógrafa e tem ensino superior completo. Cada voto dela custou R$ 1.459 reais. A maioria em Recife (127 votos), Olinda (15 votos), mas também em Betânia (1 voto), Belmonte (1 voto), Arcoverde (1 voto), Serra Talhada (1 voto), muito provavelmente de quem foi digitar para um candidato e votou errado ou por estratégia para buscar “materializar”, provar que houve campanha. Tem um patrimônio avaliado em R$ 515 mil, incluindo um apartamento de R$ 460 mil. Nunca foi candidata antes. Não foi vista pedindo um voto. Não se achou um santinho e a gráfica que teria recebido R$ 380 mil não tem condição alguma de produzir o material. Muito provavelmente, foi cooptada para o serviço sujo e aceitou por amizade, afinidade ou burrice.

O mesmo se aplica à jornalista Érika Siqueira, de 42 anos, ex assessora de Bebianno, que teve apenas 1315 votos e R$ 250 mil para tocar a campanha. Érika não declarou nenhum bem à Justiça Eleitoral. Ainda bem que não usou o limite de gastos de R$ 1 milhão.  Elas, Bebianno e Bivar tem muito a explicar.

E Bolsonaro a fazer, para ficar longe desse laranjal. Já tem um filho enrolado e ter gente em quem confiou com essa prática também pode manchar seu início de governo, ainda sem a paz necessária para começar de fato.

Nasceu morta

A notícia da semana foi o lançamento da pré candidatura do Capitão Sidney Cruz à prefeitura de Afogados pelo PSL, dizendo que comunicou o fato ao presidente Toninho Valadares e que estava vacinado contra rasteiras internas. Praticamente 72 horas depois, o partido, incluindo o grupo que coordenou a campanha de Bolsonaro, anunciou apoio ao próprio Toninho. Já?

Mas ressuscita?

Pelo perfil com histórico militar, mesmas bandeiras e pelas reações nas redes sociais, a candidatura do capitão poderia ter um apelo midiático maior que a do próprio Toninho, que, mesmo com vida política curta e vivendo da caprinovinocultura, vai ser sempre ligado ao pai Totonho Valadares, político mais que tradicional. Internamente, ainda tem gente mais ao capitão que ao Valadares, mesmo que em menor número. Se o sentimento crescer, o enterro pode voltar da porta do cemitério.

Ô lapa de voto

Tal qual a jabuticaba, que só existe no Brasil, teve voto que misturou fidelidade com intenção pessoal e gerou um escrutínio único em Serra Talhada por conta da arrumação política. Além da revelação de Victor Oliveira de que, pasmem, entregava santinhos de Haddad mas votou em Bolsonaro, teve mais gente que escolheu o Capitão e na outra ponta, votou por exemplo em Humberto Costa pra Senador. A urna chega fumaçou…

Já faltou?

A Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira voltou a se reunir essa semana. E em meio à discussão de que vai ter mais rigor com vereadores extremamente faltosos, que além de desconto podem até sofrer pedido de cassação por representantes da comunidade, dois legisladores faltaram, Wellington JK e Zé Negão. O primeiro, diz Igor Mariano, justificou. O segundo, diz a Coluna, já é viciado em ausências e precisa corrigir o rumo neste ano. E não pode mais pôr a culpa nas atividades no Caldinho da Nenêm, que  fechou…

Olha o gás!

E Serra Talhada, a polêmica do preço estratosférico do gás de cozinha, custando R$ 88, colocou contra a parede o empresário João Batista Carvalho, que não explicou porque há diferença média de R$ 30 a R$ 35 para o valor em outras cidades e o próprio MP, que precisa dizer à sociedade se já concluiu a investigação contra a prática. O Procon também pode entrar na roda. Vereadores como Zé Raimundo pediram em 2017 uma providência.

Vices que querem chegar

Dos vices que querem mais em 2020, Sandrinho está mais próximo de ser ungido como pré candidato a prefeito de Afogados. Márcio Oliveira mandou dizer que desistiu, achando que Luciano Duque já escolheu Márcia Conrado.  Zé Amaral continua achando que vai ser candidato na tora em Tabira, tenha ou não o apoio de Sebastião Dias.

Ex que querem voltar

Estão mirando o “pode se preparar estou voltando” Carlos Evandro (Serra Talhada), Zé Pretinho (Quixaba), Cida Oliveira (Solidão), Totonho Valadares (Afogados da Ingazeira), e Luciano Torres (Ingazeira). No caso de Carlos e Totonho, se não tiverem problema com a justiça, podem costurar logo a pré campanha. Os demais tem que combinar com Tião de Gaudêncio, Djalma Alves e Lino Morais que estão com a caneta na mão e podem não querer largar tão cedo…

Frase da semana:  “Fui nascida rica”. De Guimar Mendes, mulher de Gilmar Mendes, dizendo que não tem medo de investigação da Receita porque não precisa pegar no alheio. Então desculpe…

Outras Notícias

Após saída de Flávio do Brasil, análise aponta necessidade de a direita se desvincular do bolsonarismo

A saída de Flávio Bolsonaro (PL) do Brasil, dois dias depois da derrota para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na eleição presidencial, abriu uma discussão sobre o futuro da direita brasileira. Em análise publicada nesta quarta-feira (28), o jornalista Mano Ferreira defende que o campo conservador precisa reduzir sua dependência política da família Bolsonaro […]

A saída de Flávio Bolsonaro (PL) do Brasil, dois dias depois da derrota para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na eleição presidencial, abriu uma discussão sobre o futuro da direita brasileira. Em análise publicada nesta quarta-feira (28), o jornalista Mano Ferreira defende que o campo conservador precisa reduzir sua dependência política da família Bolsonaro e construir uma oposição baseada em propostas e atuação institucional.

Na coluna Contraponto Diário, o jornalista apresenta dois caminhos possíveis para a direita após o resultado eleitoral: manter a atuação política vinculada à família Bolsonaro ou buscar novas lideranças capazes de organizar a oposição ao quarto mandato de Lula.

O texto destaca que Flávio havia anunciado, na segunda-feira (26), a intenção de liderar a oposição ao governo federal. No mesmo dia, foi intimado a entregar seus passaportes em uma investigação sobre suspeitas de lavagem de dinheiro. Na terça-feira (27), deixou o Brasil com destino aos Estados Unidos.

Para Mano Ferreira, a decisão compromete a expectativa de que o senador assumisse o comando político da oposição, especialmente após receber aproximadamente 59,8 milhões de votos no segundo turno.

O colunista também reconhece a existência de questionamentos sobre a atuação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), mas argumenta que divergências com decisões judiciais devem ser enfrentadas por meio dos instrumentos legais e institucionais disponíveis.

Tarcísio aparece como alternativa

Na avaliação apresentada, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), representa uma possibilidade de reorganização da direita fora da liderança direta da família Bolsonaro.

Reeleito no primeiro turno com 63% dos votos válidos, Tarcísio divulgou um vídeo reconhecendo o resultado da eleição presidencial e defendendo uma “oposição vigilante”.

Na manifestação, o governador abordou propostas relacionadas à redução de gastos públicos, diminuição de impostos, composição técnica dos ministérios e investimentos em saúde, educação e saneamento básico.

Mano Ferreira destaca que Tarcísio utilizou a expressão “projeto de país” para apresentar suas prioridades, mas não comentou publicamente a saída de Flávio Bolsonaro do Brasil.

O cenário político também é considerado na análise. O PL elegeu as maiores bancadas da Câmara dos Deputados e do Senado, além de seis governadores, o que garante ao partido uma presença expressiva nas instituições a partir de 2027.

Para o colunista, essa representação oferece condições para uma oposição organizada, independentemente da situação política e judicial dos integrantes da família Bolsonaro.

A análise aponta ainda que Lula iniciará seu quarto mandato sem possibilidade de disputar uma nova reeleição consecutiva. Nesse cenário, a reorganização das forças de direita poderá influenciar a disputa presidencial de 2030.

A avaliação é de que o campo conservador terá de decidir se continuará concentrando sua atuação na defesa dos Bolsonaro ou se apresentará novas lideranças e propostas para disputar o poder nos próximos anos.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Mateus Bonomi/AFP

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Governo de Pernambuco solicita empréstimo de R$ 1,9 bilhão, mas Alepe adia votação

O Governo de Pernambuco encaminhou à Assembleia Legislativa (Alepe) um projeto de lei que autoriza a contratação de empréstimos de até R$ 1,9 bilhão junto a instituições financeiras nacionais. A proposta, apresentada em regime de urgência, teve a votação adiada nessa terça-feira (27), após pedido do deputado Diogo Moraes (PSB), relator da matéria. O valor […]

O Governo de Pernambuco encaminhou à Assembleia Legislativa (Alepe) um projeto de lei que autoriza a contratação de empréstimos de até R$ 1,9 bilhão junto a instituições financeiras nacionais. A proposta, apresentada em regime de urgência, teve a votação adiada nessa terça-feira (27), após pedido do deputado Diogo Moraes (PSB), relator da matéria.

O valor solicitado considera a capacidade de endividamento prevista para o exercício de 2027. A intenção do Executivo estadual é ampliar os recursos disponíveis para investimentos, mediante operações de crédito com condições consideradas favoráveis pelo governo.

De acordo com o projeto, os valores obtidos deverão ser destinados exclusivamente a despesas de capital, como investimentos em obras e infraestrutura. A aplicação dos recursos ficará sob coordenação da Secretaria de Planejamento, Gestão e Desenvolvimento Regional, observando o Plano Plurianual (PPA) e os orçamentos estaduais.

A proposta prevê duas possibilidades de contratação. Na primeira, o empréstimo poderá contar com garantia da União, mediante a apresentação de contragarantias pelo Estado.

Na segunda modalidade, sem garantia federal, Pernambuco poderá oferecer receitas relacionadas ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e ao Fundo de Participação dos Estados (FPE) como garantias para a operação.

O projeto também estabelece que a contratação deverá observar as exigências da Secretaria do Tesouro Nacional.

Votação adiada

Apesar da solicitação de urgência, a análise da proposta foi adiada na Comissão de Constituição, Legislação e Justiça da Alepe.

O deputado Diogo Moraes pediu mais tempo para examinar o conteúdo do projeto e justificou a decisão pelo volume de recursos envolvidos.

“O projeto é de quase R$ 2 bilhões. Nós precisamos ter mais tempo para analisar esse projeto”, afirmou o parlamentar.

A matéria estava prevista para votação em dois turnos no plenário da Assembleia Legislativa, mas permanece em tramitação após o adiamento na comissão.

Ainda não há autorização legislativa para a contratação do empréstimo. O projeto deverá retornar à análise dos deputados antes de seguir para as demais etapas de votação.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Roberto Soares/Alepe

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Plano secreto: fuga de Flávio Bolsonaro foi planejada semanas antes da derrota para Lula

A saída do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) do Brasil com destino aos Estados Unidos já vinha sendo planejada semanas antes de sua derrota para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais. A estratégia teria sido organizada por integrantes da família e aliados do parlamentar para ser executada caso ele não […]

A saída do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) do Brasil com destino aos Estados Unidos já vinha sendo planejada semanas antes de sua derrota para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais. A estratégia teria sido organizada por integrantes da família e aliados do parlamentar para ser executada caso ele não conseguisse vencer a disputa.

O planejamento começou ainda durante a campanha eleitoral, quando Flávio e pessoas próximas passaram a considerar a possibilidade de deixar o país em caso de derrota. A alternativa, entretanto, perdeu força depois do primeiro turno, quando o candidato do PL terminou à frente de Lula e seus aliados passaram a demonstrar confiança na vitória.

O principal responsável pela articulação teria sido Eduardo Bolsonaro, irmão do senador, que vive nos Estados Unidos desde o ano passado. Ele teria atuado em conjunto com Paulo Figueiredo, ex-apresentador da Jovem Pan, para estabelecer contatos com integrantes do governo de Donald Trump.

As conversas tinham como objetivo viabilizar a entrada e a permanência de Flávio em território americano caso o resultado das eleições fosse desfavorável ao candidato do PL.

A estratégia também envolvia a intenção de apresentar uma eventual derrota como resultado de uma suposta fraude eleitoral. Não foram apresentadas provas de irregularidades capazes de comprometer a validade da eleição.

Após a confirmação da vitória de Lula, Donald Trump passou a questionar publicamente o processo eleitoral brasileiro, também sem apresentar evidências de fraude.

Rota inicialmente planejada

Outra informação revelada sobre os preparativos envolve o trajeto que seria utilizado para deixar o Brasil. De acordo com relatos de aliados e familiares, a rota inicialmente considerada passaria pela Venezuela.

O percurso efetivamente divulgado, entretanto, foi diferente. Na noite de terça-feira (27), Flávio atravessou a fronteira com a Argentina acompanhado da esposa e das duas filhas.

A passagem da família pelo território argentino foi confirmada pelas autoridades migratórias do país. Depois, o grupo embarcou em uma aeronave particular com destino ao Equador, de onde seguiu viagem em direção a Miami, nos Estados Unidos.

Ao longo de terça-feira, aliados do senador divulgaram informações divergentes sobre seu paradeiro. Enquanto alguns negavam a saída do Brasil, outros afirmavam que ele já havia chegado aos Estados Unidos.

O Departamento de Estado americano confirmou a concessão de vistos para Flávio e seus familiares permanecerem no país.

Antes de deixar o Brasil, o senador havia afirmado publicamente que não pretendia viajar e que cumpriria a determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para entregar seus passaportes à Polícia Federal.

Os documentos não foram apresentados no prazo estabelecido e acabaram cancelados nos sistemas da corporação.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Charles Vieira/Divulgação

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Raquel Lyra assina acordo na Espanha para gestão de 17 espaços culturais de Pernambuco

A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), assinou nesta quarta-feira (28), em Madri, na Espanha, um acordo de cooperação técnica com a Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI). A parceria prevê ações para aprimorar a administração de 17 equipamentos culturais sob responsabilidade do Governo do Estado, incluindo museus, teatros, cinemas e centros culturais. O documento, denominado […]

A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), assinou nesta quarta-feira (28), em Madri, na Espanha, um acordo de cooperação técnica com a Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI). A parceria prevê ações para aprimorar a administração de 17 equipamentos culturais sob responsabilidade do Governo do Estado, incluindo museus, teatros, cinemas e centros culturais.

O documento, denominado Memorando de Entendimento, tem vigência inicial de três anos e estabelece a possibilidade de desenvolver novos modelos de gestão, capacitar profissionais e promover o intercâmbio de experiências com instituições culturais de outros países.

Entre os objetivos apresentados estão a adoção de indicadores de desempenho, a avaliação de modelos de gestão compartilhada e a busca por alternativas para a sustentabilidade financeira dos espaços culturais pernambucanos.

O acordo prevê a criação de um grupo de trabalho nos próximos 30 dias, responsável por elaborar os planos de atuação conjunta e definir as ações que poderão ser implementadas.

Uma das propostas em avaliação é a instalação de um laboratório da escola digital Co.liga no antigo Liceu de Artes e Ofícios, no Recife, em parceria com a Fundação Roberto Marinho.

Também está prevista a possibilidade de concessão de bolsas de formação para gestores culturais pernambucanos em um programa vinculado à Universidade Complutense de Madri, além da participação em redes internacionais de cooperação cultural.

Durante a agenda, Raquel Lyra destacou a importância da preservação das manifestações culturais do estado.

“Somos um povo que carrega tradições, saberes, ritmos e manifestações artísticas que atravessam gerações e que fazem parte não apenas da nossa história, mas também daquilo que queremos construir para o futuro”, afirmou a governadora.

O Governo de Pernambuco também apresentou informações sobre investimentos realizados na recuperação de imóveis históricos e equipamentos culturais. Segundo a gestão estadual, mais de R$ 200 milhões foram aplicados desde 2023 em mais de 20 obras de restauração.

Entre os espaços contemplados estão o Cinema São Luiz, no Recife, o Museu de Arte Contemporânea, em Olinda, e o Cine Theatro Guarany, em Triunfo, no Sertão do Pajeú.

A agenda contou com a participação de integrantes do secretariado estadual e representantes da OEI. Durante a viagem internacional de Raquel Lyra, a vice-governadora Priscila Krause (PSD) permanece no exercício interino do Governo de Pernambuco.

Fonte: Dantas Barreto
Foto: Reprodução

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Classificados: Vende-se propriedade rural de 74 hectares no Sítio Umburaninha, em Afogados da Ingazeira

Está à venda uma propriedade rural com 74 hectares, localizada no Sítio Umburaninha, a 13 quilômetros de Afogados da Ingazeira, sendo 10 quilômetros de estrada asfaltada e 3 quilômetros de estrada de terra. O imóvel conta com casa ampla, cinco armazéns, curral, poço, cacimbão, açude e barreiros, além de boa disponibilidade de água, diversas árvores […]

Está à venda uma propriedade rural com 74 hectares, localizada no Sítio Umburaninha, a 13 quilômetros de Afogados da Ingazeira, sendo 10 quilômetros de estrada asfaltada e 3 quilômetros de estrada de terra.

O imóvel conta com casa ampla, cinco armazéns, curral, poço, cacimbão, açude e barreiros, além de boa disponibilidade de água, diversas árvores frutíferas, áreas de pastagem e energia elétrica.

A propriedade é totalmente cercada e dispõe de estrutura para atividades rurais.

Os interessados podem obter mais informações pelo telefone ou WhatsApp: (87) 99637-4569.