Serra: Museu do Cangaço concorre ao Prêmio do Brasil Criativo
Por Nill Júnior
por Bruna Verlene
O Museu do Cangaço de Serra Talhada está concorrendo ao Prêmio Brasil Criativo. O Museu que é dirigido pela Fundação Cabras de Lampião concorre a categoria Patrimônio Material, com o projeto São Francisco Submerso.
Com a novidade de ter o Poeta Patrimônio Vivo de Pernambuco Dedé Monteiro como debatedor, o Cineclube do Verso retoma as atividades na próxima quinta-feira, dia 22. A sessão acontece na Casa da Cultura de Tabira, às 19h30, com entrada gratuita. Serão exibidos os documentários Patativa do Assaré em O Milagre de Santa Luzia (TV […]
Patrimônio Vivo, Dedé Monteiro será debatedor do evento
Com a novidade de ter o Poeta Patrimônio Vivo de Pernambuco Dedé Monteiro como debatedor, o Cineclube do Verso retoma as atividades na próxima quinta-feira, dia 22.
A sessão acontece na Casa da Cultura de Tabira, às 19h30, com entrada gratuita. Serão exibidos os documentários Patativa do Assaré em O Milagre de Santa Luzia (TV Brasil) e Recriando o Repente (TV Escola), ambos com censura livre.
Outra novidade é a presença nas sessões de intérpretes de Libras, uma ação de inclusão assegurada pelo projeto. “Este é quarto ano de atividades do Cineclube do Verso e estamos sempre buscando maior interação e atração de público. A inclusão de Dedé Monteiro e esta ação de inclusão com Libras são mostras desse compromisso,” explica o produtor Alexandre Morais.
O Cineclube do Verso é um projeto incentivado pelo Funcultura e realizará 10 sessões ao longo do ano na cidade de Tabira, onde também conta com apoio do Governo Municipal, através da Secretaria de Cultura. A partir de março as sessões acontecem sempre nas terceiras quintas-feiras do mês.
O Deputado Federal Tadeu Alencar (PSB) vai cumprir agenda na próxima semana em cidades do Sertão do Pajeú. A agenda foi confirmada por sua assessoria. Dentre as atividades, Alencar estará dia 19 de outubro, às 09h, na Câmara Municipal de Serra Talhada. O Deputado quer debater e colher contribuições da sociedade, instituições públicas, privadas e […]
Heitor Scalambrini Costa* Zoraide Vilasboas ** Nada discretamente, poderosos grupos lobistas, nacionais e internacionais, pressionam o governo federal e a sociedade brasileira para aceitarem a necessidade de expansão de usinas nucleares no país utilizando justificativas falaciosas e mentirosas. São conhecidos personagens e empresas que sempre boicotaram as fontes renováveis de energia, e retardaram a entrada […]
Nada discretamente, poderosos grupos lobistas, nacionais e internacionais, pressionam o governo federal e a sociedade brasileira para aceitarem a necessidade de expansão de usinas nucleares no país utilizando justificativas falaciosas e mentirosas. São conhecidos personagens e empresas que sempre boicotaram as fontes renováveis de energia, e retardaram a entrada em operação das tecnologias solares e eólicas no país. Defensores das termelétricas a combustíveis fósseis e da eletricidade nuclear desprezam os interesses nacionais, em detrimento dos interesses econômicos, pessoais e empresariais.
Afirmar que a energia elétrica produzida por materiais radioativos é “energia verde”; “energia limpa”; que é mais barata que outras formas de geração; que riscos de acidentes inexistem; que os resíduos das reações nucleares (conhecidos como “lixo atômico”) podem ser armazenados com segurança por milhares de anos; que o país precisa desta fonte energética para evitar apagões futuros é desconhecer a ciência. Essas inverdades têm a intenção de buscar a aceitação popular para uma fonte de energia perigosa, suja e cara. Não esqueçamos que mentir é um ofício destes grupos, cujo único objetivo são os negócios, os interesses econômicos, pouco se lixando para a soberania nacional, para a população que acaba sofrendo com as decisões completamente equivocadas na política energética nacional.
No governo do atraso foi indicado para ministro de Minas e Energia (MME) um almirante de Esquadra da Marinha. Aquele mesmo, envolvido no cabuloso negócio do contrabando das “joias das arábias”
Assim, o planejamento prevê fazer investimentos bilionários em um setor marcado pela polêmica e por conflitos socioambientais. Documentos oficiais apontam que o Governo Federal pretende expandir o número de usinas e abrir o setor para a iniciativa privada, sendo que atualmente a Constituição Federal veda esta possibilidade. Embora defendida como uma medida ambientalmente sustentável, a cadeia da energia nuclear no Brasil tem um histórico marcado por um rastro de contaminação, graves acidentes e mortes.
Quando nos referimos à cadeia produtiva da geração nuclear, estamos falando das várias indústrias envolvidas na produção do combustível atômico. Da mineração, do beneficiamento do minério, do enriquecimento do urânio, da fabricação do combustível e do armazenamento do lixo letal. É neste contexto que temos que discutir e afirmar, categoricamente, que esta tecnologia não interessa ao país.
O Brasil possui duas usinas em operação atualmente: Angra 1 e Angra 2, instaladas no município de Angra dos Reis, Rio de Janeiro, com potencial de geração de 2 mil megawatts. E a usina inacabada de Angra 3, iniciada em 1985, cujos equipamentos já foram comprados e são absolutamente obsoletos, frente à evolução tecnológica. Acabar este elefante branco significa investimentos de aproximadamente 17 bilhões de reais. A potência instalada e a geração de energia das duas usinas em operação são desprezíveis quanto à participação na matriz elétrica nacional. Em nada contribuem para a transição energética, nem para a segurança energética do país. São unidades que já ultrapassaram suas vidas úteis e são conhecidas como “vaga-lumes” devido às interrupções frequentes no fornecimento de energia, e dos inúmeros problemas técnicos e operacionais cuja frequência escalou desde 2023. Uma grande irresponsabilidade que ainda estejam em funcionamento.
Todavia, os lobistas de plantão – com espaço e palco concedidos para suas mentiras e enganações pela grande mídia corporativa – têm aliados poderosos no meio militar que almejam construir a bomba nuclear. São evidentes tais interesses nas declarações de seus comandantes e em acordos internacionais realizados. Dizem que ter a bomba é essencial para a segurança nacional. Pura balela. Vivenciamos hoje, segundo Papa Francisco, que o mundo está à beira de uma guerra nuclear, e a pergunta que não quer calar é “e nossa bomba tupiniquim teria qual efeito apaziguador, diante de um histriônico presidente à frente de uma nação detentora de tal artefato desprezível?
O que é escondido da população é que acidentes em usinas nucleares acontecem com muita mais frequência do que os conhecidos, e divulgados. Geralmente não chegam ao domínio público, não são revelados a população. Assim, é impositiva a pressão da sociedade sobre parlamentares, gestores das estatais e governo federal para a realização do urgente e inadiável debate público sobre a política nuclear brasileira, alvo frequente de auditoria e advertências do Tribunal de Contas da União.
* Professor associado aposentado da Universidade Federal de Pernambuco. Graduado em Física pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP/SP), Mestrado em Ciências e Tecnologias Nucleares na Universidade Federal de Pernambuco (DEN/UFPE) e Doutorado em Energética, na Universidade de Marselha/Comissariado de Energia Atômica (CEA)-França. Membro da Articulação Antinuclear Brasileira.
** Jornalista, Movimento Paulo Jackson – Ética, Justiça, Cidadania e integrante da Articulação Antinuclear Brasileira.
A Prefeita Madalena Britto, diante das fortes chuvas que atingiram a cidade de Arcoverde nos últimos dias, informa através do Decreto n° 225/2020, Estado de Calamidade Pública no município. Segundo nota, comunica que desde as primeiras horas da manhã de hoje vem adotando várias medidas de enfrentamento aos problemas vivenciados pela população em nossa cidade, colocando […]
A Prefeita Madalena Britto, diante das fortes chuvas que atingiram a cidade de Arcoverde nos últimos dias, informa através do Decreto n° 225/2020, Estado de Calamidade Pública no município.
Segundo nota, comunica que desde as primeiras horas da manhã de hoje vem adotando várias medidas de enfrentamento aos problemas vivenciados pela população em nossa cidade, colocando a estrutura de várias Secretarias trabalhando para reduzir os impactos causados pelas chuvas, aonde mesmo diante das restrições impostas pela quarentena, toda a equipe se colocou à disposição para ajudar a amenizar os problemas, tendo sido adotadas as seguintes medidas de enfrentamento:
Secretaria de Assistência Social – Cadastramento das famílias que estão desabrigadas nas áreas mais atingidas pelas chuvas, fornecimento de cestas básicas, kits de limpeza e higiene pessoal às famílias em situação de pobreza atingidas por estes eventos, apoio as campanhas solidárias que estão sendo realizadas na cidade por várias entidades.
Secretaria de Serviços Públicos: retirada de entulhos, limpeza das ruas, desobstrução de galerias e restabelecimento de tráfego em algumas ruas; Secretaria de Obras e Projetos Especiais – trabalhou na análise de risco de alguns imóveis, interdição de residências e levantamentos técnicos e orientações através da equipe de engenharia.
No comentário para o Jornal Itapuama desta quarta-feira (27/05), o jornalista Nill Júnior faz uma análise sobre o cenário político local. Com o termômetro das discussões nas alturas, a Casa James Pacheco enfrenta um período de forte desgaste público. Entre embates, trocas de acusações e pautas que dividem opiniões, o poder legislativo municipal se vê […]
No comentário para o Jornal Itapuama desta quarta-feira (27/05), o jornalista Nill Júnior faz uma análise sobre o cenário político local.
Com o termômetro das discussões nas alturas, a Casa James Pacheco enfrenta um período de forte desgaste público.
Entre embates, trocas de acusações e pautas que dividem opiniões, o poder legislativo municipal se vê no centro de uma crise de desgaste institucional.
Além do pedido de cassação de Luciano Pacheco, surgiram novos três pedidos, contra Célia Galindo, Heriberto do Sacolão e Rodrigo Rôa, que pediu licença de 90 dias para provar não haver ilicitudes na sua atuação.
Como essas polêmicas afetam o dia a dia da cidade e a percepção do eleitorado?
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