Cunha pede acesso a gravações de inquérito sobre Temer antes de depor à PF
Por Nill Júnior
O Deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) pediu nesta terça-feira (13) ao Supremo Tribunal Federal (STF) para ter acesso às gravações que integram a investigação sobre o presidente Michel Temer antes de depor à Polícia Federal sobre o caso.
Em ofício encaminhado ao ministro Luiz Edson Fachin, que supervisiona o inquérito, aberto no âmbito da Operação Lava Jato, Cunha informou que o interrogatório está marcado para as 11h desta quarta (14), em Curitiba, onde ele está preso.
Cunha, porém, quer ter acesso ao material da investigação com 48 horas de antecedência para poder responder às perguntas com ampla defesa.
Desse modo, o peemedebista pediu ao STF que também determine à PF a “readequação da pauta” do depoimento.
Em março deste ano, Temer foi gravado pelo dono da JBS, Joesley Batista, numa conversa em que, segundo a Procuradoria Geral da República (PGR), deu aval para pagamentos a Cunha com o objetivo de convencer o ex-deputado a não fechar acordo de delação premiada.
O presidente nega as acusações, diz que não teme delações e afirma que jamais atuou para beneficiar a JBS no governo.
Nesta semana, o ministro Edson Fachin concedeu cinco dias para a PF concluir o inquérito sobre Temer, prazo que vence na próxima segunda (19).
Depois, se avaliar que há provas contra o presidente, caberá à PGR oferecer uma denúncia; caso contrário, poderá pedir o arquivamento do caso. (G1)
Em Carnaíba e em boa parte do Pajeú, rende comentários uma publicação do Jornal Desafio afirmando que o ex-prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota, deverá de fato assumir uma cadeira na Câmara dos Deputados de Pernambuco a partir de janeiro. Segundo a publicação, as informações dariam conta de que alguns deputados eleitos à frente de Anchieta Patriota […]
Em Carnaíba e em boa parte do Pajeú, rende comentários uma publicação do Jornal Desafio afirmando que o ex-prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota, deverá de fato assumir uma cadeira na Câmara dos Deputados de Pernambuco a partir de janeiro.
Segundo a publicação, as informações dariam conta de que alguns deputados eleitos à frente de Anchieta Patriota deverão assumir Secretarias da gestão Paulo Câmara. A possibilidade entretanto, para quem tem conversado sobre a formatação do novo governo, ainda são remotas. Isso porque a suplência de Anchieta é alta para ser puxado. Vale para quem pensa a favor a máxima de que “se quiser, se resolve”.
Por outro lado, o nome de Anchieta Patriota já é cotado para disputa da prefeitura de Carnaíba em 2016. O Prefeito Zé Mário chegou a dizer que apesar de não ser hora, “tem direito legal à reeleição”. Mas Anchieta pode estar de fato ensaiando sua volta, dizem próximos.
O Impeachment de Collor foi o processo de afastamento do presidente Fernando Collor de Mello, em 1992. Acusado de envolvimento em corrupção e fraudes financeiras, houve grande agitação nas ruas com o movimento dos Caras Pintadas. O Senado votou pela sua destituição do governo, por 76 votos a favor e 3 contra. Durante a campanha, Collor se […]
O Impeachment de Collor foi o processo de afastamento do presidente Fernando Collor de Mello, em 1992.
Acusado de envolvimento em corrupção e fraudes financeiras, houve grande agitação nas ruas com o movimento dos Caras Pintadas.
O Senado votou pela sua destituição do governo, por 76 votos a favor e 3 contra.
Durante a campanha, Collor se destacava por ser jovem, propor o combate à corrupção e aos marajás. Estes eram os funcionários públicos que não compareciam ao trabalho, mas continuavam a receber salários. Foi eleito ao bater o sindicalista Lula em 17 de dezembro de 1989.
No entanto, quando tomou posse, instituiu o Plano Collor e confiscou depósitos bancários que ultrapassassem a quantia de 50 mil cruzeiros.
O intuito era controlar a inflação, mas o plano não foi bem-sucedido e houve fechamento de empresas e aumento do desemprego.
O irmão de Collor, Pedro Collor (1956-1994), revelou publicamente provas do envolvimento do presidente num caso de desvio de dinheiro.
O crime consistia em usar a campanha eleitoral de Collor como caixa 2. Assim, muito dinheiro foi desviado das verbas públicas através de criação de empresas fantasmas e contas no exterior.
PC Farias, apelido de Paulo César Farias (1945-1996), foi o tesoureiro da campanha de Collor. Durante o seu governo esteve muito próximo ao presidente, e supostamente, teria sido seu “testa de ferro” em várias negociações.
O escândalo suscitou ainda mais a insatisfação e revolta dos brasileiros contra o presidente.
Estudantes, conhecidos como Caras Pintadas (pintavam a face de verde e amarelo), foram às ruas num movimento que reuniu a população brasileira e ficou conhecido como Fora Collor.
No dia 11 de agosto de 1992, dez mil pessoas se reuniram em frente ao Museu de Arte de São Paulo (MASP) em São Paulo para protestar.
Na sequência, o presidente fez um pronunciamento em rede nacional e pediu que os cidadãos vestissem as cores do Brasil no domingo próximo, em resposta ao acontecimento e em sinal de apoio ao presidente.
Todavia, nesse que ficou conhecido como o Domingo Negro, a resposta da população foi se vestir de preto. Isso apenas confirmava o sentimento de revolta e intensificava os protestos ao presidente.
Era a demonstração da insatisfação popular que havia depositado em Collor a sua confiança na primeira vez que o Brasil votava para escolher o seu presidente.
Em 29 de setembro de 1992 foi aberto o processo de impeachment na Câmara dos Deputados e Collor foi afastado do governo.
Em 29 de dezembro de 1992, o Senado se reuniu para votar o impeachment. Poucos minutos depois de iniciada a sessão, o advogado de defesa de Collor anunciou a sua renúncia.
Contudo, a votação aconteceu, seus direitos políticos foram cassados por 8 anos e Collor foi destituído do cargo presidencial.
Após declarada a sua destituição, o vice-presidente Itamar Franco (1930-2011), assumiu a presidência do Brasil terminando o mandado em 1º de janeiro de 1995.
Itamar Franco já havia assumido a presidência interinamente no dia 2 de outubro, logo após o processo de impeachment ter sido aberto.
Curiosidade: depois de ter direitos políticos retomados, o senador e ex-presidente Collor de Mello esteve presente na sessão que decidiu o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, em agosto de 2016.
Fonte: Juliana Bezerra, Professora de História, em publicação no Toda Matéria.
Boletim diz que estado de saúde do Deputado é muito bom e ele respira sem ajuda de aparelhos O Real Hospital Português divulgou o primeiro boletim médico sobre o estado do deputado Inocêncio Oliveira (PR-PE) submetido nesta quinta-feira (25) a uma cirurgia de urgência no coração, após passar mal durante a Ceia de Natal, anteontem […]
Boletim diz que estado de saúde do Deputado é muito bom e ele respira sem ajuda de aparelhos
O Real Hospital Português divulgou o primeiro boletim médico sobre o estado do deputado Inocêncio Oliveira (PR-PE) submetido nesta quinta-feira (25) a uma cirurgia de urgência no coração, após passar mal durante a Ceia de Natal, anteontem à noite, quando estava na companhia de familiares.
Inocêncio foi operado pelo cirurgião Carlos de Moraes, um dos mais admirados de Pernambuco, e equipe médica já informou a familía que a cirurgia – que durou quase duas horas – foi bem sucedida.
Diz o boletim: “O Deputado Inocêncio Oliveira (75) foi submetido a uma cirurgia de revascularização miocárdica de urgência no Real Hospital Português de Pernambuco. Nessa operação foram realizadas uma ponte de safena e uma ponte de mamária.
Sua evolução pós operatória até o momento é muito boa, pois está plenamente consciente, respira sem a ajuda de aparelhos e todos os sinais vitais e exames laboratoriais estão na faixa de normalidade”.
O prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, que testou positivo para Covid-19 dia 10, estará no Debate das Dez dessa segunda na minha volta à Manhã Total. Ele avalia o novo momento da pandemia com o aumento de casos em virtude da nova variante. Também fala se serão tomadas eventuais novas medidas depois do último […]
O prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, que testou positivo para Covid-19 dia 10, estará no Debate das Dez dessa segunda na minha volta à Manhã Total. Ele avalia o novo momento da pandemia com o aumento de casos em virtude da nova variante.
Também fala se serão tomadas eventuais novas medidas depois do último decreto que apertou mais as medidas restritivas no município depois do aumento de casos. O programa começa às 8h na Rádio Pajeú.
Ainda participam por telefone dois nomes do governo que também testaram positivo para Covid, o vice-prefeito Daniel Valadares e o Secretário de Cultura e Esportes Augusto Martins também comentam como foi a experiência com a variante Ômicron.
O Debate vai ao ar às 10h na Rádio Pajeú, dentro do programa Manhã Total. Você pode ouvir e fazer perguntas sintonizando FM 99,3 e ligando para (87) 3838-1213, pela Internet no www.radiopajeu.com.br ou no WhattsApp (87) 9-9956-1213.
Ainda pode ouvir o debate em celulares com Android, pelo aplicativo da emissora disponível no Google Play. Basta procurar Pajeu e baixá-lo. Ainda em aplicativos como radios.net ou Tunein Rádio.
Deputado disse que fará observações sobre gestão Márcia no momento certo. Oliveira também disse ser contra CPI da Covid, voltou a defender Zé Neto para governador e afirmou estar aliviado, mas com cicatrizes da investigação que não encontrou provas de desvios por PF e TCU. “Quero virar essa página” O Deputado Federal Sebastião Oliveira (AVANTE) […]
Deputado disse que fará observações sobre gestão Márcia no momento certo.
Oliveira também disse ser contra CPI da Covid, voltou a defender Zé Neto para governador e afirmou estar aliviado, mas com cicatrizes da investigação que não encontrou provas de desvios por PF e TCU. “Quero virar essa página”
O Deputado Federal Sebastião Oliveira (AVANTE) falou ao programa Revista da Cultura sobre alguns temas, a partir da conclusão de que não teve nenhum envolvimento em supostos desvios na obra da BR 101, em investigação da PF e TCU. Também comentou sua defesa de Zé Neto para o Governo do Estado, condenou a CPI da Covid e disse não recusar votos dobrados com Luciano em 2022, além de não ver momento para alimentar divisão política na cidade por conta da pandemia. Leia alguns trechos:
Absolvição por PF e TCU
Fui massacrado na época pelos jornais e opinião pública, mas tinha convicção de que não havia sobrepreço, desvio. Foi uma denúncia que partiu do TCE e a gente sabe de quem partiu. Foi um ano revirando minha vida. Eu e os advogados achávamos que as cautelares sobre mim tinham sido absurdas. Aquele estado de criminalização estava intenso, mas eu estava tranquilo. O mal que eu fiz foi tirar a BR 101 da situação em que estava. Quando eu consegui o convenio peguei uma obra orçada em R$ 250 milhões e licitamos por R$ 192 milhões. O TCE deu uma cautelar e eu instalei um comitê de monitoramento e saneamos todas as possíveis dúvidas do TCU que não mostra nenhum sobrepreço, desvio de recurso, problema com qualidade da obra. Eu tinha certeza, tanto que a obra nunca parou. O relatório final não me indiciou. A decisão deixa um alivio, mas as cicatrizes ficaram. Fui muito massacrado pela imprensa. Mas vida que segue, quero virar essa página. Sempre sustentei meu padrão como homem de classe média. Meu Imposto de Renda é compatível com o que eu ganho. E no futuro a investigação vai mostrar que os que ainda estão sendo investigados serão inocentados.
Exposição da imprensa foi provocada por indicação para governo
Fui exposto na imprensa dessa forma por isso, porque os partidos de centro construíram proximidade com o Governo Federal e um primo meu tomou posse num cargo nacional. (Dois dias antes da matéria sobre a investigação, , em 6 de maio de 2020, Sebastião Oliveira foi notícia por ser o “padrinho” da indicação do novo Diretor Geral do Dnocs, Marcondes Leão).
Falta de destaque da absolvição na imprensa nacional
Quero virar essa página. Não tem quem controle a imprensa. É uma luta inglória. Se a questão for invocada de novo pela imprensa, vou estar acobertado pelos relatórios.
Contra a CPI da Covid
O poder judiciário exorbitou (determinando a abertura da CPI). A gente não deve politizar o vírus. A CPI é inoportuna e vai virar área para o debate político, coisa que nesse momento não favorece o brasileiro. O Brasil é o quinto país que mais vacina, sem fazer defesa de Bolsonaro. Só perdemos para os países produtores de vacina. Vamos ficar em quarto. Nem sempre algumas palavras do presidente refletem o que está acontecendo. A gente vê vacina chegando em Serra Talhada toda semana pelo aeroporto. Eu não sou favorável. Se quiser colher minha assinatura não assinarei. E isso seria contra qualquer um, Dilma, Bolsonaro, Temer…
Zé Neto para governador
Eu dei apenas minha opinião. Zé Neto é uma liderança nem suave. Transita bem tanto na esquerda como no centro. Existe um maniqueísmo do bem e do mal. Zé se posiciona no Centro, que pode furar a direita. Cumpriu e cumpre uma função importante. É o melhor secretário da gestão Câmara. Outros passaram e não tiveram o mesmo êxito. Zé neto sabe atender, dar não, dar sim. Cumpre compromisso, cumpre palavra, tem discurso de centro. Sei que Geraldo Júlio tem seus predicados. Não tenho nenhum problema em votar em Geraldo Júlio. No fim a decisão caberá ao PSB quem decide.
Espaços no governo Câmara para o AVANTE
Não tenho nenhum diálogo sobre o tema nem vou puxar mais esse assunto. Me pronunciei em janeiro provocado por Deputados e nomes do partido. Mas não trato mais nem vou romper.
Interpretação da fala sobre relação com Márcia Conrado e Luciano Duque
Eu quis dizer que no momento que a gente tá vivendo nessa crise não é de estar fazendo rinha política, é de ajudar. Se eu puder ajudar ao meu município estou a disposição da prefeita (Márcia Conrado) e continuo, assim como da sociedade civil. No momento certo vamos fazer as colocações necessárias como oposição. Sobre 2022, dobro com Rogério Leão e uma parte do grupo com Fabrízio Ferraz. Mas torço que Serra dobre sua representação. Se o prefeito (Luciano Duque) for candidato torço pelo êxito. Se alguém quiser votar nele e votar em mim, não vou recusar nem rechaçar. Isso é praticar a democracia. Nunca fiz política no lado pessoal sobre Luciano. No momento certo, quando a gente vencer essa pandemia vou assumir o papel de fiscalização.
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