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Revista Pajeuzeiro é o primeiro suplemento de cultura da região

Por Nill Júnior

Por Willian Tenório

Revista Pajeuzeiro – Edição 01 - FINAL A2Revista Pajeuzeiro é o primeiro suplemento cultural dedicado à cultura popular e tradicional do Sertão do Pajeú, a revista tem distribuição gratuita nas cidades da região.

Nesta primeira edição temos como capa o artista Edierck José, numa entrevista em que ele fala um pouco de sua trajetória. Na coluna “Um Papo no Boteco”, Alexandre Morais e Genildo Santana conversam com o poeta de Itapetim, Zé Adalberto.

A revista conta ainda a colaboração da professora Uilma Queiroz em uma matéria sobre o protagonismo das “Artesãs pajeuzeiras”, do poeta Vinicius Gregório com o texto “Como surge a inspiração?” e a professora Wivianne Fonseca traz uma reflexão sobre “Cultura e Escola”.

Você pode fazer o download da revista e ter acesso na integra a seu conteúdo através do site – www.revistapajeuzeiro.com.br – e no facebook – facebook.com/revistapajeuzeiro.

Se você é professor e quer trabalhar o conteúdo da Revista Pajeuzeiro com seus alunos, entre em contato conosco através do e-mail – [email protected] . O projeto tem incentivo do Funcultura, da Fundarpe, da Secretaria de Cultura e do Governo do Estado de Pernambuco.

Outras Notícias

Sandrinho detalha pavimentação de mais 25 ruas em Afogados da Ingazeira 

O Prefeito de Afogados da Ingazeira, Alessandro Palmeira, detalhou quais serão as 25 ruas a serem pavimentados nos bairros da cidade. O anúncio foi feito nesta quinta (09), durante o Debate das Dez Rádio Pajeú. “Estamos executando o maior programa de pavimentação de novas ruas da história de Afogados da Ingazeira. Desde 2021, já pavimentamos […]

O Prefeito de Afogados da Ingazeira, Alessandro Palmeira, detalhou quais serão as 25 ruas a serem pavimentados nos bairros da cidade.

O anúncio foi feito nesta quinta (09), durante o Debate das Dez Rádio Pajeú. “Estamos executando o maior programa de pavimentação de novas ruas da história de Afogados da Ingazeira. Desde 2021, já pavimentamos mais de 130 ruas. E vem mais por aí,” destacou o Prefeito Sandrinho.

Dentre as 25 novas ruas, estão inseridas a maior rua do bairro Planalto, a rua por trás do centro desportivo (que liga à Diomedes Gomes à Padre Luís de Góes – rua da rodoviária) e o trecho que liga o bairro São Braz ao polo moveleiro, beneficiando, diretamente, os moradores do residencial Laura Ramos. As obras serão realizadas com asfalto, paralelo ou intertravado, a depender do estudo técnico de cada rua.

Ainda, Rua Jacir Pereira (Brotas), Rua Carlos Eduardo da Silva (São Cristóvão), Rua Lídio Durval Pedrosa (São Braz), Rua Valdevino José Praxedes (Manoela Valadares), Rua Abílio Barbosa (São Francisco), Av. José Leite Padilha (Planalto), Rua Plácido Soares (PPP), Rua João Nunes Torres (Sobreira), Rua Jasmelina Mª da Conceição (Costa), Av. José Mariano de Brito (Campinhos), e Rua da Escola Dom Mota (Borges).

Raquel Lyra defende mudanças em seu governo

Por André Luis A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSDB), usou as suas redes sociais nesta quarta-feira (11), para defender as mudanças que estão sendo feitas e propostas por ela da administração estadual. “A mudança incomoda. É mais confortável para alguns que tudo fique como está. Mas pra maioria das pessoas, não dá mais pra […]

Por André Luis

A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSDB), usou as suas redes sociais nesta quarta-feira (11), para defender as mudanças que estão sendo feitas e propostas por ela da administração estadual.

“A mudança incomoda. É mais confortável para alguns que tudo fique como está. Mas pra maioria das pessoas, não dá mais pra Pernambuco seguir do mesmo jeito”, escreveu ela.

“É por isso que vamos seguir em frente, fazendo as reformas e os ajustes necessários para que o Governo chegue na vida das pernambucanas e dos pernambucanos que mais precisam”, completou Raquel.

Na terça-feira (10), a Alepe instalou Sessão Extraordinária com o objetivo de discutir e votar dez proposições: três projetos de lei (PLs) e sete de resolução (PRs), de autoria dos Poderes Executivo e Legislativo.

Uma das matérias em análise é a proposta de Reforma Administrativa encaminhada pela governadora Raquel Lyra por meio do PL nº 3841/2023. O texto define a estrutura burocrática do Governo de Pernambuco, prevendo 27 secretarias ou órgãos com esse status. Também especifica as quantidades de cargos comissionados e de funções gratificadas, bem como os valores pagos aos ocupantes desses postos.

Estão previstos a criação de 2,7 mil cargos comissionados e aumento de salários para esses trabalhadores. Também fixa em R$ 18 mil os vencimentos para os 27 secretários.

Servidores da Câmara de Limoeiro são alvos de operação que investiga gastos de mais de R$ 1,3 milhão com viagens

Polícia Civil apura suspeitas de peculato envolvendo diárias e cursos de capacitação; relatório do TCE apontou indícios de ausência de beneficiários em eventos custeados com dinheiro público. Servidores da Câmara Municipal de Limoeiro, no Agreste de Pernambuco, foram alvos da Operação Certificado Vazio, deflagrada pela Polícia Civil nessa quarta-feira (23) para investigar suspeitas de irregularidades […]

Polícia Civil apura suspeitas de peculato envolvendo diárias e cursos de capacitação; relatório do TCE apontou indícios de ausência de beneficiários em eventos custeados com dinheiro público.

Servidores da Câmara Municipal de Limoeiro, no Agreste de Pernambuco, foram alvos da Operação Certificado Vazio, deflagrada pela Polícia Civil nessa quarta-feira (23) para investigar suspeitas de irregularidades no uso de recursos públicos.

A apuração envolve a concessão e o recebimento de diárias, além do pagamento de inscrições em cursos de capacitação e congressos. Segundo a Polícia Civil, a investigação busca esclarecer possível prática de peculato.

As investigações começaram em julho de 2025, após um relatório do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) apontar gastos superiores a R$ 1,3 milhão com diárias para participação em eventos durante um período de 17 meses.

O documento analisou despesas da Câmara entre janeiro de 2023 e 30 de julho de 2024. Na época, a Casa era presidida pelo vereador Daniel Paulo de Moura, conhecido como Daniel do Mercadinho.

Segundo a auditoria, os gastos de Limoeiro com esse tipo de despesa foram mais de quatro vezes superiores aos registrados pela Câmara do Recife em eventos semelhantes, apesar de a capital possuir receita significativamente maior.

O TCE também identificou indícios de que alguns beneficiários não teriam comparecido aos cursos e congressos utilizados para justificar o pagamento das diárias.

A apuração encontrou ainda publicações em redes sociais que indicariam a presença de alguns dos beneficiários em Limoeiro nos mesmos períodos em que deveriam estar participando de eventos em outras cidades.

As viagens incluíram destinos em Pernambuco e em outros estados, entre eles João Pessoa e Campina Grande, na Paraíba, Brasília, Japaratinga, em Alagoas, e Praia de Pipa, no Rio Grande do Norte.

O relatório também apontou quatro organizações que receberam valores relacionados às inscrições nos eventos e levantou questionamentos sobre a transparência dos procedimentos utilizados nas contratações.

Durante a Operação Certificado Vazio, foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão domiciliar, além de ordens judiciais para bloqueio de ativos financeiros. As medidas foram expedidas pela Vara Criminal da Comarca de Limoeiro.

Os mandados foram cumpridos em Limoeiro, Jaboatão dos Guararapes e João Pessoa. A operação foi conduzida pela Delegacia de Combate à Corrupção, com apoio da Diretoria de Inteligência da Polícia Civil de Pernambuco e da Polícia Civil da Paraíba.

Os nomes dos investigados não foram divulgados. Até a última atualização da reportagem original, a Câmara Municipal de Limoeiro e Daniel do Mercadinho não haviam se pronunciado sobre o caso.

A investigação continua para apurar as circunstâncias dos pagamentos e eventual responsabilidade dos envolvidos.

Fonte: Portal G1
Foto: Polícia Civil/Divulgação

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TCE nega recurso e mantém rejeição das contas da prefeita de Betânia relativas a 2011

O Pleno do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) manteve nesta quarta (9) a decisão da Primeira Câmara que havia julgado irregulares as contas de 2011 da prefeita do município de Betânia, Eugênia Araújo. A prefeita entrou com Recurso Ordinário contra a decisão da Primeira Câmara e foi negado pelo Pleno. O primeiro julgamento aconteceu […]

eugenia - prefeita de betaniaO Pleno do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) manteve nesta quarta (9) a decisão da Primeira Câmara que havia julgado irregulares as contas de 2011 da prefeita do município de Betânia, Eugênia Araújo. A prefeita entrou com Recurso Ordinário contra a decisão da Primeira Câmara e foi negado pelo Pleno.

O primeiro julgamento aconteceu em 2014: a Primeira Câmara do TCE verificou falhas graves como excessos de pagamento “em espécie” repetidamente criticados pelo TCE em exercícios anteriores em montante de R$ 12.850.133,80; Ausência de aplicação financeira dos recursos em caixa, configurando afronta ao Princípio contábil da Eficiência, além de renúncia de receitas; Irregularidades previdenciárias e burla ao concurso público com muitos contratados.

Ela ainda foi multada em R$ 10.000,00 pela não aplicação financeira dos recursos em caixa da Prefeitura, R$ 7.000,00 por falhas na gestão previdenciária e burla ao concurso público e  R$ 7.000,00 por excesso de pagamento “em espécie”.

Ficou ainda determinado o envio de cópia do Relatório preliminar que embasou o voto do relator para o atual gestor do Município de Betânia.

Programação junina mais magra: prefeitos devem preparar espírito da população

Da Coluna de Magno Martins Sexta-feira passada, dez prefeitos saíram do gabinete do secretário da Casa Civil, Antônio Figueira, com a certeza de que não terão um tostão do Estado para os festejos juninos. Reunidos, ontem, em Agrestina, quinze prefeitos do Agreste e Zona da Mata Sul que integram um consórcio resolveram reduzir o tamanho […]

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Da Coluna de Magno Martins

Sexta-feira passada, dez prefeitos saíram do gabinete do secretário da Casa Civil, Antônio Figueira, com a certeza de que não terão um tostão do Estado para os festejos juninos. Reunidos, ontem, em Agrestina, quinze prefeitos do Agreste e Zona da Mata Sul que integram um consórcio resolveram reduzir o tamanho do São João. O tempo da festa será menor e o número de atrações também.

O que se ouve nos arredores do gabinete de Figueira é mais preocupante ainda: somente os tradicionais polos juninos verão a cor do dinheiro do Estado para contratar artistas para o São João. É o caso, por exemplo, de Caruaru, que compete com Campina Grande no Nordeste.

Gravatá e Arcoverde, pela ordem, também são grandes polos e devem ser igualmente aquinhoados. O resto estaria fora. O São João é a festa mais antiga, tradicional e animada do Nordeste. Muita gente não abre mão de curtir. Quando em ano chuvoso, com safra, fica melhor ainda de ser comemorada com o recheio da canjica e do milho assado na beira da fogueira.

Nunca um prefeito, mesmo em tempos mais bicudos, teve coragem de deixar de bancar a festa. Pode até não fazer o carnaval, como o prefeito de Serra Talhada decidiu este ano, mas renunciar aos festejos juninos seria grave equívoco, um suicídio político. O ano de 2015 é de vacas magérrimas e poucos terão dinheiro ou coragem de se endividar para bancar a festa.

Por isso mesmo, é bom se antecipar como fizeram os prefeitos do Agreste e Mata, ontem, para preparar o espírito da população. Ao Estado, que não vem conseguindo pagar sequer servidores contratados, fornecedores e honrar com os contratos de obras, cabe jogar limpo e ser realista.

Se não tem dinheiro, não dá para bancar a festa de ninguém. Aliás, o Estado está com pendências de pagamento de artistas da festa junina do ano passado, através da Empetur e Fundarpe. Soube que muitas bandas, como a Brucelose, de Gilson Machado Neto, estão com pendências de mais de um ano.

Desta forma, é melhor não contar com o Estado. Ruim para o Governo, os municípios e, principalmente, os artistas, os mais penalizados, que já ficam com um pé atrás quando são informados que não são as prefeituras que pagarão os seus shows, mas o Estado.